quarta-feira, 25 de novembro de 2009

MISTERIOSA ONDA DE ENTUPIMENTO DE PRIVADAS ATINGE AVIÕES DE EMPRESA AÉREA


Vários voos da companhia aérea Cathay Pacific, de Hong Kong, realizados por aviões Airbus, estão sendo atingidos por uma misteriosa onda de entupimentos das privadas das aeronaves.

No mais recente incidente, no dia 17 de novembro, um Airbus da empresa que ia de Riad, na Arábia Saudita, a Hong Kong, teve de fazer um pouso não programado em Mumbai, na Índia, quando a tripulação constatou que todos os dez vasos sanitários do avião não estavam funcionando.

Não houve problemas com a aterrissagem, mas o problema causou um atraso de 18 horas em um voo que deveria ter durado oito horas.

Em outras duas ocasiões, com dias de diferença, a companhia teve de cortar o número de passageiros a bordo de voos intercontinentais ao constatar o entupimento em todas as privadas de um mesmo lado dos aviões.

Culpa dos passageiros

Representantes da Cathay Pacific e da Airbus disseram, na noite de terça-feira, que ainda não sabem o que está causando a onda de entupimentos, que atinge principalmente o lado direito das aeronaves.

Mas, segundo o jornal South China Morning Post, uma assessora da companhia aérea chegou a sugerir que os próprios passageiros são parcialmente culpados pelo problema.

"Vocês ficariam surpresos em ver tudo o que encontramos nos canos quando limpamos o sistema: toalhas de rosto, vidros de remédio, meias e até bichinhos de pelúcia", afirmou ela.

Ainda de acordo com o jornal de Hong Kong, um memorando interno escrito pelo diretor de operações de voo da Cathay Pacific, Nick Rhodes, levantava a possibilidade de os entupimentos terem sido causados por uma mudança no procedimento de limpeza da empresa introduzido há seis meses.

A companhia anunciou ainda que seus engenheiros já estão instalando novos canos e fazendo uma "limpeza profunda" dos banheiros de toda sua frota, além de ter consultado a Airbus sobre o problema.

Segundo o jornal, os Airbus A330 e A340 geralmente possuem dez banheiros, e a Cathay Pacific estabelece a proporção mínima de um sanitário para cada 80 passageiros na classe econômica.
 
fonte/BBC Brasil/Estadão

SELEÇÃO MASCULINA LEVA SUSTO APÓS PANE EM VOO E É OBRIGADA A VOLTAR PARA PARIS

A seleção masculina de vôlei terá de adiar por mais um dia a comemoração com seus familiares da conquista do tricampeonato da Copa dos Campeões. A maior parte dos jogadores levou um susto na manhã desta quarta-feira, após uma pane durante o voo que obrigou o retorno do avião para Paris. Apenas cinco atletas, todos do Florianópolis, vinham em outro voo e conseguiram desembarcar em Guarulhos.

- Meu pai (técnico Bernardinho) me mandou uma mensagem avisando que o avião teve de voltar depois de duas horas de voo. Parece que tiveram um problema de navegação. Mas até que é bom para eles curtirem mais um dia em Paris – disse o levantador Bruninho.

Funcionários da Air France em Guarulhos confirmaram que houve uma pane durante o voo AF 454 e o avião teve de retornar a Paris. Segundo Bruninho, alguns jogadores conseguiram lugar em um voo ainda para esta quarta-feira. O restante, no entanto, terá de esperar até a manhã de quinta-feira para retornarem ao Brasil.

O primeiro grupo, formado pelo levantador Bruno, os meios-de-rede Éder e Lucas, o ponteiro Thiago Alves e o líbero Mário Jr., todos do Florianópolis, desembarcou em São Paulo por volta na manhã desta quarta, como era previsto.

fonte/Globoesporte.com

HELICÓPTERO DÁ SUSTO DURANTE POSUO EM FLORINÓPOLIS




Um incidente em uma demonstração do Curso de Tripulante Operacional assustou nesta terça-feira (24) os alunos da Academia de Polícia Civil de Santa Catarina (Acadepol), no bairro Canasvieiras, em Florianópolis. O helicóptero que sobrevoava o local teve um problema ao tentar pousar, por volta das 14h30min.

A aeronave fazia um sobrevoo de cinco minutos pela academia para 22 policiais civis, que são alunos do curso e acompanhavam em solo a demonstração.

