quinta-feira, 13 de novembro de 2014

LEARJET 60 DE BONO VOX PERDE ESCOTILHA ANTES DE POUSAR EM BERLIM

 
O LearJet 60, matrícula D-CGEO, série 60-160, do vocalista do U2, Bono Vox, aterrisava no aeroporto de Berlim nesta quarta-feira (12) quando sofreu um incidente. Segundo a agência Associated Press, a escotilha de 80x100cm – espécie de janela vedada do avião – se soltou.

De acordo com autoridades do aeroporto Schönefeld, Bono passa bem e não esteve em perigo. Ralf Kunkel, porta-voz do aeroporto, disse que não sabe como a escotilha se desprendeu e que as autoridades alemãs estavam investigando o caso.

Kunkel afirmou que o avião, que voava de Dublin, nunca correu o risco de cair e pousou em segurança. Bono está em Berlim para a cerimônia do Bambi Award.

fonte/foto/ASN/G1

MOONEY ANUNCIA NOVAS AERONAVES PARA OS PROPRIETÁRIOS E FÃS DA MARCA DO QUEIXO CAÍDO

Mooney-M10T-Mokup-China-Air-Show-2014-Zhuha

A Mooney International desvendou ontem, terça-feira, 11 de Novembro,  no China Air Show 2014 em Zhuhai, China,  os primeiros modelos desenhados depois da compra da empresa por capitais chineses liderados por Cheng Yuan.

Depois de assumir a produção de fábrica da marca que se destacou pelo mítico 22 Mustang, e por aviões monomotores rápidos, de cabina pressurizada e com a inconfundível empenagem cortada em linha reta, a Mooney surpreendeu tudo e todos, não por ter resumido o portfólio de modelos, mas sobretudo por apresentar dois primeiros modelos desenhados desde a raiz após a tomada de posse da nova administração. Os modelos anteriores, que deram nome à marca, pertencem agora à História. Em vez dos metais e rebites, os novos modelos serão construídos em material composto e terão no seu ‘cuore’ motores a diesel.

Mooney-M10T-M20J

São então dois modelos, que  certamente deixaram os adeptos mais puristas da Mooney sem palavras, o M10T e o M20J, que de acordo com a marca vem preencher uma lacuna que existe no mercado no que toca à inovação de aeronaves de treino,  tornado-se assim uma óptima escolha para uma primeira fase de treino e adaptação aos modelos mais rápidos da Mooney como a família  M20.


Mooney-M10T-_Cockpit

O M10T é um monomotor essencialmente de treino de asa baixa, semi-monocoque, com trem retrátil, alimentado com um motor diesel CD-135 da Continental, com cabina de lugar duplo, lado a lado. A versão M20J oferece um up-grade carregado dos genes da Mooney, e com mais luxo, especialmente para pilotos ou clientes da construtora, com uma motorização mais potente o CD-155 da Continental.

Ambos os modelos ostentarão a última tecnologia turbo diesel disponível e poderão optar entre combustível diesel ou Jet, com consumos bastante econômicos, comparados com os seus irmão mais ‘raçudos’.

Embora este rollout surpreendente tenha sido anunciado em Zhuhai, China, e depois da Mooney International ter aberto um escritório na capital, Pequim, os responsáveis asseguraram que estes modelos não se destinam somente ao mercado asiático, mas também ao europeu e sobretudo norte-americano.

De acordo com o ventilado na feira, o modelo mais potente terá uma velocidade de cruzeiro de cerca de 170 kts. Não foram avançados consumos, mas sabemos que o CD-155 faz uma média de 5.5 GPH, ou seja 20 litros por hora.

