sexta-feira, 31 de março de 2017

BIMOTOR CAI EM SOROCABA


Ao menos duas pessoas morreram após a queda de um avião de pequeno porte no bairro de Novo Horizontino, em Sorocaba, no interior de São Paulo, em um local próximo da cabeceira da pista do aeroporto da cidade. Segundo informações dos policiais militares presentes, o corpo de um casal foi encontrado entre os escombros do avião. O incidente ocorreu no início da tarde desta sexta-feira (31), e a aeronave explodiu após a colisão com o chão. Bombeiros e o corpo médico também estão no local.

O avião, um modelo bimotor turbohélice, tem prefixo PP-EPB. O acidente ocorreu às 14h52, segundo informações do Corpo de Bombeiros da cidade, em local de difícil acesso. As buscas por possíveis sobreviventes continuam. Segundo informações dos bombeiros, o avião vinha de Manaus, mas não se sabe qual era seu destino final, e teria caído assim que decolou do Aeroporto de Sorocaba. A aeronave ficou poucos minutos no ar antes de ir ao chão.

fonte/foto/RedeTV/RedesSociais/JetPhotos

Dados da aeronave

MATRÍCULA: PPEPB

Proprietário:
ITAPARA SPORT FISHING LTDA-ME
CPF/CGC:

Operador:
ITAPARA SPORT FISHING LTDA-ME
CPF/CGC:

Fabricante:
PIPER AIRCRAFT
Modelo:
PA-42
Número de Série:
42-8001035
Tipo ICAO :
PAY3
Tipo de Habilitação para Pilotos:
MLTE
Classe da Aeronave:
POUSO CONVECIONAL 2 MOTORES TURBOHELICE
Peso Máximo de Decolagem:
5080 - Kg
Número Máximo de Passageiros:

Tipo de voo autorizado:
IFR Noturno


Categoria de Registro:
PRIVADA SERVICO AEREO PRIVADOS
Número dos Certificados (CM - CA):
13715
Situação no RAB:

Data da Compra/Transferência:
131114


Data de Validade do CA:
14/10/20
Data de Validade da IAM:
260817
Situação de Aeronavegabilidade:
Normal
Motivo(s):

Consulta realizada em: 31/03/2017 17:26:02

PARTE DA FROTA DA LINHAS AÉREAS DE MOÇAMBIQUE NÃO REÚNE CONDIÇÕES DE VOO, GOVERNO RECONHECE


 
Manuela Rebelo, vice-ministra dos Transportes e Comunicações do Governo da República de Moçambique, reconheceu nesta quinta-feira, dia 30 de março, a existência de dificuldades operacionais e estruturais na companhia aérea nacional de bandeira LAM (Linhas Aéreas de Moçambique). 
 
Durante uma visita às instalações da transportadora aérea, cujo capital social é detido maioritariamente pelo Estado de Moçambique, a governante verificou que quatro dos sete aparelhos comerciais da empresa estão sem voar devido a problemas de manutenção.

“A bandeira da LAM deve ser a segurança. Se o equipamento não reúne condições, mesmo que seja um mínimo detalhe, é importante estar em terra, e primeiro resolver o problema para garantirmos uma viagem segura aos nossos passageiros”, justificou, a propósito, a vice-ministra Manuela Rebelo, que também reconheceu a existência de problemas estruturais na companhia.

“Temos estado a constatar alguns problemas nos voos. Atrasos, adiamentos e alguma reclamação do nosso público-alvo, não porque o Governo não soubesse que a LAM tem alguns problemas”, disse Manuela Rebelo, que apontou a falta de equipamento como um obstáculo premente para a mais antiga operadora do espaço aéreo do país. A governante visitou as instalações da companhia, no Aeroporto de Mavalane, em Maputo, precisamente na sequência de uma série de incidentes que ocorreram na companhia, nomeadamente avarias técnicas e diversos atrasos e cancelamentos de voos que têm suscitado o protesto dos passageiros e um ambiente de desconfiança entre os clientes do transporte aéreo.

Na sua edição desta quinta-feira, o ‘Notícias de Maputo’, principal jornal impresso de Moçambique, destaca as avarias que se têm verificado em aviões da LAM e cita declarações do diretor técnico da companhia, Pascoal Bernardo: “Os técnicos estão no terreno a trabalhar e logo que recebermos as peças vamos pôr as aeronaves a voar”. “Dentro de dois a três dias, teremos o material necessário e garantimos que os aviões voltam a operar”, garantiu.

Face às deficiências e falta de resposta da companhia nacional, proibida de voar no espaço europeu, por não cumprir com a regulamentação comunitária, nomeadamente, quanto a questões de segurança, Manuela Rebelo disse aos jornalistas nesta quinta-feira, após a visita à sede da LAM, que o espaço aéreo em Moçambique está livre para que outras companhias aéreas o explorem, “bastando para o efeito seguirem os procedimentos legais”.

