sexta-feira, 28 de junho de 2013

AEROVIÁRIOS APOSENTADOS ACAMPAM EM PRÉDIO DE PENSÃO NO RIO

 

Média de idade dos manifestantes é de 72 anos.
Eles querem uma solução para o pagamento de pensões do Aerus.

Alba Valéria Mendonça Do G1 Rio
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Aeroviários aposentados ocupam e dormem na sede do Instituto Aerus, no Centro do Rio (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1)Aeroviários aposentados ocupam e dormem na sede do Instituto Aerus, no Centro (Foto: Alba Valéria Mendonça/ G1)
 
Um grupo de aposentados ocupa uma sala da sede do fundo de pensão dos aeroviários, o Instituto Aerus, no Centro do Rio, e promete resistir até encontrar uma solução para o pagamento das pensões e benefícios. Praticamente acampados no instituto desde a tarde de quinta-feira (27), eles dizem que só saem de lá quando o impasse vivido há sete anos for concluído.

"Não temos mais condições de fazer passeata, mas vamos resistir aqui até que haja uma solução. Ou melhor, a gente vai sobreviver até o fim. Como piloto, contribuí durante 38 anos. Tinha um salário de cerca de R$ 7 mil. Hoje recebo do INSS R$ 688 e não consigo complementar minha renda com o dinheiro do fundo para o qual contribuí", disse nesta sexta-feira (28) o piloto aposentado Zoroastro Ferreira Lima Filho, de 82 anos, que comandou voos pela Cruzeiro e pela Varig.

O interventor do governo federal no Aerus, José Pereira Filho disse que vai ver com Brasília, como fica a situação dos ocupantes do prédio. Diz que sabe que a situação dos aposentados é difícil, mas que a decisão está nas mãos do STF.

“O Governo nada pode fazer. Ao longo dos anos temos conseguido pagar os benefícios, com vendas de ações. Do contrário, os pagamentos já teriam sido suspensos há muitos anos”, disse Pereira Filho, que ainda ia avaliar a ocupação do instituto durante o fim de semana, quando o prédio fica fechado.

Ex-diretora do Sindicato Nacional dos Aeronautas, a comissária de bordo aposentada Graziella Biaggio, diz que o Aerus só pagará até julho o benefício mensal - que atualmente equivale a 8% do que aposentados e pensionistas têm direito. O fundo de pensão apresenta problemas desde 2001, quando a Transbrasil recolhia dinheiro dos funcionários mas não fazia os repasses ao fundo. O mesmo aconteceu anos depois com a Varig.

“O Aerus enganou todo mundo por muito tempo. Os informes que recebíamos era de um céu de brigadeiro, mas as empresas não repassaram o que recolheram dos funcionários e o instituto quebrou. Faltou fiscalização. Por isso, estamos nessa penúria, atualmente”, disse Graziella.

Segundo ela, em 2006 os aposentados e pensionistas entraram com uma ação civil pública e conseguiram a antecipação de tutela e uma ação de defasagem tarifária. Os aposentados e pensionistas foram vitoriosos em todas as instâncias, diz Graziella, mas a União continua recorrendo. O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF) e teve voto favorável da relatora do processo. Mas o presidente do STF pediu vistas ao processo.

“Já ganhamos o caso, mas ainda não levamos. O governo federal tem a oportunidade de fazer um acordo com os trabalhadores, mas falta vontade política. Estamos numa situação crítica, com aposentados e pensionistas vivendo em estado precário, depois de ter contribuído uma vida inteira para ter uma velhice tranquila”, lamentou a ex-comissária.

O que é mais triste, segundo Zoroastro, é que desde o início deste processo, em 2006, 832 aposentados já morreram. Cinco deles, segundo o ex-piloto, morreram na semana passada.
“Os interventores nomeados pelo Governo federal para o Aerus nos dizem que temos de esperar a decisão final do STF. Quanto tempo mais vai durar isso? Dez anos? Quando tiver 92 anos? O que estão fazendo com a gente é crime social. Estão massacrando e matando trabalhadores. Mas vou sobreviver. Não tenho mais nada a perder. Poderia curtir meus netos, mas só saio daqui com uma solução”, disse ex-comandante.