Segundo o delegado do Serviço Aero-Tático da Polícia Civil, Jonas Santana Pereira, na hora do pouso, o rotor (eixo que sustenta as hélices) da cauda do helicóptero tocou o chão e quebrou. Apesar do susto, o piloto, co-piloto e o passageiro não ficaram feridos.

Segundo o delegado, será feita uma investigação para apurar a causa do incidente. A manutenção do helicóptero deverá ser feita em 15 dias.

fontes/Diário Catarinense / O Globo foto/ Felipe Pereira

PRONTO-SOCORRO DE BELO HORIZONTE GANHA HELIPONTO



Minuto de ouro. Essa expressão, usada internacionalmente por unidades de socorro, define que o tempo tem que ser o menor possível para resgatar e levar a vítima a um ponto de atendimento. Significa, igualmente, que cada minuto, neste processo, vale ouro; quanto menor o tempo de socorro, maior a chance de vida do paciente. E é exatamente este ganho de velocidade no atendimento que o Corpo de Bombeiros de Belo Horizonte vai obter com a inauguração do heliponto no Hospital de Pronto-Socorro João XXIII (HPS), previsto para o primeiro semestre do ano que vem, de acordo com a Secretaria de Transportes e Obras Públicas (Setop).

Atualmente, os helicópteros de salvamento da corporação que resgatam feridos e acidentados pousam no heliponto do Departamento de Transportes da Polícia Civil, no Bairro Santa Efigênia. De lá, o paciente segue de ambulância, por um trajeto de 2,1 quilômetros, passando pelas ruas Tenente Anastácio Moura, Niquelina, Domingos Vieira, Ceará e chegam na Avenida Alfredo Balena, onde fica o João XXIII, considerado referência para atendimento emergencial em Minas Gerais. A velocidade desse percurso depende, logicamente, do fluxo de trânsito, o que pode acarretar a perda de minutos essenciais.

Além disso, de acordo com subcomandante do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros, capitão Fábio Dias, o pouso no Departamento de Transporte da Polícia Civil “é bem restrito e complicado”, em função, entre outras coisas, do lugar onde está situado. Na opinião do oficial, a inauguração do heliponto no HPS seria um enorme ganho para a vítima socorrida, além de dispensar o transporte por terra. Mesma opinião do subchefe do Estado Maior da Corporação, tenenete-coronel Aurélio Sávio: “Chegar diretamente na unidade hospitalar representa muito”.

A Secretaria de Transporte e Obras Públicas informou que o projeto arquitetônico do heliponto (uma das obras da reforma que está sendo feita no HPS) ficou pronto semana passada e será enviado nos próximos dias para a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para homologação. “Uma vez aprovado pela Anac, o prazo de conclusão das obras é de quatro meses”, afirmou a assessoria da Setop.

O Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros, situado no aeroporto da Pampulha, conta com um efetivo de 32 militares, sendo 10 pilotos. Possui um avião monomotor Cessna 210 Centurion e dois helicópteros franceses AS 350 B2 Esquilo. Com os nomes Arcanjo 01 e 03, são considerados as joias da corporação. “Temos os dois melhores helicópteros de salvamento do Brasil. O B2 é o melhor helicóptero de força pública do mundo ”, afirma com orgulho o capitão Dias.

As duas máquinas usadas pela corporação, com valor aproximado de R$ 7 milhões cada uma, têm leitura digital de painéis, ar-condicionado e sistema de isolamento acústico. “Em um momento de estresse para o paciente, conforto também ajuda”, explica. Ele conta que mais 10 pilotos estão sendo treinados na corporação e que mais aeronaves chegarão brevemente para o Corpo de Bombeiros, mas não soube dizer exatamente quantas seriam. “Nossa demanda tem crescido e mais equipamentos são bem-vindos”, falou. 

fonte/Estado de Minas

AVIÃO DA TACA PRONTO PARA DECOLAR


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Finalmente as 23:00 hs local, foi apresentado o plano de voo do N564TA da lmpresa TACA PERU que sofreu uma rachadura no parabrisas por granizo na rota.

