terça-feira, 14 de abril de 2009

APÓS SOBREVOAR CIDADE, MONOMOTOR FAZ POUSO FORÇADO EM TRINDADE, GOIÁS


Um avião monomotor fez um pouso forçado no último domingo em uma pastagem próximo de Trindade, em Goiás. Segundo os Bombeiros, a aeronave sobrevoou a cidade em baixa altitude antes do pouso de emergência.

Ainda de acordo com os Bombeiros, uma pane levou o piloto a pousar. Os dois ocupantes não tiveram ferimentos, mas foram encaminhados para um hospital da região. A aeronave teve avarias na asa esquerda e o trem de pouso foi danificado durante o pouso.
fonte/foto: Terra

segunda-feira, 6 de abril de 2009

QUEDA DE AVIÃO MILITAR NA INDONÉSIA


Pelo menos 25 pessoas morreram hoje após a queda de um avião militar em um hangar em uma base aérea no oeste da ilha indonésia de Java, informou o porta-voz da Força Aérea, Bambang Sulistyo.

O fato ocorreu perto da cidade de Bandung, 115 quilômetros ao sudeste da capital, Jacarta, onde aparentemente o aparelho explodiu em chamas como uma "bola de fogo gigante" antes de colidir, declarou uma testemunha à agência oficial "Antara".

Segundo a mesma fonte, o avião - um Fokker 27 que transportava 18 passageiros e sete tripulantes - caiu contra as instalações de um aeroporto que tinha sido fechado ao tráfego pela Força Aérea.

Há duas semanas, um Boeing 737-200 da companhia aérea Sriwijaya Air com 122 passageiros efetuou uma aterrissagem forçada no aeroporto de Batam, no noroeste do arquipélago.

O de hoje é o quarto acidente aéreo e o mais mortífero das últimas cinco semanas na Indonésia, um país no qual o índice de acidentes com aviões é de 2,1 por cada milhão de voos.

A Comissão Europeia proibiu em 2007 cerca de 50 companhias aéreas indonésias de sobrevoar seu espaço aéreo porque descumpriam as regulações de segurança do bloco de países.

Bruxelas reconheceu várias vezes que os esforços para melhorar a situação da Indonésia, que no final de 2008 aprovou uma lei de Segurança Aérea que seguia as recomendações européias, mas o veto do bloco foi revisado e mantido periodicamente desde então.
fonte/foto: EFE

domingo, 5 de abril de 2009

VÍDEO MEMÓRIA - RIO DE JANEIRO 1967 -

Vôo de helicoptero a baixa altura - Rio de Janeiro 1967,músicas de Roberto Carlos....

