quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

VÍDEO - AVIAÇÃO DE GARIMPO NA DÉCADA DE 80 - GLOBO REPÓRTER

COMPRE UM AVIÃO DA FAB - OPORTUNIDADE


Reinaldo Neves
Isso mesmo. Um avião da Força Aérea Brasileira. Uma parte da história da nossa FAB e da nossa indústria aeronáutica! E a partir de R$ 9.000,00! Difícil de acreditar, mas é a mais pura verdade.





O Parque de Material Aeronáutico de Lagoa Santa, em Minas Gerais, está leiloando todo o estoque remanescente na FAB das aeronaves modelo U-42, fabricados pela Indústria Aeronáutica Neiva e operados por quatro décadas pela nossa Força Aérea e pela Força Aérea do Gabão. Também serão leiloados dois aviões modelo Embraer EMB 810 Sêneca, estes versão brasileira do modelo Piper PA-34, também montados pela Neiva. Ambos têm anotado umtotal de 5.000 horas de voo e seu lance mínimo é de R$ 173.00,00.



Histórico
O Neiva Regente U-42 foi projetado e fabricado no Brasil, tendo sido o primeiro avião metálico a ser montado em nossas terras, isso lá pelos idos dos anos 60, ajudando a nossa incipiente indústria aeronáutica que ensaiava seus primeiros passos. Foi uma aeronave montada especificamente para a FAB, visando atender as necessidades administrativas e de transporte de pequenas cargas, operando em pistas de terra e atendendo aos comandantes das diversas Bases Aéreas. A quase totalidade dos aviadores de nossa Aeronáutica, durante os anos 70 a 90, em algum momento de suas carreiras pilotaram este avião, pois praticamente todas as Bases Aéreas possuíam ao menos um exemplar em sua dotação de aeronaves, seja no modelo Regente L-42 ou U-42.


 

Os modelos L-42 operaram dentro das Esquadrilhas de Ligação e Observação(ELO), posteriormente desativadas e transformadas nos Esquadrões do Terceiro Grupo de Aviação, equipados inicialmente com o T-27. Os modelos L-42 foram então desativados e a FAB continuou a operar somente com os modelos U-42. No ano passado o comando da Força decidiu pelo encerramento das atividades com o avião e, nos últimos seis meses todos retornaram ao PAMA-LS, onde foram parcialmente desmontados e guardados dentro do hangar, garantindo sua proteção das intempéries. Apesar de tanto tempo de uso os aviões apresentam as células em excelente estado, com uma média de 4 mil horas de vôo; há alguns inclusive que estavam ainda voando há poucos meses com um total de 3.600 horas! Estes estão completamente montados e tem um lance inicial de R$ 26.500,00.



Reminiscências
Para este repórter o Neiva Regente reveste-se de um simbolismo ainda maior, pois dentre minhas lembranças dos meus 30 anos na Força há dois vôos inesquecíveis: – um translado entre Santa Maria e Canoas, em 1986, quando experimentei os comandos da aeronave, e em 1988, quando realizei meu último salto de pára-quedas, em um evento no Aeroclube de São José, saltando de um U-42 sediado na época na Base Aérea de Florianópolis, SC.



No próximo dia 18 de janeiro mais uma página estará sendo virada nos anais da história de nossa Força Aérea. Após sucessivos e nervosos lances, ansiedades e adrenalinas em evidência, batidas do martelo, se ouvirão gritos e sorrisos de alegria iluminarão alguns rostos e os 16 Neiva U-42 remanescentes do acervo irão trocar de proprietários. Em breve, após alguns serviços de manutenção e pintura retornarão aos céus do país, com uma matrícula civil e uma paleta de cores.

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fonte/foto/AsasMetalicas
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ANAC APOVA 1.200 VOOS EXTRAS E CHARTER NO PAÍS PARA FEVEREIRO


Medida é para atender aumento da demanda por conta do carnaval.


Em janeiro, segundo a agência, já haviam sido aprovados 1.400 voos extras.

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) aprovou a realização de 1.220 voos extras e charter no país durante o mês de fevereiro, que vão atender principalmente aos passageiros que pretendem viajar durante o carnaval.

Dos 1.200 voos, a maioria, 767, é para viagens internacionais. Os outros 453 são voos domésticos, ou seja, entre dois pontos dentro do próprio país.

Dos 1.200 voos, a maioria, 767, é para viagens internacionais.
No aeroporto de Guarulhos, o mais movimentado do Brasil, foram aprovados 64 novos voos tendo o aeroporto como origem (46 domésticos e 18 internacionais) e outros 84 como destino (66 domésticos e 18 internacionais).

