terça-feira, 15 de junho de 2010

F-18 DURANTE O "TELETRANSPORTE"


F/A-18E/F da Royal Australian Air Force

Aparentemente, o Boeing F/A-18E/F Super Hornet da Royal Australian Air Force tem a capacidade de se teletransportar. Ou então os australianos descobriram uma maneira de criar jatos de combate a partir de nuvens de vapor. 

F/A-18E/F Super Hornet em baixa altitude

Ou talvez sejam apenas rastros de vapor formados pelas asas do jato, enquanto os pilotos da RAAF manobram em baixa altitude.

fonte/foto/RAAF/TheDewLine/Gizmodo


EAB 2010 - SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - 17 A 20 DE JUNHO

VÍDEO - C-130 DA FAB - COMBATENDO INCÊNDIO

AIR CANADÁ FIRMA COMPROMISSO DE EMPRÉSTIMO COM EMPRESA JAPONESA PARA COMPRA DE AERONAVES

Air Canada Boeing 767-300ERImage via Wikipedia

A Air Canadá firmou compromisso de  empréstimo com a empresa japonesa GE no valor de até US$ 170,5 milhões, para financiar parte da compra de dezesseis aeronaves, que atualmente estão sendo alugadas e operadas pela empresa aérea.

O empréstimo será disponibilizado para financiar até US $ 128,5 milhões do valor da compra de oito aviões Airbus A319 e quatro Boeings B767-300ER em 2011, com prazo de sete e quatro anos, respectivamente. O empréstimo também estará disponível para financiar até US $ 42 milhões da quantia necessária para a compra de quatro aviões Airbus A319 em 2012, com um prazo de cinco anos.
 
fonte Mercado&Eventos
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IATA QUER REDEFINIR LUGAR DA AVIAÇÁO

IATA LogoImage via Wikipedia
O poder dos clientes – eleitores Presstur 08-06-2010 (09h25) Levar os passageiros a serem “activistas” das causas da aviação, nomeadamente na exigência de que os governos desbloqueiem os estrangulamentos do sector, é o cerne da “agenda 2050” apresentada ontem à Assembleia Geral da IATA reunida em Berlim pelo seu director-geral e CEO, Giovanni Bisignani, que anunciou ser este o seu último ano na liderança da Associação.
O “racional” que Bisignani apresentou ontem à 66ª Assembleia geral da IATA reunida em Berlim, parte de um pressuposto: a aviação evoluiu drasticamente, designadamente em matéria de segurança, e tem conseguido enormes ganhos de produtividade, mas continua a ser um sector vulnerável às crises e choques que abalam o mundo e, sobretudo, apresenta margens de lucro irrisórias.

É tempo de dizer “basta”, disse e repetiu Bisignani, que mais do que um balanço de quem acabou por anunciar que considera chegada a hora de dar por “completadas as funções” que assume desde 2002, definiu uma “agenda” a 40 anos de distância.

“Chegou o tempo de pensarmos em grande”, disse Bisignani, que, parafraseando o “yes we can” de Obama, apontou o caminho do que definiu como um futuro sustentável, em que o sector passe de uma margem de 0,5% (como é a estimativa da IATA para este) para 10%.

“Em apenas uma década vejo cem mil milhões de lucros em um milhão de milhões de receitas. E quando nos aproximamos de 2050, esta margem de 10% será muito mais robusta”, previu Bisignani, que lembrou outras “ideia malucas” que liderou e que hoje são realidades, como o bilhete electrónico e os bio-combustíveis.

“Esta visão pode ser o nosso futuro”, frisou o director-geral e CEO da IATA, que lembrou às centenas de executivos da aviação mundial presentes em Berlim que na última década o sector conseguiu “enormes mudanças”, como cortar para um terço a taxa de fatalidades em acidentes aéreos, sobreviver com o barril de jet fuel a 144 dólares, aumentar a produtividade do trabalho em 63% e levar as alianças “da infância e 56% do tráfego”.

A questão levantada por Bisignani é que a despeito destas realizações e da recente crise da nuvem de cinzas na Europa ter evidenciado quão essencial é aviação nas nossas sociedades, o sector é ainda um “mal-amado”.

“Os governo regulam em excesso o nosso sector e estimam de menos o nosso papel”, acusou Bisignani, que colocou os passageiros como agente essencial para uma mudança.

“Quem pode mudar a atitude dos Governos”, questionou para enfatizar que são os eleitores e que os eleitores são os passageiros das companhias aéreas.

“Hoje temos 2,4 mil milhões de potenciais defensores da indústria e este número cresce rapidamente”, sublinhou Bisignani, para quem o que falta é que esses passageiros sejam “activistas” das causas do sector, o que passa por a aviação melhorar a proposta de valor, em termos de preço, rapidez e qualidade.

