quinta-feira, 15 de setembro de 2016

PDV DA EMBRAER ATRAI 1.470 EMPREGADOS

A Embraer anunciou na manhã de hoje que 1.470 empregados fizeram a adesão ao PDV (Programa de Demissões Voluntárias) aberto desde 23 de agosto. O prazo terminou na última quarta-feira.

A empresa não informou quantos funcionários interessados em se desligar trabalham nas unidades de São José dos Campos e Taubaté, que possuem a maioria dos 17 mil empregados da companhia no país. O PDV só valeu para trabalhadores instalados em unidades no Brasil.

A partir de agora, segundo a Embraer, todas as inscrições serão avaliadas e os inscritos serão informados sobre a aceitação da adesão até 23 de setembro. Os empregados que tiverem a adesão ao PDV confirmada terão seu desligamento realizado na primeira semana de outubro de 2016.

A Embraer vai pagar indenização de 40% do salário nominal por ano trabalhado na empresa, além das verbas rescisórias. Será garantido o pagamento mínimo de dois salários nominais. O funcionário demitido terá um salário inteiro de indenização para cada dois anos e meio de trabalho. O valor vai ser isento de impostos.

A medida pretende economizar US$ 200 milhões (cerca de R$ 650 milhões) por ano e ainda inclui seis meses de assistência médica e odontológica e orientação para recolocação ou aposentadoria.

fonte//OVale

COM FIM DA ADESÃO AO PDV, EMBRAER PREPARA CORTES


Embraer
A Embraer encerrou ontem a adesão ao primeiro PDV (Plano de Demissões Voluntárias) da companhia desde que a empresa foi privatizada, em 1994. Os trabalhadores tiveram 23 dias para se cadastrar no programa, que foi aberto em 23 de agosto. Não haverá prorrogação do prazo. A Embraer não informou quantos aderiram.

A fabricante vai analisar os pedidos e definir aqueles que serão efetivados. A análise vai até 23 de setembro. As demissões começarão na primeira semana de outubro. A Embraer vai pagar indenização de 40% do salário nominal por ano trabalhado na empresa para cada empregado desligado pelo PDV, além das verbas rescisórias.

Será garantido o pagamento mínimo de dois salários nominais. O funcionário demitido terá um salário inteiro de indenização para cada dois anos e meio de trabalho. O valor vai ser isento de impostos. A medida pretende economizar US$ 200 milhões (cerca de R$ 650 milhões) por ano e inclui seis meses de assistência médica e odontológica e orientação para recolocação ou aposentadoria.

Por meio da assessoria de imprensa, a Embraer informou que todas as inscrições serão avaliadas pela empresa, que considerará “o atendimento aos critérios de elegibilidade e a análise, feita pela área, quanto ao possível impacto do desligamento”.

Ou seja, empregados que tenham “função de conhecimento crítico” ou que estejam em postos ou projetos estratégicos poderão ter o pedido rejeitado, caso tenham aderido ao PDV. “Os inscritos serão informados sobre a aceitação da adesão até 23 de setembro”, acrescentou a fabricante.

Protesto. Contrário ao PDV, o Sindicato dos Metalúrgicos enviou representantes na última terça-feira a Brasília para entregar carta ao Ministério do Trabalho e à Casa Civil.
O documento critica as demissões na Embraer. Segundo o vice-presidente Herbert Claros, a empresa “recebe auxílio do governo e agora tem que garantir o emprego, como contrapartida”.

fonte/foto/OVale

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