quarta-feira, 25 de abril de 2012

BIRD STRIKE COM EMBRAER E190 DA JETBLUE NOS EUA

Um Embraer ERJ-190 da JetBlue, matrícula N178JB, realizando o voo B6-571 a partir de Westchester County, NY para West Palm Beach, FL (EUA) com 54 passageiros e 4 tripulantes, sofreu bird strike ao decolar da pista 16.

A tripulação informou que "bateu  em dois grandes gansos " e  declarou emergência quando atingui 2000 pés.

Após nivelar foi orientado a pousar na pista 16, o que aconteceu 7 minutos após a decolagem.

Posteriormente  a pista foi fechada por 20 minutos até que os detritos dos pássaros fossem retirados.

O Embraer 190 de registro N249JB substituíu a aernave danificada, decolando para West Palm Beach com um atraso de 2,5 horas.

Os gansos impactou os pára-brisas e do fuselagem central.

FAA relatou danos ao pára-brisa.





fonte/AvHerald/foto/ FolhaSP
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MERCADO DE AVIÕES PARA AGRICULTURA SEGUE FIRME


A divisão agrícola da Embraer, que produz a aeronave Ipanema, registrou um aumento de 45% nas vendas em 2011, que chegaram a 60 unidades, e prevê repetir essa performance em 2012.

O Ipanema é a aeronave de maior longevidade e produção (1.200 unidades) da história da indústria Aeronáutica nacional, e sua evolução, com o desenvolvimento da versão que voa abastecida com etanol, transformou-o também em um símbolo de sustentabilidade, já que se trata do único avião no mundo com motor certificado para voar com etanol hidratado, o mesmo combustível utilizado em automóveis.

No ano passado, cerca de 30% das vendas do Ipanema foram para clientes de São Paulo, onde a Embraer registrou um salto de 300% nos negócios com os produtores rurais do Estado. "O crescimento da lavoura da cana-de-açúcar e a renovação da frota antiga de aeronaves foram os principais responsáveis por este incremento das vendas em São Paulo", explica o gerente de vendas da divisão agrícola da Embraer, Fábio Bertoldi Carretto.

Além do bom momento vivido pelo agronegócio, afirma Carretto, a linha de financiamento oferecida pelo Finame Agrícola, do BNDES, também ajudou a alavancar os negócios da empresa.

Em 2011, entre 80% e 85% das aeronaves Ipanema vendidas pela Embraer foram financiadas e de 20% a 25% dos negócios foram fechados com recursos próprios dos clientes. Outras fontes de financiamento que vêm sendo utilizadas pelos clientes do Ipanema são os Fundos Constitucionais do Centro-Oeste (FCO) e do Nordeste (FNE).

"As taxas de juros foram reduzidas pela metade, na faixa de 5,5% ao ano, e isso estimulou bastante a compra de novas aeronaves para atender ao crescimento da demanda no agronegócio", disse Bruno Vasconcelos, diretor executivo da Sana Agro Aérea.

Com uma frota de 12 aeronaves Ipanema próprias e uma arrendada, a Sana também aproveitou as vantagens do financiamento para comprar a aeronave de número doze, entregue pela Embraer em janeiro deste ano. O foco de atuação da empresa, segundo o executivo, está em São Paulo e Minas, sobretudo para a pulverização de insumos nas culturas de cana, citrus e florestas de eucalipto e pinus.

"A pulverização aérea é um dos métodos mais inteligentes e eficazes de mecanização do campo. Além de alta produtividade em termos de hectares por hora, conseguimos maior uniformidade na aplicação e evitamos perdas na colheita causadas por amassamento na cultura", ressaltou. A aplicação por avião, segundo ele, pode ser feita em terrenos acidentados, onde os tratores não alcançam, e também em períodos de chuva.

