segunda-feira, 30 de abril de 2012

AIRBUS REDUZ PRODUÇÃO DO A380

Photo I have taken at the 2005 Dubai Airshow o... (Photo credit: Wikipedia)
Airbus decidiu reduzir a produção do A380 para investigar possíveis violações na fixação das suas asas o que têm causado tanta preocupação na Emirates Airlines,  a empresa que fez a maior encomenda destas aeronaves e teve que deixar temporariamente em terra sua frota.

Assim, a taxa de produção do A380 será reduzida de 2,7 para 2,3 aeronaves por mês para os próximos dois trimestres, enquanto a Airbus está a tentar resolver o problema, segundo a imprensa inglesa.

Airbus afirma que esta medida não impede a empresa de entregar trinta A380 que comprometeu a seus clientes este ano, embora reconhecendo que ele pode cortar o número de A380 no próximo ano.

fonte/AgInternacionais
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NO AEROPORTO DE CUMBICA CAMELÔS VENDEM PRODUTOS ATÉ NO CHECK-IN

A cena é comum em semáforos ou locais de grande aglomeração, como os centros das cidades ou pontos turísticos: os pedestres passam e são assediados por vendedores de toda sorte, oferecendo vários tipos de quinquilharia. Agora, imagine em um saguão lotado, na fila do check-in e também no cafezinho, passageiros também sendo abordados pelos ambulantes. É o Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos, o maior do Brasil, agora também tomado pelo comércio informal. 

Chaveiros e outros objetos são vendidos por até R$ 3 dentro do aeroporto - Paulo Liebert/AE
Paulo Liebert/AE
 
Chaveiros e outros objetos são vendidos por até R$ 3 dentro do aeroporto
A reportagem do Estado foi ao aeroporto em quatro dias diferentes, em horários variados, e flagrou vários ambulantes. Nos cafés localizados no primeiro andar, entre os embarques nacional e internacional, eles abordam passageiros nas mesas. 

Sacos com bloquinhos de papel, caneta e chaveiros são colocados ao lado de bandejas com salgados ou sucos, com o preço e a mensagem do vendedor em destaque. 

"Quanto mais lotado o aeroporto, mais ambulantes aparecem. Os passageiros ficam meio desconfiados, principalmente os gringos", diz uma vendedora de uma lanchonete que pediu para não ser identificada. A "oferta" confunde turistas estrangeiros que, sem entender a mensagem em português, não sabem se é gratuito ou não.

Chaveiros, geralmente com a bandeira do Brasil, custam entre R$ 2 e R$ 3. "Mas faço quatro por R$ 10", oferece um vendedor a um empresário que aguardava sua mala ser embalada por um plástico protetor, antes de despachá-la no check-in. Sentindo a falta de interesse do cliente pelos chaveiros, o ambulante sacou um "cabide" cheio de cadeados para mala. Vendeu por R$ 5. 

"Tem de tudo nesse aeroporto, gente vendendo, gente pedindo, só não tem segurança, policiamento. Isso eu não vejo", afirma o empresário mato-grossense Alexandre de Medeiros, de 40 anos.

Do lado de fora do aeroporto, na fila do táxi, o forte dos ambulantes é a venda de água e chocolates. "O movimento aqui de manhã é melhor do que no centro", diz o vendedor Anastácio Silva, de 48 anos, que trabalha em Guarulhos. O delegado Ricardo Guanaes Domingues, titular da delegacia do Aeroporto de Cumbica, diz que cabe à prefeitura de Guarulhos coibir a ida dos ambulantes para o aeroporto. "Já tivemos reuniões com a prefeitura sobre isso e eles até tomaram algumas medidas, mas os ambulantes acabam voltando", disse.

Jogo de empurra. A prefeitura de Guarulhos afirma que o problema é da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero). A Infraero, por sua vez, afirma que "tem se esforçado para retirar os ambulantes de áreas públicas", mas ressalta que "não tem competência legal" para essa ação, uma vez que a área do aeroporto é pública, não privada. Desse modo, a responsabilidade caberia à prefeitura de Guarulhos - que reitera não se responsabilizar pelo que acontece dentro de Cumbica.

A estatal, no entanto, informou que faz ronda ostensiva e monitoramento eletrônico visando a identificar a presença dos ambulantes e solicitar que eles se retirem do local, além de orientá-los para que não retornem. De acordo com levantamento da equipe da Infraero em Guarulhos, os ambulantes são pessoas na faixa etária entre 25 e 40 anos. 

"Além disso, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano da prefeitura de Guarulhos, em parceria com a Infraero, realiza fiscalização nas áreas públicas dos terminais, visando a coibir essa prática ilegal de comércio, visto ser órgão público que tem competência para interromper esse tipo de atividade", afirma a Infraero em nota.

fonte/foto/Estadão
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O FALCÃO DA AVIBRÁS


Ao que tudo indica, em julho deste ano ficará pronto para voar o protótipo do veículo aéreo não tripulado (vant) Falcão, projetado pela Avibras, de São José dos Campos. 

Com investimentos de R$ 60 milhões e apoio das três Forças Armadas e da Financiadora de Estudos e Projetos( FINEP), o Falcão é o primeiro Vant nacional na classe de 800 quilos e será usado em missões de vigilância, patrulha e reconhecimento.

O desenvolvimento dessas Aeronaves não tripuladas é uma das prioridades da nova política de defesa nacional do governo brasileiro.

fonte/IstoÉDinheiro/foto/ StephenTrimblet/FlightGlobal
Stephen Trimble/Flightglobal

FAB ESTUDA SUBSTITUIR OS B707 'SUCATÕES"

'Sucatões' da Presidência serão trocados O governo começa a preparar a compra de dois aviões para a Presidência da República. Há cerca de um mês, o comando da Aeronáutica pediu informações a esse respeito às empresas Airbus, Boeing e Israel Aerospace Industries. Os novos aviões irão substituir os Boeing 707, usados nas missões de transporte intercontinental da Presidência. A FAB possui quatro Boeing 707, mas o estudo prevê a compra de dois, apurou o Valor. A ideia da substituição ganhou força no alto escalão do governo nos últimos dois meses, diante da necessidade da presidente ter uma aeronave com capacidade de fazer voos internacionais sem escalas. As viagens de Dilma Rousseff no A319 costumam ser acompanhadas do jato Embraer 190, cujo alcance máximo é de cerca de 8.300 km. O A319 custou US$ 56,7 milhões. Uma aeronave A330-200, que faz voos de maior distância sem escala, custa por volta de US$ 208,6 milhões.

O Comando da Aeronáutica enviou, há cerca de um mês, um pedido formal de informações às empresas Airbus, Boeing e Israel Aerospace Industries (IAI) com vista à compra de novos aviões para a presidência da República.

As informações enviadas pelas empresas, segundo a Aeronáutica, vão subsidiar o processo de aquisição das aeronaves que irão substituir os atuais Boeing 707, nas missões de transporte intercontinental da presidência, transporte logístico e reabastecimento em voo. A Força Aérea Brasileira (FAB) possui quatro modelos Boeing 707, mas o processo em estudo prevê a compra de dois, segundo o Valor apurou.

A ideia de substituição dos Boeing 707, conhecidos como sucatões, ganhou força no alto escalão do governo nos últimos dois meses, devido a presidente da República requerer uma aeronave apta a fazer voos internacionais sem escalas, oferecendo maior conforto e segurança em suas viagens de trabalho. Uma fonte que acompanha o processo explicou que por questão de doutrina e segurança, a viagem de um chefe de Estado é sempre feita com dois aviões. Se acontece algum problema, existe um avião reserva. Além das inúmeras paradas técnicas para reabastecimento, as viagens da presidente Dilma no A319 costumam ser acompanhadas do jato Embraer 190, mas o alcance máximo da aeronave é de 8.300 km.

