domingo, 18 de outubro de 2009

COMANDANTE DA POLICIA MILITAR DE MATO GROSSO DO SUL ENFRENTA 10 MINUTOS DE PÂNICO NO AR


O comandante da Polícia Militar, coronel Carlos Alberto David, diz que enfrentou ontem os 10 piores minutos de toda sua vida.

Dentro de um bimotor modelo Baron, com outros 3 passageiros, além de piloto e co-piloto, o comandante enfrentou nuvens carregadas que tiraram a estabilidade da aeronave e provocaram momentos de pânico.

O avião ficou cerca de 10 minutos em turbulência forte, conta o coronel. “Só pensava que ia morrer. Aquele tempo pareceu uma eternidade”, lembra

O grupo saiu de Campo Grande às 13h45, com destino a Aparecida do Taboado, para acompanhar evento do governador André Puccinelli.
Quando a aeronave sobrevoava Ribas do Rio Pardo, os problemas começaram. “Primeiro eram correntes de vento. O piloto tentava desviar, mas então pegamos pela frente a formação de uma tempestade”, relata David.

Durante cerca de 10 minutos, em que o avião perdia altitude e o nível mais alto, o coronel diz que o semblante de todos passageiros era de pânico.

Ele comenta que as primeiras imagens em um momento assim são da família. No caso dele, principalmente do filho Gabriel, de 8 anos.

Junto de David, estavam o ajudante de Ordens, major Cláudio Rosa Cruz, o chefe de gabinete da Secretaria de Justiça e Segurança Público, José Lazaro Oliveira, e o assessor do deputado Diogo Tita, Cássio Silva.

Ao perceber que pela frente poderia enfrentar risco ainda maior, o piloto propôs ao grupo o retorno a Campo Grande. “Aceitamos no mesmo momento, porque pior do que aquilo seria a morte certa”, resume David.

Depois do sufoco, o coronel diz que ao conversar com o piloto teve a certeza de que se eles estivessem em uma aeronave Seneca, que é menor que a Baron, a queda seria certa. “Não resistiria a toda aquela situação por ser menor”, avalia.

O governo do Estado também usa Seneca, mas ontem a aeronave estava na revisão.

No mesmo dia, também em viagem a Aparecida do Taboado, o avião Bandeirantes que levava o governador André Puccinelli e comitiva enfrentou problemas no ar e teve de fazer pouso de emergência em Três Lagoas.

Quando era comandante da Polícia Ambiental, David diz que enfrentou situações parecidas, mas nunca tão graves. “Na época, a Polícia Ambiental tinha um monomotor 185, que a gente chamava de Tremendão. Passei apuros, mas nada como agora”, comenta o coronel.

Apesar do medo enfrentado, o comandante diz que não tem como se livrar dos vôos, por conta do cargo que ocupa, “Não tenho como evitar, isso economiza tempo”.

Na próxima semana já tem viagens agendadas para Paraíba e Três Lagoas, para trocas de comando.

Hoje, o comandante está em Dourados, “mas desta vez preferi vir de carro”, ri o coronel.

fonte/Campo Grande News

ÍNDIA LIBERA AVIÃO DOS EUA POR VIOLAR NORMAS AÉREAS


As autoridades indianas autorizaram neste domingo a decolagem do avião dos Estados Unidos que transportava 205 pessoas, entre elas fuzileiros navais americanos, informou uma fonte oficial.

A aeronave, um Boeing 767 fretado pelo Exército americano, havia sido obrigada a aterrissar na cidade de Mumbai (oeste) por violar as normas de identificação aérea para voos com militares.

T.K. Singha, porta-voz da Aeronáutica indiana citado pela agência PTI, disse que as autoridades permitiram a decolagem do aparelho após o cumprimento dos devidos trâmites. Segundo o funcionário, a Direção Geral de Aviação Civil decidiria a hora de saído do avião.

"Os procedimentos de alfândega e imigração, entre outros, foram concluídos", disse uma fonte aeroportuária ouvida pela agência Ians.

Funcionários da Alfândega, policiais e oficiais da Aeronáutica interrogaram o piloto do avião, operado pela companhia North American Airlines e que o tempo todo ficou estacionado no aeroporto de Mumbai com os passageiros dentro.

Depois do interrogatório, o aparelho, que veio dos Emirados Árabes Unidos e ia para Bangcoc (Tailândia), foi autorizado a seguir caminho, segundo a Ians.

"É um avião de transporte. Ele tinha autorização da Direção Geral de Aviação Civil para voar no espaço aéreo indiano. No entanto, transportava militares, motivo pelo qual o avião deveria ter obtido uma autorização de rota operacional aérea, requerida para aviões militares", esclareceu Singha.