Quanto a preço, Bisignani considerou que o trabalho está feito.
Voar custa actualmente menos 40% que antes da liberalização do sector e o transporte aéreo é mais acessível que alguma vez tinha sido.

Mas já quanto à rapidez e qualidade, Bisignani defendeu que há uma evolução a fazer, porque, disse, a infra-estrutura não acompanhou o desenvolvimento do transporte aéreo, provocando atrasos tanto em terra como em voo.

“Agora o nosso desafio é ganhar o apoio dos nossos clientes para responsabilizar os governos pelas suas acções”, preconizou Bisignani, que uma vez mais centrou as suas críticas nas legislações que limitam os investimentos de capital.

“Numa década em que as companhias aéreas perderam [em média] cinco mil milhões de dólares por ano, 574 companhias aéreas começaram a operar e menos de 200 desapareceram”, referiu, para enfatizar que são “muito baixas” as regras para uma companhia iniciar operações e “muito altas” quando se trata de sair do mercado.

O resultado, frisou, é que actualmente existem 1.061 companhia aéreas e o sector é, a nível mundial, “o mais fragmentado”, com os 20 principais grupos a representarem apenas metade do sector, mesmo depois da recente onda de fusões, levando a fracos níveis de rentabilidade e a que qualquer choque assuma as proporções de luta pela sobrevivência.

Para Bisignani, a solução passa por as companhias terem um quadro regulador que lhes permita ganhos de eficiências transfronteiriças, o que, por sua vez, só é possível quando os governos assumirem que a sua responsabilidade é assegurar a segurança e criar condições de concorrência justa, bem como quando todas as actividades relacionadas, dos aeroportos à navegação aérea, compreenderem que são as companhias aéreas a espinha dorsal da cadeia de valor do transporte aéreo.
Na “visão” que apresentou, e que também ela é “cíclica” na aviação, são os aeroportos que pagam às companhias aéreas, por lhes levarem clientes para as suas actividades comerciais, em lugar de cobrarem às transportadoras por movimentos e por passageiro.

E também são os aeroportos a financiarem a gestão da navegação aérea, que por sua vez também precisa de uma “mudança radical”, por forma a permitir os ganhos de produtividade e eficiência de que as transportaras necessitam.

fonte PressTur
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TAP LIDEROU TRÁFEGO NO AEROPORTO SÁ CARNEIRO, PORTO, NO MÊS DE MAIO

TAP Airbus A330-200Image via Wikipedia
Com 33 passageiros que a Ryanair Presstur 15-06-2010 (14h01) As companhias low cost passaram este ano a dominar o tráfego de passageiros de e para o Aeroporto Sá Carneiro do Porto, mas individualmente a TAP segurou neste mês a liderança, com 33 passageiros de avanço em relação à nº 2, a Ryanair, que tem base na Invicta desde Setembro de 2009.

Dados de tráfego do Aeroporto do Porto no mês de Maio a que o PressTUR teve acesso indicam que a TAP transportou 138.200 passageiros de e para a Invicta emquanto a Ryanair teve 138.167, mas enquanto em relação a Maio de 2009 a TAP teve um crescimento em 0,9%, a Ryanair, que tem estado a expandir a base do Porto, cresceu 40%.

Cada uma das companhias teve assim 32% do total de passageiros no Aeroporto do Porto em Maio, muito à frente das restantes transportadoras, a primeira das quais foi a easyJet, com 12,3% (53.029 passageiros, +45,3% que há um ano), e, seguidamente, Lufthansa, com 6,2% (26.961 passageiros, +8,4% que há um ano), e Transavia France, com 4,5% (19.424 passageiros, +18,7% que há um ano).

Em Maio, embarcaram e desembarcaram no Aeroporto do Porto 419.823 passageiros de voos comerciais, mais 15,5% que no mês homólogo de 2009.

As low cost lideraram, com 50,7% do total de passageiros (219.192, +33% que há um ano), as transportadoras regulares portuguesas tiveram 33,2% do total de passageiros (143.393, -1,8% que há um ano), as companhias regulares “tradicionais” estrangeiras tiveram 13,3% (57.238, sensivelmente o mesmo que há um ano), e em voos charter voaram 2,8% do total de passageiros (11.905, +102,5% que há um ano).
No segmento de voos low cost, depois da Ryanair, easyJet e Transavia France vem a Air Berlin, com 2% do total de passageiros no mês (8.846, +14,5% que há um ano).

