terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

ESTADOS UNIDOS CANCELAM CONTRATO DE US$ 355 MI COM A EMBRAER

 Mui amigo........

A Força Aérea dos Estados Unidos informou nesta terça-feira que está cancelando contrato de US$ 355 milhões para fornecimento de 20 aviões Super Tucano, da Embraer, citando problemas com a documentação.

A Força Aérea disse que vai investigar e refazer a licitação, que também está sendo contestada na Justiça dos EUA pela americana Hawker Beechcraft. O contrato havia sido concedido pela Força Aérea dos EUA para a Embraer e a parceira Sierra Nevada Corp.


"Apesar de buscarmos a perfeição, nós as vezes não atingimos nosso objetivo, e quando fazemos isso temos que adotar medidas de correção", disse o secretário da Força Aérea, Michael Donley, em comunicado. "Uma vez que a compra ainda está em litígio, eu somente posso dizer que o principal executivo de aquisições da Força Aérea, David Van Buren, não está satisfeito com a qualidade da documentação que definiu o vencedor."Procurada pela Reuters, a Embraer não se pronunciou até a publicação desta reportagem.

O comandante da área de materiais da Força Aérea dos Estados Unidos, Donald Hoffman, ordenou uma investigação sobre a situação, afirmou o porta-voz da Força Aérea.Em 30 de dezembro, a Força Aérea dos Estados Unidos definiu que a Sierra Nevada e a Embraer tinham obtido o contrato para venda de 20 aviões Super Tucano A-29, assim como treinamento e suporte. 

Entretanto, a licitação foi paralisada em janeiro, quando a Hawker Beechcraft entrou na Justiça questionando a decisão.

No ocasião, a Força Aérea disse que acreditava que a competição e a avaliação para seleção do fornecedor tinham sido justas, abertas e transparentes.O Super Tucano A-29 foi desenvolvido para missões de contra-insurgência e atualmente é usado por cinco forças aéreas, e ainda existem outras encomendas, segundo a Embraer.

fonte/Reuters/Terra
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ACIDENTE COM EMBRAER E170 EM NEWARK NO DIA 27 DE FEVEREIRO



Um Embraer ERJ-170 da Shuttle America, voando pela United, registo N637RW, voo S5-5124/UA-5124 de Atlanta, GA para Newark, NJ (EUA) com 69 passageiros e 4 tripulantes, pousou sem o trem do nariz. A aeronave estava em aproximação final para  pista 22L de Newark quando a tripulação abortou o procedimento ao receber uma mensagem de alerta.

 O ERJ-170 entrou em espera a 5000 pés, a tripulação informou que tinha cerca de 50 minutos de combustível,  e checaram listas de verificação e realizaram uma passagem baixa para pista 22L cerca de 35 minutos após abortar a primeira aproximação, a torre informou  que o trem de nariz não estava baixo, e as portas parecia um pouco aberta, sobre uma protuberância visível. 

A aeronave se programou para uma outra aproximação para a pista 22L e pousou sem trem de nariz na às 18:28 L (23:28 Z) cerca de 45 minutos após o alerta. 
 

Não houve feridos.
 

A FAA informou sobre no dia de hoje que a aeronave pousou com trem de nariz para cima e recebeu danos substanciais. Os passageiros evacuado através de slides.

fonte/foto/AvHerald

FISCALIZAÇÃO DA ANAC É FROUXA, DIZ PILOTO


Falta fiscalização nos aeroportos de Belém”, denuncia o piloto Paulo Rodrigues, presidente do Aeroclube do Pará. De acordo com ele, desde 2009, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), órgão regulador da aviação comercial no país, mantém um efetivo de apenas dois funcionários para cobrir todo o Estado.

“É um absurdo, se for pensar na nossa região, que é imensa e que necessita do avião como meio de transporte para alcançar áreas a que muitas vezes não se tem acesso por terra. Se não tem fiscalização, você relaxa, aí começam a acontecer acidentes”, analisa. Ele estima que uma frota de 300 aeronaves, entre monomotores e bimotores, circulem no espaço aéreo do Pará.

Rodrigues aponta problemas também no controle da concessão de licenças para pilotos por parte da Anac. Como explica, para se capacitar como piloto é necessário um curso teórico de quatro meses, exigido para realizar a prova teórica da Anac. Após aprovado, o candidato se submete a 36 horas de voo em um avião e uma prova prática de pilotagem.