A foto, é o momento em que se finaliza o concerto, após 17 horas do pouso.
 
fonte/foto/TodaLaAviacio

NOVO VOO DA TACA A PARTIR DE PORTO ALEGRE JÁ TEM 60% DE OCUPAÇÃO

O novo voo da Taca Airlines, entre Porto Alegre e Lima e que estreia no próximo mês, já tem ocupação média de 60%. O número é resultado de uma rápida resposta do mercado gaúcho, segundo o gerente regional da Taca no Brasil, Ian Gillespie. O novo trecho começou a ser divulgado há pouco menos de um mês. “Ainda temos alguns dias antes da estréia e temos certeza de que vamos melhorar ainda mais esta média que já é bastante satisfatória”, ressalta. Gillespie observa que o número demonstra que havia uma demanda reprimida. “Mostra que a criação deste novo trecho foi acertada”, completa.
O gerente reforça ainda que o novo voo vai proporcionar a abertura de portas para o desenvolvimento da economia e turismo regionais não só do Rio Grande do Sul, mas também de estados vizinhos. “A região Sul terá voos para 42 destinos de 22 países das três Américas. São muitas as possibilidades de negócios, especialmente se levarmos em conta que assim como vão turistas e empresários para lá, vêm turistas e empresários para o Brasil”.
Os voos estarão disponíveis a partir do dia 3 de dezembro. As viagens serão num espaçoso e moderno Airbus 319 com 120 assentos e terão duração de 5h. Inicialmente, a ida contará com voos às terças, quintas e sábados, às 7h, e retorno às segundas, quartas e sextas-feiras, às 22h15.
 
fonte/TG Online

USAF ENCOMENDA 2.200 PLAYSTATION 3

De acordo com o site Kotaku, a Força Aérea Americana está comprando 2200 consoles Playstation 3 para incrementar um supercomputador no Air Force Research Laboratory, em Nova York.

A ideia é usar os processadores do videogame somados aos 336 já existentes, para formar um super cluster de chips Cell. O objetivo é pesquisar o uso de hardwares e softwares baseados na arquitetura em sistemas militares.

Em uma página do governo federal dos Estados Unidos, é possível visualizar o documento com informações sobre a solicitação.
Só no cluster inicial, houve um investimento de US$ 118 mil. Os processadores Cell dos consoles Playstation 3 equipam também outros supercomputadores, incluindo o segundo mais rápido do mundo, o Roadrunner da IBM, do Los Alamos National Laboratory.
 
fonte/Adrenaline

ROTA BAURU-CONGONHAS VIVE INCERTEZA

Considerada uma das mais rentáveis do País, a rota Bauru-Congonhas vive momentos de incerteza, diante da possibilidade de a Pantanal ser liqüidada pela Justiça. Com cerca de 60 processos e dívidas superiores a R$ 50 milhões - sendo aproximadamente R$ 40 milhões com o fisco e outros R$ 15,2 milhões com credores diversos, entre eles a TAM e a Infraero - a empresa se encontra em processo de recuperação judicial desde o começo do ano.

A Pantanal deverá ir a leilão, às 9h do próximo dia 10 de dezembro, para liqüidação de suas dívidas. A alienação judicial da empresa foi determinada pelo juiz Caio Marcelo Mendes de Oliveira, da 2.ª Vara de falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.

A reportagem tentou entrar em contato, via telefone, com Sérgio Müller e Associados, escritório que representa a companhia aérea em seu projeto de recuperação judicial, mas não obteve retorno, até o fechamento desta edição.

Em março do ano passado, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) decidiu não renovar a concessão da Pantanal, devido a atraso nos salários de seus funcionários e não-pagamento de direitos trabalhistas. A empresa segue operando graças a liminares concedidas pela Justiça.

Esse fato, por assim dizer, acelerou o processo de bancarrota da empresa, detentora de umas das linhas mais rentáveis da aviação civil brasileira. Segundo a Anac, o índice Yeld (valor que corresponde, em Reais, a quanto o passageiro paga por quilômetro voado) da rota Bauru-Congonhas (ida e volta) é de R$ 0,85, superior a Congonhas-Londrina (0,82), Galeão-Confins (0,79) e Congonhas-Ribeirão (0,77). O dados são referentes ao ano passado.

Embora rentável, a rota Bauru-Congonhas está longe de ser responsável por toda a comoção em torno do “Caso Pantanal”. Na verdade, o mercado aéreo está de olho nos “slots” (termo em inglês, usado para designar os espaços e horários para pouso e decolagem) que a empresa detém no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, um dos mais movimentados do País.

