terça-feira, 7 de dezembro de 2010

UM ANJO NO MICROFONE

Radialista ajuda piloto em pouso de emergência

Foto: Divulgação

Radialista Patrícia França apresenta programa na Rádio 93 FM

Esta história poderia ser trágica e ganharia a manchete de todos os jornais do país, mas como tudo deu certo, os personagens continuaram anônimos. Por volta das 8h20 da sexta-feira passada (3), uma aeronave bimotor modelo Piper PA-31 Navajo, de uma empresa de taxi aéreo não identificada, sofreu com uma pane em um dos motores quando sobrevoava o município de Alagoinhas, no nordeste do estado.

O avião, que partiu de Salvador rumo a Paulo Afonso, trazia apenas o piloto e co-piloto, e transportava documentos bancários. O piloto tentou entrar em contato com as torres de comando da Infraero, quando percebeu que na região havia um verdadeiro buraco na cobertura de rádio. Sem comunicação com os controladores de voo, ele circulou a área por aproximadamente 20 minutos, na tentativa de visualizar uma pista ou espaço em que pudesse realizar um pouso de emergência. Foi quando, ao sintonizar uma FM local, ouviu o número de telefone da redação e entrou em contato, via celular, com a radialista Patrícia França, da Rádio 93 FM.

fonte/BahiaNoticias
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FALTA DE VAGAS EM PÁTIO LIMITA VOOS EM VIRACOPOS

O número de posições de estacionamento do pátio de aeronaves do Aeroporto Internacional de Viracopos é insuficiente para o local operar em sua capacidade máxima de 31 voos por hora, entre pousos e decolagens — hoje, ela está limitada a 26 voos. O gargalo estrutural foi apontado por um relatório reservado do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), que estudou as necessidades de adequação dos principais aeródromos do Brasil, observadas sob o ponto de vista do tráfego aéreo atual.

Viracopos se tornou um dos principais aeroportos do País e é estudado como alternativa para receber voos do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, e do Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, que terão que ser desviados devido às obras de reforma e ampliação. Mas, de acordo com o relatório, no caso de Viracopos atuar como local para absorver 50% do movimento de Congonhas, haveria a necessidade de disponibilizar mais 26 posições de estacionamento, além das 11 existentes para aeronaves de grande porte e nove que têm espaço para atender, no máximo, o modelo 195 da Embraer, que tem capacidade para 122 passageiros. Mesmo que o aeroporto de Campinas abrisse as vagas extras, ainda seria necessária a construção de duas saídas rápidas nas cabeceiras da pista.

O engenheiro especialista em infraestrutura aeroportuária e ex-superintendente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em Viracopos, Mozart Mascarenhas Alemão, disse que um projeto realizado em Viracopos, em 2007, deveria atender à demanda em até sete anos, mas com a chegada da Azul Linhas Aéreas, o local já está saturado em menos de dois anos. A previsão é de 5 milhões de pessoas passando pelo terminal de passageiros, que suporta 2 milhões. Segundo Alemão, o pátio de aviões foi projetado junto com o terminal e está defasado.

Segundo a Infraero, na primeira fase da ampliação de Viracopos, com a construção do novo terminal de passageiros e o pátio de aeronaves, está previsto um investimento de R$ 689,6 milhões, com conclusão em novembro de 2013. O Plano Diretor de Viracopos prevê uma ampliação do pátio para uma área de 185.500 m quadrados, com 35 posições de estacionamento, para até 2015, e uma ampliação para 470.450 m quadrados com 66 vagas, até 2025.

fonte/UOL


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AEROVIÁRIOS FAZEM PROTESTO NO AEROPORTO DE CONGONHASM SÃO PAULO



SÃO PAULO - Aproximadamente 40 aeroviários (funcionários que atuam em solo) fazem um protesto no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, em frente ao balcão de check-in desde as 6h30 desta terça-feira, 7.

Com cartazes e megafones, os funcionários cobram melhores condições de trabalho e aumento salarial. A categoria, que conta com 20 mil trabalhadores, reivindica 15% de reajuste salarial. Os funcionários das empresas aéreas iniciaram na última quinta-feira a chamada operação padrão com o objetivo de pressionar uma negociação.

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), a manifestação não prejudica a programação dos voos. Segundo balanço das 8 horas, das 32 partida previstas, duas (6.3%) foram canceladas. Nenhuma registrou atraso.

fonte/AgEstado
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HELICÓPTEROS RUSSOS Mi-171A1 VENCERAM CONCORRÊNCIA DA PETROBRAS


© foto: RIA Novosti


Os helicópteros russos polifuncionais Mi-171A1 venceram o concurso, organizado pela Petrobras, para o direito de executarem obras de extração na bacia do rio Amazonas, informa a agência "Novosti", se referindo ao representante da empresa "Os Helicóptreos da Rússia" Roman Kirillov.

