quinta-feira, 20 de agosto de 2009

VÍDEO TOP GUN - "20 ANOS" 1989-2009

EMBRAER COMEMORA 40 ANOS


A Embraer celebrou ontem quatro décadas de existência. Ao longo desse período, a Empresa projetou mais de 20 modelos diferentes de aeronaves para os mercados de aviação comercial e executiva e o segmento de defesa. Desde o projeto IPD 6504 do então Centro Técnico de Aeronáutica (CTA), hoje Diretoria de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, que deu origem ao pioneiro Bandeirante, até a recente e ambiciosa parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB) para desenvolvimento do cargueiro e reabastecedor KC-390, a Embraer entregou cerca de 5 mil aviões para 88 países em cinco continentes. Hoje, a Empresa é reconhecida mundialmente pela excelência dos produtos projetados, flexibilidade da cadeia produtiva e alta qualidade dos serviços prestados.

Criada Criada em 19 de agosto de 1969, pelo Decreto-Lei nº 770, a Embraer – Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. era uma Companhia de capital misto e controle estatal. O propósito da sua criação era instituir uma empresa capaz de transformar ciência e tecnologia, desenvolvidos pelo CTA e pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em engenharia e capacidade industrial.

“A Embraer é fruto de um ambicioso projeto de longo prazo do Governo Brasileiro, vislumbrado pelo Marechal Casimiro Montenegro na década de 1940 e continuado por milhares de pessoas que trabalharam e se empenharam para que chegássemos ao dia de hoje”, disse Frederico Fleury Curado, Diretor-Presidente da Embraer. O início das atividades da Embraer foi marcado pela produção do turboélice Bandeirante (EMB 110), da aeronave agrícola Ipanema (EMB 200) e do planador de alto desempenho Urupema (EMB 400), além da fabricação do jato de treinamento avançado e ataque ao solo Xavante (EMB 326), sob licença da empresa italiana Aermacchi. No ano em que o homem pisava na Lua pela primeira vez, a Embraer dava os primeiros passos para se estabelecer como uma Empresa aeronáutica mundialmente competitiva.

Na década de 1970, vieram as primeiras entregas e o desenvolvimento de novos produtos, como a aeronave executiva Xingu (EMB 121), o avião de treinamento militar Tucano (EMB 312) e o turboélice com 30 assentos Brasilia (EMB 120), bem como o programa do jato AMX, em cooperação com as empresas italianas Aeritalia (hoje Alenia) e Aermacchi, que permitiu à Empresa galgar um novo patamar tecnológico e industrial. Durante a prolongada crise financeira no início dos anos da década de 1990, a Embraer reduziu consideravelmente o seu quadro de empregados, retardou o desenvolvimento do jato regional ERJ 145 e cancelou o projeto do CBA 123 Vector. Após um longo e desgastante processo e diante das inúmeras dificuldades enfrentadas, a Empresa foi privatizada em 7 de dezembro de 1994. A partir de 1995, uma profunda transformação cultural e empresarial culminou com a recuperação e retomada do crescimento, impulsionada pelo projeto do ERJ 145. A entrada em operação da nova família EMBRAER 170/190 de jatos comerciais – os E-Jets, com capacidade de 70 a 122 assentos, em 2004, consolidou a posição da Embraer de líder nesse mercado e, aliada à expansão das atividades relacionadas a serviços aeronáuticos, estabeleceu bases sólidas para o crescimento da Empresa. Em 2005, o Ipanema atingiu a marca de mil aeronaves entregues e passou a ser produzido na versão a álcool.

Na virada do século, o lançamento de novos produtos para o segmento de defesa e a entrada no mercado de jatos executivos possibilitaram a expansão da atuação da Embraer, ampliando receitas e diversificando mercados.