“Porém, o controle da Anac é frouxo. Para ser piloto, basta o camarada ter o 1º grau completo e estudar em casa. Não é exigido que faça o curso teórico em uma escola reconhecida pela Anac. Como o cadastro é eletrônico, depende da palavra do candidato apenas comprovar se o curso foi feito ou não”, avalia.
MEDO COLETIVO

É com pesar e receio que o setor de aviação paraense vem recebendo as últimas notícias. “Todos ficam um pouco paranoicos com tantos acidentes. A aviação é considerada uma profissão de risco, mas não é normal a quantidade de acidentes que vêm acontecendo. Sofro pela morte do Roberto (Roberto Carlos Figueiredo, piloto do avião do deputado Alessandro Novelino, também morto no acidente do último sábado), ele era meu amigo. E sofro por ter que ficar tanto tempo sem respostas pela causa de tantas mortes. Elas (as respostas) podem salvar as vidas de outros tantos pilotos”, afirma um piloto que não quis se identificar.

Piloto privado com três anos de profissão, ele confirma as denúncias de falha na fiscalização. “Os ficais vêm muito pouco fazer vistorias. A culpa não é deles. É a quantidade de trabalho que exigem que eles façam. Durante o período de carnaval, aumenta a quantidade de voos no Estado e a Anac não acompanha essa demanda. Se no trânsito é assim, por que na aviação seria diferente?”, questiona.

Outro fator de risco típico da região é ausência de fiscalização e manutenção das pistas de pouso no interior, o que dá abertura a perigosas improvisações. “A maioria das pistas no interior não é apropriada. São descampados de piçarra ou terra batida. Pouquíssimas são afastadas e quase todas são no meio do centro urbano. Muitas das vezes os pilotos têm que pousar em uma estrada ou rodovia. Ficamos taxiando (voando em círculos) até saírem os veículos, pessoas, até mesmo gado do caminho. Imagina o perigo”, relata.
EM NÚMEROS

168 É o número de aeroportos existentes no Pará, sendo 44 aeroportos públicos e outros 124 privados, incluindo também os helipontos. Redução não compromete, garante Anac

O total de acidentes aéreos registrados no Pará no mês de fevereiro é quase a metade dos desastres envolvendo aeronaves em todo o ano de 2010 no Estado. De um total de nove acidentes naquele ano, apenas cinco tiveram seus relatórios de apuração de possíveis causas concluídos. Em 2011, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), somente nos seis primeiros meses do ano foram registrados 23 desastres aéreos em toda a região amazônica, ou quase um acidente a cada 12 dias. No Pará, foram sete. O recorde ficou com o Mato Grosso, com nove acidentes.

Mas nem os recentes acontecimentos no Pará, que registrou quatro graves acidentes em fevereiro, foram suficientes para mobilizar técnicos da Anac - autarquia que tem a responsabilidade de regular e fiscalizar a aviação civil brasileira - no sentido de priorizar os trabalhos de apuração e investigação no Estado.

O DIÁRIO solicitou à agência que informasse se, mediante tais acontecimentos em sequência, a Anac pretendia tomar alguma medida mais pontual, como por exemplo, enviar técnicos para o Estado para averiguar a qualidade dos produtos oferecidos. Para essa pergunta, não houve resposta da assessoria de imprensa do órgão.

Em agosto de 2010, a Anac decidiu fechar os postos de serviços de 22 capitais, inclusive Belém, Boa Vista, Macapá, Manaus e Porto Velho. Na época, a agência informou que a decisão não era econômica, mas de eficiência. Pela configuração anterior, os atendentes apenas recolhiam as queixas dos passageiros e as encaminhavam para as respectivas gerências regionais, onde eram analisadas. Na nova configuração, dizia a Anac, estaria “desenvolvendo ferramentas tecnológicas de controle e vistoria” que permitiriam que tudo fosse feito pela internet.

A Anac disse também, na época do fechamento, que iria “reforçar os canais de atendimento com o passageiro”, com o aumento de 20% do efetivo que trabalha no telefone gratuito 0800 e no site da agência na internet.

Quando foi anunciada a decisão, parlamentares paraenses apelaram à direção da Anac pelo não fechamento dos escritórios nos Estados do Norte. O senador Flexa Ribeiro (PSDB) e os deputados federais peemedebistas

Elcione Barbalho e José Priante entregaram um ofício para o então ministro da Defesa, Nelson Jobim, solicitando a manutenção do escritório em Belém.

A região Norte é carente de transporte fluvial e terrestre e, por isso, o avião acaba sendo um dos principais meios para transportar doentes e passageiros de uma forma geral, do interior para cidade, com maior infraestrutura. Em Belém, o escritório do órgão fazia homologação das empresas de táxi aéreo, fiscalizava a manutenção de aviões e a regularidade de mecânicos e pilotos.

