quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

AVIÕES DA FAB COM MANTIMENTOS SEGUEM PARA O HAITI ESTA NOITE

Os dois primeiros aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) que irão transportar parte dos suprimentos já doados pelo Brasil ao Haiti partirão do Rio de Janeiro no início da noite de hoje (13).

Segundo o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, as aeronaves carregarão 11 toneladas de água e 10 toneladas de alimentos de primeira necessidade para as vítimas do terremoto que atingiu a região de Porto Príncipe, capital do país, ontem (12).

De acordo com a assessoria da Aeronáutica, a FAB está pronta para estabelecer uma “ponte-aérea” Brasil-Haiti a fim de agilizar o envio de alimentos, remédios e água. No total, a FAB colocou oito aviões de tranporte para este fim. São três C-130 Hércules e um Boeing 707, que estão de prontidão no Rio de Janeiro, além de quatro C-105 Amazonas, sediados em Manaus.

O Exército também confirmou a possibilidade de o país enviar mais soldados para ajudar os militares que integram a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah) nos trabalhos de resgate às vítimas e na reconstrução das regiões mais afetadas pelo tremor de terra que atingiu 7 graus na escala Richter.

fonte/Agência Brasil

TERREMOTO NO HAITI MATA 12 BRASILEIROS E DONA ZILDA ARNS


Terremoto mata Zilda Arns; fundadora da Pastoral da Criança cumpria agenda de palestras.

O terremoto de 7 graus na escala Richter que atingiu o Haiti nesta terça-feira (12) matou Zilda Arns, 75, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, que integrava missão no país caribenho e cumpria agenda de palestras na América Central. O gabinete do senador Flávio Arns (PSDB-PR), sobrinho de Zilda, e a Pastoral da Criança confirmaram a informação ao UOL Notícias na manhã desta quarta-feira (13). Além da morte de Zilda Arns, o Exército confirma morte de 11 brasileiros em terremoto no Haiti.

Médica pediatra e sanitarista, Zilda Arns era fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, órgão de Ação Social da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil). A Pastoral estima que cerca de 2 milhões de crianças e mais de 80 mil gestantes sejam acompanhadas todos os meses pela entidade em ações básicas de saúde, nutrição, educação e cidadania. Zilda Arns foi indicada por três vezes ao Prêmio Nobel da Paz.

A embaixatriz Roseana Teresa Aben-Athar, mulher do embaixador do Brasil no Hati, foi quem encontrou o corpo de Zilda Arns, soterrado entre escombros de um prédio onde funcionava um serviço de ajuda humanitária. Ontem, Arns teria deixado a embaixada em companhia de um militar e da assessora e ido até o prédio que desabou. Com o terromoto, uma laje do edifício caiu e atingiu a coordenadora da Pastoral da Criança. Ela não resistiu e morreu.

Em nota oficial divulgada na tarde desta quarta-feira (13), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que se sente "profundamente consternado" com as consequências do terremoto e lamenta a morte de Zilda.

O irmão da médica, o cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo declarou em entrevista à Agência Estado, que a irmã "morreu de uma maneira muito bonita, morreu na causa que sempre acreditou".

A médica viajou no último final de semana para o Haiti para encontro missionário da entidade CIFOR.US e estava hospedada na sede episcopal. De acordo a assessoria de Zilda Arns, a coordenadora estava no Haiti para levar a metodologia de atendimento da Pastoral da Criança no combate à desnutrição.

O prédio do Hotel Villa Creole, um dos principais da capital Porto Príncipe, também foi afetado pelo forte terremoto que atingiu o país. Segundo a agência meteorológica dos Estados Unidos, esse foi o maior terremoto registrado na país nos últimos 200 anos.

"O presidente Lula está absolutamente chocado com essa tragédia e especificamente com a senhora Zilda Arns, uma pessoa de grande projeção no país, que estava lá fazendo uma obra de assistência humana muito importante, sempre trabalhando em coordenação conosco. A morte dela é uma grande tragédia para nós também. É uma pessoa extraordinária", disse o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, após uma reunião de emergência com o presidente Lula na manhã desta quarta.

O Brasil vai enviar cerca de US$ 10 milhões e 14 toneladas de alimentos ao Haiti. A Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou hoje oito aviões com o objetivo de ajudar as vítimas do terremoto.

Estarão em um dos voos o ministro da Defesa, Nelson Jobim, o embaixador brasileiro no Haiti Igor Kipman e o secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa. O senador Flávio Arns, sobrinho de Zilda, também segue em um dos voos. Embarcaram ainda representantes da defesa Civil e do Ministério da Saúde do Brasil.

"Vamos fazer um levantamento da situação e verificar in loco o que pode ser feito. Há um problema de acesso da pista [no aeroporto de Porto Príncipe]. Vamos esperar em Rio Branco [capital do Acre] a autorização para seguir viagem", afirmou Jobim.

A mulher de Igor Kipman, Roseana, se deslocou até o local onde estava Zilda Arns no momento em que foi atingida pelos destroços do terremoto.

Missão brasileira no Haiti
O Brasil tem 1.266 militares na Força de Paz da ONU, a Minustah, dos quais 250 são da engenharia do Exército.

O general Carlos Alberto Neiva Barcellos, chefe do setor de comunicação social do Exército, disse a jornalistas que há grande número de militares brasileiros desaparecidos após o terremoto.

O Brasil, que lidera as tropas de paz da ONU no Haiti, participa da Minustah com 1.266 militares. O contingente total da missão é de 9.065 pessoas, sendo 7.031 militares, segundo dados de novembro.
 
fonte/foto/UolNoticias

TENENTE PMPE COUTO ENVIA RELATO EMOCIONANTE VIVIDO POR ELE APÓS TERREMOTO NO HAITI

“Olá caros amigos..Finalmente consegui pegar num computador decente pra falar sobre o que aconteceu aqui..

Bem, ontem, eu estava na Log Base em Porto Pricipe no Haiti e por volta das 16h50, quando o terremoto aconteceu, acreditem, nenhuma montanha russa, nenhum brinquedinho de gamestation podera na minha vida, superar a sensação que senti quando vi o mundo literalmente balancar a minha frente. Foi incrivelmente ridículo eu achar, em primeiro momento que, estavam batendo com alguma coisa muito pesada no Container que eu estava. Paredes do Container viraram teto e vice -versa e não sabia onde estava em certo momento. Todas as coisas do escritório que estava por lá começaram a cair em cima de mim, e comecei a evacuar todos que ainda estavam la dentro sem saber o que fazer, pois tentei manter a calma depois do primeiro momento de trauma.
Existia uma canadense que estava colada ao chão de tanto medo que estava. Tive que força-la a sair pra não deixa-la sozinha. Após isso o tremor continuou e aumentou e de repente ouvimos um barulho terrível que vinha do solo como se alguem estivesse jogando uma bomba na gente.
.ISSO DUROU TEMPO SUFICIENTE PRA QUE TODA A BASE FOSSE JOGADA DE UM LADO PRO OUTRO BRUSCAMENTE!
Foi literalmente a pior sensação que ja senti em minha vida, pois me senti totalmente inútil sem poder fazer nada diante da grandeza daquele fato.