Em 2001, a Embraer entregou o primeiro jato executivo Legacy 600, da categoria super midsize. Confirmando o compromisso de se tornar uma das principais fabricantes neste segmento, a Empresa lançou nos anos seguintes o Phenom 100, o Phenom 300, o Legacy 450, o Legacy 500 e o Lineage 1000, das categorias entry level, light, midlight, midsize e ultra-large, respectivamente, constituindo um completo e moderno portfólio de aeronaves.

No segmento de defesa, a aeronave de treinamento avançado e ataque leve Super Tucano, em operação nas Forças Aéreas Brasileira e Colombiana, foi encomendada também pelo Chile, Equador e República Dominicana, atingindo a marca de 169 unidades vendidas, e os sistemas de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (Intelligence, Surveillance and Reconnaissance – ISR) da Embraer entraram em operação no Brasil, México e Grécia.

FONTE: Embraer

NAVIO RUSSO DESAPARECIDO TRANSPORTAVA MÍSSEIS DE CRUZEIRO

Só a presença de mísseis de cruzeiro a bordo do cargueiro “Arctic Sea” pode explicar o “estranho comportamento da Rússia em toda esta história”, escreve hoje no jornal estónio “Postimees” um relator da União Europeia em questões de pirataria e antigo comandante das forças de Defesa da Estónia, Tarmo Kouts.

Se o navio se limitasse a transportar drogas, para além da sua carga oficial de madeira, a Rússia não teria demonstrado tanto empenho em o encontrar, prosseguiu aquele perito: “Seria ingénuo acreditar na versão oficial fornecida pela Rússia.”

Em primeiro lugar, recordou o proprietário do barco, oficialmente ligado à Finlândia, mas mantendo relações com os letões, que são etnicamente russos, comunicou o desaparecimento do “Arctic Sea” ao Presidente Dmitri Medvedev. Depois disso, três grandes couraçados e uma fragata da esquadra do Mar Negro foram em sua perseguição.

Esta unidade naval, disse ainda Kouts, era significativamente mais forte do que aquela a que se recorreu aquando de uma recente crise de pirataria ao largo da Somália.

“Uma série de mísseis teleguiados pode facilmente esconder-se sob pilhas de madeira”, insistiu o antigo comandante das tropas da Estónia, um dos países nórdicos e bálticos que estão actualmente a pedir a Moscovo para esclarecer todo este mistério que nas últimas semanas se tem vivido quanto a um barco que saíra da Finlândia para a Argélia e se desviou do seu curso.

A Estónia e a Letónia querem informações sobre os seus seis cidadãos que foram mencionados entre os oito detidos quando a Armada russa interceptou o “Arctic Sea” por alturas de Cabo Verde, quando aparentemente já se encontraria a sul do arquipélago, quase que a atingir a latitude da Gâmbia e da Guiné-Bissau.

“Contactámos o Ministério dos Negócios Estrangeiros, em Moscovo, a embaixada russa em Tallinn, a guarda fronteiriça russa, o FSB (ex-KGB), a representação da Interpol na Rússia e por aí adiante. Mas ninguém nos confirmou quem eram e se eram pessoas da Estónia que tinham sido detidas”, declarou à imprensa o ministro estónio dos Negócios Estrangeiros, Urmas Paet.

O Ministério letão da mesma pasta também informou não ter obtido qualquer resposta aos esclarecimentos pedidos a Moscovo, enquanto a polícia finlandesa anunciava que vai pedir assistência às autoridades russas para começar uma íntima cooperação no desenvolvimento deste caso.

Os oito detidos não pertenciam à tripulação do barco, que hoje deverá regressar a casa, no porto de Arcangel, onde até ontem à noite as famílias continuavam sem receber qualquer contacto seu. Os detidos entraram a bordo em águas suecas, na noite de 24 de Julho, segundo os esclarecimentos prestados pelo ministro russo da Defesa, Anatoli Serdiukov, que sobre o assunto já esteve esta semana a despacho com o Presidente Medvedev.