Um avião de alcance maior, da ordem de 15 mil km, na classe do A330 MRTT (Multi Role Tanker Transport), que também pode oferecer uma configuração VIP, ou do Boeing 767 estaria sendo estudado para atender o transporte intercontinental da presidência. Para viagens internas, o governo já usa dois Embraer 190.

O avião A319 atualmente em operação para a presidência, apelidado de Aerolula, custou US$ 56,7 milhões. Já a aeronave A330-200, que estaria cogitada, não sairia por menos de US$ 208,6 milhões (preço de tabela).

A israelense IAI não é fabricante de aeronaves de grande porte, mas faz uma espécie de customização de aviões usados, sobretudo o Boeing 767, conforme especificações do cliente. É uma opção que a FAB também analisa, pois sairia mais em conta - entre US$ 60 milhões e US$ 80 milhões. Essa alternativa foi adotada recentemente pelo governo da Colômbia. O Valor procurou o representante da IAI no Brasil, mas teve retorno.

O Valor apurou que a Boeing fez uma oferta alternativa ao governo brasileiro, de dois aviões 767 usados, até que a nova versão "tanker" da fabricante, que está em fase final de desenvolvimento para a Força Aérea Americana seja entregue. A assessoria de imprensa da Boeing no Brasil disse que a companhia não teria nada a comentar sobre o assuntos de novo avião presidencial brasileiro.

Da década de 60, os quatro Boeing 707 da FAB operam atualmente de forma precária, fazendo transporte logístico e de reabastecimento em voo. Os sucatões, que antes operavam no Grupo de Transporte Especial (GTE), em Brasília, atendendo a presidência, foram transferidos no ano passado para o Segundo Esquadrão Corsário, do Segundo Grupo de Transporte da FAB, localizado na base do Galeão, no Rio de Janeiro.

Os sucatões têm quatro motores e capacidade para transporte intercontinental. "O grande problema é que eles já estão em fase final da vida operacional e vem apresentando diversos problemas técnicos, além de não poderem pousar em alguns países, devido às restrições de ruído e de poluição", disse uma fonte da Aeronáutica.

Ainda segundo essa fonte, eles têm custo de manutenção muito alto, porque muitas peças já não são mais fabricadas e quase sempre apresentam problemas em voo. Para se ter uma ideia, um avião da classe do "Aerolula" leva, em média, 10 dias para fazer uma inspeção estrutural profunda, enquanto que uma revisão similar no sucatão demoraria até 18 meses.

A Airbus não quis se pronunciar sobre o assunto, porque, segundo sua assessoria, a companhia é obrigada a respeitar o pedido de sigilo do cliente - no caso, a FAB. Qualquer informação sobre a evolução do RFI (pedido de informação feito pela FAB), segundo o diretor de marketing da divisão de jatos corporativos da Airbus, David Velupillai, teria que vir da própria FAB.

Ele comentou, no entanto, que o fato de o governo brasileiro já ter um jato corporativo da empresa para a presidência, o ACJ 319, traz a vantagem da comunalidadade (semelhança de sistemas), que ajuda a reduzir custos de manutenção e de treinamento, além de facilitar o processo de transição de uma aeronave para outra.

Além do Brasil, na América do Sul os jatos da Airbus também são usados pela presidência da Venezuela. Outros países que tem jatos da companhia são França, Itália, Alemanha, República Tcheca e Emirados Árabes Unidos, além de clientes que preferem não divulgar a informação.

O Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (Cecomsaer) informou que o andamento da análise feita a partir das informações enviadas pelas empresas determinará as características intrínsecas do novo avião. "Somente após esta fase será possível estimar a viabilidade de a aeronave cumprir as missões de transporte especial, reabastecimento em voo e o seu custo, considerando a prática do mercado internacional".

O processo de aquisição das novas aeronaves, segundo o Cecomsaer, está na fase de viabilidade, etapa na qual são compiladas todas as informações necessárias.

fonte/Valor Economico /foto/Divulgação
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domingo, 29 de abril de 2012

HELICÓPTERO ÁGUIA 10 FOI A AERONAVE QUE LOCALIZOU O AVIÂO PT-NUH DESAPARECIDO NO LITORAL PAULISTA

São Paulo – Na manhã da sexta dia 27/04, o helicóptero Águia 10, da Base de Radiopatrulha Aérea da Praia Grande – SP, decolou para apoiar a Força Aérea nas buscas pelo avião de instrução monomotor, modelo Tupi, matrícula PT-NUH, pertencente ao Aeroclube de Itanhaém, que estava desaparecido desde a tarde do dia anterior.

O avião decolou de Sorocaba dia 26/04 com destino a Itanhaém, mas devido às péssimas condições meteorológicas não conseguiu pousar no seu destino. A alternativa era o aeródromo da Base Aérea de Santos, onde as condições também eram muito ruins.


Após às 14:30h a instrutora Vitória Carrer Barata, de 29 anos, e seu aluno Mateus de Souza Fonseca, de 19 anos, não fizeram mais contato com a Rádio Santos e desapareceram na região.

O SALVAERO Curitiba fez contato com a BRPAe Praia Grande solicitando apoio nas buscas, enviando inclusive uma área a ser sobrevoada entre São Vicente e Guarujá.

O Águia 10 fez uma primeira tentativa de sobrevoo às 09:30h, mas ficou limitado em pequenos setores de Guarujá, onde era possível o voo em condições visuais. As 11:00h decolaram novamente e verificaram que a nebulosidade estava parcialmente dispersa na região. Mesmo assim foi possível efetuar a varredura de alguns morros e encostas no litoral do Guarujá, próximo ao Bairro Guaiúba.


Às 11:30h a equipe do Águia 10 localizou o monomotor em meio à vegetação no alto do Morro Monduba, numa área do Forte dos Andradas. Imediatamente fizeram contato com a Base Aérea de Santos, passando as coordenadas geográficas do ponto, para que a aeronave SAR 8910 da Força Aérea, que estava pousada naquela base prosseguisse nos procedimentos.

Assim que receberam a notícia eles decolaram para o local e efetuaram a incursão de dois homens do SAR que fizeram as primeiras abordagens, constatando que não haviam sobreviventes.

O Águia 10 permaneceu nas imediações aguardando novas determinações. Efetuaram contato com o COBOM de Santos que deslocou uma equipe de busca em matas para apoiar a equipe da Força Aérea.


A localização da aeronave se deu graças ao empenho e profissionalismo da equipe do Águia 10; Capitão Adriani, Tenente Borell, Sargento Walter, Sargento André e Cabo Paulo Sérgio.

Essa ocorrência teve grande repercussão nos noticiários da região, que enalteceram a atuação das equipes, infelizmente não houve sobreviventes.

fonte/BlogPilotoPolicial/Fotos/ Divulgação.

sábado, 28 de abril de 2012

AERONÁUTICA INVESTIGA ACIDENTE COM MONOMOTOR QUE CAIU EM GUARUJÁ

O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) iniciou os trabalhos de investigação sobre as circunstâncias em que ocorreu a queda do monomotor PT-NUH, na quinta-feira, no Morro do Manduba, em Guarujá.  Ainda não há previsão de quando o laudo deve ser concluído.

Dois agentes do órgão passaram o dia analisando os destroços da aeronave, em uma encosta de mata fechada, a cerca de 300 metros do nível do mar. No acidente, morreram a instrutora de voo Vitória Carrer Barata, de 29 anos, e o aluno Matheus de Souza Fonseca, de 19.
Créditos: Claudio Victor Vaz
Equipe trabalha com a hipótese de que aeronave tenha colidido com o morro

Segundo o Centro de Comunicação Social da Aeronaútica, a entrega do laudo vai vai depender não só da análise dos destroços, como também dos contatos que foram feitos durante o voo e demais elementos que eventualmente surgirem ao longo da investigação.