CATARINENSE E PAULISTA MORREM EM ACIDENTE COM MONOMOTOR NO RIO GRANDE DO SUL




Nicolau Coelho Filho morava em Florianópolis, e Marco Aurélio Fernandes Ribeiro em Blumenau.
Aeronave caiu na cabeceira da pista do aeroporto, junto a uma lavoura de milho já colhida - clique nas fotos para ampliá-las
Dois moradores de Santa Catarina morreram em um acidente com um avião na manhã deste sábado em Erechim, no norte do Rio Grande do Sul. Os dois pilotos teriam decolado com o ultraleve monomotor na manhã de sábado de Governador Celso Ramos e fizeram uma escala no aeroporto de Lages, na Serra. Dali, seguiram para Erechim, onde acidentaram-se na tentativa de pousar.As vítimas são Nicolau Coelho Filho, 56 anos, natural de Florianópolis, e Marco Aurélio Fernandes Ribeiro, 56 anos, natural de São Paulo (SP) e morador de Blumenau. Os dois estavam no ultraleve monomotor modelo Pelican 500BR com prefixo PU-NEC e deveriam participar de um encontro de ultraleves que ocorre no município gaúcho neste final de semana.No aeroporto de Erechim os aviadores e engenheiros de vôo coordenavam a aterrissagem, que é feita por orientação visual quando os pilotos Nicolau Coelho Filho e Marco Aurelio Fernandes Ribeiro reportaram por rádio que estariam pousando na cabeceira da direita, onde estavam operando devido a orientação do vento.No entanto, repentinamente surgiram na cabeceira da esquerda. Sem conseguir pousar, o piloto arremeteu a aeronave e fez uma curva em baixa velocidade, caindo numa lavoura de milho recém colhida, às margens da cabeceira da pista.— Quando ele arremeteu achei que estava tudo bem, que ia tentar pousar na lavoura, quando me virei o avião caiu — contou consternado o coordenador do evento, o piloto Jason Santana Filho.A aeronave caiu com o nariz no solo e praticamente se dobrou tombando com as rodas para cima. Os dois pilotos morreram na hora. O local foi isolado pela polícia e aguarda a chegada de uma equipe de investigação de acidentes aéreos, contratada pela Associação Brasileira de Ultraleves, que farão as investigações e determinarão o que causou o acidente, se houve alguma falha técnica no motor, ou problema com combustível.A aeronave experimental ultraleve avançada tinha peso de até 750 quilos e capacidade para dois ocupantes. Nicolau Coelho Filho, que pilotava o ultraleve, tinha Certificado de Piloto de Recreio (CPR), uma categoria mais avançada que permite que o piloto voe em determinadas áreas de controle e faça viagens de navegação. O encontro de aviadores, que recebeu 56 pilotos e aeronaves deve continuar até o domingo, em Erechim.


Fonte e fotos: Marielise Ferreira (Diário Catarinense / Zero Hora)

AVIÃO DAS FILIPINS SETÁ HÁ TRÊS SEMANAS PARADO NO AEROPORTO DE TERESINA



“Existe uma operação sigilosa e não podemos dar informações”, comentou o chefe do Posto da Anac .
Um avião Gulf Stream I, G I, de procedência das Filipinas, está estacionado no aeroporto de Teresina há três semanas. A aeronave passou por inspeção especial da Polícia Federal e da Receita Federal. A Infraero e a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) não prestam informações sobre os problemas da aeronave e nem o que tinha em seu interior. “Existe uma operação sigilosa e não podemos dar informações”, comentou o chefe do Posto da Anac em Teresina, Gilson Florindo.Até agora, não foi revelado o plano de vôo e o conteúdo que a aeronave estrangeira levava. Os pilotos não falam português e não iriam pousar em Teresina. O problema foi uma pane no avião que é antigo, de 1966. Eles fariam escala em Fortaleza para seguir para a Cidade do Panamá.“Tudo foi feito como deveria ser. O plano de segurança para aeronaves estrangeiras foi acionado. Tudo foi feito com tranqüilidade. Mas a operação é sigilosa”, confirmou Gilson.Chegou a suspeitar-se de tráfico de drogas na aeronave. A assessoria da Polícia Federal em Teresina não confirmou a suspeita.