Ap]ós o choque , abrimos todos os procedimentos de seguranca e liderei um comboio inteiro com o carro que estava sob minha responsabilidade em direção ao Quartel do Comando Geral da MINUSTAH, pois até então existia uma boato que o predio inteiro havia caido e que existiam muitos mortos nos escombros do edifício de 6 andares. Quando fomos para o trânsito, o caos e o pânico estava instalado e a população, em sua maioria estava nas ruas com medo de ficar em suas casas, tornando o trânsito por lá um verdeiro inferno.
Quando estavamos nas ruas, eu vi cenas que normalmente so vejo em filmes: crianças mortas nos braços de mães e pais que pediam ajuda quando viam nosso veículo, gente morta no meio da rua, casas completamente destruídas, laceraçõs gravíissimas, idosos necessitando de atenção médica urgente.
E acompanhado disso um sensação de desespero que tive que controlar por ter sido de certa forma, preparado para isso como Policial Militar.
Quando finalmente chegamos ao meio do caminho Hotel Christopher, Sede da MINUSTAH, TIVEMOS QUE PARAR NOSSO COMBOIO PORQUE NÃO TÍNHAMOS MAIS COMO PASSAR PELOS ESCOMBROS QUE TODAS AS CASAS DA RUA TINHA DEIXADO.
Entao decidi liderar o Comboio a Pé em conduta de patrulha, onde ao alcançar,  finalmente, nosso objetivo, me deparei com um pequeno Holocausto haitiano… “Não poderia ser!” – eu nao acreditava o que estava acontecendo aos 6 andares cheios de pessoas: haviam simplesmente sido reduzido a meros escombros que não chegam a altura sequer de um único andar.

Consegui passar para a area afetada e em seguida soube que tinha um brasileiro a mais ou menos 3 ou 4 metros enterrado no chão dentro dos escombros. Ao tentar contato com a vítima soterrada até o pescoço com areia pude perceber que na verdade seria um Oficil do Exército Brasileiro que havia realizado o curso da CioPaz no RJ.Passamos quatros horas tentando tira-lo como podíamos, sem meios, e para isso, tive que descer no meio dos escombros para ter acesso a uma pequena abertura que se encontrava em cima da cabeça dele, estando ele soterrado em posição fetal.
Disse-lhe meu nome e de imediato ele começou a me chamar pedindo pra que eu não o abandonasse.Disse a ele que não se preocupasse pois só sairia dali de duas maneiras: Com ele ou  Com ele!
 Ou seja, de todas as maneiras iríamos sair de la juntos. Outro oficial do Brabatt estava soterrado no momento da colisão, mas teve sorte e conseguiu ver uma luz e saiu por ela escavando com dificuldade..
Após esse fato o Oficial do Brabatt comecou a me ajudar a tirar os materiais pra resgata-lo juntamente com um contigente de excelentes soldados bolivianos, porém, como alguns ja sabem, o AFTER SHOCK (Ou seja apos o terremoto) se da com novos terremotos de grandeza menor que o primeiro e quando eu estava dentro do buraco para tira-lo outros tremores aconteceram e nessa hora vc só tem uma opcção: REZAR, COMPANHEIRO! E MUITO BEM MESMO para que vc nao seja mais uma vítima.
Depois de 4 horas e meia de muito trabalho em conjunto conseguimos tirar o meu amigo e Oficial do Exército são e salvo de lá com escoriações na perna, acreditem ele nasceu de novo naquele dia.
A sensação de salvar uma pessoa nessa situação já e muito boa, mas imaginem qdo essa pessoa se trata de um amigo e companheiro de farda em missao de paz?
Nos abracamos e choramos muito de alegria juntamente com todo o contigente Boliviano que gritava BRASIL, BOLIVIA, BOINA AZUL!!! FOI REALMENTE EMOCIONANTE…NÃO TROCARIA POR NADA EM MINHA VIDA UMA SENSAÇÃO COMO ESSA. LEVAMOS ELE PRA UM HOSPITAL E ELE FOI DEVIDAMENTE TRATADO E PODE AGORA VOLTAR PRO SEIO DE SUA FAMILIA NO BRASIL.

QUANDO VOLTAVA DO LOCAL DO DESASTRE PARA A LOG BASE ESTAVA AMANHECENDO E AI AMIGOS FOI QUANDO EU VI REALMENTE O QUE O TERREMOTO TINHA FEITO COM O PAÍS…FOI SIMPLESMENTE DEVASTADOR, NÃO TENHO PALAVRAS PRA DESCREVER O QUE MAIS ESSE POVO AGUENTA SOFRER..ALÉM DE MISÉRIA, FOME, VIOLÊNCIA, AGORA DEVASTAÇÃOE DESOLAMENTO?
Eu e o Cap PMAM Algenor fizemos um pacto, sabe? Vamos fazer a diferença aqui , não vamos simplesmente ficar de braços cruzados olhando e esperando o tempo passar! Vamos fazer a diferença e elevar o nome do nosso Pais e todos vao saber que existem pessoas que realmente se importam com a questao catastrófica, por nos vividas em terras além mar…Somos Brasileiros, muitas vezes não reconhecidos pelo trabalho que desempenhamos, mas nao vamos deixar que tais fatos nao coloquem a fortaleza da bondade em nossos corações, a humildade, o trabalho árduo pelos necessitados que já desistiram de viver vão nos guiar e teremos nossas recompensas nos sorrisos daqueles que clamam por assistência de quem nunca viu de quem não conhece.
Nós, que fazemos a MINUSTAH, estamos irmanados como UNPOL  (Polícia da ONU) a fazer tudo que estiver a nosso alcance pra que superemos essas dificuldades com Louvor….Não queremos e de antemão já digo logo, nenhum tipo de homenagem, medalha ou qualquer recompensa que seja além de um obrigado, estamos aqui fazendo o nosso trabalho pela humanidade e como tal, iremos vencer!
Não durmo a dois dias e meio e não lembro a última vez que me alimentei, porém não vou descansar enquanto nao achar os corpos ou os sobreviventes (quisera Deus) de meus companheiros que aqui tombaram no cumprimento do dever pela paz mundial. É somente o que ensejamos. Voltaremos um dia de cabeça erguida com o sentimento de dever da MISSÃO CUMPRIDA.
Obrigado a todos que nos deram qualquer tipo de apoio, a familia que tanto sofre sem saber de nada, nosso muito e eterno Obrigado. Mudei meu caro Deus em tao pouco tempo a concepção do que se tem e do que se deve ter pra viver feliz e em Paz. Já me considero um ser humano muito melhor por isso.
“Brasil, acima de tudo, abaixo somente de Deus”.