O acesso da Imprensa ao local foi limitado, pois havia combustível e baterias de energia ligadas dentro do avião, o que poderia representar riscos, na avaliação dos peritos.

Tal constatação, porém, serviu para confirmar a tese de que realmente não houve explosão no momento do choque – a exemplo do que já vinha sendo dito por pessoas que estavam próximas do local na hora do acidente.

fonte/foto/ATribuna

A PARTICIPAÇÃO DAS ENFERMEIRAS BRASILEIRAS NO TRANSPORTE AÉREO DE FERIDOS NA SEGUNDA GUERRA


As Enfermeiras voluntárias e toda a tropa brasileira enviada ao Teatro de Operações na Itália, foram obrigadas a deter abruptamente uma   concentração  de todos os  tipos de  capital: econômico, político, militar, cultural,  científico e  tecnológico, fundamento de uma dominação simbólica sem precedente.

Especificamente  em  relação às  agentes dessa  pesquisa, os  fatos  demonstraram  que, por imposição norte-americana essas brasileiras foram selecionadas e preparadas para enfrentar uma guerra num país distante, desconhecido para a maioria delas, sendo obrigadas a absorver além de outras culturas, diferentes da sua, novas tecnologias para desenvolver seu trabalho profissional de Enfermagem, compondo uma equipe norte-americana e tendo que desempenhar papéis independentes e perigosos que deveriam envolver o fazer médico como as Enfermeiras do Transporte Aéreo, objeto do nosso estudo.

Para o transporte dos feridos, foi criado um Serviço de Transporte Aéreo, composto por seis enfermeiras. Uma delas, depoente deste estudo cedeu a foto.

Podemos visualizar através da fotografia que na 2a. Guerra Mundial a enfermeira teve a concessão de atuar no vôo cuja principal função era prestar assistência de Enfermagem aos feridos de Guerra, acompanhando-os no transporte em casos de evacuação. Os aviões eram de carga, convertidos em ambulâncias com padiolas nas laterais. Tais procedimentos foram fundamentais para a sobrevivência dos soldados feridos na Guerra.

O texto fotográfico tem por cenário o interior de uma aeronave. Trata-se de uma pose coletiva na qual estão presentes dez pessoas, sendo duas mulheres e oito homens. Sete participantes estão deitados em padiolas apropriadas e organizadas horizontalmente, superpostas, com espaços fixos entre as mesmas.

A figura central da foto é a Enfermeira Lenalda Campos, nascida em 9 de março de 1922, na cidade de Capela, Sergipe. Filha do juiz de direito Adroaldo Campos completou os estudos em Aracajú, fazendo nesta cidade o curso de Voluntária Socorrista na Cruz Vermelha.   
Apresentou-se como voluntária para a FEB, fazendo o curso do Exército na Bahia. Em Natal, na base aérea de Parnamirim fez o Curso de especialização de Enfermagem em Transporte Aéreo, atuando nesta função como tenente enfermeira. Casou-se após a guerra, acrescentando o sobrenome Duboc.

Na foto, esta Enfermeira se encontra agachada, postura convencional para o momento, segurando o braço de um doente, estando aparente um relógio em seu pulso esquerdo. Usa uma braçadeira com o símbolo da Cruz Vermelha e uniforme idealizado para o serviço de transporte aéreo.

Ao fundo da composição, observa-se de pé outra Enfermeira a tenente Semírames de Queiroz Montenegro. Nascida no Estado do Amazonas em 24 de abril de 1916, mudando-se com a família para o Rio de Janeiro, concluindo nesta cidade seus estudos, fazendo o curso de Voluntária Socorrista na Cruz Vermelha Brasileira. Foi designada para fazer o curso de especialização em Transporte Aéreo, na cidade de Natal, Rio Grande do Norte, na base aérea de Parnamirim, atuando como Enfermeira deste transporte na guerra.

Ela está usando o mesmo uniforme de vôo, com o braço direito apoiado na padiola de outro paciente, com a cabeça fletida demonstrando atenção. Ao lado desta Enfermeira encontra-se um homem jovem fardado. O piso da aeronave é de retângulos.

Para apresentar os desafios enfrentados pelas Enfermeiras no transporte aéreo, durante a 2ª Guerra Mundial recortamos os seguintes depoimentos:

(...) (elas, as enfermeiras) foram treinadas em Natal, no Rio Grande do Norte, na base de Parnamirim (...) ficaram baseadas em Nápoles na Itália e no Brasil em Natal (...) seu trabalho era receber os nossos doentes em condições de serem evacuados e os transportarem para onde haviam previamente decidido a rota de vôo, ou iam para o Brasil ou para os Estados Unidos (da América). Podemos ver na foto, no centro dela a colega Lenalda Campos e ao fundo a enfermeira amazonense Semírames Montenegro. Sou amiga de Lenalda até hoje (Enfermeira Virgínia Maria de Niemeyer Portocarrero),
(...) o transporte aéreo foi um serviço muito importante feito por estas colegas. Lenalda sempre foi muito alegre e procurava manter alto o moral dos feridos que recebia (Enfermeira Bertha Moraes);
 
 Os depoimentos revelam que para as Enfermeiras desempenharem suas atividades no transporte aéreo, realizaram treinamento específico para atender às necessidades dos feridos em pleno vôo, o que se constituiu em um grande desafio, especialmente porque assumiam toda responsabilidade no cuidado destes pacientes.

A Enfermeira que aparece no primeiro plano da foto, fez o seguinte esclarecimento:

(...) essa foto foi feita dentro da aeronave onde nós trabalhávamos, no centro estou eu (...) em pé a Semírames, colega que fez parte do grupo deste transporte ,(...) ao todo éramos seis que fazíamos este trabalho, (...) a rotina era sempre dentro dos aviões (...) nós dávamos assistência a eles dentro desses aviões da FAB que tinham adaptação para dezoito, vinte padiolas(...). Para atravessar o Atlântico eram dez horas (...) o avião chegava de madrugada (...) e viajava a hora que eles achavam melhor por causa do (...) medo de de bombardeio (...) no avião tinha adaptação para tudo (...) não ia médico, eles davam para a gente toda a documentação que eles (pacientes) tinham (...) (Enfermeira Lenalda Campos Duboc)

Frente a esse depoimento, podemos inferir a sobrecarga psicológica que dominava a todas, particularmente as Enfermeiras do Transporte Aéreo, pois a assistência de enfermagem era desenvolvida com tomadas de decisões, que envolviam o fazer médico.

Certamente a responsabilidade com esta função, submeteu estas Enfermeiras a fatores com potencial estressor. Sabe-se que o manejo do estress freqüentemente está vinculado ao processo de enfrentamento para sobreviver. Frente a uma situação estressante os profissionais podem utilizar manejos comuns centrados no problema, controlando a situação; tentando resolver o problema; ou procurando organizar a situação.

Dessa maneira certamente as Enfermeiras realizavam seu trabalho, tomando suas decisões no momento preciso.

Acreditamos que aqui se observa um exemplo de função delegada, inculcada com alienação.

No cenário de uma guerra de proporções mundiais, acredito que as enfermeiras do Exército enfrentaram no cotidiano, muitos fatos "novos". A alienação e envolvimento com a missão levou-as algumas vezes, a aceitar com passividade o enfrentamento do cotidiano no T.O. Podemos deduzir que detinham um capital simbólico aquém das dificuldades com as quais se depararam.