Os estranhos deram então ordens ao comandante do barco, Serguei Zaretski, de 50 anos, que seguisse para a África Ocidental; e fizeram com que os tripulantes desligassem os aparelhos de navegação, para que o rumo não fosse detectado.

Mísseis anti-aéreos ou material nuclear

A dada altura, peritos de segurança e autoridades marítimas começaram a sugerir que a bordo, muito mais do que drogas ou armas convencionais de contrabando, poderia haver um carregamento nuclear secreto.

O facto de a Rússia ter dado claramente a entender que se encontrava em contacto constante com a NATO sobre este dossier e de mais de 20 países terem colaborado na investigação dos passos do “Artict Sea” deixou claramente transparecer que se tratava de uma ocorrência verdadeiramente excepcional.

A Procuradoria-Geral russa falou de “rapto por um grupo organizado” e o jornal “The Moscow Times” já admitiu hoje que o “Arctic Sea” poderia levar mísseis anti-aéreos ou qualquer material nuclear “destinado a um “belo e pacífico país como a Síria”, tendo os responsáveis pela operação sido detectados. E poderia até já nem ser a primeira vez que se procedia a semelhante tipo de transporte secreto.

No dia 15 de Agosto o sinal do barco desaparecido ainda chegou a ser captado no Golfo da Biscaia; mas admite-se agora que isso tenha sido uma manobra de diversão por parte da Armada russa, de modo a que ninguém tivesse a certeza de que ela estava prestes para a abordagem, nas águas ao largo de Cabo Verde. Tal como manobra de diversão teria sido o desmentido feito pelo embaixador de Moscovo na Cidade da Praia, depois de ter anunciado que o barco andava por ali e que uma fragata ia já a caminho para tomar conta da situação. Alguém o poderá ter repreendido por falar em público daquilo que era suposto ser um segredo a guardar ao mais alto nível.

fonte: Postimees

COLISÃO ENTRE SU-27 PODE TER CAUSA HUMANA

A colisão entre dois Su-27 do esquadrão “Russkiye Vityazi” (Russian Knights) no último dia 16 de agosto foi fruto de problemas relacionados à segurança de voo e treimamento de pilotos, segundo uma avaliação preliminar.

O acidente, que acabou vitimando um experiente piloto russo e causando ferimentos leves e dois outros, pode ter sido causado por erro humano, informou a agência de notícias russa Ria Novosti.

Uma fonte russa informou que os pilotos militares daquele país estão voando menos do que deveriam. Em outras palavras, estão treinando menos do que as 100-120 horas de voo por ano que seriam desejadas. Segundo a mesma fonte, atualmente um piloto da Força Aérea voa em média 60-65 horas por ano. Para formar um piloto militar na Rússia leva-se de sete a oito anos e os custos beiram 3,4 milhões de dólares.

FOTO: seaman.com foto/divulgação

AVIÕES IMPEDIDOS DE ABASTECER NO AEROPORTO DE PONTA DELGADO, AÇORES, DEVIDO À CONTAMINAÇÃO DO COMBUSTÍVEL


Horta, 20 Ago (Lusa) - Os aviões que fazem escala no Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, estão impedidos de reabastecer na ilha devido a uma "contaminação do combustível", revelou hoje fonte da Secretaria Regional da Economia (SRE).

Numa nota informativa enviada aos órgãos de Comunicação Social, o departamento do Governo Regional responsável pelos transportes aéreos lembra que o fornecimento de combustível às aeronaves no Aeroporto de Ponta Delgada "é da responsabilidade exclusiva das gasolineiras com as quais esse serviço está contratualizado".

