domingo, 28 de agosto de 2011

JATO DECOLA ANTES PARA NÃO BATER EM AVIÃO NO AEROPORTO DE CARUARU, PERNAMBUCO


Um avião monomotor acaba de pousar no pequeno aeroporto de Caruaru (PE). Na mesma pista, na direção contrária, um jatinho com membros da banda Asa de Águia acelera para decolar.

Cerca de 50 m separam as duas aeronaves da colisão quando o jato sai do chão e voa sobre o monomotor --entre um e outro, 5 m de altura.


Uma série de desencontros, o que costuma ocorrer em acidentes aéreos, precedeu a quase colisão.O episódio ocorreu na manhã de domingo passado e, segundo os envolvidos, por pouco não virou tragédia. A Aeronáutica investiga os fatos. A Folha obteve um relatório do caso.


Tudo começou quando o monomotor, de uma escola de pilotos, estava prestes a pousar. Embora tenha visto o jato na mesma pista, na direção oposta, aterrissou.

Ao pousar, o monomotor, modelo Paulistinha, presumiu que o jato o esperaria sair da pista. O comandante do jato, por sua vez, disse não ter visto a aeronave a sua frente.

Dois fatores levaram que um não visse o outro: 1) o Paulistinha, quando está no chão, fica com a frente elevada, o que impede o piloto de ver o que está adiante; 2) o lado da pista onde o jato estava tem uma leve inclinação.

Para piorar, não há torre de controle no local e o Paulistinha é incomunicável por não ter rádio. Tudo somado, um foi em direção ao outro --o jatinho a 150 km/h.

QUASE CAIU
Ao notar que estava diante do Paulistinha, o jato, um Citation 550, decolou antes da hora, o que ameaçou a sustentação que lhe permite voar. Dentro estavam dois pilotos e seis músicos do Asa de Águia voltando de um show.

"Foi uma situação de emergência. Ou o piloto fazia aquilo ou matava todo mundo", disse Jorge Mello, dono da aeronave e da Abaeté Táxi Aéreo, que elogiou o piloto.

À FAB a Bras Flight, responsável pelo monomotor, afirma que um piloto de ultraleve avisou o jato, via rádio, sobre o outro avião na pista. O jato, diz o relato, não respondeu. A Abaeté nega.

No mesmo documento, a escola de aviação diz que o piloto do monomotor só percebeu o jato ao vê-lo decolar.
A assessoria do Asa de Águia disse que a banda estava em viagem e não poderia falar àFolha. O avião era fretado, diz a assessoria. Mello negou. Ele disse ter emprestado o jato a Durval Lelys. O avião é particular e não pode, por lei, fazer táxi aéreo.

Mello diz que Lelys usa a aeronave pois quer comprá-la. Segundo ele, a assessora se confundiu com outro avião, esse táxi aéreo, que a Abaeté freta para a banda.

fonte/UOL


 PT-LPK iniciando a corrida pela RWY 31

 Passando pela frente do Hangar 01 (Aeroclube / Bras Flight)

 PT-LPK a 50 m do PP-RTO. Altura: 2,5 m. A partir deste ponto, o PT-LPK foi avistado pelo PP-RTO.

 PT-LPK, fortemente cabrado, sobrevoa o PP-RTO, a aproximadamente 5 m do solo.


PT-LPK cedendo o nariz para ganhar velocidade normal. Observe que o PP-RTO não teve tempo de sequer modificar sua trajetória.

fotos/SBKGAir

Tempo decorrido entre a quarta e a última foto: cerca de 2 segundos.
Todas as fotos estão em formato digital, e podem ser disponibilizadas pela Bras Flight