Os líderes da indústria Sikorsky Aircraft e Eurocopter também participaram no concurso.
Os primeiros dois helicópteros vão chegar ao Brasil em 2011. Depois serão consideradas as possibilidades de um aumento dos fornecimentos de Mi-171, e também da criação de um centro de assistência técnica da aviação russa na base da companhia brasileira, disse Kirillov, citado pela agência.
 
fonte/VozDa Russia
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GRUPO ANALISA PRODUÇÃO DE BIOQUEROSENE DE AVIAÇÃO NO PAÍS

Projeto terá a colaboração da Airbus, fabricante de aeronaves, e da Air BP, empresa de distribuição de combustíveis

TAM, Curcas e Brasil Ecodiesel formaram um grupo de empresas com o objetivo de analisar a viabilidade da implementação de um projeto integrado de produção sustentável de bioquerosene de aviação no Brasil, desde a produção agrícola e industrial até a distribuição, visando substituição parcial e gradual do combustível fóssil pelo renovável.

O grupo conta com a colaboração da Airbus, fabricante de aeronaves, e da Air BP, unidade de distribuição de combustíveis para aviação da BP. A Curcas é a empresa integradora especializada no desenvolvimento de projetos de energia renovável e a Brasil Ecodiesel (BM&FBovespa: ECOD3) é referência na produção de biocombustíveis no país.

O projeto teve início em 2009, quando, para assegurar a disponibilidade do biocombustível de aviação para o voo experimental realizado com uma aeronave Airbus A320 no último dia 22 de novembro, a TAM adquiriu, por intermédio da Curcas, sementes de produtores de pinhão manso do Norte, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, e providenciou a sua transformação em óleo semi-refinado e exportou-o para os EUA, onde a UOP LLC, empresa do grupo Honeywell, fez o processamento do óleo de pinhão manso em bioquerosene e sua mistura com o querosene convencional de aviação, na proporção de 50% cada.

O diretor executivo da Curcas, Rafael Abud, ressalta a importância do projeto: “Estamos trabalhando de forma colaborativa com empresas do segmento da aviação e de biocombustíveis para desenvolver um projeto totalmente integrado, desde a produção agrícola até a distribuição do combustível nos aeroportos. Nesta fase inicial, serão feitos os estudos necessários para comprovação da sustentabilidade e da viabilidade econômica da produção. Esperamos inciar a produção comercial em 2013”.

O projeto prevê a utilização de diversas fontes de matéria-prima, com destaque para o pinhão-manso (Jatropha curcas L.), oriundo de projetos de agricultura familiar e do agronegócio. A TAM destinou um espaço de 4,35 hectares de terra agricultável para cultivo experimental de pinhão manso, com o objetivo de estudar as melhores práticas agrícolas e material genético, de forma a garantir a produção sustentável desta oleaginosa. O terreno ocupa menos de 1% da área total da fazenda onde está instalado o Centro Tecnológico da TAM em São Carlos, no interior paulista. Os estudos de sustentabilidade serão conduzidos pela Universidade de Yale, dos EUA, e serão patrocinados pela Airbus.

“A Airbus está integrando produtores de biomassa, refinarias e companhias aéreas para acelerar a produção e comercialização de biocombustível sustentável no Brasil e no mundo. Além de analisar a adequação dos potenciais biocombustíveis para aviação, a Airbus está apoiando análises de sustentabilidade e de ciclo de vida para garantir de que qualquer solução de redução nas emissões de CO2 não impacte de forma socialmente negativa, ou venham a competir com a produção de alimentos e uso da água”, comenta Paul Nash, Diretor de Novas Energias da Airbus.

As empresas estão otimistas com a perspectiva de início da produção de bioquerosene de aviação no Brasil. O presidente da Brasil Ecodiesel, José Carlos Aguilera, comenta: “O mercado de bioquerosene já é uma realidade tecnológica e a tendência é de crescimento diante da diretiva imposta pelo Parlamento Europeu que inclui a aviação como fator importante para as reduções de emissões de carbono. A nossa participação neste projeto pioneiro, além de diversificar nosso portfólio de produtos, está em linha com os nossos planos de evolução tecnológica”.

O COO da Air BP, David Guilmour, destacou a satisfação da companhia em participar do projeto. “Estamos muito felizes de estar nesta parceria, engajando-nos em provar a viabilidade das operações de bioquerosene, por meio do nosso alinhamento como parceiro logístico. Essas atividades se encaixam naturalmente dentro do foco estratégico da BP sobre biocombustíveis, especialmente no Brasil, e nosso relacionamento comercial global com a TAM”.

O gerente de Energia da TAM, Paulus Figueiredo, explica: “O projeto de estudo de viabilidade, tanto no campo agrícola como no processo industrial, será fundamental para dimensionar os impactos ambientais, sociais e econômicos da expansão de um bioquerosene e sua comercialização no país. Além do importante benefício ambiental do produto, a ser confirmado pelo estudo, existe a possibilidade de se obter benefícios reais no ETS (Emissions Trading System) da União Européia, uma vez que empresas aéreas voando de e para aquele continente deverão adquirir permissões para as emissões de CO2 geradas em tais operações”.