"Não obstante, a Secretaria Regional da Economia está a acompanhar, em permanência, o assunto, através da Direcção Regional dos Transportes Aéreos e Marítimos, no sentido do seu rápido solucionamento", adianta a mesma fonte.

fonte: Lusa

IATA: PDL - ICAO: LPPD
Tipo Público
Administração ANA Aeroportos de Portugal, SA
Serve Ponta Delgada, Portugal
Inauguração 1969
Altitude 79 m (259 ft)
Movimento em 2008 Não disponível
Capacidade anual 750 000 passageiros
Website oficial Site oficial
Pistas
1
Cabeceiras
Comprimento
Superfície

12/30
2 525 m (8 284 ft)
Asfalto
dados:........................................................

SAAB PODE TER FORNECEDORES LOCAIS PARA CAÇA AVALIADO PELA FAB

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Empresas brasileiras podem tornar-se fornecedoras do caça Gripen NG, fabricado pela sueca Saab e um dos finalistas no programa que escolherá o novo caça de multiemprego da Força Aérea Brasileira (FAB), disseram nesta quinta-feira executivos da companhia, que vieram ao país para encontros com autoridades brasileiras.

Segundo eles, o Gripen NG é um caça em desenvolvimento e ainda não foram escolhidos todos os fornecedores, o que abriria espaço para que empresas brasileiras forneçam componentes e para a criação de parcerias locais para produção e exportação da aeronave.

“Teremos que escolher fornecedores (para o Gripen NG) de todo modo, e as empresas brasileiras podem tornar-se fornecedoras”, disse Bob Kemp, vice-presidente de vendas internacionais da Saab.

“E poderemos ter fornecedores brasileiros em nosso sistema… voando no Brasil, na Suécia e em outros lugares em que vencermos concorrências também.”

O Gripen NG é um dos finalistas do Programa F-X2, da FAB, que prevê a compra de 36 caças para substituir a frota atual. O F-18 Super Hornet, da norte-americana Boeing, e o Rafale, da francesa Dassault, também estão na disputa. A FAB informou que seu cronograma prevê o anúncio de um vencedor até outubro.

Sem revelar valores sobre a oferta sueca, o presidente-executivo da Saab, Ake Svensson, garantiu que a proposta feita pela companhia ao governo brasileiro prevê um “pacote de financiamento do governo sueco”.

“Não podemos entrar nos detalhes financeiros, porque isso é parte da competição, mas existem linhas de crédito para exportação que a Suécia pode oferecer. O governo sueco tem dado muito apoio na elaboração de um pacote completo de financiamento para esse programa”, disse.

TECNOLOGIA-CHAVE

Os executivos suecos procuraram também afastar temores com relação à transferência de tecnologia, um dos pilares fundamentais estabelecidos pelo governo brasileiro na aquisição de novos equipamentos militares.

A Saab já escolheu a fabricante norte-americana General Electric como fornecedora do motor do Gripen NG, o que, para críticos da proposta sueca, pode complicar a transferência de tecnologia, pois o governo dos Estados Unidos teria ingerência na eventual negociação de componentes feitos no país.

“Não acho que o motor seja o componente mais crítico na concessão de uma licença de exportação”, disse Svensson. “Não prevemos problemas com essa questão”, acrescentou.

“A tecnologia-chave… as coisas que realmente importam, nós controlamos”, complementou Kemp.

FONTE: Reuters foto/divulgação

EUA LIBERAM VENDA DE AVIÕES COMERCIAIS DA EMBRAER À VENEZUELA

Os Estados Unidos deram sinal verde para que a Embraer venda aviões comerciais com componentes americanos para a Venezuela, mas isso não significa que o embargo militar ao país sul-americano tenha sido afrouxado, informou a empresa nesta quinta-feira.

Os Estados Unidos proíbem que sua indústria bélica realize vendas ao governo do presidente Hugo Chávez, visto por eles como uma ameaça à segurança regional. Em 2006, Washington bloqueou a venda de aviões de treinamento Super Tucano da Embraer devido ao uso de peças americanas.

Luis Fernando Lopes, diretor regional de vendas da Embraer, afirmou que a companhia já foi impedida de vender aeronaves comerciais para a Venezuela porque elas usavam um sistema de comunicação americano.