Ricardo Couto
Comandante da Unidade k-9
MINUSTAH”

fonte/PoliciaisBrasileirosEmMissãoDePaz

RED BULL AIR RACE EM PORTUGAL - PISTA DE ATERRISSAGEM DE 100.000 EUROS EM ALGÉS

A Câmara de Oeiras vai construir uma pista de aterragem no Terrapleno de Algés para acolher a prova de aviação Red Bull Air Race, num investimento de 100 mil euros.

“Vamos construir uma pista de aterragem de 500 metros por 20 com cinco centímetros de espessura de alcatrão, bem como as aerogares, num investimento estimado de 100 mil euros e suportado integralmente pela Câmara de Oeiras”, disse à Lusa o vice-presidente daquele município, Paulo Vistas.

A Câmara de Oeiras acolhe o Red Bull Air Race cedendo o Terrapleno de Algés e ficando responsável por "providenciar à competição, gratuitamente, o uso do espaço onde o evento decorre, incluindo as áreas dedicadas aos aviões, e uma pista de aterragem, para que seja possível realizar os voos de teste, treinos e voos de qualificação”, segundo um acordo assinado entre as partes envolvidas.

No mesmo acordo, os municípios de Oeiras e Lisboa e a Associação de Turismo de Lisboa (ATL) ficam obrigados ao pagamento de 3,5 milhões de euros à organização da prova, montante que não inclui a construção da pista em Algés

Segundo Paulo Vistas, a ATL está a elaborar contactos para angariar em publicidade este montante, tendo decidido já que o que não conseguirem reunir será pago em 50 por cento pela Câmara de Lisboa, enquanto a Câmara de Oeiras e a ATL pagarão 25 por cento cada.

Segundo vice-presidente da autarquia, aquelas três entidades “vão assinar em breve um protocolo de repartição dos encargos com a iniciativa em que o diferencial da receita que seja angariada por patrocínios será suportado em 50 por cento para Lisboa, 25 por cento para Oeiras e 25 para a ATL”.

Os municípios de Lisboa e Oeiras têm até 31 de Janeiro para concluir a elaboração deste protocolo.

fonte/Diário Digital/Blog Notícias sobre Aviação

PILOTOS POUSAM EM LAGO CONGELADO PARA FAZER LANCHE E LEVAM BRONCA DA POLÍCIA

Pousos só são permitidos no local em caso de emergência.

Dupla desceu para comer hambúrgueres em restaurante.


A vontade de comer hambúrguer trouxe problemas a dois pilotos americanos que decidiram pousar seus aviões em um lago congelado para fazer um lanche.

Segundo reportagem da rede de TV "KSTP", pousos e decolagens no lago Calhoun, em Minneapolis, só são permitidos em emergências. O que não era o caso da dupla de pilotos que pousou com pequenos aviões na segunda-feira (11) antes de ir a um restaurante próximo para comer hambúrgueres.

Só é permitido pousar no lago Calhoun em caso de emergência
A polícia de trânsito da cidade foi ao local e acabou notificando os pilotos. "Isso é mais do que uma coisa estranha que aconteceu. Nunca vi algo assim antes", disse o capitão Robert Goodse. Representantes da Federal Aviation Administration também estiveram no local e autorizaram os pilotos a ir embora.

fonte/G1/foto/KSTP

AEROPORTO MUNICIPAL DE RESENDE, RIO DE JANEIRO, CONTINUA INTERDITADO


Desde setembro, a pista de pousos e decolagens está interditada por determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que constatou falha na cerca de proteção no perímetro do aeroporto. Pelos riscos da presença de animais e transeuntes pelas imediações da pista de 1,3 mil metros de extensão, a Anac fechou o aeroporto sob riscos de acidentes.

Com autorização para operar diurnamente nos voos e decolagens de aeronaves com até 50 passageiros, o Aeroporto Municipal de Resende é a principal referência no Sul do Estado do Rio de Janeiro. É frequentemente utilizado por empresários das empresas multinacionais e autoridades que visitam as cidades da região.

O subsecretário de Estado de Transportes, Delmo Manoel Pinho, e o secretário do Desenvolvimento Urbano, Infraestrutura e Segurança, Rubens Almada, acertaram que a iniciativa privada ia auxiliar na construção de uma cerca ou muro, conforme determinação da Anac.

Porém, segundo Almada, uma reunião ia tentar acelerar a reabertura do aeroporto. “Em breve teremos uma posição mais concreta para passar à imprensa sobre este assunto. Estamos buscando alternativas com a Secretaria de Indústria e poderemos ter novidades”, comentou o secretário.

Uma das propostas até o momento para a reabertura do aeroporto é a participação da Votorantim Siderurgia na construção da cerca de proteção ao longo dos quatro quilômetros do perímetro do aeroporto, uma obra que tem orçamento previsto em R$ 700 mil.

fonte/Jornal A Voz da Cidade

ANAC PROÍBE VENDA DE PASSAGENS COM SEGURO DE VIAGEM EMBUTIDO

O artifício da TAM e da Gol de vender passagens aéreas com seguro de viagem embutido está com os dias contados. A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) vai notificar as duas companhias, proibindo a prática, que foi denunciada em reportagem do Correio no último sábado (9). A partir do recebimento da advertência, as empresas têm de retirar do ar, imediatamente, a pré-seleção da assistência de viagem do sistema de venda de bilhetes pela internet. Caso contrário, serão abertos processos administrativos e as companhias serão multadas. A agência não informou o valor das possíveis punições.

A notificação da Gol foi enviada na última sexta-feira e a da TAM será postada hoje. A Anac informou que tinha conhecimento da comercialização do serviço, mas não que estava sendo imposto ao passageiro. Segundo a agência, a TAM foi a primeira a oferecer o seguro mas, inicialmente, a assistência de viagem não aparecia de forma pré-selecionada. A Anac tomou conhecimento dessa prática depois da matéria publicada no Correio.

