quarta-feira, 2 de setembro de 2009

EMBRAER EXIBE LEGACY 600 NA ASIAN AEROSPACE EXPO 2009

São José dos Campos, 2 de setembro de 2009 – A
Embraer participará da Asian Aerospace EXPO 2009
(www.asianaerospace.com/en/Home), entre os dias 8
e 10 de setembro, no Aeroporto Internacional de
Hong Kong. Os representantes da Empresa atenderão
ao público na Suíte 2, no Business Aviation Centre do
aeroporto, enquanto o jato executivo Legacy 600, da
categoria super midsize, estará em exibição na
exposição estática número 9.

Localizado no principal destino de negócios da Ásia,
Hong Kong, o lema do evento é: O Lugar Certo. As Pessoas Certas. O Valor Certo.
Realizada em conjunto com a Pacific Aviation Training (APATS), Aircraft EXPO interiors,
Air Freight Asia (AFA), e Asian Business Aviation (ABA), a Asian Aerospace tem como
foco o desenvolvimento de assuntos relacionados com a aviação comercial na China e no
restante da Ásia.

“É uma grande honra para a Embraer participar da Asian Aerospace EXPO 2009, que é uma
das mais importantes exposições aeronáuticas da região”, afirma Guan Dongyuan,
Presidente da Embraer China. “Estamos satisfeitos em apresentar a aeronave Legacy 600,
que foi bem recebida pelo mercado global, e é adequada para o emergente mercado chinês”.

Imediatamente após a exposição aeronáutica, o Legacy 600 seguirá para uma turnê de
demonstração em quatro cidades da China continental. De 10 a 15 de setembro, o avião estará
em Pequim, Xangai, Nanquim e Kunming, como parte da maior turnê asiática já anunciada
pela Empresa. O alcance do Legacy 600 permite cobrir toda a China, Japão, Coréia e o
Sudeste Asiático, partindo de Pequim, Xangai, Hong Kong ou Kunming.
FONTE: EMBRAER

POLÍCIA FEDERAL GANHA NOVO AVIÃO PARA OPERAÇÕES DE SEGURANÇA

O ministro da Justiça, Tarso Genro, e o diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, apresentam nesta quarta-feira o novo avião que será usado nas operações da PF e da Secretaria Nacional de Segurança Pública. A cerimônia ocorrerá às 11h30 no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília.

O avião é fabricado pela Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer), tem capacidade para 50 pessoas e autonomia ampliada. Ele será usado em transferências de presos sob responsabilidade do Departamento Penitenciário Federal e no transporte de policiais federais e homens da Força Nacional de Segurança Pública.

fonte: Agência Brasil

AIR FRANCE É ACUSADA DE ACOBERTAR CAUSAS DO ACIDENTE COM O VOO AF447

Pilotos da Air France-KLM acusaram os investigadores de acidentes da companhia de tentar encobrir a causa da queda do Airbus que fazia o voo 447.

Pilotos da Air France-KLM acusaram os investigadores de acidentes da companhia de tentar encobrir a causa da queda do Airbus que fazia o voo 447, do Rio de Janeiro a Paris. O avião desapareceu no dia 31 de maio e caiu na região do arquipélago de Fernando de Noronha, matando 228 pessoas. "Eles estão tentando culpar os pilotos, eles não querem a verdade", afirmou Gerard Arnoux, porta-voz do Sindicato dos Pilotos da Air France, segundo a edição desta quarta-feira do jornal britânico The Times. "A arquitetura dos sistemas da Airbus está em questão", explicou ele.

De acordo com o jornal, as famílias das vítimas e os sindicatos dos pilotos estão preocupados com o que consideram uma tentativa do órgão estatal Escritório de Investigação e Análise (BEA, na sigla em inglês) e da Air France-KLM de causar confusão sobre o que causou o acidente. Arnoux, comandante de Airbus, disse que o BEA está tentando esconder seu fracasso anterior em agir sobre as conhecidas falhas dos sensores de velocidade, conhecidos como tubos pitot, nos aviões da Airbus. As famílias acusaram a Air France e o BEA de desonestidade na apuração do caso.

Christophe Guillot-Noël, que preside uma associação de familiares das vítimas, disse que o presidente da companhia aérea, Pierre-Henri Gourgeon, está reservadamente culpando os pilotos. O relatório da BEA foi influenciado por políticos, disse Guillot-Noël. O Times lembra que, no final de julho, a Agência Europeia de Segurança da Aviação havia ordenado a substituição dos pitots fabricados na França pelos produzidos nos Estados Unidos em todos os Airbus de longo alcance. Na segunda-feira, diz o jornal, o diretor do BEA, Paul-Louis Arslanian, culpou a tripulação.

De acordo com a publicação, Arslanian afirmou que havia décadas as tripulações vinham aprendendo a lidar com falhas nas leituras de velocidade dos aviões. No caso do avião da Air France, "algumas destas flutuações nos dados de velocidade talvez não tenham sido suficientemente levadas em conta no treinamento dos pilotos", afirmou Arslanian, segundo o Times. O diário britânico afirma ainda que o BEA não espera chegar a uma conclusão sobre as causas do acidentes antes de dezoito meses. Na segunda-feira, Aslanian informou que a busca das caixas-pretas será retomada.
fonte: BGA

GULF AIR COLOCA FROTA DE A340 À VENDA



A Gulf Air procura compradores para a sua frota de Airbus A340, como parte de uma estratégia para tirar a companhia do prejuizo financeiro. Logo, a Avinco foi contratada para encontrar compradores para os cinco A340-300 da Gulf Air e para os quatro A340-300s que operam em regime de leasing.

Os cinco aviões, têm entre 13 e 15 anos de uso e estão à venda ou mesmo disponíveis para leasing, informou Fraçois Gautier, executivo chefe da Avinco.

A iniciativa marca a primeira decisão importante sobre a composição da frota da Gulf Air,sob o novo gerenciamento.de Samer Majali, ex diretor da Royal Jordanian Airlines, que substituiu Bjorn Naf, como chefe executivo, em agôsto.

Majali declarou que a Gulf Air não é sustentável e que perde dinheiro público, e adverte que a companhia precisa tornar-se menos dependente de subsídios governamentais.

Majali informou aos empregados que será feita uma avaliação minuciosa da estratégia da companhia. Segundo ele, a companhia não faz avaliações desde quando a empresa tornou-se a companhia aérea de bandeira, de Bahrain.

Em 2007, Oman desistiu de sua participação na companhia, após Abu Dhabi e Qatar terem feito o mesmo antes;tornando-se assim o Bahrain, o único investidor na empresa.

Majali disse que ainda não sabe o que o exame da situação vai encontrar e quais as medidas que serão necessárias para trazer a lucratividade de volta, mas mencionou a possibilidade de renogociação dos prazos de entrega de aviões novos ou mesmo o cancelamento de pedidos.

Atualmente, a Gulf tem pedidos de 20 Airbus A330s e 24 Boeing 787s e de alguns A320s. A companhia havia comunicado, meses atrás que incorporaria 10 novos A320s à sua frota em 2010.

Majali busca alternativas para fazer da Gulf, uma companhia que não dependa do governo e que seja lucrativa, e sabe que talvez seja preciso desenvolver parcerias estratégicas e alianças com outras companhias aéreas.

A Gulf pretendia alugar equipamento Boeing 777-300ER, em sistema dry-lease, junto à Jet Airways, por um período considerável de tempo, em substituição aos A340s, mas após voar alguns meses o modelo, desistiu da idéia.

Airbus A340-300 from Gulf Air at Zurich-Kloten



fontes: AW-FG/BGA

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