CD-155-da-Continental---Mooney-M20J
Sem preços de referência, os responsáveis apenas afirmavam que o  avião será económico nas suas prestações e estará competitivo em termos de preço.
Comparando com alguns dos seus rivais, todos eles de 4 lugares, provavelmente o seu preço andará pelo 200 mil dólares, dependendo do nível de equipamento. As certificações e entregas estão previstas para 2017, prazo que a ser cumprido mostra um programa de testes e certificação agressivo. A Mooney  Internacional já aceita reservas.

fonte/foto/NewsAvia

FORÇA AÉREA PORTUGUESA ALERTA PARA PERIGO DA REDUÇÃO DE MEIOS FÍSICOS E HUMANOS

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O Chefe de Estado-Maior da Força Aérea, José Araújo Pinheiro, alertou, hoje, terça-feira, 11 de Novembro, para os riscos que a redução de meios físicos e humanos acarreta para o cumprimento das missões, refere um despacho da agência Lusa, que está a ser reproduzido na Imprensa portuguesa.
“Perante a complexa situação que a Força Aérea vive ao nível dos seus pilotos, particularmente os mais qualificados, e a realidade orçamental nos últimos anos, as opções de resposta vão sendo mais limitadas, sendo já notória uma redução da capacidade de prontidão e um consequente aumento do risco operacional”, frisou.

José Araújo Pinheiro discursava na cerimónia de rendição do Comandante da Base Aérea n.º4, nas Lajes, na ilha Terceira, arquipélago dos Açores, onde Eduardo Faria foi substituído por Tito Mendonça.

Apesar das dificuldades, garantiu que a Força Aérea tem feito todos os esforços para manter um “clima de segurança e bem-estar nas pessoas” da Região Autónoma dos Açores.

“O conhecimento geral tem-nos levado a tomar medidas para adequar as horas de voo e aprontamento de tripulações ao máximo possível e financiável e a determinar como prioritárias as missões de soberania e de segurança humana, com ênfase no apoio às ilhas, ou seja, orientar o esforço para as missões críticas e de inquestionável relevância”, salientou.

Destacando a “relação íntima” entre a Força Aérea a comunidade local na ilha Terceira, que não se verifica de forma igual noutras partes do país, José Araújo Pinheiro sublinhou que as missões de busca e salvamento e as evacuações sanitárias sempre foram consideradas prioritárias na base das Lajes, entre as “vastas” responsabilidades da Força Aérea.
“No que concerne à Base Aérea n.º 4, sempre foi dado relevo às missões de busca e salvamento e à evacuação sanitária, pelo que, apesar de todos os constrangimentos, se tem feito tudo para garantir a prontidão dos meios afetos a estas tarefas de socorro e assistência”, frisou.

O Chefe de Estado-Maior da Força Aérea realçou ainda o “espírito de missão” dos militares e civis da base, “a quem de forma continuada tem sido pedido muito mais do que seria normal”.

“A recorrente redução de recursos humanos e materiais tem obrigado a um grande empenho e enorme exigência individual e coletiva de todos os militares e civis”, apontou, acrescentando que o “quadro difícil” se repete em cada órgão ou unidade da Força Aérea.

fonte/foto/NewsAvia

MP PERMITE AMPLIAÇÃO DE CAPITAL ESTRANGEIRO EM AÉREAS BRASILEIRAS

O novo parecer elaborado pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) para a Medida Provisória 652, que trata de subsídios para a aviação regional e foi aprovado pela Comissão que analisa a medida, traz uma importante alteração na lei 7565, de 1986, que dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica.

O relator propôs revogar o artigo que trata da concessão ou autorização para os serviços aéreos públicos. Na prática isso significa mudar a regulamentação que limita a participação do capital estrangeiro em empresas aéreas brasileiras. A determinação atual pontua que a concessão somente será dada à pessoa jurídica brasileira que tiver “pelo menos 4/5 (quatro quintos) do capital com direito a voto, pertencente a brasileiros, prevalecendo essa limitação nos eventuais aumentos do capital social”.

Com a mudança, as empresas poderão ter mais do que 20% de capital estrangeiro.
Também seriam revogados dispositivos sobre o direito a voto.

“A liberdade de investimento estrangeiro não deve ser confundida com a abertura total do mercado brasileiro de aviação civil. Em outras palavras, não é uma permissão para que empresas estrangeiras realizem operações de cabotagem em nosso país. Assim, o que se busca incentivar é o investimento externo direto, ou seja, que empresas venham a se instalar no Brasil, recolhendo tributos e gerando empregos, submetidas integralmente à legislação nacional”, pontuou Flexa Ribeiro no relatório.

fonte/ValorEconomico

MP DA AVIAÇÃO REGIONAL LIBERA AEROPORTOS PRIVADOS PARA VOOS COMERCIAIS


 A medida provisória 652/14, que trata de subsídios para a aviação regional e foi aprovada nesta terça-feira pela Comissão que analisa a proposta, trouxe entre seus artigos alterações que liberam a construção de aeroportos privados para voos comerciais.
 