Fonte: Diário do Povo via TV Canal 13

Foto: portalverdescampos.com.br

A INDÚSTRIA APERTA O CINTO


Depois da crise, a fila para comprar um jato sumiu e sobram ofertas no mercado de segunda mão.Diminuição na demanda fez com que a empresa reduzisse o quadro de funcionários.
O pacote de US$ 700 bilhões do governo americano para sanar a crise mostra que não existe bônus sem ônus. Em um discurso ao Congresso, o presidente Barack Obama disse que "não permitirá que os banqueiros peguem o dinheiro do governo e desapareçam em seus jatos privados". Desde o começo das turbulências na economia, os aviões particulares se tornaram o símbolo da ostentação dos executivos de Wall Street, que na mente da população foram os responsáveis pelo colapso econômico. Para fugir desse estigma, muitos estão vendendo seus jatos usados e quem estava na fila por um novo desistiu.Se antes esperavam-se três anos para comprar um avião particular, hoje se leva a metade do tempo. Mais: a cada cinco jatos existentes no mundo, um está à venda. Uma aeronave era tão desejada que a espera ganhava valor de mercado, fazendo com que algumas pessoas vendessem a posição na fila por até US$ 1 milhão. "O cenário mudou", diz Ricardo Nogueira, vice-presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag). "Com a crise, muitos desistiram de comprar e outros alongaram o prazo. A maioria das fabricantes que vendiam de quatro a seis aviões por mês, está vendendo de um a dois. Há muita disponibilidade", explica Nogueira.Com a redução da demanda, a Embraer cortou 20% do quadro de funcionários. E não foi a única a sofrer revés. A Bombardier prevê neste ano uma queda de 10% em relação ao ano fiscal 2008/2009, quando entregou 232 jatos. A americana Boeing teve 32 encomendas canceladas.A escassez de crédito fez com que os compradores sumissem e isso também pode ser percebido no resultado da GE Capital, responsável pelo financiamento de 1,8 mil aviões no mundo, que apresentou lucro de US$ 12,2 bilhões - US$ 700 milhões inferior ao esperado. Só no Brasil, a empresa respondia por cerca de 60% das carteiras de crédito. "Havia uma demanda excessiva e as fábricas não conseguiam aumentar a produção. A tendência é o equilíbrio", aponta José Eduardo Brandão, diretor comercial da OceanAir Jatos Executivos. "Hoje, para comprar um Global, da Bombardier, leva-se cerca de um ano e meio", diz. "Antes, levavam-se até três anos." Apesar disso os preços de jatos novos continuam iguais.
No mercado de usados, sobram vendedores e faltam compradores. O empresário Alexandre Negrão, dono do laboratório Medley, há vários meses estaria tentando se desfazer do seu Global 5000, estimado em US$ 50 milhões. José Salim Mattar Junior, presidente da Localiza, pôs seu Citation XLS à venda, mas acabou desistindo; e Marcus Elias, controlador do Laep, fundo que detém a Parmalat, estaria vendendo seu Citation 10, um King Air e um helicóptero Agusta.Nos Estados Unidos, as empresas em dificuldades divulgam a oferta de seus jatos como prova de que buscam cortar gastos. O fundo de investimentos Carlyle Group colocou à venda seu Gulfstream G450 por US$ 30 milhões. O Bank of America está negociando três de seus nove jatos.Até o jornal The New York Times anunciou seu Dassault Falcon 1997 por US$ 9,5 milhões. A rede de cafeterias Starbucks está se livrando de um Gulfstream 550, de US$ 45 milhões, e de um Challenger 604 avaliado em US$ 20 milhões. Do outro lado, o Citigroup desistiu de comprar um Dassault Falcon 7X após receber uma ajuda de US$ 45 bilhões do governo americano. Na Escócia, o Royal Bank of Scotland cancelou um pedido igual.Mas nem todos criticam os jatos. O megainvestidor Warren Buffett disse ao canal CNBC que há coisas que ele nunca teria feito sem um avião. "É um erro demonizar as aeronaves." Buffett não disse isso à toa. Motivo: ele é o maior acionista da NetJets, uma das maiores empresas de aviação executiva do mundo.


fonte: Isto É Dinheiro

PORTUGÁLIA - GREVE NO AR

Ao todo são 3 mil, os passageiros que foram já afectados pela paralisação de 24 horas dos pilotos da Portugália. A greve já obrigou ao cancelamento de 16 voos.Apenas 22 voos seguiram hoje viagem, garante a relações públicas da transportadora aérea.Já Nuno Queirós, do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil, desconfia destes números. São menos – diz – enquanto faz contas aos voos que saíram de Lisboa e Porto: “sabemos que, de Lisboa, saíram dois aviões e do Porto 3 aviões, o que dá, aproximadamente 10 pilotos a voarem”.Os pilotos reivindicam tempos máximos de trabalho para evitar erros por fadiga, e ainda pausas nos horários, alertando para o facto de estar em risco a segurança dos voos.A greve, que se iniciou hoje, vai repetir-se em mais quatro dias deste mês, nos dias 14 e 15 e 18 e 19.
Fonte: Rádio Renascença