As lutas empreendidas variavam com o momento vivido. As nossas Enfermeiras retratadas na fotografia em tela expressam claramente a visão que deixaram para os agentes da nossa FEB, transcrito nesse trecho do depoimento de seu Comandante, o Marechal Mascarenhas de Moraes: "(...).Coube à nossa enfermeira, além de sua missão profissional, representar as virtudes da mulher brasileira, entre homens e mulheres de várias nacionalidades, no convívio cotidiano dos hospitais americanos. As nossas compatriotas que acorreram ao chamado da Pátria, prestaram excelentes serviços à F.E.B., durante a sua permanência em território italiano, enfrentando e vencendo obstáculos numerosos. Ainda no Brasil, sofreram a maledicência impatriótica de alguns. Na Itália, viveram e serviram em hospitais americanos, onde, além das dificuldades advindas das diferenças de idiomas e hábitos, suportaram por algum tempo a


inferioridade hierárquica e pecuniária em relação às suas colegas americanas, com quem conviviam. Não obstante os óbices encontrados, as enfermeiras incorporadas à F.E.B. atenderam com abnegação e proficiência os nossos feridos e doentes, dando um veemente e nobilitante testemunho do valor da mulher brasileira (...)".

O Marechal Mascarenhas, ao publicar este elogio às Enfermeiras do Exército Brasileiro, fez resultar o mesmo num ganho simbólico para elas. Ele era o detentor do monopólio do poder e da violência simbólica legitima. Seu discurso é de alguém que impôs sua visão de mundo e, isso se reveste na identificação pública das enfermeiras que atuaram no conflito.

Acreditamos que:

"(...) A especificidade do discurso de autoridade, reside no fato de que não basta que ele seja compreendido (...) é preciso que ele seja reconhecido enquanto tal para que possa exercer seu efeito próprio. Tal reconhecimento (...) somente tem lugar como se fora algo evidente sob determinadas condições, as mesmas que definem o uso legítimo: tal uso deve ser pronunciado pela pessoa autorizada a fazê-lo, o detentor do cetro (...).conhecido e reconhecido por sua habilidade e também apto a produzir esta classe particular de discursos (...).deve ser pronunciado numa situação legítima, ou seja, perante receptores legítimos (...) devendo (...) ser enunciado nas formas (...) legítimas.

 As fotografias inegavelmente foram instrumentos de comunicação da Guerra. Porém elas não ficaram restritas às imagens daquele evento, registraram também a intervenção social desse saber, pois as pessoas, incluindo as Enfermeiras retratadas no arquivo iconográfico estudado, tiveram papel relevante na História do Exército Brasileiro.

fonte/RevistaBrasileiraDeEnfermagem/Margarida Maria Rocha Bernardes e Gertrudes Teixeira Lopes/Via Facebook/EduardoAlexandreGarcia/FranciscoBarros
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PILOTOS DA SATA AIR AÇORES TEM INTENÇÃO DE ENTRAR EM GREVE NO MÊS DE MAIO

SATA Air Açores British Aerospace ATP at Lajes...(Photo credit: Wikipedia)
Os pilotos da SATA Air Açores, que asseguram as ligações aéreas entre as ilhas do arquipélago, têm a intenção de cumprir oito dias de greve já no mês de maio, divididos em dois períodos de quatro.


O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) revelou, num comunicado citado pela Lusa, que o primeiro período de greve decorrerá entre 10 e 13 de maio e o segundo entre 17 e 20 de maio.


O primeiro período desta paralisação vai coincidir com uma das alturas em que também estarão em greve os pilotos da SATA Internacional, que asseguram as ligações aéreas com o exterior do arquipélago.


Caso as duas paralisações se cumpram efetivamente, os pilotos da SATA Air Açores e da SATA Internmacional estarão em greve por ocasião das Festas do Senhor Santo Cristo dos Milagres, uma das maiores festas religiosas dos Açores, que movimentam anualmente milhares de turistas e emigrantes.


Os pilotos justificam a decisão de avançar com a greve alegando as «sucessivas violações do acordo de empresa».


O comunicado divulgado pelo SPAC indica que a greve se deve ao descontentamento dos pilotos por a SATA ter recuado num compromisso assumido a 8 de março, nos termos do qual se comprometera a procurar soluções consensuais que minimizassem as reduções remuneratórias e a encontrar uma solução semelhante à da TAP.


Os pilotos exigem também que a distribuição das escalas de serviço seja feita de forma equitativa.


Contactada pela Lusa, uma fonte oficial da transportadora aérea açoriana remeteu para mais tarde um comentário sobre a anunciada greve dos pilotos da SATA Air Açores. 

fonte/AgLusas
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BOEING APOSTA EM NEGÓCIO COM A FAB PARA CRESCER

Assegurar a venda dos caças Super Hornet (F/A-18) para a FAB (Força Aérea Brasileira) é uma das principais apostas da divisão de Defesa da Boeing para continuar crescendo em um cenário de cortes de gastos militares nos EUA. 

A expectativa é de que o governo brasileiro anuncie até o final de junho a sua decisão sobre o melhor avião militar para reequipar a FAB --uma concorrência estimada em mais de US$ 2 bilhões. Estão na disputa com a Boeing, a francesa Dassault (caça Rafale) e a sueca Saab (Gripen).
"Estamos muito confiantes na nossa oferta e acreditamos que ela atende muito bem aos requisitos apresentados pelo Brasil com o menor custo", disse o presidente da Boeing Defesa e Segurança, Dennis Mullenburg, em conversa com jornalistas brasileiros em St. Louis, onde o Super Hornet é fabricado. 

"Nossa proposta também proporcionará a melhor oportunidade de colaboração para a industria aeroespacial brasileira." 

O Brasil pretende adquirir 36 caças, que devem substituir três diferentes aviões usados atualmente pela FAB, entre eles o Mirage. 

A proposta da Boeing conta com a simpatia da Embraer, que seria uma grande beneficiária de programas de transferência de tecnologia. Vinte e cinco empresas do setor aeroespacial brasileiro já assinaram memorandos de entendimento com a Boeing para identificar possíveis oportunidades de parceria. 

Os EUA já deixaram claro que não vão abrir os códigos-fonte do software do avião, considerado o cérebro do equipamento, mas que estão dispostos a transferir o máximo de tecnologia dentro do nível comumente aberto aos "maiores aliados". O compromisso foi previamente aprovado pelo Congresso americano e reafirmado pelo presidente americano Barack Obama à presidente Dilma Rousseff durante a visita da brasileira à Washington. 

Dos três aviões previamente selecionados pela FAB, o Super Hornet é o que tem mais horas de voo. O Gripen ainda não está em produção, mas tem encomendas da própria Suécia e da Suíça. O Rafale atende apenas a força aérea francesa, mas ganhou no início do ano uma disputa por mais de 120 aviões na Índia. 

O Super Hornet é o caça usado pela força aérea da marinha americana, que já comprou mais de 500 exemplares. Fora dos EUA, o avião foi vendido para a Austrália. A área de defesa responde por 47% das receitas da Boeing, de US$ 68,7 bilhões no ano passado. 

A fabricante quer reduzir a dependência dos EUA, que há cinco anos respondia por 93% das receitas na área de defesa. "Hoje o mercado internacional de defesa já representa 24% mas acreditamos que poderá chegar a 30% no ano que vem", disse Mullenburg. 

O Departamento de Defesa dos EUA chegou a ter um orçamento de quase US$ 700 bilhões (2010) e em dez anos terá de cortar quase US$ 50 bilhões por ano. 

fonte/FolhaSP
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ACIDENTE COM ROBINSON R44 II NA ALEMANHA

Um helicóptero Robinson R44 II, matrícula D-HARV,  caiu quando estava realizando um vôo de turismo.

Após decolar de um campo perto de Spieckern com 3 passageiros bateu em uma linha de transmissão, cerca de 10 km a leste de Wuppertal, Alemanha.