Presentemente a LAM e a MEX, sua subsidiária para o transporte inter-provincial, são as únicas companhias regulares certificadas para transporte aéreo regular em Moçambique, o que lhes confere uma posição de monopólio. O mercado está aberto, mas a situação econômica do País não tem permitido o aparecimento de novos operadores aéreos. Alguns empresários têm manifestado o seu desagrado face à enorme burocracia e demora com que decorrem os processos de licenciamento de novas companhias, o que já tem levado alguns investidores a desistirem da ideia.

fonte/ foto/NewsAvia

quinta-feira, 30 de março de 2017

HELICÓPTERO DESAPARECIDO NO PAÍS DE GALES COM 5 PESSOAS A BORDO


Um helicóptero com cinco pessoas a bordo encontra-se desaparecido desde a tarde de quarta-feira, dia 29 de março, na Baía de Caernarfon, País de Gales, no oeste da Grã-Bretanha.

O aparelho, usado em voos fretados, viajava entre Milton Keynes, no norte do País de Gales, e Dublin, na República da Irlanda.

A polícia britânica confirmou o desaparecimento da aeronave e anunciou que foi desencadeada uma operação de busca com a participação de dois helicópteros da Guarda Costeira. Foi também lançado um alerta aos navios que navegam no mar da Irlanda, para estarem atentos e colaborarem nas buscas que, por via aérea, foram suspensas ao pôr do sol.

O helicóptero desaparecido é um Ecureuil II AS35 fabricado em 1982 pela Aerospatiale, empresa francesa que foi integrada na Airbus Helicopters. Tinha o registo G-OHCP.

fonte/foto/NewsAvia

VÍDEOS DO ACIDENTE COM BOEING 737 DA PERUVIAN AIRLINES EM JAUJA


BANGOR O AEROPORTO DAS EMERGÊNCIAS

No mundo das viagens de avião, a palavra emergência não é geralmente bem-vista. Todavia, há um aeroporto à beira do oceano Atlântico que se tem vindo a especializar precisamente nisso.
O Aeroporto Internacional de Bangor, localizado no Maine, nos Estados Unidos, recebeu, desde 2005,  1.170 aviões destinados a outras paragens. A maioria (709) dos desvios para Bangor nos últimos doze anos foi por questões ligadas a problemas com combustível. Seguem-se as relacionadas à meteorologia (254), emergências médicas (95), mecânicas (90) e, por fim, de segurança (22).

“É realmente algo que nasceu da nossa localização”, explica Tony Caruso, diretor daquele aeroporto desde 1996. “Mas temos uma pista boa, longa e larga; o nosso espaço aéreo não está congestionado e temos bom apoio da FAA [Federal Aviation Administration, Administração Federal de Aviação].” Com estas infraestruturas é possível, diz Caruso, “servir qualquer aeronave, civil ou militar”.

Começou precisamente por ser uma base militar. Hoje é o destino acidental de muitos passageiros em voos transatlânticos. É que o aeroporto de Bangor, com o código BGR, é o primeiro grande aeroporto nos Estados Unidos para os voos que partem da Europa e isso, aliado ao espaço aéreo livre, faz dele o aeroporto de recurso preferido dos pilotos.

Serve de posto de reabastecimento a cerca de 10 mil voos transatlânticos por ano. Mas a especialidade são as emergências.
Em outubro de 2004, o jornal americano "The Washington Post" escrevia “os incidentes são tão comuns que as enfermeiras locais dizem que frequentemente tratam pacientes de aviões desviados: uma hospedeira atacada, uma vítima de ataque cardíaco, uma mulher em trabalho de parto.”
A equipa do aeroporto tem de estar, por isso, sempre alerta. E todos têm de ter treino em tudo, explica Caruso: assim, até o jardineiro a cortar a relva à beira da pista pode estar em minutos a fazer a assistência a uma aeronave.

“Temos realmente um bom sistema aqui. Somos continuamente testados. Planeamos e fazemos exercícios, mas estamos constantemente em treino todos os dias através dos nossos trabalhos”, diz o diretor do aeroporto. “Cada situação é única, mas trabalhamos bem com as agências chave”.

“Não é raro recebermos chamadas de aviões a 20 minutos de distância e estar prontos para os receber”, conta Caruso ao ‘Telegraph’. “A nossa equipa entende o papel que Bangor desempenha na indústria. Os nossos trabalhadores sentem um orgulho. Acho que não há outro lugar no mundo como este.”

Depois dos ataques ao World Trade Center (2001), em Nova Iorque, Estados Unidos, o Aeroporto Internacional de Bangor passou a desempenhar novos papéis: área de serviço para os voos a caminho - ou de regresso - da guerra; e sala de espera para voos em cuja lista de passageiros venha algum nome suspeito.