Na hora de finalizar a compra nos sites das duas companhias, a cobrança de uma taxa de assistência de viagem, que na TAM custa R$ 17 e na Gol, a partir de R$ 3 (conforme o tempo de permanência no destino), aparece em uma pequena caixa já selecionada. Quem não deseja contratar o serviço deve desmarcar a opção. Senão, a cobrança é automática. Se metade dos passageiros da TAM, por exemplo, pagarem a assistência de viagem sem perceber, a companhia embolsará mais de R$ 110 milhões por ano. Para a Gol, a soma seria de, no mínimo, R$ 35 milhões. A Gol informou que ainda não recebeu a notificação da Anac. A TAM informou que "desconhece qualquer iniciativa de natureza administrativa ou judicial em torno do tema, envolvendo diretamente a companhia".

fonte/Correio Braziliense

OBRAS NO AEROPORTO DE CAMOCIM, CEARÁ, ESTÃO EM RITMO NORMAL



As obras de reforma e ampliação do aeroporto de Camocim estão em ritmo considerado normal pela empresa responsável pela obra. Com data prevista para ser inaugurado em 14 de março, o novo Aeroporto Pinto Martins contará com nova pista de pouso e decolagem com 1.400 x 30m, um pátio de aeronaves, uma pista de táxi, a implantação de balizamento noturno e construção de serviço contra incêndio, além de um amplo estacionamento.

A readaptação do projeto dará mais segurança ao aeroporto. A obra custará R$ 6 milhões e teve que se adequar a um novo projeto para não enfrentar problemas em relação à instabilidade dos pousos, por conta dos fortes ventos na região. No projeto, além da construção de terminal de embarque e desembarque de passageiros, haverá reforço das estruturas que protegem o campo de pouso para que o tráfego aéreo não seja interrompido por causa da presença de pessoas ou animais na pista.

O secretário de Turismo do Ceará, Bismarck Maia, já apresentou o projeto do aeroporto do polo de Jericoacoara, que terá recursos do Ministério do Turismo e do Governo do Ceará. Localizado a 30km da sede da cidade de Cruz e a 25km da Praia de Jericoacoara, com área total de 3.517,45 m e investimento na ordem de R$ 54 milhões, terá prazo de cerca de um ano e meio para ser concluído.

Conforme Bismarck, a apresentação das propostas da licitação será dia 12 de fevereiro. A construção do Aeroporto de Jericoacoara está dividida em dois convênios. O primeiro, no valor de R$ 54 milhões, será aplicado na pista, pátio, sinalização, balizamento noturno e sistema de segurança do equipamento. A expectativa é iniciar as obras no fim de março. "O projeto será enviado à Procuradoria do Estado para que seja feita a licitação com recursos já garantidos".

O aeroporto terá a capacidade de operar cerca de 1.200 decolagens por ano e apto a receber aeronaves tipo Airbus A-330 ou Boeing 767-300. Com 2.500 metros de extensão está sendo considerada a segunda maior pista de pouso e decolagem do Ceará.

fonte/foto/Diário do Nordeste

IDENTIDADE AMAZÔNICA NO AEROPORTO DE CRUZEIRO DO SUL, ACRE


Novo terminal eleva autoestima do povo do Juruá, impression turistas pela arquitetura de tradição, requinte, conforto e segurança com geração de emprego e renda


A chegada a Cruzeiro do Sul é agora muito mais prazerosa por conta da beleza e do conforto que recepcionam o visitante no belo e moderno aeroporto, cuja obra foi iniciada pelo governador Jorge Viana e concluída em abril passado pelo presidente Lula e o governador Binho Marques. O ambiente é de fato agradável, algo comprovado pelos usuários e por pessoas que tem no terminal seu espaço de trabalho, como o jovem Paulo Henrique de Andrade, auxiliar de aeroporto da empresa Gol Linhas Aéreas. Para ele, o lugar é muito bom. "Gosto demais daqui e como cruzeirense sinto orgulho deste aeroporto", diz o rapaz, um dos beneficiários dos postos de emprego que foram oferecidos pelo novo terminal.

Inaugurado em 28 de outubro de 1970, o Aeroporto Internacional de Cruzeiro do Sul serve também pelo menos sete outras localidades, como as cidades acreanas de Marechal Thaumaturgo, Rodrigues Alves e Mâncio Lima, além de Guajará, no Amazonas. Opera voos regionais e nacionais e tem capacidade para receber aviões de grande porte, como Boeings 737. Em breve, começam as operações internacionais com uma linha regular com cidades do Peru. Pucallpa, por exemplo, está a 35 minutos de Cruzeiro.

O que mais chama a atenção dos visitantes é o formato do terminal, cuja arquitetura é inspirada na cultura indígena. "Lembra uma cabana de índio", avalia o engenheiro de sistemas Roberto Dana, na primeira visita que fez a Cruzeiro do Sul. Dana trabalha para uma organização não-governamental e está no Acre realizando um trabalho ligado à cultura e ao meio ambiente entre os índios Ashaninka. No terminal, aguardava a hora de tomar o voo para Marechal Thaumaturgo, de onde se segue viagem para a reserva Ashaninka. "Me sinto bem aqui", resumiu o engenheiro acerca da percepção que o visitante tem do aeroporto, que deverá receber 300 mil passageiros por ano, cinco vezes mais do que a capacidade do antigo terminal.

O projeto paisagístico contempla plantas nativas da Amazônia e seu design é mais que um traço de arquitetura, mas a efetivação da identidade regional e a reafirmação de uma relação sustentável com o meio ambiente - e seis meses após o plantio, as flores mostram sua exuberância, embelezando ainda mais o local. "A beleza amazônica dessa obra também representa o compromisso socioambiental da sociedade e do Governo do Acre", disse o governador Binho Marques em seu discurso de inauguração do terminal.

A Empresa Brasileira de Infraestrutura de Aeroportos (Infraero) e o Governo do Estado do Acre investiram cerca de R$30 milhões na obra. Trata-se do aeroporto mais ocidental do Brasil. O terminal tem área construída de 4,5 mil metros quadrados, área de urbanização com calçada e asfaltamento de 28 mil metros quadrados, área de grama (paisagismo) de 20 mil m², de salão de eventos e exposições de 250 m² e estacionamento para 90 veículos.

A acessibilidade é dos pontos a serem considerados no projeto: não havia necessidade de elevador, mas o equipamento foi instalado para que pessoas portadoras de necessidades especiais e com dificuldade de locomoção possam passear pela parte superior do prédio, onde estão o mirante e as salas da administração.

"É agradável aos olhos"

Os sistemas eletrônicos apoiam a segurança em todos os espaços (há equipamentos de detecção e alarme contra incêndio; sonorização; informativos de voo; gerenciamento de energia; controle de acesso e sistema de câmeras de longo alcance), o que garante, além do conforto, tranqüilidade total para o frequentador. O terminal possui uma subestação de energia, com dois geradores, que seguem modelo europeu, com controle automatizado à distância. Ainda como item de segurança para os usuários, as bagagens são inspecionadas com aparelho de raio X.