Todos os ocupantes tiveram ferimentos moderados e foram removidos para o hospital.

fonte/ASN/foto/FerWestern

VÍDEOS - FLIGHT SIMULATOR X - GAME







VÍDEO - TAKE ON HELICOPTERS - GAME -


VÍDEO - AIRPORT SIMULATOR - GAME

PEQUENO AVIÃO DE TURISMO CAI E OCUPANTES MORREM

Bombeiros e equipe de resgate examinam os destroços do avião que caiu no cantão suíço de Friburgo. Foto: EFE Bombeiros e equipe de resgate examinam os destroços do avião que caiu no cantão suíço de Friburgo

Um pequeno avião de turismo (Piper Saratoga, prefixo HB-PGA)caiu neste sábado no cantão suíço de Friburgo causando a morte de todos seus tripulantes, entre cinco e seis pessoas, informou a polícia local. 

Testemunhas informaram à agência de notícias suíça ATS que o veículo se trata de um monomotor, que caiu próximo à localidade de Tatroz (Friburgo), depois de ter sobrevoado a região duas vezes. 

A porta-voz da polícia de Friburgo, Donatella Del Vecchio, disse que o pequeno avião decolou de Blécherette, no cantão de Vaud, e se dirigia ao aeroporto de Ecuvillens, na França. Ela acrescentou que nenhuma vítima foi por enquanto identificada e as causas do acidente são desconhecidas. 

Além disso, a porta-voz informou que 50 bombeiros foram mobilizados por cauda do perigo de incêndio relacionado com o combustível do pequeno avião, assim como para resgatar os corpos das vítimas. 

fonte/foto/EFE/Terra/

FORÇA AÉREA INDIANA SUSPENDE POR 50 DIAS VOOS DO MIRAGE 2000

Dassault Mirage 2000C(Photo credit: Wikipedia)
Os Mirages 2000 da IAF estão proibidos de voar por 50 dias até que os últimos acidentes sejam esclarecidos, declarou o  ministro da Defesa A.K. Antony ao Parlamento nesta semana por causa das macnhetes envolvendo as aeronaves no mês de fevereiro e março.

fonte/IndiaToday
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EMBRAER SOB CONTROLE

Insatisfeito com gestão na Embraer, o governo intervém para que a fabricante atenda aos seus interesses estratégicos. Nos últimos seis meses, 17 executivos deixaram a empresa


Privatizada em 1994, a Embraer em quase duas décadas experimentou um crescimento vertiginoso e passou a ocupar a liderança mundial do mercado de jatos comerciais de pequeno e médio porte. Em parceria com a FAB, transformou o Super Tucano numa bem-sucedida aeronave de ataque leve. Essa trajetória ascendente sempre foi atribuída ao comando do engenheiro mecânico Maurício Botelho. Ele entrou na empresa em 1995, assumiu a presidência em 2007, mas saiu de lá em janeiro, após renunciar ao conselho de administração. Embora tenha alegado “razões pessoais”, a saída de Botelho não foi um fato isolado. Nos últimos seis meses, pelo menos 17 executivos deixaram seus cargos, entre eles o vice-presidente para a área de Defesa e Segurança, Orlando Ferreira Neto, e o diretor de Inteligência de Mercado, Fernando Ikedo. A Embraer, que mantém reserva sobre boa parte das mudanças, sustenta que se trata de um “turnover natural”. Mas fontes do setor e ex-funcionários ouvidos por ISTOÉ classificam as trocas como uma espécie de “intervenção branca”. O governo federal estaria insatisfeito com o que considera uma “gestão conservadora” da turma de Botelho.

Um dos indícios mais fortes do movimento do Palácio do Planalto para influir nos rumos da Embraer foi a eleição do secretário do Tesouro, Arno Augustin, como conselheiro titular da companhia. Disposta a retomar o segundo assento a que o governo tinha direito no conselho de administração da Embraer, a presidenta Dilma Rousseff indicou para o cargo alguém de estreita confiança, figura de proa do PT gaúcho e contemporâneo dela na gestão Olívio Dutra (1999-2002), no Rio Grande do Sul. No conselho da Embraer, o governo tem mais uma cadeira, ocupada por representante da FAB, que exerce papel estratégico por meio de uma golden share.

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A influência do governo na empresa é tabu e ninguém fala oficialmente a respeito. Antes de ser demitido em novembro, porém, Orlando Neto esteve em Brasília com o ministro da Defesa, Celso Amorim, que cobrou uma contrapartida da Embraer aos investimentos que o governo tem feito na área de Defesa da empresa. Desde 2009, quando foi lançado o projeto do cargueiro militar KC-390, a Embraer já recebeu mais de R$ 1 bilhão em repasses federais. Apesar da pressão, a fabricante prefere não ousar, acuada pela crise no setor de jatos comerciais. Negou-se a apostar em parcerias negociadas pelo governo com outros países para o desenvolvimento de novos produtos. Rejeitou ajuda dos franceses da EADS para resolver um problema de projeto da porta traseira do KC e não aceitou a proposta da Índia de desenvolver uma aeronave-patrulha com maior autonomia e capacidade antissubmarino. Preferiu se dedicar a um projeto mais simples de aviões-radar. Os indianos acabaram comprando dos Estados Unidos.

“Uma empresa como a Embraer deve ser gerida por princípios do mercado, para ter competitividade, mas responder aos interesses estratégicos do Estado”, sintetiza o coronel reformado Geraldo Cavagnari, da Unicamp. Dentro dessa lógica, Salvador Raza, professor de planejamento estratégico do Centro para Estudos de Defesa Hemisférica, da National Defense University, em Washington, alerta que a produção de Super Tucanos e o projeto do cargueiro KC-390 não são suficientes para garantir o futuro da Embraer. A perda do contrato para os EUA, por exemplo, reduziu ainda mais as chances de popularizar a aeronave de ataque no mundo. E o KC enfrentará o poderoso lobby americano da Lockheed Martin, com o consagrado C-130J. “A empresa não está conseguindo gerar uma visão estratégica que faça sentido do ponto de vista comercial e industrial na área de defesa, e tampouco consegue alinhar-se aos interesses do governo”, avalia Raza. Para o especialista, as demissões são “o remédio errado para a doença errada” e só agravará o problema. “Trazer gente do governo para dentro da empresa é legítimo, mas o problema da Embraer é que ela não consegue gerar um sistema de defesa que seja competitivo em nível internacional”, diz. Ele acredita numa ruptura irreversível, caso não haja uma mudança real em quatro meses.
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Na área civil, a fabricante brasileira já sofre com a proliferação de jatos executivos e aviões comerciais médios. Uma parceria com a Bombardier foi cogitada na visita do governador-geral do Canadá, David Johnston, a Brasília na semana passada. Mas o presidente da Embraer, Frederico Curado, no cargo desde 2007, acha prematuro disputar mercado com gigantes como a Airbus e a Boeing, e não vê necessidade de promover um ajuste de rota.  

fonte/IstoÉ
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POUSO DE EMERGÊNCIA CONTROLADO COM BOEING 727-200 DA NATIONAL GEOGRAFIC NO MÉXICO


Aeronave senfo preparada para o voo.

 Aeronave após pouso de emergência contolado.



Um lendário Boeing 727-200, com registro mexicano XB-MNP, caiu hoje em Laguna Salada, a oeste da auto-estrada Felipe Mexicali, em um experimento de teste de colisão  da Geographic Nacional.


Os 3 membros da tripulação do Boeing 727 saltaram de para-quedas, antes do teste de colisão controlada.  

O teste foi realizado em coordenação com a da DGAC mexicana e agências governamentais,  tudo isso para a série "Seconds from Disaster" da National Geografic.

Foi um projeto  de aterragem de emergência remotamente controlado, em que foram utilizados bonecos com sensores para determinar as lesões que podem ter um ser humano.

Centenas de câmeras e sensores no interior do avião irão fornecer informações valiosas que poderão salvar muitas vidas, guiando pousos remotos durante falhas mecânicas da aeronave que podem surgir durante o vôo.