Nas “tradicionais” portuguesas, depois da TAP está a SATA Internacional, com 1,7% do total de passageiros (7.493, -8,7% que há um ano), e nas regulares internacionais, depois da Lufthansa, vêm a Air Nostrum, franchisada da Iberia, com 2,9% (12.367 passageiros, -14,7% que há um ano), a Aigle Azur, com 2% (8.527 passageiros, -5,9% que há um ano), e a Brussels, com 1,4% (6.118 passageiros, +13,8% que há um ano).

Em número de voos, a TAP em a liderança destacada, com 1.909 chegadas e partidas, ainda assim –10,5% que há um ano.

A companhia portuguesa realizou 42,5% do total de movimentos de e para o Porto, à frente da Ryanair, com 20,3% (914 partidas e chegadas, +37,7% que há um ano), easyJet, com 8,5% (384 partidas e chegadas, +47,7% que há um ano), Air Nostrum, com 4,9% (221 partidas e chegadas, -10,9% que há um ano), e Lufthansa, com 4% (182 partidas e chegadas, -2,2% que há um ano).

Para os cinco meses de Janeiro a Maio, os dados do Aeroporto do Porto a que o PressTUR teve acesso indicam um crescimento médio do número de passageiros em voos comerciais de e para o Porto em 12,5%, para 1.859.907, apesar de uma redução do número de movimentos (partidas e chegadas) em 0,2%, para 21.051.

Neste período, as low cost (Air Berlin, easyJet Switzerland, easyjet Airlines, Ryanair, Hapag-Lloyd Express, Transavia France e Volare) transportaram 49,9% do total de passageiros (929.456, +29,8% que no período homólogo de 2009) e as companhias “tradicionais” regulares, 48,7% (906.766 passageiros, -0,3% que há um ano), com 36% das portuguesas (669.958, +1% que em 2009) e 12,7% das estrangeiras (236.808, -3,9% que em 2009).

As companhias charter representaram 1,2 do total de passageiros (22.959, -16% que em 2009).
Por companhias, a TAP, com 638.927 passageiros, +0,4% que há um ano, é a líder nos cinco meses, tendo uma quota de mercado de 34,4%.

Depois vêm a Ryanair, com 31,4% (584.557 passageiros, +39,7% que em 2009), a easyJet, com 12,8% (237.722 passageiros, +47,2% que há um ano), a Lufthansa, com 5,7% (105.575 passageiros, -1% que há um ano), e Transavia France, com 4% (74.338 passageiros, -10,8% que há um ano).

A completarem o Top10 das companhias que operaram de e para o Porto nos primeiros cinco meses de 2010 estão a Air Nostrum, com 3,1% do total de passageiros do Aeroporto (58.441, -9,6% que há um ano), Aigle Azur, com 2% (36.612, -8,1% que há um ano), Air Berlin, com 1,8% (34.207, +12,5% que há um ano), SATA Internacional, com 1,8% (33.769, +0,9% que há um ano), e Brussels Airlines, com 1% (18.812 passageiros, -5,1% que há um ano).

Em número de movimentos (partidas e chegadas) a TAP é líder destacada com 44,8% do total do Aeroporto, apesar de ter reduzido a operação em 12,4% para 9.430 partidas e chegadas.

Entre as restantes companhias do Top10 no Aeroporto do Porto em número de movimentos, só a Ryanair, a easyJet e a Transavia France aumentaram a operação, respectivamente em 43,7%, para 4.076 movimentos (19,4% do total do Aeroporto), em 46,9%, para 1.741 (8,3% do total), e em 4,7%, para 583 (2,8% do total)
A Air Nostrum reduziu 7,4%, para 1.106, a Lufthansa reduziu 5%, para 855, a Aigle Azur reduziu 5,2%, para 290, a Air Berlin reduziu 1%, para 301, a Brussels reduziu 5,9%, para 222, e a SATA Internacional reduziu 8,3%, para 242.

Estas reduções decorrem em grande parte do efeito do encerramento do espaço aéreo em vários países europeus em Abril e em Maio.

Apesar do decréscimo do número de movimentos, as estatísticas do Aeroporto do Porto indicam que a oferta de lugares aumentou 15,8% em Maio, para 600.920, e de Janeiro a Maio tem um aumento de 10,7%, para 2.755.077.
Em voos regulares, em Maio o aumento foi de 12,6% em Maio, para 574.718, e de Janeiro a Maio é de 10,9%, para 2.708.294. Nos charters, em Maio há um aumento do número de lugares disponíveis em 202,4%, para 26.202, mas desde o início do ano há um decréscimo em 1,2%, para 46.783.

Como estes incrementos da oferta de lugares são menores que o crescimento da procura (+15,5% em Maio e +12,5% de Janeiro a Maio), o efeito é a subida da ocupação dos voos.

