sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

FAB ENCONTRA DOIS MORTOS EM DESTROÇOS DE MONOMOTOR EM MINAS GERAIS


A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que foram encontrados na tarde desta sexta-feira (1º) dois corpos junto aos destroços do avião monomotor RV-7 que havia desaparecido na segunda-feira (28), após decolar de Ubatuba (SP) com destino a Rio Claro (SP). Uma equipe de militares desceu no local de rapel e confirmou que se tratava do monomotor.

Segundo o Centro de Comunicação da Aeronáutica, o avião foi encontrado em uma região de mata fechada na Serra da Mantiqueira a aproximadamente quatro quilômetros a sudeste do distrito de Monte Verde, em Camanducaia (MG), próximo à divisa com o Estado de São Paulo. Pela manhã, ele já havia sido avistado durante um sobrevoo de um helicóptero da FAB. Os militares chegaram até o local depois que uma fotografia foi tirada durante um voo panorâmico sobre uma região conhecida como Platô. Na imagem, foi visto um reflexo de luz do que seria a fuselagem do avião.

Na manhã desta sexta-feira, foi feito um voo panorâmico no local, mas devido ao mau tempo nada foi localizado. Horas depois, o helicóptero da FAB retornou ao local e desta vez conseguiu avistar e confirmar que realmente se tratava do monomotor. Devido à dificuldade de acesso, as equipes em terra iniciaram uma caminhada pela mata fechada da Serra da Mantiqueira até o local onde está a aeronave. Mas, com a melhora do tempo na região, militares da FAB conseguiram chegar até o local por rapel.

Conforme a Aeronáutica, por volta de 16h45 os corpos do piloto Diego Perez e do passageiro Marcos Teixeira Barros ainda não tinham sido resgatados. Eles deverão ser levados para São José dos Campos (SP).

fonte/G1/SulDeMinas /foto/FAB/EsquadrãoPelicano

PERIGO NO AR - REBELDES SIRIOS ATIRAM EM BOEING 747 DO IRÃ




Rebeldes sírios, que controlam várias aldeias localizadas perto do Aeroporto Internacional de Damasco, abriram fogo com armas de pequeno porte contra em Boeing 747 iraniano.

fonte ASN

HELICÓPTEROS RUSSOS COM SOTAQUE ANGLO-ITALIANO







AgustaWestland AW-139 AW 139, helicóptero

© Flickr.com/Thundershead/cc-by-nc-sa 3.0

O Ministério da Defesa russo planeja receber em 2013 sete helicópteros AW-139, o preço do contrato é de pouco mais de 20 milhões de dólares. Os helicópteros anglo-italianos, montados sob licença na Rússia, serão os primeiros helicópteros de projeto estrangeiro colocado em serviço na Rússia.

Na Rússia sempre houve escassez de helicópteros ligeiros, que incluem o AW-139. Na URSS, a posição de monopólio neste nicho era ocupada pelo Mi-1, que foi produzido entre 1950 e 1965, e seu sucessor, o Mi-2, que foi produzido em série desde 1965 até 1998. No entanto, o principal produtor de máquinas ligeiras de projeto soviético era a Polônia – a licença e a documentação do projeto eram entregues à companhia PZL-Swidnik. Na década de 90, após o colapso do Pacto de Varsóvia e da União Soviética, a cooperação com os fabricantes de helicópteros poloneses cessou, e na Rússia começaram a desenvolver suas próprias máquinas desta classe.

Todos os projetos – o Mi-34, o Ansat, o Ka-60 – têm uma coisa em comum: a ausência de um motor moderno de classe ligeira de produção doméstica. Como resultado, nenhuma dessas opções chegou a ser produzida em série. O programa Mi-34, aparentemente, será fechado. O Ansat, em pequenas séries, está sendo construído sob encomenda do Ministério da Defesa com um motor estrangeiro. A máquina de Kamov passou por uma mudança radical, tornando-se o Ka-62, que é semelhante ao Ka-60 só em linhas e no esquema que utiliza um rotor de cauda do tipo Fenestron.

O Ka-62 é considerado uma máquina bastante promissora. Ele já tem o primeiro contrato de exportação – nos anos de 2015-16 sete helicópteros deste tipo irão para o Brasil. Nele está interessado também o exército russo. No entanto, o primeiro voo da nova máquina ocorrerá somente em agosto e setembro de 2013, após o qual começarão testes de máquinas de pré-produção.

Como resultado, a construção em Tomilino, perto de Moscou, do empreendimento comum Helivert, criado pela empresa Helicópteros da Rússia e a empresa AugustaWestland, foi uma resposta natural às necessidades do mercado. Caso contrário, ele teria de ser entregue completamente aos produtores estrangeiros.

Os primeiros AW-139 no exército russo serão destinados para o transporte de comandantes. Mas em teoria, o campo de utilização de máquinas ligeiras pode ser mais amplo, incluindo a inteligência, o transporte de cargas leves, transporte e ejeção de unidades de forças especiais, missões sanitárias e de resgate, e muito mais. Para esses fins atualmente é usado o helicóptero Mi-8 no valor de 7-10 milhões de dólares, um peso de decolagem de 13 toneladas, e com a respectiva potência do motor e correspondente consumo de combustível. Nesta situação, o uso de AW-139 e a perspectiva de produção nas instalações de Helivert de um helicóptero monomotor ligeiro especialmente concebido para a Rússia pode ser a melhor solução. Ele irá preencher a falta de máquinas ligeiras, a demanda pelas quais, nos próximos anos, vai continuar a crescer.

fonte/VozDaRussia

HELICÓPTEROS PARA ÍNDIA NO VALOR DE US$ 6 BILHÕES

helicóptero

RIA Novosti

A Índia está fazendo preparativos para convocar a maior licitação do mundo para comprar helicópteros multifuncionais de baseamento naval no valor de mais de 6 bilhões de dólares, informa a imprensa indiana alegando a fontes dentro da Marinha de Guerra do país.