A assessoria da Anac informou que a centralização das operações de fiscalização foi uma decisão da diretoria da Anac por avaliar que, naquele momento, essa seria a melhor forma de atuação. Segundo a resposta enviada pela assessoria, essa medida não interfere na qualidade do serviço prestado pelos técnicos da agência. “Sempre que necessário, a Superintendência de Segurança Operacional encaminha novas equipes para fiscalização regional”, conclui a nota.
Seis acidentes ocorreram por falha em motor

Relatório da Aeronáutica, que analisou os principais fatores contribuintes em acidentes aéreos entre 2000 e 2009, determinou que, em 69,4% dos casos de desastre em todo o país, um erro no julgamento dos pilotos interferiu na tragédia. Em 47,7% dos acidentes ficou constatada também falta de planejamento e, em 28,1%, o fator “indisciplina de voo” interferiu no acidente.

No caso do Pará, dos 13 acidentes investigados pelo Ceripa desde 2001, seis foram ocasionados por falha de motor em voo. Um só acidente foi causado por fenômeno meteorológico em voo. Foi o caso do turboélice, modelo Mitsubishi MU-2B, prefixo PT - LFX, que decolou de São Luís em 1º de julho de 2003 com direção a Belém, que afundou na baía do Guamá, matando seus quatro ocupantes.

O relatório também mostra que um único acidente foi registrado por colisão com um pássaro em voo. Um monomotor decolou da pista da fazenda Iriri, em agosto de 2010, em direção à São Félix do Xingu, quando colidiu com um urubu. O piloto, que estava sozinho na aeronave, conseguiu realizar um pouso de emergência e saiu ileso do acidente.

A Agência Nacional de Aviação Civil informou que as formas utilizadas pelas Superintendências de Aeronavegabilidade (SAR) e de Segurança Operacional (SSO) para realizar a fiscalização são: auditorias de empresas; auditorias de escolas de aviação civil; auditorias de aeroclubes; inspeções de rampa (durante os preparativos para o voo ou após a conclusão); vistorias de aeronaves; e voos de acompanhamento (inspeção na execução do voo).

Segundo a Agência, as auditorias periódicas ou especiais na empresa, inspeções de rampa e voos de acompanhamento são atividades programadas, realizadas conforme o Plano de Vigilância Continuada (PVC) e previstas no Plano de Trabalho Anual (PTA), enquanto as vistorias técnicas nas aeronaves são realizadas quando há a inclusão de aeronave na frota de uma empresa ou para renovar o Certificado de Aeronavegabilidade a cada seis anos.

A manutenção das aeronaves particulares, informa a Anac, segue o Manual de Procedimentos de Manutenção Aeronáutica de acordo com o modelo de aeronave. Nesse manual está descrito quando as peças devem ser trocadas e revisões realizadas. “Porém, anualmente é obrigatória uma revisão realizada em uma oficina certificada pela Anac, na qual inspetores de aviação civil da Agência certificam que a manutenção das aeronaves está em dia.”

Conforme informação da Anac em 2011, os inspetores lotados em Belém realizaram na região a fiscalização de 343 pilotos e de 278 aeronaves, notificaram 40 aeronaves, emitiram 16 autos de infração para pilotos e empresas e quatro autos de interdição para aeronaves. “A fiscalização realizada pela Anac no Estado do Pará é executada por diversos setores que compõem a Agência”, informou a assessoria.
EM NÚMEROS

Sete acidentes aéreos foram registrados no Pará, somente nos seis primeiros meses de 2011. Em toda a Amazônia, foram 23.

Quatro acidentes graves já foram registrados somente em fevereiro deste ano no Pará.

FONTE/Diário do Pará

MAIS NOTÍCIAS DO ACIDENTE DA AERONAVE CARAVAN PT-PTB DA CTA

Avião modelo Caravan cai após decolar, na Zona Centro-Sul de Manaus

Aeronave teria batido na fiação da rede elétrica. O piloto que levava o avião para abastecer, morreu

Equipes do Corpo de Bombeiros observam os pedaços da aeronave no chão
Equipes do Corpo de Bombeiros observam os pedaços da aeronave no chão (Luiz Vasconcelos)
 
Um avião bimotor modelo Caravan, de prefixo PT-PTB caiu na manhã desta terça-feira (28), em um  terreno pertencente a empresa Ramsons, no bairro Flores Zona Centro-Sul de Manaus, minutos após levantar vôo do Aeroclube, localizado na mesma área. 

O corpo do piloto do avião, Antônio José de Almeida Maia, 54, foi retirado da aeronave. 

De acordo com informações do aeroclube de Manaus, o piloto havia decolado do aeroclube para abastecer o  Caravan. O bimotor  tinha capacidade para cinco pessoas.


As informações preliminares de testemunhas do acidente dão conta de que a aeronave teria batido na fiação da rede elétrica, depois com um porte, caindo em seguida.