Os artigos 11 e 12 da MP são provenientes de emendas apresentadas pelos deputados Manoel Júnior (PMDB-PB) e João Magalhães (PMDB-MG) e alteram a Lei nº 7.565/86, que dispõe sobre o Código Brasileiro de Aeronáutica.

A mudança tem endereço certo: a liberação do Novo Aeroporto de São Paulo (Nasp), um projeto bilionário no município de Caieiras, tocado pela Andrade Gutierrez e pela Camargo Corrêa. O empreendimento tem forte oposição dos grupos que pagaram valores "salgados" para arrematar as concessões de aeroportos como Guarulhos e Viracopos.

A mudança entrou no texto articulada pelo líder do PMDB na Câmara, deputado Eduardo Cunha, em reunião no Palácio do Planalto com a cúpula do PMDB e Michel Temer, vice que está como presidente em exercício. Dada a urgência da aprovação da MP, que perde seus efeitos em 24 de novembro, o relator Flexa Ribeiro (PSDB-PA) aceitou agregar as mudanças.

Segundo o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), houve acordo com o governo para que a alteração fosse anexada ao texto da MP, mas não há compromisso da Presidência com a sanção da medida, mesmo que ela passe pelo Legislativo.

A presidente Dilma Rousseff já tem cabeça feita. Ela é favorável à liberação dos aeroportos privados para voos comerciais. Mesmo assim, vetou emenda de Cunha na mesma linha, que foi incorporada à uma MP 627, aprovada no primeiro semestre.

O governo ainda estudava formas de equilibrar a concorrência entre os novos aeroportos privados e terminais concedidos nos leilões dos últimos anos. Segundo uma fonte, o governo entende que esse texto não traz um equilíbrio na concorrência entre terminais por não garantir isonomia de competição entre os aeroportos.

fonte/ValorEconomico


FORÇA AÉREA COMEMORA 70 ANOS DE SUA PRIMEIRA MISSÃO


A Força Aérea Brasileira divulgou comunicado em homenagem ao dia do material bélico da aeronáutica. Criada há dois anos, a data comemora a primeira missão do 1° Grupo de Aviação de Caça como Unidade Aérea Independente, em 11 de novembro de 1944.

"Naquele dia, entre os bravos heróis daquela Unidade, destacava-se um Oficial que permaneceria todo o tempo em terra, mas não menos combatente: o 2° Tenente Especialista em Armamento Jorge da Silva Prado, Chefe das Seções de Armamento e Material Bélico", descreve o segundo parágrafo da nota.

Confirma o comunicado assinado pelo Ten. Brig. Ar. Hélio Paes de Barros Júnior na íntegra:
"No dia 11 de novembro de 1944, nos céus do Velho Continente, o 1° Grupo de Aviação de Caça realizou sua primeira missão como Unidade Aérea Independente, constituindo a primeira Esquadrilha de P-47 composta exclusivamente por pilotos brasileiros.

Naquele dia, entre os bravos heróis daquela Unidade, destacava-se um Oficial que permaneceria todo o tempo em terra, mas não menos combatente: o 2° Tenente Especialista em Armamento Jorge da Silva Prado, Chefe das Seções de Armamento e Material Bélico.

O Tenente Prado era jovem, tinha na época 20 anos, e foi o responsável por gerir todo o armamento empregado pelo 1° Grupo de Aviação de Caça, na campanha da Força Expedicionária Brasileira durante a Segunda Guerra.

Mas Prado não estava sozinho. Sob o seu comando, estavam os ex-monitores da Escola de Especialistas, João Ribeiro Casas Costa, João Pereira Leite e Francisco de Assis Barreto, os quais, aliando experiência e conhecimentos técnicos, foram muito além apenas do remuniciamento e da manutenção dos equipamentos.