Durante a guerra no Médio Oriente, servia para reabastecer os aviões a caminho do Iraque ou do Afeganistão. Em pouco mais de um ano, notava o ‘Post’, em 2004, 648 aviões, com 116.116 operacionais das forças armadas americanas tinham passado pelo BGR. “Bangor é a primeira, ou última, oportunidade para eles [os militares] pisarem o solo americano”, escrevia, então o jornal.
Com uma pista de 3,5 quilómetros, o Aeroporto Internacional de Bangor, como a cidade, está pronto para receber todos aqueles que tenham de cortar a viagem a meio. Sejam eles Clint Eastwood ou Harrisson Ford; presidentes ou candidatos a tal. E até aqueles se percam no caminho, como Erwin Kreuz, podem contar com a ajuda do BGR.

Da Alemanha para São Francisco, com Bangor pelo meio
Erwin Kreuz chegou aos Estados Unidos (EUA), vindo da Alemanha Ocidental, em outubro de 1977. Durante quatro dias, conta o Bangor Daily News do dia 20 de outubro desse ano, o homem pensava estar nos subúrbios de São Francisco, na costa oeste dos EUA. Todavia, quando pediu a um taxista para o levar para o centro da cidade norte-americana, o motorista disse-lhe que essa seria uma viagem de 6.000 quilometros.

É que o alemão, na altura com 49 anos, estava no lado oposto do continente americano, na pequena cidade de Bangor, onde o avião em que seguia parou para reabastecer e para tratar das questões alfandegárias, já que aquele é o primeiro grande aeroporto para quem chega da Europa.

A tripulação mudou em Bangor, espécie de entreposto para os voos transatlânticos. Uma assistente de bordo que ali ia sair parou junto de Kreuz e disse ao alemão que aproveitasse a estada em São Francisco. “Kreuz ainda estava meio a dormir e provavelmente não ouviu alguns dos outros avisos sobre o desembarque apenas para uma pequena paragem”, escreve o jornal.

Pegou na mala, saiu do terminal e chamou um táxi. Apesar de não falar inglês, Kreuz conseguiu pedir para ir a um hotel. Passeou pela cidade, viu como funcionam as casas e os negócios americanos (aquilo de que estava à procura nos EUA).

E apesar de estar nervoso por não saber ao certo como ia voltar para casa, Erwin Kreuz conheceu quem o ajudasse. As peripécias que viveu transformaram-no de um simples funcionário de uma cervejeira alemã numa estrela. Tornou-se membro do clube Rotary local, recebeu terrenos e foi até feito membro honorário da tribo Penobscot.

Mas a história do turista acidental não fica por aqui: celebrou o 50.º aniversário com direito a tratamento protocolar, contava o "Nashua Telegraph" em 1977. Na Casa do Estado do Maine foi recebido pelo então governador James B. Langley e conheceu vários oficiais daquele estado norte-americano. Atrás dele, a imprensa acompanhava de perto.

Entretanto, um jornal de São Francisco pagou a viagem a Kreuz, que foi tratado como membro da reealeza, limousines incluídas, que pode, assim, finalmente chegar ao seu destino. Conheceu mais dignitários, visitou um rodeo, passeou nos famosos elétricos, comeu e bebeu. Recebeu mais chaves de cidades e até rebites da Golden Bridge. No fim, acabou na Chinatown, a ser batizado como membro honorário da família Wong (que tinha, à data, qualquer coisa como 60 mil membros).

Com o passar do tempo, a atenção mediática foi desvanecendo. E apesar de querer ir viver para os EUA, teve três pedidos de casamento, mas nenhuma oferta de emprego. Kreuz voltou a Bangor em 1978, para inaugurar um centro comercial, onde lhe ofereceram trabalho para a manutenção desse mesmo shopping. Comparando o que ia receber com aquilo que recebia na Alemanha (mais os benefícios sociais), percebeu que não valia a pena.

Porém, a fama e uma entrevista onde disse preferir a cerveja concorrente àquela em que trabalhava há quase uma década, fê-lo perder o emprego dos dois lados do Atlântico.
Voltou ainda em 1979, mas as páginas nos jornais já não eram as mesmas. O interesse na história foi esfumando. E à medida que os aviões mais modernos deixavam de precisar de abastecer em Bangor, também a relevância do aeroporto foi-se circunscrevendo: é, agora, o destino de emergência; melhor: é a capital das aterragens de emergência.

fonte/Economico.pt/foto/Pinterest

EMBRAER FAZ PRIMEIRO VOO DO JATO MAIS EFICIENTE DO MUNDO


A Embraer realizou nesta quarta-feira o primeiro vôo do jato E195-E2, o mais eficiente avião comercial do mundo para rotas domésticas. O 'batismo' do avião ocorre três semanas após a cerimônia de apresentação.

