terça-feira, 14 de junho de 2016

FORTALECIDA EM JATOS EXECUTIVOS, EMBRAER QUER SER REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA E DESIGN NOS EUA


Space Coast, Melbourne, Flórida, Estados Unidos. É nesse endereço que a Embraer prepara mais um salto para o futuro para se tornar referência em engenharia, interiores de jatos executivos e assentos de primeira classe.
A unidade instalada em território norte-americano aponta para uma Embraer que vai muito além dos aviões --principal negócio da empresa.
Para isso, a Embraer alia engenharia, tecnologia e design. Assim como foi pioneira no passado em parcerias com a BMW e a Porsche, a Embraer inova agora absorvendo tecnologia espacial na Nasa, a famosa agência espacial dos EUA.

Nasa
Dos cerca de 600 profissionais da unidade da Flórida, cerca de 70 são engenheiros ou técnicos que vieram da Nasa e compartilham conhecimentos e experiências com as equipes brasileiras. Melbourne está ao lado do Cabo Canaveral, uma das bases da Nasa.
A ofensiva capacita ainda mais a Embraer para a produção de seus aviões, mas principalmente abre portas para mercados futuros como fornecedora para vários outros setores, como aeroespacial, defesa e naval, por exemplo.
Um dos projetos pioneiros do centro de engenharia vem da betatecnologia, que funde elementos da realidade virtual, ambiente digital e real.
Nesse ambiente, é possível testar peças que sequer foram desenhadas. "Estamos validando a tecnologia de ponta de forma mais rápida, eficiente e segura", afirmou Paulo Pires, gerente do Centro de Engenharia e Tecnologia da Embraer na Flórida.
Em Melbourne, a Embraer quer ser referência em tecnologia e design de interiores de jatos executivos, cuja linha de montagem final foi transferida de São José para a Flórida.
Os jatos continuam produzidos no Brasil e são enviados de navio de Santos até Tampa.
As estratégias são ambiciosas. Em junho do ano passado, a Embraer adquiriu uma empresa da Califórnia de produção de assentos de luxo para aeronaves. As operações foram transferidas para Titusville, na Flórida, próximo a Melbourne. A operação foi considerada estratégica para que a Embraer fincasse o pé no seleto grupo de empresas que dominam o ciclo completo de design de interiores para jatos. 

Design.
Em Melbourne, o design também é um diferencial. Uma equipe de 11 profissionais especializados pode transformar jatos executivos em verdadeiras casas ou reproduzir ambientes de iates, com a 'cara' de seu dono. Um dos exemplos é o projeto batizado de Kyoto Airship, criado para o Lineage, o maior e mais luxuoso jato executivo da Embraer.
O avião tem teto solar, janelas grandes e mesas baixas, inspiradas no design japonês.
"Se as pessoas que vão usar o jato têm o hábito de sentar-se no chão para comer, por que deveríamos coloca-las em poltronas de couro?" pergunta Jay Beever, vice-presidente de design de interiores.
Para o cliente escolher sem pressa materiais e cores para seu jato, a Embraer criou um centro de atendimento, que leva a sério o conceito VIP.
Ali, os clientes têm suítes privativas disponíveis. Eles podem escolher entre mais de 3.000 opções de interiores, combinando carpete, tecidos, couro, madeira e metais.

fonte/foto/OVale/RobertoFantinel

VIAGENS DE HELICÓPTERO EM SÃO PAULO USANDO O UBERCOPTER


Pedir um motorista pelo Uber não é nada. Estreou hoje (13) em São Paulo, ainda em fase de testes, o UberCopter, que oferece viagens de helicóptero para quem quiser fugir do trânsito nas ruas da capital paulista.

Obviamente, não é um serviço nem um pouco barato, embora tenha potencial para oferecer viagens de helicópteros para pessoas que normalmente não teriam condições de pagar por uma. Ao solicitar o UberCopter, o usuário recebe um motorista do UberBlack que o levará até o heliponto mais próximo. De lá, ele parte para uma viagem pelos céus de São Paulo até outro heliponto.

São nove os helipontos cadastrados no serviço: Sheraton WTC, Blue Tree Faria Lima, Aeroporto de Viracopos, Aeroporto de Guarulhos, Aeroporto de Congonhas, Hangar ABC, Hotel Transamerica, Helicentro Morumbi e Campo de Marte. A ideia é que mais locais sejam adicionados no futuro.
Quanto sai uma brincadeira dessas? Nos primeiros dias, em valores promocionais, um assento em um helicóptero pode sair por R$ 66 se você quiser ir do Helicentro Morumbi até o Blue Tree Faria Lima, ou até R$ 271 do Blue Tree Faria Lima até o Aeroporto de Guarulhos. No segundo caso, a viagem de táxi pode sair por até R$ 114, se segundo a Folha, enquanto no UberX ela ficaria na casa dos R$ 60.



Como de costume, isso varia de acordo com o lugar em que você está e para onde vai. Só que, aqui, a viagem de helicóptero tem um preço fixo, sendo acrescido o valor da corrida do Uber até chegar ao heliponto inicial.

Há algumas outras limitações no serviço, como peso: até cinco pessoas podem participar da mesma viagem, mas o peso total não pode superar 500 kg. As bagagens não podem passar de 5 kg na mala de mão, nem 25 kg no bagageiro.

As viagens só podem ser feitas entre as 7h e 20h, e são fornecidas pelas empresas AirJet, Helimarte e UniAir. A fase de testes do UberCopter vai até o dia 15 de julho.

fonte/foto/Gizmodo

AVIÃO MOVIDO A ENERGIA SOLAR PARA LEVAR A INTERNET PARA O MUNDO INTEIRO

Essas asas negras não são apenas para ficar mais bonito. Este protótipo de avião tripulado usou painéis solares para flutuar no ar durante 20 minutos na sexta-feira (10).
 
Em sua jornada para levar acesso à internet para países do terceiro mundo, a empresa Luminati Aerospace LLC disse que conseguiu testar com sucesso sua nova aeronave VO-Substrata movida a energia solar, de acordo com a Associated Press.

“É a única aeronave que eu pilotei em que eu conseguia ouvir um helicóptero perto de mim,” disse o piloto Robert Lutz. “É um pouco assustador, mas bem legal.”

De acordo com o fundador da Luminati, Daniel Preston, o objetivo é desenvolver drones não-tripulados que, graças às energias solar e eólica, podem permanecer no ar indefinidamente.

“Não consigo pensar em nenhum projeto de engenharia atual que tenha um impacto social tão grande quanto levar comunicações para muitas pessoas no mundo que não têm acesso a isso,” ele disse.

Preston também disse que a empresa está pensando em fornecer drones para empresas privadas, além de agências de inteligência para usos de vigilância e reconhecimento.

No entanto, não está claro ainda quem bancou esse projeto. Preston negou a dizer qual grande empresa de tecnologia colocou suas fichas nesse avião. O Facebook e o Google são dois potenciais candidatos, já que ambas as empresas expressaram interesse em criar drones não-tripulados para aumentar o acesso à internet pelo mundo. O Google testou seus drones movidos a energia solar em janeiro, e o Facebook mostrou seu projeto em 2014.

fonte/foto/AP/Gizmodo

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