Segundo as estatísticas do Aeroporto do Porto, em Maio cada voo que aterrou e/ou descolou da Invicta em Maio tinha a bordo 102 passageiros, mais 11% que há um ano, e nos cinco meses a média é de 95 passageiros, mais 11,8% que há um ano.

Nos voos regulares a média em Maio foi de 105 passageiros por avião, mais 11,7% que há um ano, e nos cinco meses a média está em 97 (+12,5%).

Nos voos charter, a média foi de 54 passageiros em Maio (+27,3%) e de Janeiro a Maio é de 36 (-20,1%).
O Aeroporto indicou ainda que a taxa média de ocupação dos voos (em relação ao total de lugares disponíveis) foi em Maio de 73% (+0,5%), com 74% nos voos regulares (+1,4%) e 59% nos charters (-20,9%). Nos cinco meses de Janeiro a Maio a taxa média sobe 1,9%, para 68%, pela subida de 2% nos voos regulares, para 68%, enquanto nos charters há um decréscimo em 6,7%, para 63%.

fonte PressTur
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TAM LANÇA ROTA RIO DE JANEIRO - FRANKFURT

Com cinco voos por semana Presstur 15-06-2010 (09h55) A TAM, maior companhia aérea brasileira, com uma quota de mercado de 84,3% do tráfego internacional, vai expandir a rede para a Europa com a introdução de um segundo voo directo para Frankfurt, desta vez à partida do Rio de Janeiro.

A companhia indicou que vai fazer cinco voos por semana em Airbus A330 de 223 lugares, quatro dos quais em primeira classe, 36 em executiva e 183 em económica, e que os voos serão nocturnos, tanto à partida do Rio de Janeiro (21h48) como de Frankfurt (22h40).

A TAM, que já voa de Guarulhos, São Paulo, para Frankfurt indicou que as ligações à partida do Rio de Janeiro começam a 10 de Agosto.

"Vamos aumentar nossa oferta para Frankfurt com os dois novos A330 que encomendamos para atender à forte demanda de passageiros para esse importante centro de negócios na Europa como evidenciam as altas taxas de ocupação, no patamar de 80%, registadas pelo nosso voo entre São Paulo (Guarulhos) e Frankfurt, lançado em Novembro de 2007. Nos primeiros cinco meses deste ano, a ocupação média mensal desse voo subiu para 82%”, comentou o vice-presidente Comercial e de Planeamento da TAM, Paulo Castello Branco, citado no comunicado em que a transportadora anuncia o lançamento da nova linha de longo curso no Rio de Janeiro.

Paulo Castello Branco destaca nessa declaração que o Aeroporto Tom Jobim (Galeão), do Rio de Janeiro, é o segundo maior centro de ligações internacionais da companhia, com voos directos para a Europa (Paris), Estados Unidosc(Nova Iorque e Miami) e América do Sul (Buenos Aires), além de Santiago e Caracas, com escala em Guarulhos.

Além disso, acrescenta, “o Galeão é também o nosso terceiro hub no mercado doméstico, permitindo que passageiros de várias cidades brasileiras possam viajar para Frankfurt com conexão nesse aeroporto”.

fonte PressTur .

RYANAIR COLOCA MAIS 32 VOOS POR SSEMANA NO PORTO

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Ligação bi-diária a Barcelona El Prat Presstur 14-06-2010 (13h10) A low cost Ryanair anunciou hoje que vai colocar mais um avião na base do Porto e abrir sete novas rotas a partir de Novembro, com as quais aumenta em 32 a oferta semanal de voos, 14 dos quais para Barcelona El Prat, principal aeroporto da capital catalã, onde em finais de Maio anunciou a abertura de uma base com cinco aviões, que passa a ter duas ligações diárias com a Invicta.

A Ryanair, que nos últimos meses tem liderado o tráfego de passageiros de e para o Porto, informou que além de El Prat vai introduzir rotas da Invicta para Bolonha, Marraquexe, Munique West (Memmingen) e Valência, com três voos por semana, e Bremen e Maastricht, duas vezes por semana.
Além destas novas rotas, que somam 30 voos por semana, a Ryanair indicou que vai passar de duas para três vezes por semana o número de ligações nas rotas do Porto para St Etienne (Lyon) e Tours.
“As novas rotas agora anunciadas, vêm contribuir para a consolidação do nosso Aeroporto como grande aeroporto do noroeste peninsular”, comentou o director do Aeroporto Francisco Sá Carneiro, Fernando Vieira, citado em comunicado da Ryanair.
Francisco Vieira, na mesma declaração, diz que o reforço da capacidade da Ryanair também consolida “o alcançar dos objectivos que nos propusemos para 2010, finalizar o ano com 5M [milhões] de passageiros processados".
Em 2009, o Aeroporto do Porto teve 4,5 milhões de passageiros, menos 0,6% que em 2008, e a Ryanair, que inaugurou a base na Invicta em Setembro, foi a segunda maior companhia, com 1,19 milhões, mais 12,2% que um ano antes.