Nos céus de São José dos Campos, a aeronave foi vista no início da tarde. O avião decolou às 11h22 das instalações da Embraer, e voou durante duas horas.

O jato tem custo por viagem 20% menor, com economia de até 24% de consumo. "Com nível de eficiência único, o E195-E2 oferece aos nossos clientes a oportunidade de desenvolver novos mercados com maior lucratividade sem comprometer a competitividade de custo unitário. É uma máquina de geração de resultado", disse John Slattery, presidente da Embraer.

fonte/OVale/foto/Divulgação

quinta-feira, 23 de março de 2017

ATR DA TOTAL SAI DA PISTA EM PORTO DE URUCU, COARI, AMAZONAS

Um avião ATR42-500 da companhia brasileira Total Linhas Aéreas, matrícula PR-TTH, saiu de pista e imobilizou-se na mata da floresta que rodeia o Aeroporto do Porto de Urucu, em Coari, no interior do Estado Amazonas, no norte do Brasil. A bordo seguiam apenas dois pilotos e dois tripulantes de cabina que desembarcaram ilesos. Contudo, o avião sofreu importantes danos na sua estrutura.

Segundo relato da estação de rádio ‘Radar10’ do ‘Portal Amazónia’, que confirmou a ocorrência junto de fontes locais, o incidente ocorreu pelas 21h00 locais da passada segunda-feira, dia 20 de março, mas só foi noticiado na quarta-feira, dia 22, pela Petrobras, empresa petrolífera estatal, que tinha fretado a aeronave para transportar funcionários que trabalham na Plataforma Petrolífera de Urucu, situada a cerca de 650 quilometros de Manaus, a capital do Estado Amazonas. No momento do pouso da aeronave chovia torrencialmente na zona do aeroporto.

A ‘Radar10’ referiu que a Força Aérea Brasileira distribuiu um comunicado em que esclarece que o incidente está a ser investigado pelo CENIPA, entidade nacional com autoridade para analisar e apurar as causas de incidentes e acidentes aéreos no Brasil.

A Total Linhas Aéreas atende a Petrobras no transporte de seus colaboradores, de Manaus, Coari e Carauari para Porto Urucu, onde a estatal realiza extração de petróleo e gás. Esta operação, realizada em plena Floresta Amazónica, é altamente dedicada e requer uma logística especial, que é garantida pela Total, empresa de fretamentos aéreos fundada em 1988 na cidade de Belo Horizonte, no Estado de Minas Gerais. A companhia tem um hangar próprio no Amazonas.

A Total Linhas Aéreas tem presentemente três ATR42-500 com capacidade para transportar até 47 passageiros e mais cinco Boeing 727-200 cargueiros que trabalham na Rede Noturna dos Correios, transportando mala postal por todo o Brasil, indica o site da empresa aérea.

fonte/foto/NewsAvia/AvHerald

domingo, 19 de março de 2017

GO AROUD IN SINT MAARTEN - WESTJET


HELICÓPTERO CAI EM ARAUCÁRIA, PARANÁ (18.03.2017)


Helicóptero caiu na tarde desta sexta-feira (17) (Foto: Divulgação/Polícia Militar de Operações Aéreas) 
Helicóptero caiu na tarde de sexta-feira (17) 
(Foto: Divulgação/Polícia Militar de Operações Aéreas)
 
Um helicóptero BELL 206B, matrícula PT-YHH,  caiu, por volta das 15h30, em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba. O Corpo de Bombeiros informou que quatro pessoas ficaram feridas, sendo duas em estado grave. Todas estavam no helicóptero.

Os feridos em estado gravem foram encaminhados aos hospitais do Trabalhador e Evangélico, na capital. Os outros feridos foram levados para o Hospital Nossa Senhora do Rocio, em Campo Largo, também na região metropolitana.

A primeira informação repassada pelos bombeiros era de que ao menos cinco pessoas estavam feridas, e que uma estava em estado grave, mas o número foi corrigido posteriormente.

O acidente foi no cruzamento da PR-423 com a Avenida das Nações, no bairro Estação, próximo à Câmara de Vereadores. Por causa da queda, a Rodovia do Xisto chegou a ficar interditada, mas as pistas já foram liberadas.