A área em que ocorreu o acidente foi imediatamente isolada pela polícia até a chegada de equipes Sétimo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa VII), órgão ligado ao Ministério da Defesa, responsável pela investigação de acidentes aéreos na Amazônia.
Congestionamento
O trânsito ficou congestinado nas Avenidas Torquato Tapajós e  Raimundo Parente, o que fez com que agentes de trânsito fossem deslocados para o local, para orientar o fluxo de veículos.
Equipes da empresa Eletrobras Amazonas Energia também foram deslocadas para o local, para restabelecer o fornecimento da energia elétrica que ficou interrompido por conta do acidente. 
Escolas próximas ao local tiveram as aulas suspensas. Alguns estabelecimentos comerciais também ainda não abriram as portas por conta também da falta de energia.

fonte/foto/ACritica

AVIÃO CAI LOGO APOS A DECOLAGEM EM MANAUS, AMAZONAS

Um avião  de pequeno porte, modelo Caravan, prefixo PP PTB, caiu na manhã desta terça-feira (28) por volta de 6h16, logo após a decolagem, em um terreno localizado em frente ao Aeroclube de Manaus, Zona Centro-Sul da capital. Apenas o piloto, de 54 anos, estava na aeronave e morreu na hora. De acordo com a Secretaria de Segurança do Amazonas (Seseg), o avião prestava serviço a Prefeitura do município de Nova Olinda do Norte, a 138 Km de Manaus.

Homens do SAMU no momento em que entravam na mata para localizar o piloto (Foto: Carlos Eduardo Matos/G1 AM) 
Homens do SAMU no momento em que entravam
na mata para localizar o piloto (Foto: Carlos
Eduardo Matos/G1 AM)
Ainda segundo informações da Seseg, o piloto iria abastecer a aeronave no Aeroporto Eduardo Gomes, Terminal 2, conhecido como Eduardinho. Durante a decolagem o avião não ganhou altitude e teria batido com a asa esquerda em um poste. O aparelho caiu no terreno de uma distribuidora de produtos eletrônicos.

No local do acidente, o irmão do piloto informou que ele tinha mais de 30 anos de profissão. "Ele era considerado um dos mais experientes na empresa em que trabalhava", disse.

Carro do IML fez a remoção do corpo do piloto (Foto: Carlos Eduardo Matos) 
Carro do IML fez a remoção do corpo do piloto
(Foto: Carlos Eduardo Matos/G1 AM)
Segundo o capitão do Corpo de Bombeiros do Amazonas, Orleilson Muniz, após o abastecimento o destino da aeronave era a cidade de Boa Vista, em Roraima. O avião prestaria serviço aeromédico. Para ele, as primeiras impressões são de falha mecânica. "Há suspeita de falha no motor. Há forte cheiro e grande quantidade de querosone derramado e tudo indica que não faltaria combustível para ele chegar ao seu destino. Vamos aguardar as investigações", declarou.

Os moradores de condomínios próximos ao acidente ouviram o barulho do impacto da queda. O avião não explodiu. Carros do Corpo de Bombeiros, Serviço Móvel de Urgência (SAMU), da Polícia Militar e do Instituo Médico Legal (IML) estão no local. A área está isolada.

fonte/foto/G1

AERONAVE QUE SE ACIDENTOU EM SANTA CATARINA FAZIA MANOBRAS DE TREINAMENTO


O monomotor envolvido no acidente que ocorreu na segunda-feira, no Aeroclube de Santa Catarina, em São José, na Grande Florianópolis, fazia manobras de treinamento. A tripulação exercitava a técnica de arremeter a aeronave, quando, em determinado momento, bateu no chão. O monomotor se perdeu e foi em direção ao mato, onde parte da asa colidiu contra uma árvore.

Na aviação, o procedimento de arremetimento é utilizado durante o pouso. Se o piloto detectar algum obstáculo na pista, ainda no ar, o comandante cancela o pouso e faz a aeronave subir novamente. Foi após um exercício desses que a aeronave bateu, deixando duas pessoas feridas, sem gravidade, por volta das 18h.

De acordo com as informações preliminares obtidas pela equipe de reportagem no local, o instrutor Mateus Lozoti e o aluno Carlson Frany estavam na aeronave modelo Paulistinha P56R.

As vítimas foram socorridas pela equipe do Serviço de Atendimento Móvel (Samu). O instrutor, que tem mais de 500 horas de voo, recebeu os primeiros socorros no local, foi encaminhado ao Hospital Regional de São José, onde ficou em observação. O aluno foi atendido no local e liberado. Carlson tem aproximadamente 30 horas de voo.

O presidente do aeroclube, Cézar Olsen, disse que não estava no local na hora do acidente, mas confirmou que ninguém se feriu gravemente. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelo Centro Investigação e Prevenção de Acidente Aeronáuticos (Cenipa). Uma perícia será feita nesta terça-feira, às 8h, pelo tenente-coronel do Cenipa, Marcos Santos da Silva.

fonte/foto/ClicRBS-SC

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