Para a enfermeira Sâmia Rocha, que viajou de Marechal Thaumaturgo a Cruzeiro do Sul para fazer um curso em sua área, é isso mesmo: "Se adapta aos contornos da natureza, se encaixa e não invade. É agradável aos olhos", diz.


Para enfermeira Sâmia Rocha aeroporto se adapta aos contornos da natureza
Autenticidade, tradição e futurismo: mais valor a Cruzeiro do Sul

O estilo ao mesmo tempo une autenticidade, tradição e modernidade, o que confere ao aeroporto de Cruzeiro do Sul um ícone diferenciado em sua classificação: "As pessoas que chegam ficam deslumbradas com seu aspecto regional e futurista", relata o superintendente da Infraero no Vale do Juruá, Osvaldo Dilson Magalhães, artista plástico de origem que tem cabedal para falar de aeroporto sem a paixão que prevalece entre os cruzeirenses quando o assunto é a Terra dos Nauas.

Para o secretário de Esporte, Turismo e Lazer, Cassiano Marques, o aeroporto traz verdadeiramente maior valor ao Vale do Juruá como destino turístico porquanto é elemento de beleza e autenticidade. Os números mostram que não há exagero nas avaliações: com o novo terminal, a taxa de embarque e desembarque saltou de 90 mil passageiros registrados em 2008 para 100 mil passageiros já conferidos em 2009.

Novos investimentos, mais empregos

No antigo terminal eram umas poucas lojas num espaço pequeno e invariavelmente calorento, jardins precários e proposta que não favorecia a novos investimentos. Agora são pelo menos quatro estabelecimentos que buscam valorizar o produto regional, jardim que requer cuidados e grande potencial para novos empreendimentos. Esses fatores estão contribuindo para a oferta de novos postos de trabalho: as lojas tiveram de contratar ajudantes e a Infraero efetuou contrato de manutenção do verde, que gerou o ingresso de dez trabalhadores no aeroporto. O contrato de limpeza foi ampliado, elevando de quatro para onze o número de faxineiras e zeladores.

Veja galeria de imagens

fonte/Agência de Notícias do Acre/foto/ Sérgio Vale/Secom

FRANÇA ACUSADA DE ESCONDER CAIXA-PRETA DO AVIÃO EM ATENTADO QUE MATOU EX-PRESIDENTE DA RUANDA

O Comitê Independente de Peritos Ruandeses encarregado de esclarecer o atentado contra o avião Dassault Falcon 50, prefixo 9XR-NN, do Governo de Ruanda, que matou o ex-presidente ruandês Juvénal Habyarimana (foto ao lado, por DefenseImagery.mil), em 6 de abril de 1994, acusou França de "esconder" a caixa-preta deste avião. O atentado é considerado como o elemento que desencadeou o genocídio dos Tutsis - tribo minoritária de Ruanda - no mesmo ano.

Essa acusação consta de um relatório desse Comitê divulgado nesta segunda-feira em Kigali, capital de Ruanda.

"Os peritos da balística mostraram efetivamente que o míssil que atingiu a asa direita do avião presidencial foi lançado do campo militar de Kanombe situado na proximidade do aeroporto de Kigali", frisou o responsável ruandês, defendendo que, os então membros influentes do Hutu Power em Ruanda, são responsáveis pela morte de Habyarimana.

Falando segunda-feira em Kigali durante a apresentação oficial do relatório, o ministro ruandês da Justiça, Tharcisse Karugarama, declarou do seu lado que os resultados desse inquérito demonstram que o assassinato de Habyarimana foi um ato "premeditado e executado" pelos próximos colaboradores do ex-presidente ruandês.

"Este relatório é uma compilação de testemunhos que esclarecem esse atentado (contra o avião presidencial) (...) É para mostrar que esse atentado não tem nada a ver com o desencadeamento do genocídio", declarou Karugarama, afirmando que esse relatório é uma coleção dos testemunhos recolhidos junto às diversas "testemunhas oculares" que viram o atentado.

Questionado pela imprensa sobre o lugar onde estaria a caixa-preta do avião de Habyrimana, o presidente da comissão ruandesa, Jean Mutsinzi, afirmou que os autores do atentado são "os primeiros a saber" onde está escondida esta peça do avião presidencial ruandês.

"Há evidência que o míssil que abateu o avião presidencial na proximidade do aeroporto de Kigali foi lançado a partir do vizinho campo militar de Kanombe", declarou Mutsinzi defendendo que naquela época o Exército francês garantia treinos para combatentes das ex-Forças Armadas Ruandesas (ex-FAR).

Segundo ele, os testemunhos recolhidos (no inquérito) provam que as ex-Forças Armadas Ruandesas e as tropas francesas cercaram imediatamente o local da queda para "impedir" outras pessoas de ter acesso ao lugar.

"Todos os testemunhos (contidos neste relatório) estão baseados nas pesquisas científicas realizadas junto de pessoas e de outros peritos que viveram durante esse período", declarou Mutsinzi, defendendo que apenas o Exército francês e a guarda presidencial de Habyrimana podem "revelar" o lugar onde está a caixa-preta do avião Falcon 50.


O avião presidencial que foi abatido no atentado fotografado no Aeroporto de Bruxelas, na Bélgica, em abril de 1991 - Foto: Luc Barry (planepictures.net)
"Por sua vez, a ministra ruandesa dos Negócios Estrangeiros e Cooperação Regional, Louise Mushikiwabo, desafiou qualquer pessoa a contrariar os testemunhos contidos no relatório.

Entre as testemunhas interrogadas durante o inquérito, figuram nomeadamente ex-membros da guarda presidencial de Habyrimana, oficiais das ex-FAR, agentes do aeroporto internacional de Kigali bem como peritos estrangeiros que viviam em Ruanda na época do atentado, segundo a mesma fonte.

Esta publicação ruandesa foi divulgada enquanto, em novembro de 2006, o juiz antiterrorista francês Jean-Louis Bruguière emitiu mandados de captura internacionais contra nove personalidades ruandesas no quadro de outro inquérito sobre o atentado contra o avião presidencial ruandês.