A lataria do helicóptero ficou retorcida, mas não houve explosão, disse a prefeitura. Ainda não se sabe o que provocou a queda do helicóptero.

fonte/foto/G1

Dados da aeronave via RAB

MATRÍCULA: PTYHH

 
 
Proprietário:
ICARAI TURISMO TAXI AEREO LTDA
CPF/CGC:

Operador:
ICARAI TURISMO TAXI AEREO LTDA
CPF/CGC:

 
Fabricante:
BELL HELICOPTER
Modelo:
206B
Número de Série:
4468
Tipo ICAO :
B06
Tipo de Habilitação para Pilotos:
HMNT
Classe da Aeronave:
HELICOPTERO 1 MOTOR TURBOEIXO
Peso Máximo de Decolagem:
1520 - Kg
Número Máximo de Passageiros:

Tipo de voo autorizado:
VFR Diurno


Categoria de Registro:
DUPLA CATEGORIA-TPX/SAE-AN
Número dos Certificados (CM - CA):
15190
Situação no RAB:

Data da Compra/Transferência:
051206


Data de Validade do CA:
06/08/19
Data de Validade da IAM:
190717
Situação de Aeronavegabilidade:
Normal
Motivo(s):

Consulta realizada em: 19/03/2017 12:13:12

EMBRAER E-175LR DA REPUBLIC AIRWAYS SAI DA PISTA EM NOVA YORK


Um avião Embraer 175LR, regisrto N212JQ, da companhia norte-americana Republic Airways, que voa ao serviço da Delta Connection saiu do taxiway na manhã do sábado, dia 18 de março, depois de aterrar no Aeroporto de La Guardia, em Newark/Nova Iorque.

Não se registraram acidentes pessoais e todos os 77 passageiros desembarcaram em segurança. Desconhecem-se os motivos porque o avião saiu num caminho de circulação do segundo mais importante aeroporto do Estado de Nova Iorque, mas a neve pode ser responsável pelo incidente pois havia muito gelo acumulado no aeroporto, o que poderá ter dificultado a operação e confundido os pilotos quando levavam a aeronave para a zona de parqueamento.

O voo DL5964 era proveniente de Chicago, tendo o avião pousado cerca das 11h20 locais (16h20 UTC). Autoridades aeroportuárias disseram aos canais televisivos que os estragos parecem pouco importantes, mas a verdade é que só depois de uma inspeção qualificada é que serão avaliadas as avarias sofridas pela aeronave.

fonte/foto/NewsAvia

quinta-feira, 9 de março de 2017

MD-83 SAI DA PISTA AO ABORTAR DECOLAGEM NO AEROPORTO DE WILLOW RUN, MICHIGAN


Um avião comercial MD-83 da companhia norte-americana Ameristar Jet Charter, matrícula N786TW, saiu de pista no início da tarde desta quarta-feira, no Aeroporto de Willow Run, no Estado do Michigan, tendo sofrido importantes danos materiais.

Os ocupantes, entre os quais se contavam os elementos da equipa masculina de basquetebol da Universidade do Michigan, saíram ilesos, se bem que se contem alguns feridos ligeiros, que foram assistidos por equipas de socorro locais.

O incidente terá ocorrido quando o avião rolava na pista para levantar voo, cerca das 14h55 locais (21h55 UTC). Devido aos ventos fortes que se faziam sentir o comandante decidiu abortar (arremeter, na gíria brasileira) a descolagem, mas os travões não obedeceram tal como esperava e a aeronave saiu pela cabeceira de pista e imobilizou-se a cerca de 345 metros do final da pista (ver abaixo desenho apresentado pela aviation-safety.net), tendo inclusive saltado uma cerca de arame da pista, depois de um primeiro impacto numa zona de terra na área de segurança do aeroporto.



As primeiras indicações é de que não há feridos graves e a Universidade do Michigan já publicou nas redes sociais que a comitiva desportiva que se deslocava para Washington para um jogo oficial, aguarda transporte em outra aeronave, com um problema, ainda anão resolvido por enquanto, que é o facto das bagagens e equipamentos estarem presos no avião sinistrado, ao qual não podem acessar.

As autoridades aeroportuárias também confirmaram o incidente e manifestaram satisfação por não terem sido registrados danos pessoais entre os ocupantes da aeronave, que tinha sido fretada pela Universidade de Michigan e se dirigia para o Aeroporto Internacional de Washington/Dulles, no Distrito Federal.

Por enquanto desconhece-se o número de passageiros e de tripulantes que seguiam a bordo do MD-83 da Ameristar Jet Charter, um avião construído em 1992, com 25 anos de serviço.

fonte/foto/NewsAvia

PROBLEMAS NA PISTA DO AEROPORTO DE NATAL

A uma semana do leilão de mais quatro concessões, o governo recebeu uma notícia surpreendente: a pista do novo aeroporto de Natal está com problemas graves em sua base e deverá ser fechada em breve para uma reforma estrutural. Na prática, ela corre o risco de "afundar" se a falha não for corrigida, conforme relataram técnicos da Inframérica a autor.
 
O detalhe é que a pista foi inaugurada oficialmente pelo governo da ex-presidente Dilma Rousseff menos de três anos atrás. Era uma espécie de xodó do Batalhão de Engenharia do Exército (BEC), que tocou a construção como obra pública, com recursos transferidos do caixa da Infraero. A Inframérica arrematou a concessão do aeroporto até 2039 e ficou imcubida de erguer o terminal de passageiros.
 