sábado, 4 de abril de 2009

AERONAVE CAI NO AEROCLUBE DE NOVO HAMBURGO


Estado de saúde do piloto de avião que caiu em Novo Hamburgo é gravíssimo.
Carlos Gustavo Schunck é considerado um aviador experiente pelos colegas.
Um avião de pequeno porte caiu no final da tarde de sábado no Aeroclube de Novo Hamburgo. Por volta das 17h15min, após um voo de cerca de 20 minutos, o piloto Carlos Gustavo Schunck estava em procedimento de pouso quando bateu em um barranco, localizado alguns metros antes do início da pista, segundo relato de funcionários do aeroclube. Depois de ser socorrido por moradores de casas próximas, ele acabou sendo levado por uma ambulância ao Hospital Geral, onde estaria em estado grave, mas a informação não foi confirmada pela família.Carlos é considerado um piloto responsável e experiente por colegas do clube. Costumava praticar nos finais de semana e recentemente começou a pilotar uma aeronave do tipo experimental, ou seja, construída por ele mesmo.— É comum que se faça isso. Compra-se a planta e monta-se o avião. Ele fez muito bem feito, a aeronave ficou muito boa e teve ajuda de mecânicos — diz o piloto-instrutor Darci Rabelo Filho, que estava no aeroclube na hora do acidente.Segundo ele, o tempo era bom e sem vento. Por isso, é difícil de saber qual foi o motivo do acidente.— Só a perícia poderá dizer — afirma.A queda também abalou Diego Stedile, de 18 anos. Ele conhecia Carlos desde 2000 e o considera um excelente piloto. — Ele é muito responsável em tudo, sempre. Nunca fazia nada de errado enquanto pilotava — lembra. Para alguns vizinhos do aeroclube, a queda só foi percebida com a movimentação intensa de ambulâncias no local. Tiago Trevizani, 24 anos, não ouviu barulho algum por causa da queda, mas ficou impressionado com a quantidade de veículos que passaram ao lado da casa dele. — Eu vi quatro ou cinco ambulâncias entrarem no aeroclube. Além disso, passou também um carro do Corpo de Bombeiros e várias viaturas da Brigada Militar — conta. A família do piloto não quis conversar com a reportagem.

fonte/fotos ZeroHora

sexta-feira, 3 de abril de 2009

AVIÃO FAZ POUSO FORÇADO EM TAUBATÉ


Um avião fez um pouso forçado ontem (2) à tarde em Taubaté. Apenas o piloto estava a bordo. Apesar do susto ele apenas teve ferimentos leves. O monomotor, prefixo PTWJA, caiu numa propriedade particular, na zona rural de Taubaté, que fica bem ao lado do Conjunto Habitacional do Cavex. A aeronave saiu de São Paulo e seguia para Guaratinguetá. No meio do voo ela apresentou uma pane. O piloto tentou pousar no Aeroclube de Taubaté, que fica aproximadamente a 1 quilômetro do local do incidente, mas não houve tempo suficiente para chegar à pista. O Comando de Aviação do Exército prestou os primeiros socorros ao piloto, que foi levado para o hospital regional com escoriações. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros também foram chamados para dar apoio. A área foi isolada pelos militares que aguardam a chegada do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes. O piloto passou por exames no Hospital Regional e teve alta agora pouco.
Foto da mesma aeronave em incidente na cidade de Pouso Alegre (MG)
fonte:Vnews foto: Alcantra