Previamente a aeronave realizou sobrevôos conduzidas por pilotos de teste a bordo, que saltaram de paraquedas antes do pouso de emergência.

fonte/ASN/ElVigia/ foto/Elvigia/Oem
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ACIDENTE COM BELL JET RANGER NA PENSILVÂNIA





Um helicóptero Bell JetRanger, realizando operações de pulverização, caiu em um campo de trigo atrás do gramado do Turnpike de Serviço Plaza, South Londonderry Township, Pensilvânia.

O piloto saiu com ferimentos leves e foi enviado ao hospital para tratamento.

fonte/ASN/video/ 21News

ACIDENTE COM CIRRUS NOS EUA




O piloto de um Cirrus SR22 GTS Turbo, estava praticando pousos e decolagens quando a aeronave caiu e pegou fogo no Aeroporto Regional de Anderson, South Carolina.

O piloto morreu e o amigo quer era o instrutor de vôo recebeu queimaduras de segundo grau ao tentar resgatar a vítima.


fonte/ASN/vídeo/Wspa

COLECIONADOR RESTAURA BOEING E INSTALA CINEMA DENTRO NA CIDADE DE PANAMBI, NOROESTE DO RIO GRANDE DO SUL,

Panambi, no noroeste do Estado, agora possui cinema. E com asas. 



Adquirido por um colecionador em 2010, um Boeing 737-300, fabricado em 1986, foi totalmente adaptado. Recebeu duas telas de 42 polegadas, sistema de vídeo e som. Além do acervo com mais de 100 filmes e documentários, a maioria militares, uma biblioteca também foi montada a bordo e ajuda a contar as páginas da rica história militar.

O trabalho de restauro durou um ano e, nos últimos nove meses, envolveu toda a família do empresário Sefferson Steindorff. 

- Moramos no centro de Panambi, mas há nove meses vim com minha esposa e meus três filhos para o sítio (que fica a 7 km da cidade). Todos se envolveram um pouco na atividade - explica o colecionador, que contou também com a ajuda de funcionários do museu mantido por ele.

A sala de cinema foi montada na parte mais próxima da cabine. Tem um potente sistema de som que, ligado no volume máximo, estremece toda a estrutura. Na parte traseira da aeronave, quatro mesas foram colocadas em frente às poltronas originais, formando a biblioteca. Os compartimentos de bagagem de mão receberam livros de história. No verão, o conforto dos visitantes será garantido por aparelhos de ar-condicionado. 

 Trabalho por gratidão

Steindorff nunca foi militar. Tampouco teve parentes adeptos da farda. O gosto pela história do Exército surgiu da gratidão que tem pela corporação. 

- Éramos agricultores em São Pedro do Sul. Quando nosso pai morreu, deixando a minha mãe, eu e meus três irmãos, fomos tentar a vida em Santa Maria. Mas não foi uma aventura bem sucedida e passamos muita dificuldade. Passamos a viver em meio a militares e eles nos ajudavam muito. Vinha do Exército muitas vezes a nossa comida. É daí que vem toda a minha gratidão - conta Steindorff em meio às poltronas do Boeing que agora é a maior atração de seu museu.

A inauguração foi na manhã desta sexta-feira. À tarde, o vai-vem de visitantes ainda era grande.

- Nosso filho veio de manhã com a escola. Agora de tarde, nos trouxe para conhecer _ conta Débora Santos, 34 anos, matriarca da família que mora em Linha Belizário, distante 30 km do centro de Panambi, enquanto tirava fotos com o filho e o marido. 

Para visitar


- Visitas ao museu e sessões de cinema podem ser agendadas por grupos através do telefone (55)3375-0310, ou pelo e-mail  contato@museuacmmb.org.br 

-  Militares e estudantes de escolas municipais não pagam

- O ingresso para demais estudantes e idosos custa R$ 4

- A taxa para adultos é de R$ 8


 O Boeing
 
Modelo: 737-300

Ano: 1986

Lugares: 149

Largura: 5m

Altura: 5,5m

Peso total: 20 toneladas

Primeiro Vôo: 7 de março de 1986

Último Vôo: 5 de maio de 2010 (Portugal – Porto Alegre)

O transporte


Do aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, até Panambi, o Boeing foi trazido em carretas. Uma delas trouxe a fuselagem. As asas foram retiradas do avião e trazidas em uma segunda carreta. Antes de vender a aeronave ao colecionador, a companhia aérea retirou o motor e toda a aparelhagem eletrônica.

fonte/foto/ZeroHora/RobertoWitter
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sexta-feira, 27 de abril de 2012

CENIPA VAI INESTIGAR CAUSAS DO ACIDENTE COM MONOMOTOR



O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), ligado à Força Aérea Brasileira (FAB), irá investigar o acidente que envolveu um monomotor, encontrado nesta sexta-feira no Morro do Manduba, nas proximidades do Forte de Guarujá.

A queda do monomotor ocorreu na tarde de quinta-feira. O avião estava no alto do morro, em uma área de mata fechada, pertencente ao Exército. Estavam a bordo da aeronave o jovem Matheus de Souza Fonseca, de 19 anos, e a instrutora de voo, Vitória Carrer. Esse era o primeiro voo longo do piloto. A instrutora tinha mais de 500 horas de voo. Para exercer a função são necessárias mais de 150 horas. 




Os corpos do jovem, que era de Santos, e da instrutora, que morava em São Paulo, passaram por perícia nesta tarde e foram removidos para o Instituto Médico Legal (IML) de Guarujá, por volta das 17h30. 

Segundo informações do Grupamento de Bombeiros Marítimos, que acompanhou o resgate das vítimas, apenas uma das asas da aeronave chegou a cair no mar. O restante dos destroços foi encontrado no Morro do Manduba, nas proximidades do Forte dos Andradas.

De acordo com o comandante do helicóptero Águia da Polícia Militar, o capitão PM Adriani José de Souza, a aeronave prefixo PT-NUH se chocou contra o Morro do Manduba.

”Estava no alto do morro, perto do canhão do Forte dos Andradas, do lado externo da península, de frente para a Ilha da Moela”, relatou o comandante do Águia. “O avião entrou de lado e ficou no meio das árvores”.

Conforme Souza, a aeronave não explodiu, porque está tudo intacto. “Uma asa saiu, mas o charuto da aeronave está intacto, de lado”.

Acredita-se que, em função do mau tempo, o condutor não tenha visto o morro e, sem ter como desviar, o monomotor acabou sendo arrastado. Conforme os bombeiros, a cabine está inteira e as vítimas foram encontradas presas nas ferragens.






Sobre o avião, o Aeroclube de Itanhaém informou que a manutenção estava em dia e no último contato com a Base Aérea de Santos, o piloto não informou sobre problemas na aeronave, apenas falou do mau tempo.



Viagem

Inicialmente, a informação era de que a aeronave havia saído do Aeroporto Estadual Betram Luiz Leupolz, em Sorocaba, no interior de São Paulo. Mas o monomotor partiu de Itanhaém, parou no Campo de Marte, em São Paulo, e só depois seguiu para Sorocaba.

Por volta das 14 horas, o rapaz e a instrutora levantaram voo com destino a Itanhaém, mas o último contato feito pelos tripulantes foi quando eles estavam em Guarujá.

A mãe do piloto, Elizabeth de Souza, teria feito o último contato com Matheus por volta das 13 horas de quinta-feira. "Eu falei com meu filho era 13h15 e ele estava saindo do Campo de Marte (SP). Foi a última vez que ouvi a voz do meu filho”.

Matheus pilotou de Itanhaém até o Campo de Marte, e de lá até Sorocaba. Depois, em Sorocaba, a instrutora teria pego a aeronave.

Créditos: Reprodução
A instrutora Vitória Carrer tinha 500 horas de voo e estava apta para dar aulas

Buscas

Os destroços foram localizados pelo helicóptero Águia 10, por volta das 11h30, no Morro do Manduba, nas imediações do Forte dos Andradas.

De acordo com o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a aeronave modelo P-28 Alfa, fabricada pela Neiva Embraer, pertencia ao Aeroclube de Itanhaém.