Mais do que um fato isolado, o episódio foi interpretado por fontes da iniciativa privada como demonstração dos riscos envolvidos nas concessões de infraestrutura. A reforma da pista, se for aprovada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), terá que ser bancada pela própria concessionária. Ela não tem garantia nenhuma de que será ressarcida pelo custo da obra por eventuais restrições operacionais.
 
Enquanto durar a reforma, que deve consumir alguns meses, pousos e decolagens serão feitos pela pista de taxiamento dos aeronaves. Trata-se, no entanto, de uma pista sem o mesmo balizamento e que não permite operações noturnas. Com isso, haveria menos voos de e para Natal.
 
fonte/ValorEconomico

quarta-feira, 8 de março de 2017

AIRBUS 380 PERDENDO ESCADA PARA TENTAR CONTINUAR NO MERCADO

© Swipe News, SA © Fornecido por ECO - Economia Online

A Airbus está a estudar acabar com a grande escadaria de entrada do A380, o maior avião comercial do mundo, e torná-la mais estreita e modesta, numa tentativa de cortar custos. Além disso, a fabricante de aeronaves está a ponderar introduzir dispositivos de poupança de combustível nas asas, para ganhar eficiência.

Segundo a REUTERS, que avança a informação, a transformação do avião implicaria acrescentar 40 a 50 lugares, aumentando a capacidade para mais de 600 lugares e reduzindo, assim, os custos por passageiro. Para conseguir espaço para esses lugares, a Airbus terá, precisamente, de prescindir da grande escadaria que tem à entrada do avião, além de ter de modificar a escadaria em caracol ao fundo do avião.

Os planos ainda estão por aprovar, mas, a avançarem, representam mais uma machadada no maior avião comercial do mundo. No final do ano passado, o A380 perdeu mais um cliente, depois de o Irão ter anunciado que não quer nenhum destes aparelhos no lote de aviões que encomendou à Airbus.

Foi apenas um exemplo das dificuldades que a fabricante tem tido para encontrar compradores para o A380, cuja produção já encolheu para metade. Até 2018, a Airbus antecipa vender apenas um A380 por mês, mas a administração mantém-se confiante. “O momento do A380 virá”, disse o chefe de vendas da Airbus, John Leahy, numa conferência, esta semana.

fonte/foto/MSN/EconomiaOnLine

COM NOVO JATO, EMBRAER BUSCA CONQUISTA DE UM NOVO MERCADO

Embraer E2 Foto: Divulgação / Embraer
Apresentando nesta terça, o E195-E2 é o maior avião fabricado no Brasil e nasce com uma missão: ser a ‘mais eficiente’ aeronave comercial do mundo para as rotas domésticas, segundo o planejamento da empresa

Xandu Alves
São José dos Campos
Apostando em eficiência, a Embraer quer conquistar o mercado de empresas aéreas de baixo custo com o lançamento do jato comercial E195-E2, apresentado ao público ontem, em São José dos Campos.
Trata-se do maior avião projetado e fabricado no país, e, de acordo com a Embraer, o ‘mais eficiente avião comercial do mundo para rotas domésticas’. A aeronave tem capacidade para até 146 passageiros e valor de mercado de aproximadamente US$ 66 milhões.
Com voo inaugural previsto para os próximos meses, o jato entrará em serviço em 2019. Ele pertencente à segunda geração dos novos jatos da Embraer, os E-Jets E2, cujo programa recebeu US$ 1,7 bilhão em investimentos desde 2013, quando foi lançado.
Diferenças. Entre as vantagens da nova aeronave, segundo a Embraer, estão custo 20% menor por viagem, custo por assento similar ao de modelos maiores, três fileiras a mais de cadeiras comparado ao E195, 800 quilômetros a mais de alcance, maior eficiência de combustível e capacidade de transportar 10% mais passageiros com o mesmo peso do avião concorrente direto --CS100, da Bombardier.
“O E195-E2 tem potencial de mudar significativamente o perfil de frota das companhias aéreas em todo o mundo”, afirmou John Slattery, presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial. “Torna-se o avião ideal tanto para crescimento de empresas regionais como complementação de frota de empresas de baixo custo e de linhas principais”.
Companhias. No Brasil, a Gol Linhas Aéreas é a principal empresa a atuar no mercado de baixo custo. A companhia ainda não utiliza aviões da Embraer em sua frota, mas aeronaves da Boeing.
Também atuando nesse mercado, a Azul Linhas Aéreas utiliza modelos da Embraer e já comprou 30 unidades do novo E195-E2. O novo avião já conta com 90 unidades vendidas no mundo, valor que supera US$ 5,5 bilhões.
Tanto sucesso é creditado à eficiência que a fabricante conseguiu ao desenvolver a aeronave, contando com experiência de mais 17 milhões de horas voadas nos E-Jets atuais, com uma frota de mais 1.300 unidades. “O avião terá uma economia de até 24% de consumo e 20% nos custos de manutenção por assento quando comparado ao atual E195”, disse Luís Carlos Affonso, vice-presidente de Operações, Embraer Aviação Comercial.
“Parte dessa economia será atingida pela nova tecnologia de motores, mas o grande diferencial competitivo do [modelo] E195-E2 está na otimização da estrutura e dos seus vários sistemas”, completou.