MAIS

O atentado

O avião presidencial Dassault Falcon 50, prefixo 9XR-NN (presente do Premiê francês Jacques Chirac) havia decolado do Aeroporto Internacional Dar Es Salaam (DAR/HTDA), na Tanzânia, retornando ao Aeroporto de Kigali (KGL/HRYR), em Ruanda, com 12 pessoas a bordo, sendo três tripulantes e nove passageiros, entre eles o presidente de Ruanda Juvénal Habyarimana e o presidente do Burundi Cyprien Ntaryamira. O Falcon 50 foi atingido por um míssil quando estava na aproximação final para o Aeroporto de Kigali. Ambos os presidentes estavam retornando de uma reunião na Tanzânia, onde foram estudar formas de implementar um acordo de criação de um governo de transição em Ruanda, destinado a entrar em vigor até que eleições multipartidárias fossem realizadas. Todos os 12 ocupantes do avião morreram.


Os destroços do avião no local da queda - Foto: Jean Marc Boujou/AP
Fonte: baseado em notícia da Panapres, com adaptação de linguagem e inclusão de dados históricos e do avião/blogNoticiasSobreAviação

EXTRAVIO DE BAGAGEM E FURTO DE PERTENCES



Meu nome é Erik Stein Bernardes e o de minha mulher Karen Akiau Rosa.
Somos clientes da TAM e viajamos recentemente com os tíquetes 95723717991750 e 95723717991672.
 

As bagagens registradas sob número AF 698616, AF 698789, AF 698676 e AF 698738, com pesagem registrada em 19 kg, 19 kg, 18 kg e 09 kg respectivamente, foram despachadas no aeroporto Charles de Gaulle, na França, para embarque no voo AF 1024 do dia 02/01/2010. Conforme orientação da funcionária da Air France, as bagagens deveriam ser retiradas somente no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, nosso destino final.

Ao fazer o check-in para a primeira conexão, no aeroporto de Lisboa, em Portugal, novamente questionamos a funcionária da TAP, parceira da TAM na operação do voo JJ 8325 de 02/10/2010. Novamente fomos orientados a retirar as bagagens somente em São Paulo, que era nosso destino final.
 

Descemos no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, onde nos dirigimos diretamente à área de conexões, da mesma forma que procedemos nas demais paradas. No balcão da TAM, dentro da área de embarque internacional, fizemos nosso check-in para o voo JJ 8050 de 02/01/2010 e novamente questionamos a respeito das bagagens, quando fomos orientados novamente a retirá-las somente em Guarulhos.
 

Ao chegar em Guarulhos, para nossa surpresa, nossas bagagens não desembarcaram, uma vez que não vieram no mesmo voo que nós. Ao questionar o funcionário Acácio, em expediente no aeroporto de Guarulhos na noite do dia 02/01/2010, o mesmo conferiu o sistema de bagagens da TAM e confirmou que nossas bagagens estavam no aeroporto do Galeão, pois nós deveríamos tê-las retirado e realizado os processos de alfândega na cidade do Rio de Janeiro, contrariando as instruções que recebemos dos funcionários que fizeram nosso check-in para o voo JJ 8050.
 

Foi aberto o Relatório de Irregularidade de Bagagem - RIB e fomos informados que as bagagens seriam despachadas para São Paulo no próximo voo, que sairia do Rio de Janeiro na manhã do dia 03/01/2010. Nossa bagagem chegou apenas por volta de 12h30 do dia 04/01/2010 depois de insistentes ligações durante todo o dia 03/01/2010 e pela manhã do dia 04/01/2010.
 

Novamente, como fomos orientados pelo colaborador Acácio, a bagagem foi checada na frente do colaborador da transportadora e minha esposa, Karen, percebeu violação dos cadeados que fechavam os zíperes de três das malas e também deu falta de uma série de pertences que foram despachados em Paris, conforme a lista abaixo:

Um aparelho de telefone sem fio Panasonic - valor R$ 140,00

Um adaptador de tomada padrão Reino Unido para o padrão brasileiro - valor R$ 40,00

Quatro bisnagas de creme para rachadura dos seios por ressecamento durante amamentação da marca Lansinoh Lanolin - valor R$ 45,00 cada bisnaga

Uma bisnaga de creme hidratante da marca La Roche-Posay para pés - valor R$ 45,00

Três máscaras para cílios da marca Lâncome - valor R$ 120,00 cada máscara

Um barbaeador elétrico da marca Philips - valor R$ 199,00

Três lenços de tecido Paschimina - valor R$ 30,00 cada lenço

Um blush da marca H&M - valor R$ 40,00

Dois pacotes grandes de lenços umedecidos da marca DrugStar - valor R$ 7,00 cada

Valor total dos bens - R$ 1.108,00

É importante ressaltar que a conferência da bagagem foi realizada no exato momento da entrega, em presença do funcionário contratado para realizar a mesma, quando foi notada a falta dos pertences, uma vez que, por não termos as bagagens na área de desembarque não pudemos fazer a conferência naquele momento, como instrui o site da cia. aérea na internet. 


No momento da conferência das bagagens, minha esposa imediatamente deu por falta dos pertences, informou ao entregador que afirmou não poder fazer nada, uma vez que era apenas contratado para entregar as malas. Minha esposa então se recusou a assinar o recibo de entrega e relatou por escrito no verso do mesmo, conforme orientação do colaborador Acácio, que nos atendeu no aeroporto na noite do desembarque. Gostaria de saber qual será o posicionamento da empresa diante destes fatos apresentados. 

Conforme orientação do colaborador TAM Sr. João Paulo, em ligação ao número 0800 123 200, sob protocolo número 23027857, este e-mail foi enviado para o endereço bagagem.grull@tam.com.br no dia 4 de janeiro de 2010, às 23:05, sem resposta até o momento.

Informo que já foi feito o boletim de ocorrência do furto e gostaria de ter a situação esclarecida sem necessitar a abertura de um processo em juizado de pequenas causas contra a empresa, uma vez que a bagagem, após despachada e até ser devolvida ao cliente, é de responsabilidade da cia. aérea.
 

Sem mais,

Erik Stein Bernardes


fonte/Reclame Aqui.

AEROPORTOS E LINAS AÉREAS CANADENSES ESTÃO EM ESTADO DE ALERTA

As linhas aéreas e os aeroportos canadenses estão em estado de alerta desde o último sábado após o Canadá ter recebido informações sobre uma potencial ameaça terrorista, assinalaram nesta terça-feira meios de comunicação do país.

"A troca de informação de inteligência após a tentativa terrorista de 25 de dezembro nos EUA levou ao Governo a lembrar às linhas aéreas e os aeroportos que sigam atentos", assegurou a rede de televisão "CTV".

A emissora explicou que fontes consultadas pela CTV assinalaram que os serviços de inteligência canadenses têm informação confiável sobre terroristas que planejam viajar ao país.

A "CTV" acrescentou que a ameaça que supõem estes terroristas foi discutida na segunda com o primeiro-ministro, Stephen Harper, e seus ministros a cargo da segurança nacional.