Ainda segundo o Centro de Comunicação Social, a aeronave tem autonomia de voo de 4 horas e meia de combustível e que, provavelmente, não decolou com tanque cheio. O modelo foi fabricado no final da década de 80 e começo da década de 90 e é considerado seguro.


fonte/foto/ATribuna/
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BOMBEIROS CONFIRMAM QUE CORPOS SÃO DE VÍTIMAS DE QUEDA DE MONOMOTOR

O Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar) confirmou que os corpos encontrados no Forte de Guarujá, após a queda de um monomotor, são do jovem Matheus de Souza Fonseca, de 19 anos, e a instrutora de voo, Vitória Carrer. Esse era o primeiro voo longo do piloto. Os corpos da vítima passarão por perícia nesta tarde.

Inicialmente a reportagem havia informado que a aeronave havia saído do Aeroporto Estadual Betram Luiz Leupolz, em Sorocaba, no interior de São Paulo. Mas o monomotor partiu de Itanhaém, parou no campo de Marte, em São Paulo, e só depois seguiu para Sorocaba.

Por volta das 14 horas, o rapaz e a instrutora levantaram voo com destino a Itanhaém, mas o último contato feito pelos tripulantes foi quando eles estavam em Guarujá.

A mãe do piloto, Elizabeth de Souza, teria feito o último contato com Matheus por volta das 13 horas de quinta-feira. "Eu falei com meu filho era 13h15 e ele estava saindo do Campo de Marte (SP). Foi a última vez que ouvi a voz do meu filho”.

Matheus pilotou de Itanhaém até o Campo de Marte, e de Campo de Marte até Sorocaba. Depois em Sorocaba a instrutora teria pego o avião.

Buscas
Os destroços da aeronave foram localizados pelo Helicóptero Águia 10 por volta das 11h30, no Morro do Manduba, nas imediações do Forte dos Andradas.

De acordo com o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a aeronave modelo P-28 Alfa, fabricada pela Neiva Embraer, pertencia ao Aeroclube de Itanhaém.

O monomotor não conseguiu pousar no litoral de São Paulo, em função das péssimas condições do tempo, e retornou para São Paulo, procurando outros pontos para pousar, inclusive Sorocaba. Depois, retornou para o litoral, fazendo pedido de pouso às 14h40. Foi o último contato do monomotor.

Já a Base Aérea de Santos informou que o monomotor chegou a pousar para abastecer em Sorocaba, por volta das 13h30, voltando a decolar cerca de 40 minutos depois, com destino a Itanhaém.

O GBMar recebeu a informação de que um acidente teria ocorrido por volta das 16h35 desta quinta-feira, a 700 metros da costa.

Ainda segundo o Centro de Comunicação Social, a aeronave tem autonomia de voo de 4 horas e meia de combustível e que, provavelmente, não decolou com tanque cheio. O modelo foi fabricado no final da década de 80 e começo da década de 90 e é considerado seguro.
O diretor de instrução do Aeroclube de Sorocaba, Valdemar Tavares de Albuquerque, deu uma recomendação à instrutora: “falei para ela que se o tempo estivesse muito ruim lá na Serra do Mar era para ela voltar a Sorocaba. Ela me confirmou que voltaria para passar a noite aqui, ou então iria para Santos, que tem um trajeto mais simples e onde o tempo estava melhor”.

Créditos: Rogério Soares
Corpo de Bombeiros esteve na entrada do Forte dos Andradas para ajudar no resgate dos corpos 
 
fonte/foto/ATribuna

MONOMOTOR FAZ POUSO FORÇADO PRÓXIMO AO POLO PETROQUÍMICO DE CAMAÇARI, BAHIA


Segundo as primeiras informações não ha vítima fatal

Um avião Monomotor acaba de fazer um pouso forçado num terreno próximo ao polo petroquímico de Camaçari e segundo informação do programa Se Liga Bocão há suspeita de vítimas dentro do avião que tem capacidade para quatro passageiros.

O Helicóptero da Record Bahia que envia imagem ao vivo para o programa Se Liga Bocão acompanhou tudo logo após o acidente. As primeiras informações dão conta de que se trata de um avião de Instrução e que as vítimas estão todas bem, e sem ferimentos.

Neste momento o GRAE se encontra no local para socorrer as vítimas. Chega a informação de que se trata de duas pessoas, sendo o Instrutor e um aluno com nomes ainda não informado, lembrando que esta informação é extraoficial.
 
fonte/foto/Ichunoticias

ACIDENTE COM HELICÓPTERO KAMOV KA-32 NA ROMÊNIA



Um helicóptero Kamov Ka-32, matrícula ER-KGD, caiu em Ostrov, no leste da Romênia na quinta-feira (26), matando todas as cinco pessoas a bordo.  

A aeronave fazia  parte de uma formação de dois helicópteros Ka-32 que voavam para a Turquia para serem usados em combate a incêndios florestais.






fonte/ASN,vídeo/realitatea

DESTROÇOS DE AERONAVE SÃO ENCONTRADOS POR HELICÓPTERO ÁGUIA


O Grupo Águia de Praia Grande afirmou que foram encontrados destroços de uma aeronave nas imediações do Forte dos Andradas, em Guarujá, na manhã desta sexta-feira. O órgão afirma que já foram deslocados reforços ao local. Entretanto, as equipes estão com dificuldade de acessar o local devido à névoa e ao mau tempo. Ainda não há confirmação que os destroços sejam do monomotor desaparecido. 

A Polícia Militar e o Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar) retomaram por volta das 7 horas as buscas ao monomotor desaparecido na tarde desta quinta-feira,  na região da Enseada, em Guarujá. A aeronave saiu do Campo de Marte às 11h47, pousou no Aeroclube de Sorocaba para abastecer e tinha como destino o Aeroclube de Itanhaém. O jovem Matheus  de Souza Fonseca, de 19 anos,  e a instrutora  de voo, Vitória Capielli,  estavam no monomotor.

O diretor de instrução do Aeroclube de Sorocaba, Valdemar Tavares de Albuquerque, deu uma recomendação à instrutora: “falei para ela que se o tempo estivesse muito ruim lá na Serra do Mar era para ela voltar a Sorocaba. Ela me confirmou que voltaria para passar a noite aqui, ou então iria para Santos, que tem um trajeto mais simples e onde o tempo estava melhor”.

Além do helicóptero Águia, duas lanchas do GBMar vão auxiliar nas buscas. Cada município também vai ajudar com uma pequena embarcação.

O GBMar recebeu a informação de que um acidente teria ocorrido por volta das 16h35 desta quinta-feira, a 700 metros da costa. Nenhum vestígio do equipamento foi encontrado.

De acordo com o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica, a aeronave modelo P-28 Alfa, fabricada pela Neiva Embraer, que pertencia ao Aeroclube de Jundiaí, saiu do Campo de Marte, em São Paulo, às 11h47, com destino a Itanhaém.

O monomotor não conseguiu pousar no litoral de São Paulo, em função das péssimas condições do tempo, e retornou para São Paulo, procurando outros pontos para pousar, inclusive Sorocaba. Depois, retornou para o litoral, fazendo pedindo de pouso às 14h40. Foi o último contato do monomotor.

Já a Base Aérea de Santos informou que o monomotor chegou a pousar para abastecer em Sorocaba, por volta das 13h30, voltando a decolar cerca de 40 minutos depois, com destino a Itanhaém.

Ainda segundo o Centro de Comunicação Social, a aeronave tem autonomia de voo de 4 horas e meia de combustível e que, provavelmente, não decolou com tanque cheio. O modelo foi fabricado no final da década de 80 e começo da década de 90 e é considerado seguro.

O monomotor tem capacidade para três pessoas e era pilotado por um jovem de 19 anos, que fazia pela primeira vez um voo longo. A instrutora do piloto também estava na aeronave.