 fonte/foto/OVale

terça-feira, 7 de março de 2017

HOMENAGEM DA EMIRATES PARA O DIA INTERNACIONAL DA MULHER


EMBRAER APRESENTA O NOVO JATO E1195-E2

Embraer apresenta o novo jato E195-E2

Embraer E2
A Embraer apresenta hoje, em São José, o maior jato comercial projetado e construído no Brasil: o E195-E2, com capacidade para até 146 passageiros e valor de mercado de US$ 66 milhões.

O jato é um novo passo da Embraer para atacar o segmento das empresas aéreas de baixo custo. A Azul já comprou 30 aviões do modelo, que entrará em operação em 2019.

Para a Embraer, o novo jato “promete entregar os melhores custos operacionais em seu segmento, um ponto que é sempre sensível nos balanços das companhias aéreas”. A nova família de aviões comerciais da Embraer é conhecida como E2 e é composta por três aeronaves: E175-E2, E190-E2 e E195-E2.

Atualmente, a Embraer conta com 275 pedidos firmes para os três modelos, além de 415 cartas de intenções e direitos de compra, somando um total de 690 compromissos com companhias aéreas e companhias de leasing.

As primeiras entrega do E-190-E2, avião apresentado no ano passado, está planejada para o primeiro semestre de 2018, enquanto o E195-E2 está previsto para entrar em serviço em 2019. A menor variante dos novos aviões, o E175-E2, deve chegar ao mercado em 2021.

fonte/foto/OVale/Divulgação

quinta-feira, 2 de março de 2017

ACIDENTE COM HELICÓPTERO NA PLATAFORMA P-37 NA BACIA DE CAMPOS

O Sindipetro-NF confirmou a notícia de que uma aeronave da OMNI, S76C, PREFIXO PR-MEY, tombou ao pousar no heliponto de P-37, no dia 01 de março. Pelas informações repassadas até o momento há três feridos leves, sendo um da equipe do heliponto, mas a aeronave encontra-se tombada na plataforma. Pelas informações passadas pela categoria, durante a manobra de pouso, os flutuadores teriam sido acionados indevidamente, as paletas do rotor principal teriam quebrado e havido um princípio de incêndio que foi controlado. A hélice chegou a tocar no heliponto, segundo a Petrobras.

Apesar da pressão e do assédio que os trabalhadores de P-37 estão sofrendo nesse momento, o Sindipetro-NF orienta a categoria a bordo que tente repassar informações para que a entidade possa atuar melhor. Em paralelo, diretores sindicais estão cobrando mais informações da gestão.
“O Sindipetro-NF já batalhou muito, por vários anos, para garantir o direitos dos embarcados de voar com segurança. O último acidente com fatalidade aconteceu em 2011, e essa política equivocada de economia na Petrobrás pode acabar por interferir também na segurança aérea. É contra isso que os petroleiros devem estar atentos e denunciar qualquer anormalidade” – afirma o Coordenador do Sindipetro-NF, Marcos Breda.

NOTA DA PETROBRÁS


"A Petrobras informa que um helicóptero modelo S76C, de propriedade da empresa Omni Taxi Aereo, realizou nessa tarde (1/3) por volta das 14h, um pouso brusco na plataforma P-37 e tombou lateralmente no heliponto. A aeronave transportava dois tripulantes e oito passageiros. Seis profissionais da equipe de guarnição, que recebem a aeronave, estavam no heliponto. Quatro profissionais sofreram ferimentos leves e receberam o primeiro atendimento pelo médico da Unidade de Manutenção e Segurança Cidade de Araruama, que está acoplada à Plataforma P-37. Os profissionais foram desembarcados para avaliação médica em Macaé.

A aeronave havia decolado do heliponto de Farol de São Tomé para troca de turma na unidade. A P-37 está localizada no campo de Marlim, na Bacia de Campos e segue operando normalmente.

A Unidade de Manutenção e Segurança Cidade de Araruama possui heliponto disponível para embarque e desembarque de passageiros. A Petrobras comunicou às autoridades competentes e irá instaurar uma comissão para investigar as causas do acidente".  


