sábado, 8 de agosto de 2015

VÍDEO - TOUR EMBRAER PHENOM 300


VÍDEO - POUSO DE EMERGÊNCIA DE UM TBM AVENGER - NICE JOB


GRUPO CHINÊS COMPRA SWISSPORT POR 2.820 MILHÕES DE EUROS

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O grupo chinês HNA, companhia-mãe da Hainan Airlines comprou à PAI Partners, a empresa de handling em terra e de carga Swissport, por 2730 milhões de francos suíços (2820 milhões de dólares/2571 milhões de euros). A Swissport permanecerá como um negócio separado dentro do grupo HNA, completando as suas actividades nas áreas da aviação, gestão de aeroportos, logística e turismo. Para o presidente da Swissport, Thomas Staehelin, o acordo vai “reforçar a nossa oferta de serviços e rede global”. A transacção ainda está sujeita à aprovação anti-cartel por parte das autoridades e o fecho do negócio está previsto para o fim do ano.

A Swissport opera em mais de 270 localizações em 48 países, gerando uma receita operacional consolidada de 3000 milhões de francos suíços (2786 milhões de euros). O grupo HNA cresceu a partir de um operador local de transporte aéreo para um conglomerado multinacional que engloba aviação, gestão de aeroportos, serviços financeiros, imobiliário, vendas a retalho, turismo e logística.

fonte/foto/NewsAvia

ATUALIZADO - HELICÓPTERO DE COMBATE A INCÊNDIOS CAIU EM PORTUGAL

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Helicóptero Cai Em Ponte De Lima, No Norte De Portugal – Dois Feridos Entre Os Seis Ocupantes

Um helicóptero ligeiro Ecureil, propriedade dos Serviços de Proteção Civil de Portugal, utilizado no combate a incêndios, ao fazer uma aterragem de emergência, despenhou-se ao princípio da tarde deste sábado, dia 8 de agosto, em Refoios do Lima, concelho de Ponte de Lima, no norte de Portugal, tendo resultado dois feridos, disse uma fonte oficial dos Serviços de Proteção Civil.
A aeronave regressava ao centro de operações depois de um incêndio florestal já dominado, na zona de Valença, refere a imprensa do Norte de Portugal. A bordo viajavam seis pessoas. Duas receberam assistência médica no Hospital de Viana do Castelo, mas encontram-se bem, como as restantes quatro, entre bombeiros e piloto.
De acordo com a descrição da fonte oficial da Autoridade Nacional da Proteção Civil (ANPC), veiculada pela agência noticiosa Lusa, a aeronave terá feito uma aterragem de emergência “com alguma violência”, desconhecendo-se os motivos que levaram a este procedimento de emergência. Como podemos observar pela imagem a aeronave ficou bastante danificada.
fonte/foto/NewsAvia
Um helicóptero de combate a incêndios caiu esta tarde, cerca das 14.20 horas, na freguesia de Refoios do Lima, em Ponte de Lima. Dois dos seis tripulantes ficaram feridos.
Ao contrário que foi informado inicialmente, o aparelho não fez um pouso de emergência, mas caiu.
O helicóptero levava seis tripulantes: quatro sairam ilesos e dois ficaram feridos ao bater com a cabeça no cockpit. 

O helicóptero caiu em área de floresta, numa zona de díficil acesso.

fonte/jn.pt

EMBRAER ANUNCIA PRODUÇÃO DO LEGACY EM FÁBRICA DOS EUA

Legacy 450 que será apresentado pela Embraer na Labace. Foto: Divulgação Legacy 450 que será apresentado pela Embraer na Labace. Foto: Divulgação
Assim como o jato executivo Phenom, os modelos 450 e 500 devem ser fabricados na planta de Melbourne, na Flórida



A Embraer vai produzir os modelos 450 e 500 do jato executivo Legacy, hoje feitos em São José, na fábrica de Melbourne, na Flórida, nos Estados Unidos.
De acordo com a fabricante, a previsão é de iniciar a produção nos EUA em meados de 2016, com a primeira entrega para o final daquele ano. Para tanto, a unidade está sendo ampliada.
A companhia não confirmou quando e se irá fechar a linha de produção dos modelos 450 e 500 do Legacy em São José. Em princípio, informou a Embraer, as duas linhas serão mantidas simultaneamente.
“O futuro balanceamento do volume de produção entre as duas linhas dependerá das condições de mercado”, informou a empresa, em nota.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos, que contesta a transferência, cerca de 800 trabalhadores em São José podem ser afetados com a mudança na linha de produção.

Avião. O Legacy 450 foi apresentado ontem publicamente pela primeira vez no país, em evento no Campo de Marte, na capital. Entre 11 e 13 de agosto, a aeronave será destaque na 12ª edição da Labace (Latin American Business Aviation Conference & Exhibition), no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
O jato da categoria mid-light está em fase final de ensaio em voo e tem entrada no mercado prevista para o quarto trimestre de 2015.
Atualmente, segundo a Embraer, as estruturas das aeronaves Legacy 450 e 500 são fabricadas nas unidades da empresa em Botucatu (SP) e Évora (Portugal), e atenderão às duas linhas de montagem.
A fuselagem traseira dos modelos é fabricada pela Sobraer, em Jacareí, e também atenderá às duas linhas.

Mercado. A fabricante informou que o motivo da mudança da linha do Legacy para os Estados Unidos obedece a critérios mercadológicos.
Os EUA representam 65% do mercado de jatos executivos da Embraer, que pretende se aproximar da clientela e dos concorrentes, todos baseados em solo americano, mesmo não sendo originários do país.
Em maio deste ano, a fabricante havia anunciado a transferência da produção do jato executivo Phenom para os Estados Unidos, na mesma fábrica em Melbourne.
Segundo a Embraer, não haverá desemprego em São José com as transferências das linhas, em razão de que a mão de obra dos jatos executivos será aproveitada na produção da nova família de aviões comerciais da empresa, os EJets 2, lançados em junho de 2013.

Sindicato dos Metalúrgicos vai cobrar explicações

São José dos Campos

O Sindicato dos Metalúrgicos de São José vai procurar a direção da Embraer na próxima semana para cobrar explicações sobre a migração da produção dos jatos executivos Legacy 450 e 500 para os Estados Unidos.
Segundo a entidade, a mudança contraria o que teria sido dito por um executivo da Embraer ao vice-presidente do sindicato, Herbert Claros da Silva, durante reunião realizada na última terça-feira.
Na ocasião, informou o sindicato, o dirigente sindical teria questionado a empresa se eram verídicos os rumores sobre a transferência da produção do Legacy.
O executivo da companhia teria negado a informação.
“Essa transferência é mais uma etapa da política de desnacionalização das aeronaves adotada pela Embraer”, disse Silva. “Vamos pressionar o governo para que sejam tomadas medidas concretas que impeçam essa mudança.”
Segundo ele, parte da produção do Legacy é financiada pelo governo federal, por meio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), o que justificaria a intervenção estatal.
O sindicato informou ainda que a mudança da linha pode afetar 800 trabalhadores ligados à produção do Legacy em São José, além de “funcionários da cadeia de fornecedores”. “Vivemos um momento em que milhares de trabalhadores brasileiros estão perdendo seus empregos”, disse Silva.

fonte/foto/Ovale

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