quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

AIRBUS CONFIRMA NOVAS RACHADURAS NO MODELO A380


A Airbus informou que uma combinação de falhas de fabricação e de projeto foi responsável por uma recente série de rachaduras na asa do superjumbo A380. 

A empresa garantiu que trabalha em uma solução em dois estágios para o problema, mas reforçou que o modelo permanece seguro para voar. 

A fabricante europeia de aviões confirmou uma reportagem da Reuters afirmando que a Airbus tinha encontrado mais rachaduras durante inspeções ordenadas por autoridades de segurança nesta semana, mas se recusou a fornecer mais detalhes antes do final da primeira fase de inspeções, que vai até sexta-feira. 

"O A380 é seguro para voar", disse Tom William, vice-presidente-executivo de programas da Airbus.
As rachaduras foram causadas pela combinação da escolha da liga de alumínio para suportes de certas asas, assim como por tensões impostas por duas partes do processo de fabricação, afirmou William. 

Autoridades europeias  ordenaram na semana passada inspeções urgentes em um terço da frota dos superjumbos A380, da Airbus, depois da descoberta de rachaduras em uma aeronave desse modelo. 

A Agência Europeia de Segurança de Aviação informou que as rachaduras podem se desenvolver em outras aeronaves se o problema não for resolvido. 

"Essa condição, se não detectada e corrigida, poderia afetar a integridade estrutural da aeronave", afirmou.
Desenvolvido a um custo estimado de 12 bilhões de euros, o A380 tem 73 metros de comprimento, 24 metros de altura e é vendido a cerca de US$ 390 milhões. A Airbus já vendeu 253 unidades do modelo.
Há cerca de 14 meses, o A380 também foi alvo de investigações sobre segurança. Na época, um voo da australiana Qantas que ia de Londres a Sidney foi interrompido por uma avaria em um dos motores. 

fonte/FolhaSP
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RELATO DE PASSAGEIRO NO VOO DA TAM QUE RETORNOU PARA PARIS

O cientista político francês Stéphane Monclaire, 54 anos, é professor da Sorbonne em Paris e especialista em questões brasileiras. Fluente em português, estava a bordo do voo da TAM que declarou emergência e teve de voltar ao aeroporto pouco depois de decolar.

Por celular, logo depois de deixar o Aeroporto Charles de Gaulle rumo a sua casa, em Paris, concedeu a seguinte entrevista a ZH, dizendo que "precisava desabafar"

Zero Hora — Em que momento os passageiros perceberam que havia algo errado?
Stéphane Monclaire —
Eu estava sentado perto das asas, e nesta parte do avião foi possível ouvir o barulho de uma explosão muito forte sete, oito minutos após a decolagem. Imediatamente, algumas pessoas olharam para a asa, havia uma chama razoavelmente longa, e que durou de 10 a 12 segundos. O avião desceu um pouco, não muito, mas perdeu aceleração.

ZH — Houve explosão? Na turbina?
Monclaire —
Sim. Os passageiros se olharam e, como avião recuperou imediatamente a queda de altitude, se tranquilizaram um pouco. Percebemos que o motor do outro lado estava a todo vapor, justamente para compensar a perda da turbina. O comandante deu uma informação bastante breve, dizendo que tivemos problema de motor e voltaríamos a Paris. Eu só prestava atenção ao barulho dos motores. O avião ficou a uns 4 mil metros e começou a lançar combustível sobre o mar. Deu três voltas e retornou.

ZH — Houve pânico?
Monclaire —
Não pânico, mas quase ninguém conversava, nem casais que estavam juntos. A situação era grave. Onde eu estava, havia silêncio. Estavam rezando, ou pensando.

ZH — Passou pela cabeça o acidente envolvendo o voo da Air France que fazia trajeto inverso?
Monclaire —
Claro que pensei no voo da Air France. Fiquei contente que problema no motor ocorreu quando estava ainda em cima da terra, não no mar. No início, fiquei mais preocupado porque a fase de decolagem é a mais problemática.

ZH — Como foi quando o avião pousou?
Monclaire —
Foi uma explosão de alegria. O comandante recebeu muitas palmas, gritos de alegria. Pessoas se abraçavam. Estavam contentes de estarem vivas.

fonte/ZeroHora/

EMPRESA DA NORUEGA FAZ A MAIOR ENCOMENDA DA AVIAÇÃO EUROPÉIA


A companhia aérea norueguesa de baixo custo Norwegian anunciou nesta quarta-feira a compra de 222 aviões pelo montante de 127 bilhões de coroas (16,6 bilhões de euros ou US$ 21 bilhões), "a maior encomenda na história da aviação europeia", segundo a empresa. A Norwegian comprará 100 Boeing 737 MAX 8, com o que será o primeiro cliente europeu deste novo modelo, e 22 Boeing 737-800, do mesmo modelo dos que já possui hoje, além de ter a opção de adquirir outras 100 unidades dos 737 MAX 8.

A Boeing informou em comunicado que sua parte do pedido está avaliada em 8,763 bilhões de euros, na maior encomenda que já recebeu de uma companhia aérea europeia. Além disso, a Norwegian assinou um contrato com a Airbus, a maior fabricante europeia do setor, pelo que comprará 100 Airbus A320neo e terá direito a adquirir outros 50 desse tipo.

Apesar de a Airbus não confirmar o valor da encomenda, o preço de catálogo deste avião é de 96,7 milhões de euros cada um.A operação conjunta fixa as primeiras entregas de aviões para 2016 e foi considerada um "marco" pelo diretor administrativo da companhia, Bjørn Kjos, que disse se tratar de um "dia histórico". Com a encomenda de hoje, a Norwegian tem agora 277 aviões a receber, incluindo uma compra anterior de outros 50 Boeing 737-800.

A companhia norueguesa, fundada em 1993, contava em novembro de 2011 com 59 aviões que operavam 297 rotas em 110 destinos na Europa, Norte da África e Oriente Médio, e um elenco de 2,5 mil funcionários. A Norwegian, que em 2010 transportou 13 milhões de passageiros, é terceira maior companhia aérea de baixo custo na Europa, segundo a própria companhia. Após o anúncio, as ações da empresa na Bolsa de Valores de Oslo chegaram a subir mais de 8%. 

fonte/EFE/Terra
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