“O embargo militar não foi abrandado”, disse Lopes. “O que se permite agora é que nós vendamos aeronaves comerciais com tecnologia americana”.

Lopes disse que a Embraer negocia a venda de 20 aeronaves a quatro companhias aéreas da Venezuela. A transação, que incluiria vários jatos Embraer 190 e Embraer 195, tem o valor total de cerca de US$ 700 milhões.

FONTE: Reuters

VITÓRIA DO GRIPEN NG NO PROJETO FX-2 DA FAB ?????

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As últimas notícias do adiamento da decisão do FX-2 para outubro e a revelação de que o caça Rafale não está dentro do pacote de equipamentos franceses comprados pelo Brasil, aumentaram as chances do caça sueco Gripen no Programa FX-2 da FAB. Dificilmente o F/A-18E Super Hornet poderá superar o caça sueco em termos de transferência de tecnologia e custo de aquisição e operação.

fonte: AGInternacs foto: Divulgação

FAMÍLIA DE AEROMOÇA DO VOO AF447 PROCESSA AIR FRANCE

Os familiares de uma aeromoça que morreu em 1º de junho no acidente do voo AF 447 entre Rio de Janeiro e Paris anunciaram nesta quinta-feira que vão pedir o indiciamento da Air France, convencidos de que a companhia foi falha em termos de segurança.

"A Air France tem que pagar pelo que fez e assumir as responsabilidades pelas sondas Pitot de medição de velocidade", declararam o pai e o irmão da vítima, Carla Mar Amado, com 31 anos, no momento da catástrofe.

Carlos e Drago Amado lamentaram que "uma empresa tão rica tenha sido negligente em termos de segurança".

"Falaram para as famílias das vítimas que estão em busca da verdade, mas já sabemos a verdade: as sondas Pitot são a causa exclusiva do acidente", declarou o o advogado de acusação, Jean-Claude Guidicelli, que vai pedir o indiciamento da Air France.

As causas exatas do acidente ainda não são conhecidas, e o Birô de Investigação e Análise (BEA) francês, encarregado da investigação técnica, indicou nesta quinta-feira que uma segunda fase de buscas da caixa preta, no meio do Atlântico, foi infrutífera.

Há fortes suspeitas sobre as sondas Pitot, os sensores de medição de velocidade do avião que, segundo investigadores, forneceram aos pilotos da Airbus A330 informações incoerentes.

Os problemas dos sensores foram revelados pelas mensagens técnicas automáticas enviadas pelo avião antes do acidentes.

O último relatório oficial da investigação sobre este acidente revelou em 2 de julho que o avião não explodiu em voo, e que ele tocou a superfície da água. O BEA indicou também que uma falha das sondas de medida de velocidade da aeronave era um elemento de explicação do acidente.

A família da aeromoça condena também a Air France de não informar suficientemente as famílias das vítimas.

"Nada saiu das três reuniões que foram organizadas para as famílias das vítimas. Toda vez, o aspecto técnico do acidente se dissipa e nos dizem que temos de deixar as investigações prosseguirem", declararam em entrevista à imprensa em Toulon (sudeste) os parentes da jovem.

A próxima reunião de informação das famílias está prevista, segundo a família Amado, para 24 de setembro em Paris.

No acidente, 228 pessoas, das quais 216 eram passageiros e 12 eram membros da tripulação, morreram.

Uma informação judicial por "homicídio involuntário" foi aberto pela procuradoria de Paris.

O BEA afirma ainda ter esperança de encontrar as caixas pretas do A330.

"Se as buscas não encontrarem mais nada, o BEA reunirá nas próximas semanas uma equipe internacional de investigadores e especialistas para examinar os dados reunidos na expectativa de uma terceira fase de buscas e determinar as modalidades e os meios para realizá-la", escreveu em um comunicado.