Os nomes de ambos não foram divulgados, mas a regional do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) confirmou a decolagem e o prefixo do avião: PT-NUH, o que permitiu a visualização da aeronave em uma busca na internet.

O Daesp informou ainda que não se sabe quem estaria conduzindo a aeronave.

fonte/ATribuna

AEROPORTO SALGADO FILHO EFETIVA O USO DE FALCÕES E GAVIÕES PARA EVITAR CHOQUES ENTRE AVIÕES E PÁSSAROS

Desde dezembro, os animais treinados capturaram 156 aves que colocavam em risco os voos no aeroporto da Capital


Salgado Filho efetiva o uso de falcões e gaviões para evitar choques entre aviões e pássaros Diego Vara/Agencia RBS
Esquadrão de 11 falcões e gaviões captura outros animais como quero-queros, que podem colidir com aeronaves e causar acidentes Foto: Diego Vara / Agencia RBS

Entre pousos e decolagens nas pistas, um esquadrão de plumas e garras volta a patrulhar os céus no aeroporto Salgado Filho.

Em perseguições a 200 km/h, falcões e gaviões treinados tornam o espaço aéreo exclusivo para os aviões. Testado em 2009, o serviço que afasta e captura aves capazes de se chocar contra os voos agora é uma vigilância diária na Capital.

Desde dezembro, quando a empresa Hayabusa voltou a usar os falcões, 156 aves foram capturadas no Salgado Filho e remanejadas para a Ilha do Avestruz, em Camaquã. É a efetivação de um projeto-piloto que durou cerca de um ano, visando a diminuir as colisões entre aviões e aves, problema rotineiro em aeroportos.

— Em 2009, tivemos uma redução de 80% nos choques, que, na maioria das vezes, não são graves. No entanto, a batida de um urubu ou marreco em uma turbina danifica a aeronave, que corre o risco de queda — explica Douglas Souza, coordenador de Meio Ambiente da Regional Sul da Infraero.

Em janeiro de 2009, o pouso forçado de um avião com 155 pessoas a bordo no Rio Hudson, em Nova York, exemplifica as consequências de batidas com aves. Para reforçar a segurança na Capital, em 2012 a Infraero investe R$ 700 mil na falcoaria, em um contrato que pode ser renovado por mais cinco anos. Aeroportos como Pampulha e Galeão também usam o serviço.

O atual esquadrão empregado na Capital tem 11 integrantes (mostrados ao lado). Nos intervalos dos voos, eles espantam ou capturam as aves, em especial quero-queros. A intenção não é matar os animais, mas levá-los para espaços monitorados por ornitólogos (especialistas em aves) e afastados do aeroporto, como explica o veterinário e falcoeiro Fabian Fortes.

— É uma técnica ecologicamente correta, por ser eficaz e por não usar o abate — referenda Glayson Bencke, ornitólogo do Museu de Ciências Naturais da Fundação Zoobotânica.

fpnte/ZeroHora
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quinta-feira, 26 de abril de 2012

ATUALIZADO 23:10 - BASE AÉRA DE SANTOS CONFIRMA SUMIÇO DE MONOMOTOR PREFIXO PT-NUH

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O comandante da Base Aérea major Alexandre Jannuzzi confirmou o desaparecimento de um mononomotor que tinha como destino o Aeroporto de Itanhaém. A queda da aeronave está sendo investigada pelo Grupamento de Bombeiros Marítimos (GBMar), pertencente à Polícia Militar. O monomotor pode ter caído na Praia da Enseada, em Guarujá.

O GBMar recebeu a informação de que um acidente teria ocorrido por volta das 16h35 desta quinta-feira, a 700 metros da costa. Nenhum vestígio do equipamento foi encontrado. As buscas foram suspensas e serão retomadas na manhã desta sexta-feira.

Segundo o major, a aeronave modelo P-28, fabricada pela Neiva Embraer, saiu do Aeroclube de Sorocaba. O monomotor, com capacidade para três pessoas, era pilotado por um jovem de 19 anos, que fazia pela primeira vez um voo longo. A instrutura do piloto também estava na aeronave.

O último contato do piloto com a Base Aérea ocorreu por volta das 14h40. Segundo o órgão, a pessoa que conduzia a aeronave teria informado que as condições do tempo estavam ruins. 


 Já a Base Aérea de Santos informou nesta tarde que o monomotor chegou a pousar para abastecer em Sorocaba, por volta das 13h30, voltando a decolar cerca de 40 minutos depois, com destino a Itanhaém.

Ainda segundo o Centro de Comunicação Social, a aeronave tem autonomia de voo de 4 horas e meia de combustível e que, provavelmente, não decolou com tanque cheio. O modelo foi fabricado no final da década de 80 e começo da década de 90 e é considerado seguro.

O monomotor tem capacidade para três pessoas e era pilotado por um jovem de 19 anos, que fazia pela primeira vez um voo longo. A instrutora do piloto também estava na aeronave.

Os nomes de ambos não foram divulgados, mas a regional do Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo (Daesp) confirmou a decolagem e o prefixo do avião: PT-NUH, o que permitiu a visualização da aeronave em uma busca na internet.

O Daesp informou ainda que não se sabe quem estaria conduzindo a aeronave.

fonte/ATribuna
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MONOMOTOR DESAPARECE APÓS SOBREVOAR REGIÃO NA TARDE DESTA QUINTA-FEIRA

Um monotor que sobrevoava o litoral desapareceu na tarde desta quinta-feira (26). O avião pertenceria a um aeroclube de Jundiaí, no interior de São Paulo. Um jovem de 19 anos e uma instrutora de voo estariam dentro do avião. O último contato foi feito enquanto o monomotor estava em Guarujá.

Segundo informações, o monotor teria saído da cidade de Sorocaba, no interior do Estado, para sobrevoar o litoral. Um jovem de 19 anos e a sua instrutura estariam no avião. Esse seria o primeiro voo longo do aluno. Um helicóptero da Polícia Militar e embarcações do Corpo de Bombeiros fizeram as buscas pelo passageiros, mas até o momento nada foi encontrado.

Segundo a Base Aérea de Santos, o último contato feito com o monomotor aconteceu quando os tripulantes sobrevoavam a cidade de Guarujá. As buscas foram realizadas na praia da Enseada, local da possível queda. O capitão do Corpo de Bombeiros, Ricardo Pelliccioni, é o responsável pelos trabalhos que duraram cerca de duas horas. "Já foi feita em toda região as buscas com helicóptero da PM, com as embarcações do Corpo de Bombeiros e não tem indícios de que tenha caído no mar. No momento das buscas caiu uma forte tempestade que atrapalhou o trabalho".

Se a informação de que o monomotor caiu em Guarujá for confirmada, as buscas recomeçam na manhã desta sexta-feira (27).

fonte/foto/TvTribuna

quarta-feira, 25 de abril de 2012

BIRD STRIKE COM EMBRAER E190 DA JETBLUE NOS EUA

Um Embraer ERJ-190 da JetBlue, matrícula N178JB, realizando o voo B6-571 a partir de Westchester County, NY para West Palm Beach, FL (EUA) com 54 passageiros e 4 tripulantes, sofreu bird strike ao decolar da pista 16.

A tripulação informou que "bateu  em dois grandes gansos " e  declarou emergência quando atingui 2000 pés.

Após nivelar foi orientado a pousar na pista 16, o que aconteceu 7 minutos após a decolagem.

Posteriormente  a pista foi fechada por 20 minutos até que os detritos dos pássaros fossem retirados.

O Embraer 190 de registro N249JB substituíu a aernave danificada, decolando para West Palm Beach com um atraso de 2,5 horas.

Os gansos impactou os pára-brisas e do fuselagem central.

FAA relatou danos ao pára-brisa.





fonte/AvHerald/foto/ FolhaSP
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MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...