A autorização para voos extras é normal e pode acontecer durante todo o ano após solicitação das empresas aéreas. Porém, em meses como dezembro, janeiro e fevereiro, quando aumenta a demanda por voos por conta das férias e do carnaval, o número de autorizações aumenta.

Em janeiro, de acordo com a Anac, foram aprovados 1.400 voos extras e charter em todo o país.

fonte/G1

AVIÃO AGRÍCOLA CAI E MATA PILOTO NO INTERIOR DE SÃO PAULO



O avião foi locado para pulverizar um bananal em Eldorado. Foto:  Walter Crudo/vc repórter O avião foi locado para pulverizar um bananal em Eldorado
Foto: Walter Crudo/

 Um avião monomotor caiu na manhã de quarta-feira (11) na zona rural de Eldorado, munícipio de São Paulo. Segundo a Polícia Militar, João Bosco Benitez Gonzalez, 54, pilotava a aeronave e morreu na hora. Não havia outros passageiros no avião no momento do acidente. 

De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), a aeronave agrícola Ipanema, prefixo PT-GQT, perdeu o controle e caiu no final da pista de decolagem por volta das 10h. 

A polícia diz que a aeronave foi locada para pulverizar um bananal, na fazenda Jaguari, bairro Itapeuna. Funcionários da fazenda encontraram os destroços. O resgate foi chamado, mas Gonzalez já estava morto. 

O caso está sendo investigado pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa). 

fonte/Wallter Crudo/Terra,
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AERONÁUTICA IMPLANTA LABORATÓRIO PARA ABRIR E LER CAIXAS-PRETAS NO BRASIL

A Aeronáutica implantou no ano passado, em Brasília, um laboratório com capacidade de abrir e analisar dados de caixas-pretas de aviões civis e militares que tenham se envolvido em acidentes no Brasil. 

O G1 visitou o local para acompanhar o trabalho dos especialistas do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

Após a instalação do Laboratório de Análise e Leitura de Dados de Gravadores de Voo (Labdata), no ano passado, foram abertas e analisadas no Brasil 31 caixas-pretas de aeronaves ligadas a acidentes. Em 2009, somente dois equipamentos tinham sido lidos após serem enviados para o exterior.

Dentre as caixas-pretas lidas em 2011 no Brasil há algumas de Bolívia e Colômbia.

Antes da implantação do laboratório, a Aeronáutica mandava os gravadores para exterior em casos extritamente necessários. Isso porque há custos no deslocamento dos investigadores e a aeronave precisava parar de operar enquanto os dados são obtidos. Foi isso o que ocorreu em 2007 com o gravador do Airbus da TAM que colidiu contra um prédio no aeroporto de Congonhas, em São Paulo, deixando 199 mortos.

“Ainda não temos a capacidade total de ler caixas-pretas danificadas (como atingidas fogo, cabos cortados, com interferências ou que sofreram algum dano), pois vamos adquirir em 2012 os kits para leitura mais complexa. Já conseguimos ler alguns gravadores danificados, entre eles o de uma aeronave boliviana e de um Learjet que caiu na Baía de Guanabara quando faria um pouso no Aeroporto Santos Dumont, e que sofreu oxidação", disse ao G1 o coronel Fernando Camargo, que apurou as causas do acidente da TAM e é gerente do projeto que implantou o Labdata.

 
“No caso do Learjet, tivemos que abrir a caixa metálica que protege e tirar a placa de memória, colocando-a em outro gravador do mesmo fabricante para que pudéssemos ler”, acrescenta o oficial. Se aberta de forma inadequada ou por pessoa não treinada, tudo pode ser perdido.

“O gravador de dados, que registra informações como velocidade, altitude e como se comportaram os sistemas da aeronave, é hoje matéria-prima fundamental para a entender o que ocorreu em um acidente, pois nos dá informações precisas. Já o de voz não é tão imprescindível, usamos apenas diálogos importantes. Às vezes, a Justiça nos pede a transcrição dos diálogos e nem sempre os temos”, explica Camargo. Cada dado que a caixa-preta grava é chamado de "parâmetro".

Outra caixa-preta que deu trabalho, após ser queimada externamente, foi a do acidente com um LET da companhia Noar, que caiu no Recife em julho, deixando 16 mortos. O gravador de voz foi aberto no Brasil, já o de dados teve de ser levado aos Estados Unidos. "Já em 2010, no caso de um Bandeirante que sofreu um acidente grave e a caixa-preta foi danificada, nem a fabricante conseguiu fazer a leitura e nós não tínhamos o cabo compatível para recuperar as informações. Pela internet ele custava muito caro, mas um amigo conseguiu comprar e nos enviar pelo correio”, relembra.