O Site Ururau  entrou em contato com a assessoria da empresa Onni Táxi Aéreo que informou através de nota:
A Omni Táxi Aéreo informa que na tarde de 1० de março de 2017, por volta das 14h10, a aeronave do modelo Sikorsky S76 C++ , prefixo PR-MEY, realizou um pouso brusco seguido de um tombamento no helideck de uma unidade marítima offshore,   localizada na Bacia de Campos.
A aeronave transportava oito passageiros. Três deles e um operador de helideck apresentaram lesões leves. Todos foram atendidos pelo departamento médico da unidade e passam bem.
A Omni Táxi Aéreo acionou imediatamente o Plano de Resposta  a Emergências da empresa e comunicou o fato às autoridades aeronáuticas competentes. O Serviço Regional de Investigação e Prevenção Aeronáuticos (SERIPA 3)  será responsável por apurar as causas da ocorrência.

fonte/Campos24hoas/RedesSociais/SiteUrurau

Dados da Aeronave via RAB

MATRÍCULA: PRMEY

Proprietário:
BARCLAYS BANK, PLC
CPF/CGC:

Operador:
OMNI TAXI AEREO S.A
CPF/CGC:

Fabricante:
SIKORSKY AIRCRAFT
Modelo:
S-76C
Número de Série:
760766
Tipo ICAO :
S76
Tipo de Habilitação para Pilotos:
SK76
Classe da Aeronave:
HELICOPTERO 2 MOTOR TURBOEIXO
Peso Máximo de Decolagem:
5307 - Kg
Número Máximo de Passageiros:
012


Categoria de Registro:
PRIVADA SERV.TRANSP.AEREO PUBLICO NAO REGULAR TX.AEREO
Número dos Certificados (CM - CA):
18651
Situação no RAB:
ARREND. MERCANTIL/ARREND. OPERACIONAL/ARROLAMENTO
Data da Compra/Transferência:
101209


Data de Validade do CA:
29/07/22
Data de Validade da IAM:
290717
Situação de Aeronavegabilidade:
Normal
Motivo(s):

Consulta realizada em: 02/03/2017 10:56:58


quarta-feira, 1 de março de 2017

BRASIL TEM FROTA DE 2.083 AVIÕES AGRÍCOLAS EM OPEERAÇÃO


Rio Grande do Sul tem o maior número de empresas, enquanto Mato Grosso lidera o ranking de aeronaves e operadores privados

A frota aeroagrícola brasileira detém 2.083 aeronaves, segundo levantamento no Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB) da Anac, realizado em janeiro deste ano pelo engenheiro agrônomo e consultor do Sindag, Eduardo Cordeiro de Araújo. O estudo divulgou também outro dado importante para o setor: o país tem 240 empresas aeroagrícolas e 548 operadores privados.

Os dados são de dezembro de 2016 e indica que 1.328 aviões pertecem às empresas aeroagrícolas, embora seja crescente a aquisição de aeronaves por agricultores ou cooperativas, que hoje têm 727 aeronaves próprias. As 28 aeronaves restantes na conta são aviões pertencentes aos governos federais, estaduais, além de aparelhos de instrução, experimental ou protótipo.

Na divisão os estados que mais utilizam aeronaves no setor, o topo do ranking ainda é do Mato Grosso, com uma frota de 462 aviões, seguido do Rio Grande do Sul, com 418, e de São Paulo, com 311 aeronaves agrícolas registradas. Juntos, estes três Estados abrangem mais da metade da frota nacional, com percentual superior a 50%.

Cerca de 900 aviões estão divididos entre 19 unidades da Federação. Por ordem decrescente de frota estão Goiás (277), Paraná (140), Mato Grosso do Sul (108), Bahia (99), Minas Gerais (71), Tocantis (36), Maranhão (26), Alagoas (20), Rondônia (17), Pará (17), Distrito Federal (17), Piaú (16), Roraima (14), Santa Catarina (13), Rio de Janeiro (6), Pernambuco (6), Espírito Santo (4), Amazonas (4) e Acre (1).

Crescimento considerável
Desde 2008, a frota brasileira cresceu 44%, uma média de 5,5% ao ano, sem considerar os altos e baixos da economia no período. A série histórica do consultor, e uma das principais autoridades brasileiras no setor, não conta com o levantamento de 2015. Mas a lacuna pode ser completada com a estimativa do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes (Cenipa, vinculado ao Comando da Aeronáutica), que apontou 2.035 aviões agrícolas em dezembro daquele ano.

O estudo ainda não considera o número de helicópteros agrícolas, já que a ANAC não possui dados em separado desse tipo de aeronave. No entanto, é possível concluir que há apenas seis helicópteros operando em lavouras no Brasil, que atualmente pertencem à única empresa homologada para esse tipo de operação no País e que fica no Estado de São Paulo.

A modalidade está ressurgindo no País, depois de cerca de 40 anos ausente. A volta dos aparelhos de asas rotativas nas lavouras foi possibilitada, sobretudo, pelo surgimento de equipamentos com menor custo operacional.

fonte/CanalRural/foto/ArquivoBlog

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