"A decisão da Ryanair em aumentar a capacidade instalada da sua base operações no Aeroporto do Porto, de três para quatro aviões, reveste-se de particular interesse e relevância. Este incremento da oferta, é o resultado do excelente desempenho da região e do Aeroporto, desde que em Setembro passado se iniciaram as operações da base do Porto”, comentou ainda Francisco Vieira.

O comunicado da Ryanair cita ainda Daniel de Carvalho, responsável de comunicação da low cost, que aponta para um total de 2,5 milhões de passageiros em 31 rotas de e para o Porto por ano, o que significa mais do que duplicar em relação a 2009.

Pelas contas da Ryanair, com este nível de operação, a low cost é geradora de 2,5 mil empregos locais e as receitas de turismo da região vão aumentar “em mais de 275 milhões de euros”.

Em Março passado, a Ryanair anunciou a abertura de voos entre Porto e Carcassone, no Sul de França a partir de 4 de Julho

Fonte PressTur
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PLANO PREVÊ PRIVATIZAÇAO DO AEROPORTO DE JUNDIAÍ, SÃO PAULO

O Aeroporto Estadual Comandante Rolim Adolfo Amaro (foto), em Jundiaí, está entre os 30 que integram o plano de privatização de terminais aéreos do governo paulista.

O plano prevê a divisão em cinco lotes com um aeroporto principal e Jundiaí é um deles (os demais são os de Rio Preto, Ribeirão Preto, Bauru e Presidente Prudente).

Segundo o governador Alberto Goldman (PSDB), o estudo está pronto e o modelo dos editais para as concessões estão sendo finalizados.

A proposta já foi analisada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), que sugeriu pequenas mudanças. Agora, o plano será submetido ao Ministério da Defesa.

Aeroportos são concessões do governo federal ao Estado e eventuais mudanças na gestão dependem de aprovação da União.

O plano vem sendo discutido entre Goldman e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que disse em nota que para a proposta ser ratificada será necessária alteração na legislação federal.

O Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) confirmou que os editais estão sendo elaborados, mas não soube informar o prazo para a conclusão.

TAM vê opção para a Copa

É no aeroporto de Jundiaí que a TAM Aviação Executiva mantém sua oficina para jatos executivos. Em seu discurso de posse em abril, o novo presidente, Fernando Pinho, afirmou que a empresa está com uma expectativa grande de crescimento, em virtude da Copa do Mundo de 2014.

“Pretendemos desenvolver novas parcerias internacionais no mercado de atendimento e fretamento de aeronaves”, afirmou. E esse planejamento passa diretamente pelo aeroporto de Jundiaí, onde a TAM Aviação Executiva mantém o coração da empresa.

Líder

O aeroporto é o principal administrado pelo Daesp em movimento com voos não-regulares. Segundo o órgão, no mês de abril (dados mais recentes), em Jundiaí foram realizados 6.762 pousos e decolagens. Nos quatro primeiros meses do ano foram 27.232.

O número é bastante superior ao de aeroportos com voos regulares, como os de Sorocaba (12.160 pousos e decolagens), Bauru (8.632) e Rio Preto (5.847).

Fonte AgBomDia


FORÇAS ARMADAS OFERECEM MAIS DE 2MIL VAGAS


Jovens brasileiros que pretendam integrar o quadro de funcionários das Forças Armadas do País terão grandes oportunidades nos meses de junho e julho, quando estão abertas as inscrições para a seleção pública de 2.125 cargos no Exército, Força Aérea e Marinha de Guerra, além de outras 370 vagas para a Marinha Mercante.

Os cursos de formação de sargentos do Exército têm a maior oferta, com 1.176 vagas nas áreas de combatente/logística-técnica, material bélico/ manutenção de viatura, aviação e música. O salário básico após o curso é de R$ 2.266.
Os candidatos devem ser do sexo masculino, com idades entre 18 e 24 anos, e ensino médio completo. A inscrição vai até o dia 20 de julho e a taxa é de R$ 70.

A Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) também faz seleção para 520 vagas de nível médio. Todos os postos são para o sexo masculino, com idades entre 16 e 21 anos. A remuneração básica como aspirante a oficial é de R$ 4.324. 
As provas serão realizadas nos dias 18 e 19 de setembro. A taxa de inscrição também é de R$ 70, mas o prazo final para inscrições é o dia 14 de julho.