O bioquerosene está em estágio avançado de homologação pela ASTM International (entidade internacional que formula padrões para diversos segmentos industriais) nos EUA para que possa ser misturado ao querosene convencional em até 50% em voos comerciais. A certificação, no Brasil, de um biocombustível de aviação, assim como no etanol e no biodiesel, é um passo fundamental para a estruturação e regulamentação do mercado. A ABRABA (Aliança Brasileira para Biocombustíveis de Aviação) tem mantido contatos com o governo federal e as agências reguladoras com o objetivo de estabelecer um marco regulatório para o bioquerosene.

Curcas – A Curcas é uma empresa brasileira de integração e desenvolvimento de projetos de energia renovável atuando há cinco anos nos segmentos de biodiesel, agroenergia, pinhão-manso, biomassas e bioquerosene.

Brasil Ecodiesel – A Brasil Ecodiesel é uma empresa de capital aberto, com ações no Novo Mercado da BM&FBovespa. Pioneira na produção de biodiesel em escala comercial no Brasil e uma líderes do setor em produção, a Companhia aposta nas condições naturais favoráveis do país para tornar-se um importante produtor mundial de um combustível renovável e que reduz sensivelmente as emissões de gases poluentes. Atualmente, a Brasil Ecodiesel conta com quatro usinas operacionais, com capacidade instalada para produção de 518,4 mil m³ de biodiesel por ano.

TAM – A TAM (www.tam.com.br), membro da Star Alliance, lidera o mercado doméstico desde julho de 2003 e o segmento de voos internacionais operados por companhias aéreas brasileiras desde 2006. A companhia voa para 45 destinos no Brasil. Com os acordos comerciais firmados com companhias regionais, chega a 89 destinos diferentes do território nacional. As operações para o exterior abrangem voos diretos para 17 destinos nos Estados Unidos, Europa e América do Sul. Além disso, mantém acordos de codeshare que permitem o compartilhamento de assentos em voos com companhias internacionais, possibilitando ao passageiro viajar para outros 82 destinos nos EUA, América do Sul, Europa e Ásia. A Star Alliance, por sua vez, oferece voos para 1.160 aeroportos em 181 países. A TAM é pioneira no lançamento de um programa de fidelização para companhia aérea no Brasil. O TAM Fidelidade já distribuiu 12 milhões de bilhetes por meio de resgate de pontos e faz parte da rede Multiplus, que possui hoje 7,6 milhões de associados.

As informações são de assessoria de imprensa.

fonte/Agrolink 
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PARCERIA COM AGÊNCIA PERMITE RENOVAÇÃO DA FROTA DE AVIÕES AGRÍCOLAS NO RIO GRANDE DO SUL

RA PBA Aviation Ltda., representante Neiva/Embraer, firmou neste ano parceria com a AGência de Fomento- Caixa RS, através da qual diversas aeronaves foram financiadas nos últimos meses. Dentre as empresas beneficiadas pela parceria estão: Arenhart Aviação Agrícola Ltda, Plá & Silva Aviação Agrícola Ltda, Itapororó Aviação Agrícola Ltda e Aero Agrícola Santos Dumont Ltda.
 
A CaixaRS tem participado do desenvolvimento do agronegócio no Rio Grande do Sul. “Graças à agência as mais de 150 empresas e operadores de aviação agrícola, assim como agricultores estão podendo modernizar suas frotas de aeronaves agrícolas com os mais novos equipamentos de aplicação aéreas hoje existentes no mercado brasileiro, o Ipanemão em suas versões a álcool e a gasolina”, afirmou Pelópidas Bernardi, diretor comercial da PBA.

fonte/AgroLink

As aeronaves, totalmente financiadas pela CaixaRS nas linhas Finame (Financiamento de máquinas e equipamentos) são repassadas às empresas a juros mais baixos, para pagamento em até 10 anos. Por causa da ação da CaixaRS, destacou Bernardi, as aeronaves da frota gaúcha, algumas com mais de 40 anos, estão sendo renovadas. “Os novos aviões proporcionam mais conforto aos pilotos, pois possuem ar condicionado e segurança total. Além disso, utilizam combustível ecológico, que não polui, agregando valor aos produtos agrícolas e otimizando o agronegócio”.

A CaixaRS é uma empresa do Governo do RS que tem como eixos de atuação investir no desenvolvimento do Estado, através da modernização de setores tradicionais, da dinamização de economias regionais e do incentivo a novos negócios. Por ser uma Agência de Fomento, a empresa é comprometida com a oferta de crédito de longo prazo, a fim de incentivar o desenvolvimento sustentável, o progresso tecnológico, a inovação e a cooperação internacional.

fonte/Agrolink

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