As buscas foram efetuadas recentemente por um navio francês, equipado por um pequeno submarino e um robô.

Fonte: AFP

FRANÇA PÕE FIM ÀS BUSCAS POR CAIXAS-PRETAS DO VOO AF 447

A França colocou fim às buscas pelas caixas-pretas do voo 447 da companhia aérea Air France, acidentado com 228 pessoas a bordo quando fazia o trajeto entre Rio de Janeiro e Paris em 1º de junho, informou nesta quinta-feira (20) o Escritório de Investigações e Análises (BEA).

"As buscas não permitiram localizar os destroços do avião", informou o BEA, em comunicado, no qual indicou que, "ao longo das próximas semanas, reunirá uma equipe internacional de investigadores e especialistas para analisar os dados recolhidos" e discutir uma possível terceira fase de buscas.

Em 10 de julho, os especialistas abandonaram a busca das caixas-pretas por métodos acústicos, dez dias depois de terminar o prazo garantido no qual os aparelhos de registro de voo podiam continuar emitindo sinais sonoros.

Os especialistas tentavam localizar os aparelhos, do tamanho de uma caixa de sapatos, em uma área de cerca de 17 mil quilômetros quadrados e mais de 3 mil metros de profundidade, cujo relevo submarino é bastante acidentado.

Foi iniciada então uma segunda fase de busca pelas caixas-pretas do avião da Airbus, na qual continuaria participando a embarcação "Pourquoi pas", o submarino articulado "Nautile" e um robô denominado "Victor", equipes que já participavam dos trabalhos de busca no Atlântico e que o BEA deu por concluída.

O "Pourquoi pas" chegará nesta quinta-feira (20) a Dacar, informou o Escritório de Investigações e Análises. Os trabalhos se concentraram em uma área com raio de 75 quilômetros, com eixo no ponto onde o avião enviou sua última mensagem de posicionamento.

O presidente da Airbus, Thomas Enders, disse, em entrevista publicada em 30 de julho no jornal "La Tribune", que o construtor aeronáutico estaria disposto a contribuir para a extensão dos trabalhos de buscas, "oferecendo uma contribuição grande" na terceira fase, que começa agora.

O jornal avaliava essa contribuição entre 12 e 20 milhões de euros (entre R$ 30 e R$ 50 milhões) para um período de três meses, informação não confirmada à Agência Efe pela Airbus, mas um porta-voz assegurou que a companhia está "dedicada à causa, porque quer saber o que aconteceu".

Fontes: Efe

FAB CONCORRE A PRÊMIO INTERNACIONAL E VOCÊ PODE AJUDAR DANDO SEU VOTO

rotorwing

O relato de uma missão do Esquadrão Pantera (5º/8º GAV) durante o resgate de vítimas das enchentes que atingiram Santa Catarina, no ano passado, concorre com outras 15 histórias de outros países no “Helicopter Heroism Awards”, prêmio concedido há mais de 40 anos para tripulações de asas rotativas que tenham se destacado em missões de resgate.

Parte do resultado depende de uma votação pela internet. Para ajudar a história da Força Aérea Brasileira (FAB), basta votar na página aviationtoday.com, na história “Brazilian Air Force Flood Rescues and an homage to the HUEY”. À direita do titulo, clique em “vote for this nominee” e siga as instruções. A decisão do vencedor cabe a um corpo de jurados escolhido pela revista “Rotor&Wing” e pela votação realizada na internet.

O ganhador do prêmio será anunciado no próximo dia 2 de setembro, durante um congresso internacional de busca e salvamento realizado nos Estados Unidos.

FONTE: aviationtoday.com

HELICÓPTEROS - PRIMEIRA PARCELA SERÁ LIBERADA ESTE MÊS

O Comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, disse que o pagamento da primeira parcela do contrato de compra de 50 helicópteros franceses, no valor de R$ 250 milhões, deve ser liberada ainda este mês. Segundo ele, as Forças Armadas vão receber os três primeiros aparelhos EC 725 Super Puma, comprados da Eurocopter, controladora da Helibrás, até o fim do próximo ano.