Cadetes - Se a intenção é fazer parte da Força Aérea Brasileira, mais 379 vagas estão à disposição dos interessados. O curso de cadetes do ar tem 215 oportunidades para brasileiros de nível médio, nascidos entre 1° de janeiro de 1993 a 1° de janeiro de 1997.
O valor da taxa de inscrição é de R$ 50, com prazo que termina em 7 de julho. O curso abrange instruções nos campos geral e militar e é ministrado sob o regime de internato.

Já o curso de formação de oficiais aviadores, intendentes e de infantaria da aeronáutica tem 164 vagas para candidatos de ambos os sexos, nascidos entre 1º de janeiro de 1990 e 31 de dezembro de 1994. Após o período de formação, a remuneração supera R$ 4 mil.
As inscrições podem ser feitas até 17 de junho, sob o pagamento da taxa de R$ 60. 

Inscrições abertas
AERONÁUTICA – Oficiais 164 vagas. Até 17 de junho
AERONÁUTICA – Cadetes 215 vagas. Até 7 de julho
EXÉRCITO – Cadetes 520 vagas. Até 14 de julho
EXÉRCITO – Sargentos 1.176 vagas. Até 20 de julho
Marinha 50 vagas. Até 29 de junho
Marinha Mercante 370 vagas. Até 30 de junho

Fonte ATarde

PROJETO DO TERCEIRO AEROPORTO DE SÃO PAULO UNE CONSTRUTORAS

A Camargo Corrêa, que possui entre as subsidiárias uma empresa chamada Aporte, que opera aeroportos no Chile, Colômbia, Honduras e Curaçau, se associou à também construtora Andrade Gutierrez para construir e operar o terceiro aeroporto de São Paulo. Executivos da Camargo estiveram discutindo o assunto recentemente no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

O projeto já está pronto, mas para ser colocado em prática depende da decisão do governo de fazer um marco regulatório permitindo que o futuro aeroporto internacional de São Paulo possa ser construído e operado pela iniciativa privada, seguindo o modelo de decreto assinado na semana passada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

O decreto permitiu que o Aeroporto de São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, fosse objeto de concessão. A assessoria de imprensa da Camargo Corrêa confirmou a existência do projeto e manifestou interesse em construir e operar o aeroporto. Ressalvou, no entanto, que "aguarda o modelo do marco regulatório do governo" para apresentar a sua proposta.

A empresa lembra também que possui know-how na operação de aeroportos, por meio da Aporte. Citou que a Aporte é sócia da suíça Unique, que administra o Aeroporto de Zurique, na Suíça, considerado durante cinco anos o mais eficiente do mundo. Procurada, a Andrade não quis se pronunciar.

Uma das áreas em estudo para o aeroporto seria a cidade de Caieiras, a 35 quilômetros da capital. O aeroporto teria capacidade para receber 22 milhões de passageiros por ano, a mesma movimentação de Cumbica, conforme estudo elaborado com a consultoria de uma empresa ligada à Boeing. A obra exigiria recursos de US$ 2 bilhões de dólares e a previsão é que não tenha participação pública.

Caieiras. A Camargo Corrêa já tem uma área na região de Caieiras, comprada em 2007 pela CCDI, braço de incorporação imobiliária do grupo. O terreno de 5,2 milhões de metros quadrados pertencia à Companhia Melhoramentos e é uma área de reflorestamento.

O local fica a 20 km do Centro de São Paulo, margeado pela Rodovia Tancredo Neves (principal ligação com a capital). Quando anunciou a compra do terreno em Caieiras, a Camargo divulgou que construiria no local um empreendimento residencial para baixa renda. O projeto, porém, não teve seguimento na prefeitura. "Eles não têm autorização para construir", disse o prefeito Roberto Hamamoto.

Hamamoto ficou sabendo pela imprensa que a cidade está cotada para abrigar o aeroporto. Ele demonstrou interesse, mas acha que o terreno da Camargo Corrêa não tem condições de ser usado. "O impacto ambiental seria imenso, porque a área é cortada por mananciais."

Pauta. De acordo com informações obtidas pelo Estado, a concessão à iniciativa privada de um terceiro aeroporto em São Paulo voltou à pauta do governo pelo presidente Lula. Ele quer que um modelo de concessão para o novo aeroporto de São Paulo comece a ser estudado.

Esse assunto enfrenta resistências no governo. Oficialmente, o governo informa que o decreto de concessão se restringe ao aeroporto do Rio Grande do Norte e qualquer nova movimentação só ocorrerá no próximo governo. Em nota, o Ministério da Defesa declarou que "a União, com o marco legal atual, não pode autorizar os governos estaduais a fazer concessões de aeroportos à iniciativa privada".