quinta-feira, 2 de abril de 2009

AVIÃO DE PEQUENO PORTE CAI NA BAIXADA - RIO DE JANEIRO


Piloto fazia voo demonstrativo para cliente que queria comprar a aeronave .
Um avião de pequeno porte fez um pouso forçado na tarde desta quinta-feira no bairro Jardim Santa Eugênia, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A queda aconteceu na rua Dona Mariana, esquina com Rua Baía, próximo ao aeroclube de Nova Iguaçu.
Aeronave caiu, milagrosamente, sem atingir nenhuma casa nem ninguém.O piloto e um passageiro tiveram ferimentos leves, mas foram atendidos no local e liberados. O piloto teria decolado do aeroclube por volta das 14h, para um voo demonstrativo para um cliente que queria comprar a aeronave.
Minutos depois houve uma pane no motor, o que obrigou o piloto a fazer um pouso de emergência. Na aterrisagem a aeronave bateu em um poste em uma área com muitas casas, mas nenhuma foi atingida.
Cerca de 20 homens do Corpo de Bombeiros foram ao local do acidente. A técnica de enfermagem Cibele de Sá, 22 anos, passava na rua na hora da queda da aeronave. "Vi o avião caindo em alta velocidade e colidindo fortemente no chão, a poucos metros de distância. Levei um baita susto. O barulho era tão forte que parecia explosão de gás. Pensei que fosse cair sobre as casas", contou.
O inspetor da Agência Nacional de Aviação Civil, José Sebastião, disse que o piloto tem mais de 20 anos de experiência de voo e fez um pouso técnico no intuito de evitar atingir casas e pessoas.

fonte/foto: O Dia

quarta-feira, 1 de abril de 2009

PROGRAMA DO JATO EXECUTIVO PHENOM 300 DA EMBRAER AVANÇA

Quarta aeronave se integra à frota de testes do jato da categoria light.
São José dos Campos – O programa Phenom 300 da Embraer avança firmemente, com o primeiro vôo da quarta aeronave de testes realizado no final de fevereiro de 2009. Esse jato, matrícula PP-XVL, e a terceira aeronave (PP-XVK), que decolou pela primeira vez em 23 de dezembro de 2008, encontram-se em operação no Centro de Ensaios em Vôo da Embraer, na Unidade Gavião Peixoto, no interior do Estado de São Paulo, juntamente com os dois primeiros jatos executivos Phenom 300, da categoria light.
A frota de testes é composta por quatro aeronaves: duas completamente instrumentadas, uma com interior básico e instrumentação de teste em vôo e outra, com interior, que será usada para testes de funcionamento e confiabilidade dedicados à campanha de maturidade. A frota completa já ultrapassou 300 horas da campanha de ensaios em vôo.
“À medida que a campanha de certificação e maturidade do jato Phenom 300, da categoria light, progride, também avançam as entregas dos primeiros jatos Phenom 100, da categoria entry level”, afirmou Maurício Almeida Filho, diretor de Programas da Embraer – Aviação Executiva. “Esperamos que essa fase crucial para o Phenom 300 tenha o mesmo sucesso que teve a do Phenom 100.”
Os testes em solo e em vôo avançam, com a conclusão dos ensaios em vôo de partida do motor e determinação de tração (In-Flight Thrust Determination – IFTD), operação em pista molhada, extinção de fogo, testes do sistema de combustível, simulação de formação de gelo, entre outros. O Phenom 300 voou a 45 mil pés de altitude, mantendo a cabine a uma altitude de 6.600 pés. A velocidade máxima de cruzeiro – 450 nós (KTAS), ou 833 km/h, e Mach 0,78 – foi comprovada. Bancadas de ensaio foram usadas para aprimorar a aviônica, verificar os sistemas ambientais da aeronave e testar o sistema elétrico.
Testes de aerodinâmica e de formação natural de gelo estão ocorrendo atualmente, assim como a coleta de dados para o desenvolvimento do simulador de vôo. O piloto automático está em avaliação e os testes de aviônica avançam com sucesso. Em breve, serão realizados testes de descarga elétrica, interferência de campos eletromagnéticos de alta intensidade (High Intensity Radiated Field – HIRF), ruído externo, ventos cruzados (cross winds) e operação a baixa temperatura (cold soak).
A campanha de certificação exigirá aproximadamente 1.400 horas de vôo e o Phenom 300 avança para concluí-la no segundo semestre de 2009. Os jatos executivos Phenom 100 e Phenom 300 possuem, em conjunto, uma carteira de pedidos firmes com mais de 800 aeronaves.
Os jatos Phenom - O Phenom 100 tem capacidade para até oito ocupantes e sete opções de interior, projetadas em parceria com o BMW Group DesignworksUSA. Com alcance de 2.182 km (1.178 milhas náuticas), incluindo reservas de combustível NBAA IFR, é capaz de voar de São Paulo, no Brasil, para Montevidéu, no Uruguai, sem escalas. O jato foi certificado em dezembro de 2008 e confirmou ser o mais rápido e com a maior capacidade de bagagem da sua categoria.
O Phenom 100 tem uma avançada cabine de pilotagem e possui um lavatório traseiro privativo como alguns de seus diferenciais competitivos. O Phenom 300 transporta até dez ocupantes em um espaçoso e confortável interior, também projetado em parceria com o BMW Group DesignworksUSA. As asas enflechadas e com winglets e os modernos sistemas a bordo foram desenvolvidos com foco no excelente desempenho em vôo. Ponto único de reabastecimento, lavatório com serviço externo e excelente pressurização de cabine são alguns dos diferenciais do jato. O Phenom 300 é um dos aviões mais velozes da categoria light, atingindo 833 km por hora ou 450 nós (KTAS), e voa a uma altitude de 45 mil pés (13.716 metros). Com um alcance de 3.334 km (1.800 milhas náuticas), a aeronave é capaz de voar de Brasília, no Brasil, para Buenos Aires, na Argentina, sem escalas incluindo reservas de combustível NBAA IFR. Perfil: A Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. - NYSE: ERJ; Bovespa: EMBR3) é uma Empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, a Empresa mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, Estados Unidos, França, Portugal, China e Cingapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves para os segmentos de Aviação Comercial, Aviação Executiva, e Defesa e Governo. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 28 de fevereiro de 2009, a Embraer contava com 17.389 empregados – número que não inclui empregados de suas subsidiárias não-integrais OGMA e HEAI. Em 31 de dezembro de 2008, a carteira de pedidos firmes da Embraer totalizava US$ 20,9 bilhões.
fonte: Portal Brasil - foto divulgação