No Brasil, de acordo com o gerente da Embraer, entre 85% e 90% das vendas de Ipanema já são da versão que voa com etanol. "A procura por aviões a gasolina é maior na região Sul do país, que possui a frota mais antiga e representa 30% do total de Ipanema em operação hoje no país". Do total de Ipanema comercializado pela Embraer, 40% opera na região Centro-Oeste do Brasil.

O Ipanema é utilizado principalmente na pulverização de defensivos agrícolas e, na atual versão, pode carregar até 900 litros de produto. Segundo Carretto, a aeronave custa R$ 700 mil e pode fazer até 120 hectares por hora. Seu principal concorrente são os pulverizadores terrestres, que abocanham entre 85% e 90% desse mercado, mas com a desvantagem na produtividade.

"Os equipamentos terrestres pulverizam apenas 50 hectares por hora", ressaltou. Outra vantagem competitiva que o executivo destaca para a utilização do avião movido a etanol é o custo do combustível. "O litro da gasolina de aviação varia de R$ 3,85 a R$ 3,90, enquanto o litro do etanol sai por cerca de R$ 1,60 a R$ 1,65". Além do preço atrativo e do menor impacto ambiental, o Ipanema movido a etanol é 7% mais potente do que a versão a gasolina, afirma Fábio Carretto.

Desde o ano passado, a divisão agrícola da Embraer esforça-se para colocar o Ipanema em outros países. Para os próximos dois anos, as apostas são Argentina, Paraguai e Uruguai, onde a aeronave já é homologado para operar e pode ser vendida na versão que utiliza gasolina de aviação.

O Brasil tem a segunda maior frota de aviões agrícolas do mundo, com cerca de 1.500 unidades. A Embraer já comercializou mais de 1.200 unidades do Ipanema, e aproximadamente 1.000 delas estão em operação.

 fonte/ValorEconomico
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PEÇAS DO KING AIR QUE CAIU EM JUNDIAÍ SÃO LEVADAS PARA SÀO PAULO

As peças do avião bimotor King Air, modelo C 90 (prefixo PP-WCA), que caiu em Jundiaí na sexta-feira, estão sendo levadas a São Paulo, onde serão analisadas pelo Seripa 4 (Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos), órgão da Aeronáutica que cuida do tráfego aéreo e da investigação de acidentes.

O avião, pertencente a um empresário de Rio Preto, passou por manutenção no aeroporto de Jundiaí nos últimos dias. O piloto Rui Barbosa Martins Junior morreu carbonizado no acidente e era o único a bordo da aeronave, conforme confirmou a Aeronáutica. Por meio de sua assessoria de imprensa, o Seripa 4 informou ontem que a perícia não busca descobrir culpados, mas são feitas para fins de prevenção.

A informação foi dada depois que a Aeronáutica informou que o piloto não tinha brevê para pilotar aeronaves como a que caiu na sexta-feira.
O prazo para a conclusão das análises varia em até um ano e meio, dependendo da gravidade do acidente, mas não há um prazo mínimo.
Ainda de acordo com o órgão, durante as investigações, medidas preventivas podem ser colocadas em prática para evitar novos acidentes provocados pelos mesmos problemas.

Dúvida  /No dia do acidente, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros apontaram duas vítimas no avião porque o plano de voo indicava duas pessoas à bordo,

O Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) afirmou, por meio de nota, que a rotina do aeroporto de Jundiaí não deverá ser alterada pelo fato de o número de ocupantes na hora do acidente não bater com a relatada no plano de voo.

“As informações são de responsabilidade do piloto comandante, pois tratava-se de aeronave de uso exclusivo privado”, explicou a Aeronáutica, não sendo necessária a comprovação do embarque de outro passageiro. “É o que acontece em veículos de passeio, por exemplo. O motorista não é obrigado a declarar quantas pessoas estão embarcando nem quem são, somente não poderá ultrapassar a quantidade permitida para o modelo de veículo e deve ser habilitado para tal transporte”.