A embaixada dos EUA na Índia e o Ministério de Assuntos Exteriores ajudaram as autoridades aeroportuárias a liberar a decolagem do aparelho.

fonte/fot/EFE/Reuters

HELICÓPTERO DA POLICIA MILITAR DO RIO DE JANEIRO É ALVEJADO NO AR



Guerra do tráfico faz 12 mortos na Zona Norte do Rio, diz PM.

Dois policiais morreram em helicóptero que pegou fogo após ser alvejado.

Pelo menos, cinco ônibus foram destruídos; Rioônibus não confirma dez.




A Polícia Militar anunciou que dez criminosos foram mortos no confronto entre traficantes rivais e policiais neste sábado (17), no Morro dos Macacos, nos bairros de Vila Isabel e Sampaio, na Zona Norte do Rio. As informações são do major Oderlei Santos, relações públicas da PM. Com estes, já somam 12 mortos nos tiroteios, entre eles dois PMs.

Veja fotos da operação policial

Além dos dois policiais mortos, cujos nomes não foram divulgados, o major Oderlei Santos informou que cinco pessoas ficaram feridas - dois moradores e três PMs.

Um dos feridos foi o major PM José Busnello, atirador de elite, que ganhou notoriedade ao atingir com um disparo de longa distância o assaltante de uma farmácia na Tijuca, na Zona Norte.

Pelo menos cinco ônibus foram destruídos por criminosos em bairros diferentes - Jacaré, Mangueira e Riachuelo. Em nota, a Rioônibus estimou que o prejuízo das empresas chega a R$ 2,5 milhões e acrescentou que tem informações não confirmadas de que 10 ônibus teriam sido queimados.

Duas salas de aulas da escola municipal jornalista Assis Chateaubriand, no Morro dos Macacos, em Vila Isabel, foram incendiadas, mas há confirmação de que tenha relação com os acontecimentos.

PM montou gabinete de crise

A gravidade do caso levou a PM a montar um gabinete de gerenciamento de crise, que funciona no 6º Batalhão (Tijuca). O comandante geral da corporação, coronel Mario Sergio Duarte, integra o grupo.

Seis policiais estavam no helicóptero Águia da PM que foi atingido por tiros quando sobrevoava o morro. Em pane, a aeronave fez um pouso forçado no campo de futebol da Vila Olímpica de Sampaio e explodiu em seguida. Da guarnição, dois morreram e dois ficaram feridos com queimadura - um deles está em estado grave, segundo oficial da PM.

Quadrilha queima ônibus



Numa ação feita supostamente por criminosos da mesma facção que tentara invadir o Morro dos Macacos, cinco ônibus, pelo menos, foram incendiados em acessos à favela do Jacarezinho, no Jacaré, outro bairro da região que é cortada pela linha férrea da antiga Central do Brasil, a atual SuperVia. "Desce, desce, vamos botar fogo". Foi assim que o motorista Fábio Nascimento foi abordado por cerca de 15 homens armados de fuzis e pistolas e com os rostos cobertos.

Nascimento contou que os 40 passageiros foram retirados do ônibus antes dele ser queimado. Em seguida, o bando interceptou mais dois ônibus da mesma linha que seguiam pela Avenida Dom Helder Câmara, a antiga Avenida Suburbana.Pelo menos, outros dois ônibus foram queimados em acessos à favela do Jacarezinho. Segundo policiais, a ação teve o objetivo de desviar a atenção dos acontecimentos no Morro dos Macacos. A viação Braso-Lisboa suspendeu a circulação dos seus coletivos por falta de segurança.

O confronto no Morro do Macacos começou no início da madrugada de sábado no Morro dos Macacos, quando uma quadrilha tentou tomar os pontos de venda de drogas na área. Pela manhã, a Polícia Militar interveio, mas a ação policial terminou com o helicóptero Águia abatido. Seguiram-se momentos de grande tensão. "Eu nunca vi tanto tiro na minha vida", relatou uma adolescente que mora há 15 anos no local. Assustados, os moradores se recusaram a falar com os jornalistas, que acabaram se tornando alvo dos traficantes escondidos na parte mais alta da favela.

Zona Norte e subúrbios da Central afetados

Um grande extensão da Zona Norte e dos subúrbios da Central do Brasil foram afetadas pela ação criminosa e a represália policial: Mangueira, Maracanã, São Francisco Xaiver, Riachuelo, Rocha, Sampaio, Vila Isabel, Engenho Novo, Jacaré e Méier.

O trânsito foi interditado na Avenida Marechal Rondon, na altura do Engenho Novo, e a circulação na área ficou restrita à Rua 24 de Maio, no sentido Méier. No sentido contrário, o trânsito seguia apenas Rua Barão do Bom Retiro, obrigando a quem saía do Méier, com destino ao Centro da cidade, passar pelo Grajaú.

fonte/foto/ G1

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