Embora detivesse apenas 0,2% do mercado nacional, a Pantanal chegou a ser quarta companhia brasileira em número de slots em Congonhas, atrás apenas da TAM, da Gol e da Varig. No final de julho, a 2.ª Vara de falências e Recuperações Judiciais de São Paulo chegou a congelar os slots da empresa (61, no total), até que seu plano de recuperação tivesse um desfecho.

A advogada da Associação Comercial e Industrial de Bauru (Acib), Livette Nunes de Carvalho acredita que as discussões estão muito centradas em torno dos slots. Dessa forma, a população de Bauru, que depende da companhia para se deslocar até Congonhas, acaba ficando em segundo plano.

“Está todo mundo de olho nos slots da Pantanal. O mercado está preocupado com o poder econômico e está se esquecendo do povo bauruense, que depende desse serviço essencial”, diz ela.

Atualmente, a cidade conta com outra companhia em operação, a Passaredo, que mantém vôos regulares até o aeroporto de Cumbica, em Guarulhos. Ainda assim, a rota Bauru-Cumbica é considerada essencial para a cidade, já que é muito utilizada para o turismo de negócios.

A Acib protocolizou ação civil pública na 3.ª Vara da Justiça Federal de Bauru, visando “compelir a Agência Nacional de Aviação Civil a não romper com a continuidade na prestação de serviços de transporte aéreo nos aeroportos Moussa Tobias (Bauru - Arealva) e/ou Aeroclube de Bauru (sic)”.

Na ação, a entidade alega que a manutenção da rota aérea com a Capital é essencial não só para a cidade, mas também para região, uma vez que Bauru é um importante centro de serviços, negócios, educação e saúde no Interior do Estado. “Imagine quantos pacientes do Hospital Amaral Carvalho, em Jaú, não seriam prejudicados com a desativação da linha”, pondera Carvalho. Ela defende que a população da cidade e da região lute para evitar que a rota Bauru-Congonhas deixe de operar.

Operação por instrumento

Existe uma possibilidade de a linha continuar funcionando, mas, para isso, seria preciso que o Aeroporto Moussa Tobias passasse a funcionar por instrumentos. Em março deste ano, a Gol manifestou o interesse em operar vôos regulares para Bauru.

Porém, como suas aeronaves são da família Boeing 737 (com capacidade mínima para 144 passageiros), seria preciso que o aeroporto contasse com instrumentos para auxílio à navegação. Os equipamentos foram comprados e instalados no começo do ano, graças ao investimento de R$ 687 mil feito pelo Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp).

Os instrumentos precisam ser homologados pelo Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta II), antes de entrarem em funcionamento. O secretário municipal do desenvolvimento, Antônio Mondelli Júnior, afirma que, se o equipamento ainda não recebeu aval para ser usado, não foi por falta de vontade política da administração de Bauru.

“Esforço de nossa parte está havendo. O problema é que o processo de homologação é lento demais”, lamenta Mondelli Júnior. No começo do ano, a Gol chegou a selecionar candidatos para trabalhar em sua base de operações em Bauru.

Mas, como a autorização para atuar na cidade demorasse a sair, a empresa preferiu suspender as contratações por tempo indeterminado. Em nota enviada à reportagem, a companhia reafirmou a intenção de ter Bauru entre os destinos servidos por sua malha aérea, mas aguarda o parecer das autoridades para o início das operações.

fonte/Jornal da Cidade

TARIFA DE VOO FICA IGUAL, APESAR DA DEMANDA MAIOR

No mercado de transporte aéreo, o consultor de Aviação da empresa Bain & Company, André Castellini, observa que a volta dos passageiros às companhias aéreas, sejam eles voltados a turismo ou negócios, não significou uma melhora nas tarifas na mesma proporção. Somente agora é que a perspectiva de recomposição dos preços das passagens começou a ocorrer.

Dados da Associação Nacional de Aviação Civil (Anac) mostram que o preço médio das passagens aéreas em outubro subiu 16,6% nos voos nacionais, na comparação com setembro. O valor médio ficou em R$ 312,20 em outubro, contra os R$ 267,75 verificados no mês anterior.

Além da política agressiva de preços, Castellini diz que dificulta a recuperação das receitas o excesso de oferta. Com a procura maior por voos, a indústria de aviação elevou a oferta de assentos em 18% entre os terceiros trimestres de 2008 e 2009. A taxa de ocupação do mercado subiu 3,9 pontos porcentuais, para 67,4% no terceiro trimestre de 2009.

Fonte: DCI

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