Informações que circulavam ontem em Brasília apontavam que o consórcio Camargo Corrêa-Andrade Gutierrez teria interesse na construção do aeroporto se o modelo fosse de autorização e não de concessão, como o de São Gonçalo do Amarante.

Segundo técnicos do governo, essa hipótese não tem chance de ir adiante, por ser um regime muito brando para um serviço público de infraestrutura aeroportuária.

fonte EstadoSPaulo
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EM UM ANO, 79 MIL VOOS SAÍRAM FORA DE HORÁRIO


Poucos ontem sabiam o que podiam exigir nos principais aeroportos de [br]São Paulo; de janeiro a maio, agência recebeu mais de 4 mil reclamações

Caso as novas regras da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) já estivessem em vigor, passageiros de cerca de 79.616 voos entre fevereiro de 2009 e o mesmo mês deste ano poderiam ter sido beneficiados com as novas regras. Esse é o total de decolagens canceladas ou com atraso superior a 1 hora nesse intervalo de tempo, segundo levantamento feito pela agência.

O número representa cerca de 9% do total de decolagens programadas nos 67 aeroportos brasileiros no período, entre voos nacionais e internacionais.
Por causa do grande contingente de passageiros afetados por problemas desse tipo, os registros de reclamações na ANAC também são numerosos. De janeiro a maio de 2010, 4.035 pessoas procuraram a agência para se queixar de atraso, cancelamento ou overbooking em território nacional.
A quantidade de queixas poderia ser maior. Vários passageiros que transitavam ontem pelos aeroportos de Cumbica e Congonhas não sabiam da existência da nova resolução - que, apesar da confusão com a data de início de vigência, já havia sido anunciada há três meses. Além disso, a maioria desconhecia quais eram seus direitos antes da mudança nas regras e tampouco sabia a quem recorrer caso a companhia aérea se recusasse a cumprir as normas.
"Isso deveria ser mais divulgado. Acho que pouca gente sabe", disse a fisioterapeuta Ana Flávia Rodrigues, que esperava a hora do embarque em Congonhas, na zona sul de São Paulo, na tarde de ontem. Apesar de ser vítima constante de atrasos e cancelamentos de voos, ela mesma afirmou que não sabe o que exigir da empresa nessas situações. "Talvez seja por isso que elas fazem o que bem entendem com os passageiros. Ninguém sabe o que cobrar das empresas."
Para o cobrador de ônibus paranaense Cláudio Lopes, o problema é o mesmo. Lopes estava de mudança para o Japão e viajaria de avião pela primeira vez. "Não tenho noção do que fazer (caso seu voo atrasasse). Deveriam informar isso pelos alto-falantes, pelas televisões que ficam nos aeroportos ou entregando folhetos. Do jeito que está, só fica sabendo quem vai atrás", reclamou.

PERGUNTAS & RESPOSTAS
Como exigir seus direitos
1.Em que situações tenho o direito de pedir assistência da companhia aérea?

Nos casos de atraso, cancelamento, interrupção de voo e overbooking (venda a passagens acima da capacidade da aeronave). As novas regras se aplicam até aos casos em que o atraso ou cancelamento do voo tenha sido provocado por condições meteorológicas adversas.
2.Quem devo procurar?

A própria empresa aérea deverá providenciar a assistência devida, conforme a nova resolução da ANAC. O tipo de assistência varia de acordo com o problema e o tempo de atraso.

3.E se a empresa se recusar?

Junte todos os comprovantes, desde a passagem até o bilhete de embarque, e não se esqueça de solicitar à companhia que dê por escrito os motivos do atraso, cancelamento ou overbooking. Em posse desse material, o passageiro poderá registrar a queixa nos postos da ANAC nos principais aeroportos, pelo site www. ANAC.gov.br/faleANAC, ou pelo telefone 0800-725-4445. A ANAC, no entanto, poderá apenas multar a companhia - e não indenizar o passageiro.

4.Então como posso ser indenizado?

Com os documentos e a queixa da ANAC na mão, procure os órgãos de defesa do consumidor (como o Procon) ou entre com processo na Justiça. 

fonte EstadoSPaulo 

QUEDA DE ULTRALEVE MATA EMPRESÁRIO NO CEARÁ

Dernier Pessoa Rios, 43, sócio-proprietário da rede de lanchonetes Bebelu Sanduíches teria sido surpreendido por rajadas de vento. Pilotos acreditam que o monomotor tenha caído de bico, em uma manobra conhecida como estol a baixa altura. Um amigo dele sobreviveu

Aqueda de um ultraleve provocou a morte do empresário Dernier Pessoa Rios, 43, sócio-proprietário da rede de lanchonetes Bebelu Sanduíches, ontem pela manhã, no município de Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o monomotor caiu em uma área de difícil acesso e o corpo acabou resgatado por moradores da região e conduzido ao Instituto Doutor José Frota (IJF), em Fortaleza. Um amigo do empresário também estaria na aeronave e teria sido levado desacordado para o hospital. Até o início da noite, ele se encontrava no setor Risco Cirúrgico II e, segundo o médico José Soares, chefe de plantão, não correria risco de morte. O corpo do empresário está sendo velado desde a noite de ontem na funerária Eternos, no bairro Dionísio Torres. Ele deixou esposa e três filhos.