Falta de habilitação / O piloto Rui Barbosa não possuía habilitação para o modelo de aeronave em que se acidentou, mas tinha cursos e documentos para pilotar outros modelos de aviões particulares.
Uma das suspeitas é que ele tenha identificado a presença de outro piloto, habilitado para pilotar a aeronave, para burlar a sua falta de documentação.

A Aeronáutica não explicou a quem cabe esse tipo de fiscalização nos aeroportos, nem que tipo de medidas poderão ser tomadas a quem autorizou o piloto a decolar com um avião sem habilitação específica.

fonte/DiarioDeSaoPaulo

POLÍCIA ABRE INQUÉRITO PARA APURAR QUEDA DE AVIÃO EM JUNDIAÍ

A Polícia Civil de Jundiaí (SP) abriu inquérito para apurar as causas da queda de um avião bimotor na sexta-feira (19).
 
O piloto Rui Barbosa Martins Junior Morreu no acidente. Ele saiu do aeroporto de Jundiaí com destino a São José do Rio Preto, mas assim que decolou, o avião ganhou pouca altura.

Rui Barbosa chegou a informar a torre de controle sobre uma pane. Logo em seguida, a aeronave caiu e explodiu, a 300 metros da pista de pouso.

Segundo informações do aeroporto, a aeronave tinha acabado de passar por manutenção e fazia um voo de teste.

O Corpo de Bombeiros encontrou um corpo carbonizado, mas, de acordo com o plano de voo da aeronave, duas pessoas deveriam estar no avião – Rui Barbosa seria o copiloto.

Pelo menos quatro pessoas devem ser ouvidas nas próximas semanas. Estão relacionados o dono do avião, a mulher do piloto, o responsável pelo hangar onde a aeronave fazia manutenção e o piloto que aparece no plano de voo, mas não foi visto no local.

A polícia quer saber se houve imperícia ou negligência de alguém que possam ter contribuído para o acidente.

fonte/G1

QUASE UM ANO APÓS ACIDENTE AÉREO, FAMÍLIAS AINDA NÃO RECEBERAM INDENIZAÇÃO DE COMPANHIA EM RECIFE

 Os parentes de nove das 16 vítimas do acidente com bimotor modelo L-410 da empresa Noar Linhas Aéreas, ocorrido em julho de 2011, em um terreno baldio próximo à avenida Beira Mar, em Recife (PE), informaram que ainda não receberam a indenização da empresa.

Membros da AFAV-Noar (Associação de Familiares e Amigos das Vítimas do Voo Noar 4896) cobram agilidade nos acordos com a empresa. O grupo contestou ainda uma nota emitida pela Noar que daria a entender que as indenizações teriam sido pagas a 14 famílias.

Segundo o boletim, “A Noar Linhas Aéreas S.A., em conjunto com a seguradora Mapfre, realizaram o pagamento de indenizações a 14 familiares de vítimas do acidente com o voo 4896, que ocorreu em julho do ano passado, em Boa Viagem, no Recife”.
O presidente da AFAV-Noar, Geyson Soares, irmão de uma das vítimas, informa, porém, que a nota induz ao entendimento de que apenas duas famílias não receberam a indenização, o que não seria verdade.

A Noar confirmou que ainda falta o pagamento de nove indenizações, e disse que está à disposição para acordos. A empresa informou que todos os parentes já receberam o valor do seguro obrigatório, no valor de R$ 43 mil para cada.

Acidente
Segundo a FAB, a aeronave decolou por volta das 6h51 do dia 13 de julho e, logo em seguida,  informou à torre de comando que o avião estava com problemas. O piloto falou ainda que tentaria fazer um pouso forçado na praia de Boa Viagem. A aeronave caiu cerca de quatro minutos depois de decolar. Houve uma explosão e todos os ocupantes da  morreram, sendo 14 passageiros e dois tripulantes.

fonte/R7

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