Segundo as mesmas fontes consultadas pela "CTV", o alvo final dos terroristas seria os Estados Unidos.

O periódico "The Globe and Mail" assinalou em sua edição digital que uma porta-voz do organismo governamental Transporte Canadá confirmou que o aviso se mantém, embora não tenham sido tomadas novas medidas de segurança.

fonte/EFE/EPA

COLISÕES DE AVIÕES E PÁSSAROS EM 2009 PODEM CHEGAR A 10.000

Colisões de aeronaves com pássaros - como a que provocou o pouso forçado no rio Hudson no ano passado e transformou o piloto Chesley Sullenberg em herói - são mais comuns do que se imagina e vêm crescendo, segundo relatório citado nesta terça pelo jornal NY Daily News.

O número de incidentes do tipo pode exceder 10 mil pela primeira vez na história, assim que for finalizada a contagem de 2009 pelo governo americano. O Aeroporto Kennedy lidera em número de acidentes do tipo que tiveream consequências graves. São 30, desde 1990, segundo a Federal Aviation Administration (FAA). O Aeroporto Internacional Sacramento é o segundo, com 19 registros no mesmo período.

O relatório sobre o crescimento de colisões de aeronaves com pássaros foi divulgado poucos dias antes do primeiro aniversário do pouso do voo 1549 no rio Hudson, em 15 de janeiro do ano passado. A aeronave com 155 pessoas a bordo colidiu com gansos logo depois de decolar do aeroporto de LaGuardia, mas ninguém se feriu no incidente.

Porém, nem todos os casos são tão bem sucedidos. Em 2009, pelo menos oito pessoas morreram e seis ficaram feridas em colisões de pássaros com aeronaves. "As aves e os aviões estão lutando por espaço, que está ficando cada vez mais lotado", disse o especialistas no assunto Richard Dolbeer ao jornal.

A estimativa do governo dos EUA é de que o número de colisões do tipo chegue a 10 mil em 2009, bem superior ao recorde anterior, de 7.507, registrado em 2007.

fonte/ Terra

PARA SER UMA ESTRELA POP BASTA UMA ATERRISSAGEM SOBRE O RIO HUDSON



O comandante Chesley B. Sullenberger III (foto) caminha na passadeira vermelha e, de repente, há três ou quatro mãos em cima dele. Fãs que lhe tocam nos braços, mãos esticadas e palmadas nas costas. Pessoas que querem chegar perto dele.

Ele agradece, uma e outra vez, mesmo depois de um produtor exausto lhe dizer: "Agora está oficialmente dispensado." Mas há sempre tempo para mais uma fotografia. Sullenberger vai à antestreia de "Brace for Impact", documentário de uma hora sobre a aterragem no rio Hudson, no dia 15 de Janeiro de 2009. Diz que a sua nova função de figura pública é "quase um novo emprego", está a vender reformas urgentes nas companhias de aviação, a memória dos acontecimentos, um documentário na televisão e ainda um sentimento reconfortante de que na verdade existem heróis entre nós.

Diz que aprendeu a aceitar aquilo a que chama "a palavra começada por H" e como lidar com "uma mangueira de incêndio" apontada pelos meios de comunicação social. A maior surpresa, para ele e para os restantes membros da tripulação, diz, não foi a atenção concedida mas, sim, o facto de "ter durado tanto tempo". Os telespectadores assistiram, ao longo de um ano, à celebrização de Sullenberger, 58 anos, e talvez até se tenham questionado porque é que permaneceu sob as luzes da ribalta e optou por não voltar a voar a tempo inteiro. Em grande parte ele está a planar, empurrado pelo interesse do público na sua história. "Nesta época de obsessão pela fama, a fama encontrou-o", disse Denise Contis, uma vice-presidente da TLC.

Mas a celebridade conseguida é também obra dele. Quando se tornou evidente que "o evento", como costuma chamar à aterragem, era alvo de grande atenção, afirmou que tanto ele como Jeffrey Skiles, o seu co-piloto do Voo 1549 da US Airways, sentiram "a forte obrigação de utilizar o facto por uma boa causa, em benefício da profissão". Depois daquele voo de Janeiro, seguiu-se um testemunho no Capitólio e uma série de acontecimentos públicos. E lá estava Sully, ainda recentemente, na Parada das Rosas e, no mês passado, a leiloar o chapéu de piloto para caridade.

O primeiro livro de Sullenberger, "Highest Duty: My Search for What Really Matters", foi publicado em Outubro, dando origem a mais uma ronda de entrevistas. Até agora vendeu cerca de 92 mil exemplares, de acordo com a Nielsen Bookscan, que acompanha cerca de 75 por cento das vendas finais. O seu contrato com William Morrow prevê um segundo livro. Deve estar para breve, disse ele. Mas, por vezes, a publicidade também pode fazer ricochete; houve quem ficasse embaraçado com um título da Associated Press, em Novembro: "Sully, piloto herói gosta de sexo à rock star", afirmava-se na NBC. É evidente que não existe um manual da fama para um aviador da US Airways. Mas os Sullenbergers tiveram pelo menos uma introdução ao guião dos media. Na mesma tarde da aterragem no rio, no dia 15 de Janeiro, os criadores do futuro canal de televisão por cabo de Oprah Winfrey receberam uma proposta de programa em que a convidada principal seria Lorrie, a mulher de Sullenberger - proprietária de um ginásio feminino e que tinha sido treinadora na filial da ABC de São Francisco.

O produtor que estava a montar o programa, Daniel H. Birman, estava ao telefone com Lorrie Sullenberger enquanto o marido desta tentava contactá-la após a aterragem. No documentário da TLC ela recorda a sua reacção imediata após o telefonema: ligar para a escola dos filhos para dar instruções no sentido de os manter afastados de qualquer informação transmitida pela televisão sobre o incidente. Quando devolveu a chamada a Birman, ele relembrou-lhe: "O seu marido é um herói. A sua vida está prestes a mudar."

Mas os homens dos media não surgem do nada. Na sua busca para encontrar alguém capaz de responder aos requisitos da entrevista, Birman ligou a Priya David, correspondente da redacção de informação da CBS, a pedir nomes recomendáveis. Ela pô-lo em contacto com Alex Clemens, fundador de uma empresa de relações públicas de São Francisco, de quem ela está agora noiva. Clemens depressa se tornou o porta-voz da família Sullenberger, gerindo toda a logística da primeira entrevista do piloto (à CBS) e acabando também por assumir o controlo da sua página de fãs no Facebook, com 590 mil fãs. "Há um rol de solicitações para que dispense o seu tempo, a sua imprimatur, afirmou Clemens. "Se quisesse podia passar o resto da vida a responder a todas as solicitações que mesmo assim não conseguiria dar conta do recado."

