sexta-feira, 5 de julho de 2013

AVIÃO DE PEQUENO PORTECAI NO JOCKEY CLUB EM CURITIBA

Um avião de pequeno porte, com dois homens a bordo, fez um pouso de emergência no gramado do Jockey Club do Paraná, no bairro Tarumã, em Curitiba, por volta de 12h30 desta sexta-feira (5). O avião pertencia à escola de aviação Aerocom, e deveria ter pousado no Aeroporto do Bacacheri. Quando o avião tocou o solo, acabou virando de ponta cabeça devido ao gramado alagado. Os tripulantes, cujos nomes não foram revelados, eram um professor de voo de 28 anos, e seu aluno, de 18.
A Aerocom informou que não houve danos significativos a nenhum deles e nem à aeronave. O Corpo de Bombeiros atendeu a ocorrência no local, mas ambos recusaram encaminhamento a um hospital. 

fonte/foto/GazetaDoPovo

ESPANHA DIZ QUE NÃO PRECISA PEDIR DESCULPAS NO CASO MORALES

 O ministro de Assuntos Exteriores da Espanha, José Manuel García-Margallo, afirmou que o país não fechou o espaço aéreo ao avião do presidente boliviano, Evo Morales, e por isto "não tem que pedir desculpas" como exigiram vários presidentes sul-americanos.

"A Espanha disse que em nenhum caso iria restringir o espaço aéreo e que mantinha vigente a autorização para que o avião pousasse e reabastecesse em Las Palmas", nas ilhas Canárias, onde Morales fez escala na quarta-feira depois de passar várias horas retido no aeroporto de Viena.

García-Margallo também pediu calma após o fechamento do espaço aéreo de alguns países europeus ao avião de Morales, que retornava de Moscou a La Paz.

"Temos que tentar de alguma maneira acalmar os ânimos, baixar os espíritos e voltar a retomar as relações", disse o ministro ao canal público TVE.

O presidente boliviano se viu obrigado a fazer uma escala na terça-feira na capital da Áustria, depois que, segundo La Paz, França, Portugal, Itália e Espanha negaram permissão de sobrevoo ante a suspeita de que o avião poderia transportar o fugitivo americano Edward Snowden.

Margallo admitiu na entrevista que, a princípio, havia recebido dados claros "claros" de que Snowden estava no avião, mas que depois confiou nas garantias dadas pela Bolívia de que a informação não era correta.

"Acredito na palavra dos países amigos e a Bolívia é", afirmou.
O incidente provocou uma crise diplomática entre Europa e América Latina.

fonte/G1

FALTA DE CONTROLE NOS AVIÕES DA FAB, DIZ PROCURADOR

É 'uma desgraça', diz procurador que pediu rigor sobre uso de avião da FAB


O procurador da República Marinus Marsico, que atua no Tribunal de Contas da União (TCU), afirmou ao G1 que falta controle no uso de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) por autoridades e classificou como uma "desgraça" a ausência de regras para utilização das aeronaves.
 
Em maio, após suspeitas de uso irregular de aviões por ministros, Marinus Marsico enviou ofício ao TCU pedindo que o tribunal recomende maior rigor sobre quem acompanha a autoridade no deslocamento e sobre o destino da viagem. Ainda não há uma posição do TCU. Nesta quinta, o deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) apresentou projeto para limitar o uso de aviões da FAB por autoridades.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), anunciou a devolução de R$ 9,7 mil aos cofres públicos após a divulgação de que levou parentes em avião da FAB para assistir jogo do Brasil na final da Copa das Confederações. Ele argumentou que tinha reunião com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

Depois, o presidente do Senado, Renan Calheiros, usou avião da FAB para ir para Bahia, em "compromisso como presidente do Senado". Segundo o jornal "Folha de S.Paulo", ele foi ao casamento da filha do líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB).

 Decreto de 2002, que disciplina o uso das aeronaves da Aeronáutica, autoriza o vice-presidente, presidentes do Senado, da Câmara e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministros de Estado e comandantes das Forças Armadas a usarem aviões "por motivo de segurança e emergência médica; em viagens a serviço; e deslocamentos para o local de residência permanente".

O regulamento diz que as autoridades devem apenas informar com antecedência situação da viagem (data, horário e destino) e o número de pessoas que integram a comitiva.