Pilotos do Aero Club do Ceará acreditam que o empresário tenha sido vítima de uma manobra conhecida como estol a baixa altura. De acordo com os pilotos, a manobra ocorre por falha humana e o impacto pode chegar a mil quilômetros por hora. Diante de uma rajada de vento, a aeronave perde a sustentação e cai de bico.

Eles contaram ao O POVO que na noite do último sábado o empresário esteve no Aero Club do Ceará na companhia de um sócio que há tempo não frequentava o lugar. Segundo ainda os pilotos, o empresário havia adquirido duas aeronaves e recentemente teria conquistado a condição de piloto.

As observações dos pilotos foram confirmadas pelos traumas encontrados em seu corpo. Segundo o cirurgião do IJF, Vicente Augusto, o empresário teve traumatismo no tórax e no crânio, com sangramento pelo nariz e boca. “Isso mostra que houve hemorragia interna, diante da forte pancada”, ressaltou o médico ao O POVO.

Em comentário com a equipe médica, o amigo do empresário, que trabalha como assessor jurídico de um outro hospital, disse que estava na condição de co-piloto e que teria ouvido quando o piloto afirmou que teria ocorrido um erro.

Sete erros
Sites de aviação alertam para os sete erros mais comuns entre pilotos de ultraleve, que ocasionam acidentes. O estol a baixa altura é apontado como o mais perigoso. Ele ocorre em curvas de grande inclinação ou quando o piloto coloca a aeronave em posição de grande ângulo de ataque sem se aperceber do fato. Nas duas situações, a aeronave pode perder sustentação e cair de bico.

Outras situações de acidentes ocorrem quando o piloto descuida do mau tempo (nuvens do tipo cumulus apresentam uma ameaça para um ultraleve); ventos fortes (o monomotor perde capacidade dos comandos); inspeção de pré-vôo incompleta (água no combustível faz o motor parar); contaminação do combustível (não há um dreno no fundo do tanque); falha estrutural (algumas manobras sobrecarregam a aeronave); acrobacia próxima ao solo (o ultraleve não terá velocidade suficiente para atingir o topo do loop, entrará em estol e cairá de costas).

fonte OPovo
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ACIDENTENFATAL COM TRIPULANTE OPERACIONAL DO BAPM/SC EM HELICÓPTERO DO IBAMA

Uma equipe de funcionários e técnicos do Ibama, realizavam monitoramente na 4ª Linha do Ribeirão, área rural do município de Nova Mamoré em Rondônia, quando tentavam, por volta das 11h desta segunda-feira (14), pousar em uma área da localidade de Ribeirão.

Mas segundo informações, o helicóptero estava cerca de 50 metros de altura, quando o policial militar de Santa Catarina, que fazia parte da equipe, abriu a porta da aeronave para averiguar o local, se havia condições de pouso e infelizmente acabou caindo, vindo a óbito na hora.

O policial militar de Santa Catarina que morreu era Luís Antônio Ricardo, 39 anos, e prestava serviços para o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) em um monitoramento de áreas desmatadas na região.

De acordo com a polícia, o cinto que a vítima usava, conhecido como fiel, se desprendeu na hora em que a porta do helicóptero foi aberta. Ele despencou de uma altura de 50 metros, próximo ao município Nova Mamoré, distante 240 quilômetros da capital de Rondônia, Porto Velho.

O policial era soldado do Batalhão de Aviação da Polícia Militar de Santa Catarina. Segundo a assessoria de Comunicação do Ibama, ele era o responsável na tripulação para ver as condições de pouso e decolagem da aeronave. Ele tinha 10 anos de experiência no trabalho.

O corpo de Luís Antônio será encaminhado para o Estado após o resultado da perícia.

O Corpo de Bombeiros de Guajará-Mirim foi acionado e se deslocaram até o prédio do 6º Batalhão de Polícia Militar, onde a aeronave os aguardava para o resgate da vítima.

O Comando da PM em Guajará-Mirim e a Delegacia Regional de Polícia Civil também foram informados do fato. Por volta das 12h04min partiram para o local perícia e Corpo de Bombeiros.

fonte/Pilotopolicial

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