EMPRESA RUSSA TESTA CONCORRENTE DE JATOS DA EMBRAER


O novo jato de médio porte Superjet 100, fabricado pela russa Sukhoi, realizou nesta quarta-feira seu primeiro teste de longa distância, entre Novosibirsk, na Sibéria, até uma base aérea em Zhukovsky, próxima a Moscou. A aeronave que tem de 75 a 95 assentos será um concorrente direto dos E-Jets da Embraer no mercado internacional.
Dois Superjet 100 percorreram nesta quarta cerca de 3,5 mil km, em vôo que deve servir para o processo de certificação da aeronave. Os fabricantes esperam concluir a homologação do novo jato até o final deste ano, para carregar seus primeiros passageiros no início de 2010.
A Sukhoi estima que o mercado pode absorver 1.040 unidades do Superjet 100 até 2026, enquanto a demanda projetada por este tipo de aeronave é de 6,1 mil. Em 2008, a Embraer entregou 204 E-Jets e tinha 876 pedidos firmes e 810 opções de compra no último trimestre.
De acordo com a agência russa RIA Novosti, o primeiro Superjet 100 deve ser entregue à companhia aérea russa Aeroflot ainda em dezembro desde ano. A empresa já teria feito um pedido de 30 aeronaves.
A Sukhoi, que faz parte da United Aircraft Corporation (UAC), contou com a cooperação de empresas americanas e européias como a americana Boeing, a italiana Alenia Aeronautica e a canadense Honeywell, durante o projeto do Superjet 100.

fonte: uol/foto-divulgação

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