fonte/foto/G1

AVIANCA PLANEJA COMPRA DE AVIÕES DA EMBRAER

Linha de produção da Embraer. Foto: Cláudio Vieira - 060413 Linha de produção da Embraer. Foto: Cláudio Vieira
Seminário promovido pelo ITA discute a modernização da infraestrutura aeroportuária do Brasil e futuro da aviação civil
São Paulo (Folhapress)

O presidente da Avianca Brasil, José Efromovich, afirmou hoje que a empresa está negociando a compra de aviões da fabricante Embraer. "Há grandes chances de que no futuro próximo a gente esteja voando com aviões da Embraer", disse Efromovich.
Efromovich afirmou ainda que gostaria de ver a Embraer voltar a fabricar aviões turbo-hélices.
As declarações foram dadas durante seminário promovido pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica) sobre a modernização da infraestrutura de aeroportos no Brasil.
O seminário conta com a presença de executivos da empresas aéreas, concessionários de aeroportos, Anac e Infraero.

TAM regional. O diretor de assuntos regulatórios da TAM, Janor Basílio Dias, afirmou que a TAM também tem interesse na aviação regional.
"A TAM está vendo com bastante bons olhos essas oportunidades no mercado regional e temos estudos internos muito importantes sobre isso", disse.
"Nosso objetivo é continuar estudando e cada vez mais entrar nesse mercado regional."
O governo federal tem um plano de investimentos de R$ 7,3 bilhões para a aviação regional, com a promessa de modernização de 270 aeroportos brasileiros.
O plano prevê subsídios para as companhias aéreas regionais, com isenção de tarifas de embarque e tarifas aeroportuárias.
SAIBA MAIS
Futuro da aviação
Seminário realizado pelo ITA em São Paulo avalia a a modernização da infraestrutura aeroportuária e futuro da aviação civil no país

Mercado regional
Companhias aéreas acreditam que mercado regional terá forte expansão nos próximos anos, exigindo reforço da frota de aviões

Incentivos
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fonte/OVale

COMANDANTE DA GOL É ACUSADO DE XINGAR AEROMOÇAS PELO SISTEMA DE SOM DURANTE VOO


 Sem noção...

O comandante do voo G3 1877 da companhia aérea Gol, que saiu de Cuiabá às 19h30 e chegou ao aeroporto de Guarulhos às 22h (horário de Brasília) desta quinta-feira (27), é acusado de xingar as comissárias de bordo durante voo. O piloto deixou o sistema de som ligado e falou palavrões direcionados às aeromoças. Uma delas chorou diante de passageiros. 

O relato das ofensas foi feito à reportagem do UOL pela jornalista Camila Bini, que está em São Paulo em viagem de negócios. Segundo ela, a aeronave se aproximava de Guarulhos quando o comandante anunciou a chegada e falou que todos se preparassem para a aterrissagem, como acontece de praxe.

Em seguida, o comandante teria declarado frases ofensivas às aeromoças, reproduzidas pela jornalista que estava no avião: "Cadê aquelas putas? Vou me preparar sem elas. Que merda, que se fodam elas".

As ofensas, segundo a jornalista, foram ouvidas pela maioria dos passageiros em alto som pelo sistema de comunicação da aeronave. "Todos ficaram espantados, e o comandante falava com voz enrolada", afirmou Camila.

Uma das aeromoças levou as mãos ao rosto e chorou bastante, segundo a jornalista. "A outra fez cara de 'paisagem'", disse Camila, acrescentando que só havia duas comissárias no voo 1877, que estava lotado.

Na saída da aeronave, algumas passageiras disseram que iriam fazer uma manifestação contra a Gol, no aeroporto, promessa essa que não foi realizada. "Fiquei apavorada com esse comandante, que mostrou não gostar da equipe (de aeromoças)", afirmou a jornalista.

Gol reconhece episódio

A Gol Linhas Aéreas reconheceu o episódio por meio de nota, segundo a qual "lamenta o ocorrido no voo G3 1877 e destaca que a atitude do comandante foi um fato isolado, que vai contra todos os princípios e normas de conduta e ética praticados pelos colaboradores da empresa".

Ainda segundo a nota, a "companhia destaca que todas as medidas internas necessárias já estão sendo tomadas a fim de garantir a integridade moral das comissárias e de todos os seus colaboradores".

fonte/UOL

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