A assessoria de imprensa da Aeronáutica explicou que a FAB não arquiva informações sobre quem entra na aeronave junto com as autoridades. No momento da decolagem, todos os passageiros se identificam, mas, depois, a Aeronáutica afirma que descarta as informações.
[Anteriormente, a assessoria havia dito que não fazia nenhum tipo de controle sobre quem anda na aeronave e que isso ficava a cargo da autoridade.]

Além disso, a autoridade não informa qual será o uso da aeronave e nem precisa fazer relatório ou prestar contas da viagem realizada. O TCU é quem avalia as contas do Comando da Aeronáutica, mas não há nenhuma regra sobre como os aviões devem ser usados.

Para o procurador Marinus Marsico, no caso do presidente da Câmara, como houve devolução dos valores, o MP não deve tomar nenhuma providência. Em relação ao presidente do Senado, ele afirmou que fará uma análise mais detalhada.

Ele afirmou que a falta de regras prejudica a atuação do MP. "É uma desgraça mesmo. A norma abre um monte de possibilidades. Existe na norma possibilidade de irem para residência permanente. Não há critério sobre o que é parcimônia ou não no uso. Do ponto de vista moral, podemos comentar. 

Mas, do ponto de vista legal, fica complicado para o Ministério Público atuar porque as normas permitem [o uso sem critérios]", disse Marinus Marsico.

Para ele, seria necessário um detalhamento das regras por parte da Presidência para não "ficar no critério subjetivo" o uso dos aviões.

O procurador classifica como "erro" a falta de controle de quem viaja com as autoridades. "Isso está errado. Há que se ter controle de qualquer gasto público. Já pedi ao TCU para que o Comando da Aeronáutica possa controlar o deslocamento, saber quem está usando."

fonte/G1

AVIANCA QUER AJUDA DA CAIXA ECONOMICA FEDERAL PARA COMPRAR A TAP, DIZ JORNAL

A Caixa Econômica Federal recebeu pedido de financiamento de R$ 1 bilhão do grupo Sinergy, que controla a Avianca, para financiar uma proposta de compra da companhia aérea portuguesa TAP, de acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo publicadas nesta sexta-feira. Conforme o jornal, o pedido foi feito duas vezes e chegou a ser apresentado ao conselho da Caixa, mas foi negado porque o banco não quis se comprometer com os riscos do setor de aviação. German Efromovich, dono do Sinergy, confirmou o pedido de financiamento à Caixa, mas não quis comentar a proposta pela TAP, segundo o jornal.

fonte/Terra

MINISTRO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL TAMBÉM ADMITE USO DE AVIÃO DA FAB PARA ASSISTIR FINAL DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES

Depois do presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), foi a vez do seu primo e ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho (PMDB), também admitir que usou um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para ir ao Rio de Janeiro assistir à final da Copa das Confederações no último domingo.

Conforme reportagem do jornal Folha de São Paulo, o ministro saiu de Brasília, na sexta, para o Ceará, onde cumpriu pela manhã agenda oficial na cidade de Nova Morada (CE). Em vez de retornar à capital federal, o ministro pediu que o avião o levasse ao Rio de Janeiro, onde havia programado passar o fim de semana e acompanhar o jogo da seleção brasileira contra a Espanha no Maracanã.

— Me senti no direito de o avião me deixar onde eu quisesse ficar. Já fiz isso outras vezes, porque na volta fico sempre no destino que eu me programei. Pedi com antecedência, senão ministro entra na fila — afirmou Garibaldi Alves à Folha.

O decreto que trata do uso de aeronaves da FAB por autoridades permite que sejam disponibilizados por "motivo de segurança e emergência médica, em viagens a serviço e deslocamentos para o local de residência permanente".

Outros casos

Além do ministro da Previdência Social, outros políticos também usaram aviões da FAB para compromissos pessoais. O presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), levou parentes e amigos à final da Copa das Confederações no Rio de Janeiro. O jato teria buscado o grupo na sexta-feira à noite em Natal (RN), com destino à capital carioca. O político admitiu o erro e devolveu à União o valor das passagens. No dia 15 de junho, o presidente do Senado, Renan Calheiros(PMDB-AL), usou um avião oficial para ir ao casamento da filha do líder do PMDB na Casa, Eduardo Braga (AM), na Bahia. Questionado, Calheiros afirmou que não irá devolver os recursos gastos na viagem.

fonte/ZeroHora

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