segunda-feira, 3 de novembro de 2014

CAUSA DA EXPLOSÃO DA SPACESHIPTWO SÓ SAI EM UM ANO


A investigação sobre o acidente com a nave espacial da Virgin Galactic que explodiu sexta-feira no deserto de Mojave, na Califórnia, pode levar cerca de um ano, disse Christopher Hart, chefe da agência de segurança de transportes dos Estados UNidos.

Hart afirmou, porém, que a Virgin Galactic está autorizada a fazer mais voos de teste, enquanto a investigação está em andamento.

As autoridades já iniciaram as investigações para descobrir o que causou a explosão da SpaceShipTwo, projeto precursor de "turismo espacial".

A explosão da SpaceShipTwo matou um dos pilotos - Michael Alsbury, de 39 anos - e deixou o outro gravemente ferido.

'Bem documentado'
Uma equipe da National Transportation Safety Board (NTSB ou Diretoria Nacional de Segurança em Transportes, em tradução livre) chegou ao Mojave no sábado e foi para o local da explosão.

"Este foi um voo de teste e voos de teste são, tipicamente, muito bem documentados em termos de dados", disse Hart.

Ele afirmou que o trabalho da equipe vai incluir exames detalhados de todos os dados disponíveis, trabalhos no local da queda e entrevistas com testemunhas.

O trabalho no local vai durar uma semana. O resultado das investigações, porém, só deve ser conhecido "em mais ou menos 12 meses".

Autoridades americanas vão rever dados relativos ao voo da SpaceShipTwo  (Foto: AP)Autoridades americanas vão rever dados relativos ao voo da SpaceShipTwo (Foto: AP)
Os destroços da aeronave estão espalhados pelo deserto de Mojave, a nordeste de Los Angeles. A polícia isolou a área, pois há o temor de que partes da nave possam explodir.

'O que saiu errado'
O bilionário britânico Richard Branson, dono da Virgin Galactic, também chegou neste sábado ao deserto da à Califórnia e afirmou que não vai continuar com o projeto "às cegas", mas está "determinado a descobrir o que deu errado" e aprender com a tragédia.

Em entrevista à BBC, concedida na Base Espacial de Mojave, onde a nave estava sendo desenvolvida, Branson disse que "ninguém subestima os riscos envolvidos na viagem espacial".

Ele afirmou, ainda, que acidentes nas primeiras tentativas do homem de desenvolver a aviação comercial não impediram que o meio de transporte se tornasse o mais seguro.

"Devemos a nossos pilotos de testes descobrir o que saiu errado e, quando descobrirmos, poderemos superar isto e vamos garantir que o sonho continue", disse o bilionário.
 
Segundo Branson, a Virgin Galactic e os parceiros no projeto estão "realizando um amplo programa de testes há muitos anos e a segurança sempre foi a prioridade número um".

Leia também - Bilionário: projeto de 'turismo espacial' continua

O plano original da Virgin Galactic era lançar o primeiro voo sub-espacial a partir do ano que vem. Mais de 700 pessoas já tinham feito reservas, apesar do preço altíssimo da passagem - cerca de R$ 625 mil.

'Anomalia grave'
A SpaceShipTwo estava realizando o primeiro voo teste em nove meses quando explodiu logo depois da decolagem perto da cidade de Bakersfield.

Em uma declaração, a companhia afirmou que a SpaceShipTwo passou por uma "anomalia grave" depois de se separar da aeronave WhiteKnightTwo, a aeronave lançadora.

A WhiteKnighTwo pousou sem problemas.

Depois do incidente, surgiu a informação de que a aeronave estava usando um novo tipo de combustível, nunca testado antes, apesar de as autoridades terem afirmado que este combustível passou por muitos testes em solo.

De acordo com o editor de ciências da BBC, David Shukman, mesmo quando a causa do acidente for descoberta, este será um grande problema para a Virgin, "uma companhia que tentava ser a pioneira em um novo setor, turismo espacial. Confiança é tudo e isto não vai estimular a longa lista de celebridades e clientes milionários esperando pelo primeiro voo".

Branson seria passageiro da viagem inaugural, mas celebridades como o cantor Justin Bieber e o ator Leonardo Di Caprio teriam entrado na fila, segundo o jornal Los Angeles Times.

fonte/foto/G1 

AERONAVE COM PARAQUEDISTAS FAZ POUSO FORÇADO E 6 FICAM FERIDOS


Seis pessoas - cinco paraquedistas e um piloto - ficaram feridos depois que uma aeronave de pequeno porte fez um pouso de emergência neste sábado (1º). O acidente ocorreu por volta das 11h, em Cruz de Rebouças, no entorno do aeródromo da Coroa do Avião, em Igarassu, Região Metropolitana do Recife.
 
O Corpo de Bombeiros e o helicóptero da Secretaria de Defesa Social (SDS) ajudaram no socorro das vítimas. Uma equipe do 17º Batalhão de Polícia Militar chegou ao local quando todos os feridos já tinham sido socorridos, segundo o cabo Carlos Alberto. O avião tinha capacidade para transportar sete pessoas.

Um instrutor de paraquedismo sofreu ferimentos na cabeça e foi levado para o Hospital Esperança, na Madalena, Zona Norte do Recife, de onde foi transferido para o Hospital Unimed III, na Ilha do Leite, na área central. Ele passou por exames e o estado de saúde dele é estável. Dois homens também foram levados para o Hospital Esperança e já receberam alta. Três pessoas foram encaminhadas para o Hospital da Restauração (HR), também no Recife: o piloto, de 60 anos, e duas enfermeiras - e paraquedistas - de 32 e 35 anos. As duas mulheres receberam alta no meio da tarde.

O coronel Paulo Magella, comandante do terceiro Centro Integrado de Defesa e Controle do Espaço Aéreo (Cindacta III), com sede no Recife, disse que a aeronave é um Cessna 182 Skyline, um modelo equipado para lançamento de paraquedistas civis.

A Polícia Militar foi ao local no início da tarde e isolou a área. Uma equipe da Aeronáutica também foi enviada para fazer perícia, já concluída.

"A gente fez essa perícia no local do acidente, mas agora vai ser aberto um processo investigatório. Vamos juntar as informações levantadas aqui com outras para saber o que levou a essa situação catastrófica. É muito cedo, ainda é muito prematuro para a gente afirmar quais foram os fatores que levaram a essa ocorrência", disse o chefe de investigação do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), major Wellington da Silva. Ele explicou que a aeronave não tem gravador de voz e dados porque a legislação não exige e não há tempo determinado para finalizar a investigação. "Depende da complexidade do acidente", ponderou. O dono ficará responsável pela remoção do avião.

André Milano, amigo das vítimas, foi no começo da tarde ao ponto onde o acidente ocorreu para tentar recolher os pertences dos passageiros. Ele conta que estava dormindo quando foi acordado pela mãe avisando do acidente. "O que importa é que está todo mundo com vida", disse.

"Vi quando o avião saiu, umas 9h. Depois a gente viu ele voando baixinho demais e sumiu. É a primeira vez que vejo isso acontecer por aqui", disse o metalúrgico José Cavalcanti, morador da área.

fonte/fotoG1

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...