Apesar de a Rússia ainda não ter anunciado seus planos concernentes à participação da concorrência, os peritos estão seguros que tem boas chances para ganhar.

De acordo com a mídia, as Forças Navais da Índia já haviam encaminhado cartas aos maiores produtores mundiais solicitando que proporcionassem caraterísticas técnicas dos helicópteros desse tipo. O passo seguinte será o de examinar as proposições concretas de fornecimento do material bélico. No total, os militares indianos planejam comprar 120 helicópteros navais mais modernos, destinados a operações contra submarinos, aniquilação de alvos submarinos e de superfície, bem como a apoiar operações de tropas especiais. Espera-se que da concorrência vão participar os maiores produtores mundiais de helicópteros, como Eurocopter e Sikorsky.

Ainda não se sabe nada sobre as intenções da Rosoboronexport (agência russa de exportação de armas) de lutar por este contrato vantajoso. Entretanto, a Rússia tem muito para oferecer a seu parceiro tradicional no âmbito de cooperação técnico-militar. Por exemplo, helicópteros da empresa Kamov, afirmou o membro do conselho consultivo adjunto à comissão para indústria bélica do governo russo Mikhail Khodarenok.

“Trata-se de distintas modificações do Ka-27 e do Ka-52 concebido para pousar a bordo de navios. Ainda é difícil avaliar quantitativamente suas chances. Mas a parte russa, é incontestável, deverá participar desta licitação, pois as chances sim existem”.

Atualmente, a Marinha de Guerra da Índia utilizam helicópteros antiquados Sea King adquiridos na década de 1980. Portanto, a renovação da frota de helicópteros é uma das tarefas mais prementes. Ainda mais porquê Nova Deli pretende aumentar o número de navios de guerra, alargando de tal maneira a área de responsabilidade de sua Marinha.

Devido à modernização e o incremento do potencial defensivo da Índia, vai crescendo a competição por este maior mercado de armas. Segundo a opinião do embaixador indiano em Moscou, Ajai Malhotra, a Rússia defronta-se com uma concorrência dura por parte dos produtores de outros países. Ultimamente, ela perdeu algumas licitações. Não obstante, a cooperação militar segue sendo um dos vetores mais importantes da parceria estratégica russo-indiana. Nova Deli continúa considerando a Rússia como um dos fornecedores mais seguros, cujos produtos satisfazem as necessidades defensivas da Índia.

As forças armadas do país utilizam centenas de helicópteros e aviões, submarinos e outro material bélico moderno de fabricação russa. Há pouco, Moscou e Nova Deli assinaram contratos de fornecimento de helicópteros Mi-17V-5 e jogos de peças para produção de aviões Su-30MKI no valor de quase 3 bilhões de dólares. Antes disso, a Índia adquiriu 230 caças dessa modificação no valor total de 8,5 bilhões. De forma que as perspectivas são bastante impressionantes para ambas as partes, acha o redator-chefe da revista “Arsenal Otetchestva” (Arsenal da Pátria) Viktor Murakhovski.

“Nós estamos passando para novas formas de parceria técnico-militar: a co-produção e acordos de compensação que prevêem a transferência de tecnologias para produção de certos modelos de armamentos e tipos de munições. Isto é bem diferente do sistema comum de compra e venda. Ainda não temos experiência de cooperação desta índole com nenhum outro país”.

Uma das linhas mestre, segundo as duas partes, é a promoção de desenvolvimentos conjuntos. Já há 15 anos está funcionando com sucesso a empresa russo-indiana BrahMos que fabrica mísseis supersônicos do mesmo nome. Se planeja transpôr a experiência deste projeto para os ramos contíguos. Tem merecido avaliação positiva a prática de modernização de navios militares indianos em estaleiros russos. Assim, no último dia 29 de janeiro, o submarino indiano Sindhurakshak, após ser submetido à modernização e o reequipamento na empresa de Severodvinsk, tomou rumo à costa pátria através da Passagem do Nordeste, acompanhado por quebra-gelos russos.

fonte/VozDaRussia

EMBRAER ENTREGA 3 AERONAVES SUPER TUCANO À FORÇA AÉREA DE ANGOLA


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Modelo A-29 Super Tucano entregue à Força Aérea Nacional de Angola pela Embraer. (Foto: Divulgação/Embraer)Modelo A-29 Super Tucano entregue à Força Aérea Nacional de Angola. (Foto: Divulgação/Embraer)

Foram entregues na quinta-feira (31) pela EMBRAER os três primeiros turboélices de ataque leve e treinamento avançado A-29 Super Tucano à Força Aérea Nacional de Angola. A cerimônia ocorreu na unidade da empresa em Gavião Peixoto (SP). No total, o país africano encomendou seis aeronaves junto à fabricante brasileira.

Com esta entrega, Angola se torna o terceiro operador do Super Tucano no continente africano. O avião será empregado em missões de vigilância de fronteiras. Dez clientes já selecionaram o A-29 Super Tucano no mundo todo. O modelo, que está em operação em sete forças aéreas na América Latina, na África e na Ásia, já superou a marca de 170 mil horas de voo e 26 mil horas de combate.
O Super Tucano é capaz de executar missões, que incluem ataque leve, vigilância, interceptação aérea e contrainsurgência. A aeronave está equipada com tecnologias em sistemas eletrônicos, eletro-ópticos, infravermelho e laser, assim como sistemas de rádios com enlace de dados e capacidade de armamentos.

fonte/Vnews

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