terça-feira, 10 de dezembro de 2013

AVIÃO DE PEQUENO PORTE CAI E MATA DUAS PESSOAS EM ITAPEVA, SÃO PAULO

 ATUALIZADO ....



Avião ultraleve cai na Vila Santa Maria em Itapeva, piloto e passageiro da aeronave morreram na hora.

Segundo o dono da residência atingida, no momento do acidente duas pessoas encontravam-se na casa, que teve parte da estrutura danificada, porém ambas conseguiram sair da residência sem sofrer ferimentos.

Informações preliminares dizem que o piloto é o Antonio Benedito Alves Soares (Toninho), já o passageiro não foi identificado até o momento, no entanto, o carro da segunda vítima é um Doblô Prata com placa de União da Vitória/PR.

Acidente com o ultraleve que acabou com duas pessoas mortas, deve ser investigado pela Polícia Civil.

Em contato com a Aeronáutica, fomos informados pelo Coronel Madison – investigador do Serviço de Investigações e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SERIPA IV), que as investigações sobre o caso serão de responsabilidade da Polícia Civil.

O Coronel informou que segundo o regulamento da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), o ultraleve é considerado de categoria esportiva, cuja operação ocorre por conta e risco do piloto, porém a ANAC também realiza controle dessas tragédias.

Ainda segundo Cel. Madison, a Aeronáutica é responsável por investigar aviões e helicópteros, no entanto, estarão acompanhando os trabalhos de investigações da Polícia Civil que irá realizar o inquérito policial.

fonte/ItapevaTimes,/foto/JoãoVicenzo

Um avião de pequeno porte caiu e provocou a morte de duas pessoas, na tarde desta terça-feira, em uma área residencial de Itapeva (a 290 km de São Paulo). A aeronave atingiu uma casa na queda.
O acidente aconteceu por volta das 17h, no bairro Vila Santa Maria. Segundo os bombeiros, o avião incendiou após a queda e as vítimas --que estavam na aeronave-- morreram ainda no local. Não foi informado se tinha alguém na residência atingida. 

Os bombeiros não souberam dizer de onde vinha e para onde iria o avião ou os nomes das vítimas. As causas da queda ainda serão apuradas. 

fonte/FolhaSP

COLHENDO ÁRVORES DE NATAL




Dan colhe árvores de Natal lá no Oregon. Seu trabalho é levá-las para o caminhão, usando seu helicóptero. Já fez isso tantas vezes que é capaz de usar a inércia da carga para fazer, inicialmente um movimento de pêndulo que ele faz interrompe bem em cima do caminhão. Do mesmo jeito que a gente faz com aquelas varinhas de pescaria em festas juninas.

O Oregon é o maior produtor e exportador de árvores de Natal do mundo, com vendas superiores a 7 milhões de unidades por ano.

fonte/foto/UpdateOrDie

TRANSTORNOS EM AEROPORTOS ELEVAM ALERTA PARA VOOS NO NATAL E RÉVEILLON



Transtornos em aeroportos elevam alerta para voos no Natal e no Réveillon Dani Barcellos/Especial
Foto: Dani Barcellos

A poucos dias do início da temporada de maior movimento nos aeroportos, os atrasos e cancelamentos de voos envolvendo a Gol entre quinta-feira e domingo, elevaram o nível de alerta para evitar possíveis transtornos para quem viaja no fim de ano. Os problemas levaram a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) a anunciar ontem auditoria no sistema de gerenciamento de tripulação da empresa e cobrar da companhia um plano para impedir que os contratempos se repitam. 

Devido às falhas, agravadas pela falta de assistência adequada aos passageiros, a Anac multou a Gol em R$ 2,5 milhões. Após a conclusão da fiscalização, o valor pode até dobrar, disse o diretor da agência responsável pela regulação do setor aéreo, Marcelo Guaranys.

O problema teve início com a chuva que fechou os aeroportos de São Paulo e do Rio, com reflexos em outros terminais, mas a Gol foi a única que não conseguiu contornar a dificuldade com a mesma agilidade. Com os atrasos, a carga horária dos tripulantes da companhia ultrapassou o permitido e a empresa não conseguiu deslocar outros funcionários para solucionar o problema. Procurada, a Gol informou que não iria se manifestar. No Salgado Filho, que chegou a ter reflexos dos problemas no Sudeste, a situação dos voos ontem era normal.

Empresas e aeronautas negociam dissídio salarial
Para o especialista em transporte aéreo Respício Espirito Santo Junior, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, os contratempos causados pelo clima não eram insolúveis.
– Isso pode ser resolvido com melhor programação de escala da tripulação, de horários de voo e também com maior eficiência dos aeroportos – opina Respício.

Na avaliação do presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA), Marcelo Ceriotti, os transtornos enfrentados pelos passageiros da Gol têm origem na falta de capacidade dos aeroportos de operar com mau tempo, mas o principal motivo seria o quadro reduzido de tripulantes em um período de maior movimento.

Além das deficiências operacionais, discordâncias entre empresas e aeronautas em relação ao acordo coletivo da categoria ampliam a incerteza. Enquanto as companhias oferecem reajuste equivalente à inflação (5,77% nos últimos 12 meses), o SNA quer aumento de 8%. Nova reunião entre as partes ocorre nesta semana e os aeronautas fazem assembleia na sexta-feira. Caso não haja acordo, os trabalhadores ameaçam "algum tipo de movimento" da categoria no final do ano.
Na quinta-feira, as empresas aéreas e outros órgãos que atuam na administração aeroportuária se reúnem para divulgar o plano de contingência que vai tentar assegurar a tranquilidade para quem pretende viajar entre o Natal e o final do ano. 

Para o Natal e o Réveillon
A Anac lista os pontos que as empresas precisam reforçar

Comprometer-se com a ocupação máxima das posições de check-in nos horários de pico

Reforçar o número de funcionários em guichês exclusivos para informações e registros de reclamações

Não praticar overbooking

Colocar aeronaves reserva e aumentar o quadro de tripulantes

Remanejar as manutenções programadas nas aeronaves e reforçar o treinamento das equipes de solo

O que levou aos atrasos
Na última quinta-feira, os aeroportos de Guarulhos e Congonhas, em São Paulo, e Santos Dumont e Galeão, no Rio, fecharam por algumas horas devido à chuva.

Num efeito cascata, o fechamento também impactou os terminais de Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre.

Com isso, diversos voos de diferentes companhias aéreas atrasaram ou foram cancelados.
A maior parte das empresas conseguiu resolver os problemas, que perduraram até o início da sexta-feira.

A Gol, no entanto, não resolveu os problemas com a mesma agilidade das demais companhias.
No caso da Gol, os tripulantes extrapolaram a carga horária permitida por limitações de segurança e a empresa não conseguiu deslocar outros profissionais de forma ágil. Com isso, os transtornos prosseguiram até domingo.

fonte/ZeroHora

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