O valor da primeira parcela corresponde a 5% do total do contrato (€1,89 bilhão ou R$ 5,9 bilhões) e funciona como um sinal ou “down payment”. A autorização para o pagamento foi publicada no Diário Oficial da União no dia 26 de junho. A segunda parcela do contrato, correspondente a 10% do valor do contrato, está prevista para sair até março de 2010, mas ainda depende de financiamento, de acordo com Saito. No próximo ano, segundo o comandante, serão liberados mais R$ 750 milhões.

O Comando da Aeronáutica é o responsável pelo gerenciamento do contrato com a Eurocopter. O contrato foi assinado pelo governo brasileiro em dezembro do ano passado. Saito disse ainda que as primeiras seis a oito aeronaves serão montadas na França e as demais no Brasil, de acordo com o projeto de nacionalização acordado entre a empresa e o governo.

Pelo cronograma de entregas, cada Força receberá uma aeronave em 2010. Em 2011, a Eurocopter entregará para a Força aérea Brasileira (FAB) o primeiro dos dois modelos Vips que serão destinados ao transporte de autoridades do governo. Esses helicópteros, segundo informou o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer), vão substituir o modelo atual, uma versão mais antiga do Super Puma. A conclusão das entregas está prevista para 2016.

O projeto prevê a produção gradual dos helicópteros no Brasil até atingirem um índice de 50% de conteúdo nacional, num prazo de seis anos. A manutenção e o reparo dos componentes mais críticos, como motores, trem de pouso, aviônicos e caixas de transmissão também serão feitos no Brasil.

O investimento da empresa no desenvolvimento e industrialização dos helicópteros EC-725 no Brasil estão estimados em € 150 e € 200 milhões, respectivamente. O EC-725 é um helicóptero biturbina, de médio porte, com capacidade para transportar dois pilotos e mais 29 passageiros.

O modelo já foi adotado pelo governo da França em operações especiais e diversos operadores offshore. Entre as principais missões que o modelo pode desempenhar estão transporte tático de tropas e aeromédico, busca e salvamento, apoio logístico em missões navais e transporte de autoridades governamentais. Com a fabricação e manutenção dos EC 725, a Helibrás terá que dobrar o número de funcionários em sua fábrica de Itajubá. Atualmente, a empresa conta com um total de 307 empregados.

O projeto dos novos helicópteros também resultará na criação de um novo pólo de produção aeronáutica no país. A Helibrás já está negociando a participação da cadeia industrial nacional no projeto, como parte de um acordo de “offset” (contrapartida comercial), que também prevê a transferência de tecnologia. As empresas brasileiras capacitadas no programa também poderão exportar seus produtos para outros helicópteros fabricados pela Eurocopter.

FONTE: Valor Econômico

AMEAÇA DE BOMBA ASSUSTA VOO ENTRE CINGAPURA E MELBOURNE

A polícia australiana investiga uma suposta ameaça de bomba em um avião da Singapore Airlines (SIA), que aterrissou nesta quinta-feira em Melbourne após decolar de Cingapura.

Pouco depois da decolagem, um homem ligou para o centro de chamadas da SIA, em Mumbai, para advertir sobre a presença de uma bomba na cabine dos pilotos.

A torre de controle de Cingapura avisou a tripulação, que fez uma inspeção no avião de forma discreta para não levantar suspeitas e evitar pânico entre os passageiros do voo SQ227. Ao não encontrarem vestígios de bomba, as aeromoças comunicaram aos passageiros sobre a suposta ameaça uma hora antes da aterrissagem em Melbourne.

O avião, um Boeing 747-400 com 198 passageiros e 20 tripulantes, pousou sem problemas no aeroporto da cidade australiana.

Fonte: FOLHA

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