Com inteligência e uma gestão primorosa, eles mudaram procedimentos, adaptaram o projeto das aeronaves e desenvolveram soluções criativas para os sistemas bélicos do P-47.

Fruto deste trabalho de equipe, em terra e no ar, a FAB destacou-se nos céus da Itália, e cumpriu, mercê da tenacidade e do profissionalismo de seus homens, a sua missão.

Passados 70 anos daquele glorioso dia para a Força Aérea Brasileira, é importante trazermos à memória as histórias dos que nos antecederam, para que sirvam de inspiração no enfrentamento aos desafios que se descortinam.

Dignificar a memória e a experiência daqueles heróis é nosso dever de honra. Manter a visada em direção ao futuro é nossa obrigação de ofício.

Assim, desde 16 de março de 1945, quando foi criado o Depósito de Material Bélico da Aeronáutica e então nasceu o que hoje conhecemos como o Sistema de Material Bélico da Aeronáutica (Sismab), muitas experiências foram acumuladas e muitas transformações foram incorporadas, acompanhando as ações modernizantes da Força Aérea.

No transcorrer deste caminho, chegamos a um sistema que, apesar de maduro, tem imensos desafios à sua frente, face às suas responsabilidades e intrínseca importância para o País.

No cenário atual, o avançado estágio tecnológico dos materiais bélicos exige de nós uma incessante busca pelo conhecimento.

A Força Aérea precisa de profissionais cada vez mais bem qualificados, preparados para manejar bombas guiadas a laser - como o Kit Lizard II, mísseis de quinta geração - como o A-Darter, sensores de última geração - como os sistemas Litening e Recclite de designação laser, sistemas para interferência radar como o SKY SHIELD, além do uso de sistemas de visão noturna e tantas outras tecnologias de defesa.

Para isso, o Sistema de Material Bélico da Aeronáutica, dirigido por seu órgão central, a Dirmab, e operacionalizado pelo Parque de Material Bélico da Aeronáutica do Rio de Janeiro, é composto por 32 remotos e 277 operadores, tendo como responsabilidade o planejamento, a supervisão e o controle das atividades de aquisição, manutenção, distribuição e suprimento de itens bélicos para toda a Força Aérea Brasileira.

Desta maneira, neste dia especial, faz-se mister reconhecer o trabalho diuturno dos abnegados homens e mulheres integrantes do Sismab, que vêm desenvolvendo uma gestão eficiente, sólida e engajada, como forma de cumprir os objetivos do Comando da Aeronáutica e, em última instância, colimar as metas estabelecidas na Estratégia Nacional de Defesa do Brasil.

Neste sentido, mediante o exemplo dos Especialistas que atuaram junto ao 1° Grupo de Caça, o trabalho do efetivo do Sismab não se encerra apenas em adquirir e manter equipamentos.

Esse esforço avança no constante treinamento dos seus recursos humanos para absorver novos conhecimentos, de modo a incorporar as mais avançadas tecnologias em uso no mundo, bem como no fomento à Base Industrial de Defesa.

Porquanto, uma Indústria de Defesa genuinamente Nacional é pilar importante na garantia da “liberdade tecnológica” do País e, essa independência resulta no fortalecimento, cada vez maior, da capacidade dissuasória nacional, importante elemento na manutenção da paz.

O Sismab é a essência do apoio à capacidade de combate do Poder Aéreo Nacional. Traduz-se no sabre de nosso Brasão, representando sistemas bélicos modernos, gerenciados por homens e mulheres preparados e motivados.

Por final, dirijo-me diretamente aos profissionais do Sistema de Material Bélico da Aeronáutica, ensejando os meus mais sinceros parabéns pela contribuição e empenho nessa atividade, tão importante para garantir uma Força Aérea operacional e preparada para o cumprimento de sua missão, qual seja, em essência: Manter a soberania do espaço aéreo com vistas á defesa da Pátria."
Rio de Janeiro, 11 de novembro de 2014

Ten Brig Ar Hélio Paes de Barros Júnior
Comandante-Geral de Apoio

fonte/foto/PortalBrasil

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