Mais de um mês depois da aterragem, Birman começou a falar com os Sullenbergers sobre fazer um documentário, que foi comprado pela TLC na Primavera do ano passado. Sentado numa suite do Hotel Essex House, em Manhattan numa terça--feira de manhã, Sullenberger disse que ele queria contribuir para os projectos, em especial os livros e o documentário, que serviriam para fazer História. "De toda a minha carreira, a minha vida será julgada em 3 minutos e 28 segundos de um voo num determinado dia", disse apertando as mãos. "Por isso foi tão importante para mim que houvesse um registo rigoroso."

Naquela terça-feira a ronda dos media começou com "Live With Regis and Kelly", continuou com uma gravação de "The Joy Behar Show" e acabou depois do anoitecer no Walter Read Theater no Lincoln Center, onde mais de 25 fotógrafos e operadores de câmara tinham lugares marcados na passadeira vermelha para a antes- treia do documentário. As entrevistas sucederam-se num ritmo rápido: o colunista do social Michael Musto, depois um repórter de um jornal canadiano, depois um blogger para a revista "New York". Um toque na cintura do repórter queria dizer que tinha acabado o tempo da entrevista.

Para Birman, tanto a aterragem como o documentário tratam "de enfrentar a mortalidade e pôr um ponto final no assunto". O documentário mostra Sullenberger num helicóptero a repetir o percurso aéreo pela primeira vez, demonstrando quão bem o rio Hudson serviu a sua função de pista de aterragem. Aparece também com a parte intacta do avião num campo de salvados. Birman disse que as suas câmaras foram das primeiras a filmar o New York Tracon, abreviatura para radar do terminal de controlo de aproximação de aeronaves, desde o 11 de Setembro.

As simulações do voo deixam poucas dúvidas de que o que aconteceu naquele dia foi uma sucessão de milagres. Dando mostras de uma réstia de modéstia nas suas entrevistas, Sullenberger tem o cuidado de dizer que tem dúvidas de que a sua acção corresponda à sua definição de heroísmo. E, na mesma linha de raciocínio, quando se pronunciou sobre o facto de "ser o porta-voz da profissão", teve o cuidado de salientar que foi "escolhido por mera circunstância".

Apesar de o evento ainda ser popular, Sullenberger continua a ser um piloto que não faz parte do elenco de actores de Hollywood. Para alguns, como David Carlos, um dos passageiros do Voo 1549 presente na antestreia do documentário, toda a atenção sobre o caso tem uma explicação fácil. Diz ele que, pura e simplesmente é uma história "com final feliz".

fonte/IOnline

ACIAÇÃO PERDE STATUS, RENDA E ENFRENTA TURBULÊNCIA

Milhões de gaúchos e brasileiros não se conformam, até hoje, com o fim da “velha” Varig. Aquela que cruzava os céus do Brasil, das Américas, da Europa, e chegava até Tóquio. Paradoxalmente, a qualidade dos serviços da Varig, além de um visionário e ousado plano de participação trabalhista através da Fundação Ruben Berta, não permitiu que as nuvens de tempestades que estavam no horizonte aparecessem nos radares da Pioneira a tempo de desviar do mau tempo à frente.

Em meados dos anos de 1990 as empresas conhecidas como “low cost, low fare”, ou custo baixo, tarifa baixa, começaram a ter a preferência. Da mesma forma, a venda de bilhetes pela internet, o parcelamento nos cartões de crédito e um serviço de bordo bem limitado tornaram grandes gigantes da aviação pesados demais. Agora, a Japan Airlines pediu concordata, com uma dívida de US$ 3,77 bilhões. Mas as empresas de custo baixo proliferaram de tal maneira que muitas quebraram. No Brasil, o mercado foi aberto; hoje o governo permite até 49% de participação acionária estrangeira e milhões que jamais viajaram de avião frequentam os aeroportos de bermudas e chinelos de dedo. Isso seria impensável nos voos até os anos de 1970, quando mulheres com chapéus e homens de terno e gravata ocupavam as poltronas nos Constellations, nos Caravelles ou Boeings 707 e 737.

Dominam os ares nacionais a TAM, a Gol, a Webjet e a novata Azul, que opera apenas equipamentos da Embraer, orgulho aeronáutico do País, com 244 aeronaves entregues em 2009. Porém, se no Brasil o céu está para brigadeiro, o mesmo não ocorre no resto do mundo. A Associação Internacional de Transporte Aéreo, Iata, na sigla em inglês, elevou para US$ 5,6 bilhões a previsão de prejuízo líquido do setor aéreo em 2010.

Em 2009, as companhias aéreas do mundo perderam US$ 11 bilhões. Entre 2000 e 2009, foram US$ 49,1 bilhões, o que dá uma média de US$ 5 bilhões por ano, disse o diretor-geral da Iata, Giovanni Bisignani. Porém, as cinco maiores empresas de aviação comercial no Brasil esperam um 2010 melhor do que 2009, mas suas perspectivas são bem diferentes. Enquanto as duas grandes, TAM e Gol/Varig, que ainda controlam 86% dos voos domésticos, preveem um crescimento acompanhando a evolução natural do setor de 2,5 vezes o PIB, as menores, WebJet, Azul e OceanAir, estimam um avanço acima de 30%. Acompanhando este crescimento, um aumento de tarifas é esperado por todas, entre 10% e 20%. No ano passado, os preços médios dos bilhetes chegaram a cair mais de 50% ante o pico de 2008. O movimento nos aeroportos ficará, no mínimo, 12% maior que o de 2009, com uma alta de 16% a 17% na demanda do setor. A Iata, que representa 230 companhias responsáveis por 93% do tráfego aéreo internacional, prevê que a receita combinada das operadoras em 2010 subirá US$ 22 bilhões, para US$ 478 bilhões. Esse montante ainda é inferior ao pico de US$ 535 bilhões atingido em 2008 e US$ 30 bilhões abaixo dos níveis de 2007. O tráfego de passageiros deverá crescer 4,5% em 2010 e 2,28 bilhões de pessoas voarão, em linha com o pico de 2007. A demanda por transporte de carga deverá aumentar 7%, para 37,7 milhões de toneladas, quando a expectativa anterior era de aumento de 5%. A Iata calcula que 1,3 mil aviões deverão ser entregues em 2010, o que contribuirá para um aumento de 2,8% da capacidade global e continuará pressionando os retornos. O setor não pode enfrentar a perda crescente do status quo. A próxima década tem de facilitar a consolidação. Ou, então, teremos outras falências. Desgraçadamente.

fonte/JornalDoComércio

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