O Cenipa é o órgão responsável por investigar acidentes aéreos no Brasil conforme a lei federal de 1982 que criou o Sistema de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Sipaer). Segundo o chefe do Cenipa, brigadeiro Carlos Alberto da Conceição, auditoria da Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) apontou que o Cenipa atingiu em 2009 um nível de conformidade de 96% conforme os padrões internacionais, empatado em primeiro lugar com a Agência Européia para a Segurança da Aviacão (Easa). Não é necessária a  homoloagação da Icao para o Cenipa possuir um laboratório de caixa-preta.

Como é o processo
O avião tem duas caixas-pretas, que normalmente ficam na parte traseira da aeronave: uma que armazena os dados do voo- dependendo da aeronave, podem ser até mil parâmetros por até 40 horas - e outra de voz, com os diálogos da cabine. Novos modelo, chamados de combo, unem as duas gravações em uma só caixa.

noar (Foto: Tahiane Stochero/G1)Caixa-preta que registrou os dados da tragédia com um LET da Noar, que caiu no Recife deixando 16 mortos, foi aberta e lida no Labdata do Cenipa (Foto: Tahiane Stochero/G1)
 
Quando o gravador não está danificado, não é necessário ser aberto. Um cabo é conectado e, através de sua ligação a um software compatível do fabricante da caixa-preta, é possível recuperar um arquivo com os dados e o áudio. O trabalho mais difícil vem em seguida: a conversão da memória em bits em informações tangíveis sobre o que ocorreu com o avião.

“Cada tipo de caixa-preta tem uma cablagem (modelo de cabo para download do arquivo bruto) e um software diferente para ser usado. A partir de sua aplicação conjunta, obtemos um arquivo em código binário que armazena os dados sobre o que ocorreu durante o voo. As pessoas não conseguem entender o que houve com o avião apenas olhando os bits, precisamos convertê-los nos dados reais”, diz o oficial.


caixa-preta cenipa exclusivo (Foto: Tahiane Stochero/G1) 
Caixas-pretas passam por análise antes da recuperação
de dados sobre o acidente (Foto: Tahiane Stochero/G1)
 
Cada sequência de 12 bits é chamada de "palavra". Existem caixas-pretas que gravam de 32 a 1.024 palavras por segundo. Para a conversão, o investigador informa ao computador em quais bits e em quais conjuntos de palavras o software deve buscar os registros do que precisa saber.

Para entender o que provocou a tragédia, o Cenipa precisa saber em quais palavras cada parâmetro foi gravado.

Outra análise é feita com a gravação das conversas da cabine, que passa por uma mesa de som onde é possível melhorar a qualidade e separar os quatro canais de áudio (piloto, copiloto, ambiente da cabine e do engenheiro - este último quase não é mais usado).

Problemas no Brasil
Dentre preocupações recentes do Cenipa quanto ao registro de dados está no fato de orientar companhias aéreas e pilotos para que, no caso de incidentes graves durante o voo, a caixa-preta seja desligada. Isso porque a gravação é contínua e, ao término do limite da memória, recomeça, perdendo todos os dados antigos.

A determinação de desconectar a caixa-preta após algo grave é obrigatória procedimentos expedidos pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), mas nem sempre cumprida.

caixa-preta cenipa exclusivo (Foto: Tahiane Stochero/G1) 
Em caixas-pretas danificadas, gravador deve ser aberto
e módulo de memória retirado para que informações
possam ser lidas (Foto: Tahiane Stochero/G1)
 
Também há uma avaliação sobre o destino final das caixas-pretas após a cópia, como a possibilidade de apagar-se a memória e manter os dados apenas sob poder do órgão que apura a tragédia.

“Há uma discussão no Grupo Internacional de Investigadores de Gravadores, do qual fazemos parte, sobre o que fazer com as caixas após a leitura. Normalmente, não temos porque manter em nossa posse e devolvemos às empresas. Mas as informações podem em seguida ser copiadas, manipuladas, e usadas para outros fins. Ainda não há um consenso sobre esta questão”, acrescenta o coronel Camargo.

Para 2012, o Cenipa pretende adquirir para o laboratório kits que permitirão abrir e ler caixas-pretas com problemas ou que foram atingidas pelo fogo, água ou parcialmente destruídas e também uma estação de solda e ferramentas eletrônicas específicas para estes trabalhos, permitindo ao país maior independência na investigação de acidentes aéreos.

ARTE CAIXA PRETA CENIPA VALE ESTE (Foto: arte g1)

fonte/foto/G1

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