RELATÓRIO DE INCIDENTE AERONÁUTICO

Categoria: Quase Colisão.
Local: Caruaru / PE (SNRU)
Data: 20 e 21/08/2011.
Aeronaves: PT-LPK Cessna Citation 550 (da banda “Asa de Águia”)
PP-RTO CAP-4 Paulistinha (treinador da ____________).
Autor:__________
Coordenador de Ensino da____________________
Tels. _______________________________
e-mail:_______________________
Anexos:
1. Pagina do ROTAER;
2. Fotos do Segundo Incidente Relatado;
3. Relação dos Envolvidos e das Testemunhas do(s) incidente(s).
Descrição: Trata de 2 (duas) quase colisões, neste Aeródromo de Caruaru/PE (SNRU), ambas entre o Paulistinha CAP-4 prefixo PP-RTO e o Cessna Citation PT-LPK. Os horários neste relato são locais. O CAP-4 PP-RTO não possui rádio-comunicação, por se tratar de aeronave de instrução homologada para voar sem o equipamento. Nos dois casos, o piloto do PP-RTO era o Cmte._______, Instrutor de Vôo da____________________., e ambos os incidentes foram observados, entre outras, pelas testemunhas citadas em anexo.
O primeiro, em 20/08/2011, por volta das 16:10 h, quando o PP-RTO se encontrava alinhando para decolar pela THR (Cabeceira) 13 de SNRU. Neste horário, sem nuvens, com visibilidade ilimitada, e devido à orientação da pista, o Sol encontra-se baixo sobre o horizonte, no sentido da aproximação. No momento em que iniciava a curva para ingresso na pista, o Cmte. do RTO percebeu a aproximação do PT-LPK, em aproximação direta e sem ter executado tráfego. Graças a essa percepção, conseguiu evitar a colisão entre as aeronaves, executando uma rápida manobra evasiva, retornando ao recuo existente na cabeceira. Devemos lembrar que, em AD desprovido de ATS, são proibidas as aproximações diretas.
O segundo, extremamente grave, ocorreu às 08:46 h de 21/08/2011. O aeródromo estava sob VMC, com vento de 135/10 (dados da Estação Meteorológica), OVC a aproximadamente 2.000 ft AGL, com boas condições de luminosidade, e alcance visual maior que 10 km. A pista iniciada na Cabeceira 31 apresenta um leve aclive, razão pela qual é evitada, até em condições de vento calmo. Deve-se acrescentar que, a partir de uma das cabeceiras, uma pessoa em pé avista a outra (olhos a aproximadamente 1,70 m). A TWY “A” forma, com a RWY, um ângulo de 45º, o que favorece a observação da Perna do Vento da 13.
Pouco antes do incidente relatado, o PT-LPK havia acionado, e iniciado o táxi para a THR 13, através da TWY “A”. Nesse momento, o PP-RTO estava ingressando na Perna do Vento da 13, retornando de vôo de instrução pelo Setor “N”. O PT-LPK, então já ingressado na principal, no sentido da 13, executou uma curva de 180º, e iniciou back-track para a 31. O PP-RTO não havia ainda girado base, mas, ao perceber a manobra do Citation, prosseguiu para o pouso. Este ocorreu normalmente pela 13, no instante em que o PT-LPK iniciou o alinhamento para decolar com vento de cauda, pela 31.
Nesse momento, o PT-LPK foi interpelado via RTF em VHF, pela Freqüência 123.450, por um Piloto de Ultraleve, que perguntou se ia decolar mesmo com vento de cauda, o que foi confirmado. O Piloto de Ultraleve, então, o informou da presença de aeronave na pista, mas não obteve resposta do PT-LPK, que iniciou a corrida para decolagem.
Devemos lembrar que o PP-RTO é um CAP-4, um avião convencional, de nariz alto (no táxi, não se vê à frente). Já pousado, o PP-RTO continuava seu taxi em direção à interseção da RWY 13 com a TWY “A”.
Ao contrário do CAP-4, o Citation é uma aeronave com excelente campo de visão para os pilotos, e, em ambos os casos, o PT-LPK tinha a seu favor a posição da fonte de luz (Sol), a própria posição (na final da 13, num caso, e na Cabeceira 31, no outro), além do posicionamento na TWY “A”, que favorece sobremaneira a observação dos eventuais tráfegos.
Na intenção de livrar rapidamente a pista para a decolagem do PT-LPK, o Cmte. do RTO taxiava em linha reta, o que o impediu de perceber o PT-LPK acelerando em sua direção. Mesmo se o PP-RTO estivesse taxiando em “S”, de seu ponto de visada seria difícil perceber a aproximação do Citation, o que não lhe daria tempo hábil para uma saída para a Área de Escape. A seqüência de fotos anexas comprovam o descrito. O Cmte. do RTO, bem como o aluno em instrução, só perceberam a ação do PT-LPK quando este os sobrevoou, após uma decolagem aparentemente crítica.
Não sabemos, ainda, as razões para o Cmte. do PT-LPK ter feito o que fez, nos dois casos.
Acreditamos que a atenção excessiva com o Landing Check-List e o Take-Off Check-List possa explicar tais procedimentos. Talvez a pressão dos patrões também tenha sido fator contribuinte.
Vale ressaltar que o ROTAER chama a atenção para o vôo de ANV em FLT de instrução nas vizinhanças do AD.
Mesmo que a ausência de RTF por VHF no CAP-4 não tenha sido fator contribuinte para os incidentes relatados, o Operador do PP-RTO decidiu, unilateralmente, voltar a voar apenas quando tiver condições de obter e efetuar FIS, ainda que pela Freqüência Livre (123,450 MHz).
De qualquer maneira, fica o relato dessas ocorrências, que, esperamos, sirva para aumentar o nível de alerta para a separação visual, e o correto cumprimento das Regras do Ar.

fonte/ContatoRadar/Forum

HIDROAVÃO COM TRÊS PESSOAS CAI NO LAGO PARANOÁ, NO DISTRITO FEDERAL

Um avião de pequeno porte caiu no fim da tarde deste sábado (27) no Lago Paranoá, perto do Hospital Sarah Kubitschek, na QI 13 do Lago Norte, em Brasília. Segundo testemunhas que estavam no Piscinão do Lago Norte, um hidroavião teria realizado três tentativas de pouso forçado quando perdeu o controle e afundou.

Segundo os bombeiros, três pessoas estavam dentro do avião no momento do acidente, mas ninguém ficou ferido.

Uma equipe de mergulhadores do Corpo de Bombeiros está trabalhando na retirada do hidroavião do Lago Paranoá.

fonte/G1

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...