terça-feira, 18 de outubro de 2011

C-130 ARRISCAM-SE A FICAR EM TERRA POR FALTA DE MANUTENÇÃO EM PORTUGAL

Por falta de dinheiro, a tão esperada modernização dos Hércules C-130 não vai acontecer tão cedo, apurou a Renascença. Os aviões militares arriscam-se mesmo a perder, em breve, a licença para sobrevoar alguns países.

A actualização dos aparelhos foi anunciada para 2011, mas quem vai fazer as alterações ainda não teve formação.

O problema é que estes aviões já estão a voar com limitações. Por serem aviões militares, ainda não foram recusados, mas, sabe a Renascença, a boa vontade pode acabar.

É que a digitalização dos instrumentos dos C-130 pode não acontecer, mas existem alterações que não podem deixar de ser feitas e que em breve podem criar problemas nas autorizações de voo. Por exemplo, por imposição da Organizado da Aviação Civil Internacional, é obrigatório o sistema TCAS – ou seja, Traffic Collision Avoidance System – um sistema que monitoriza o espaço aéreo em torno de uma aeronave, evitando a colisão com outra. É independente do controlo de tráfego aéreo efectuado pelas torres de controlo, avisando os pilotos da presença de aeronaves que possam apresentar uma ameaça de colisão.

Para que estas alterações sejam feitas é necessária manutenção certificada, porque implicam a colocação de instalação de equipamentos de rádio e antenas.

Nesta altura já há restrições ao nível da altitude de voo, mas, se nada for feito, os aviões militares podem ter em breve de ficar em terra.

Confrontado com esta situação, o ministro da Defesa, José Aguiar Branco, garantiu que a modernização vai acontecer dentro dos prazos previstos na lei da programação militar, antes que comecem a surgir impedimentos à utilização destes aviões, especialmente no espaço aéreo europeu.

fonte/foto/Renanascença.sapo.pt
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SEIS PESSOAS PODEM TER MORRIDO EM ACIDENTE NO NEPAL

KATMANDU: Meia dúzia de pessoas podem ter morrido no acidente em Baglung nesta noite de terça-feira.  
Uma aeronave Islander pertencentes ao Exército Nepalês, RAN-49, série 2121, caiu em uma densa floresta de Dhorpatan, distrito de Baglung, oeste do Nepal.

A aeronave RAN 49, BN2T Islander havia decolado de Nepalgunj após 07:00 transportando um paciente, sugere os relatórios preliminares.

Havia seis pessoas, conforme plano de voo,   pilotos Bikash Rathod Singh e Karki Diwakar, confirmaram fontes do exército do Nepal.

Quatro outras pessoas foram identificadas como Keshav Singh Airee, Bir Raghu Airee, Dra. Sabita. Pathak, e Gotame Milan.

De acordo com o
repórter  da THT, Gynandra Gautam,  em Baglung, os moradores ouviram um grande estrondo no distrito de Dhorpatan  bairro de Baglung, e viram chamas saindo de um monte próximo.

"O local do acidente é de cerca de 35 quilômetros de distância da sede do distrito. Equipes de resgate estão se dirigindo para o lugar da tragédia", informou Prasad Chaturbedi.

As aeronaves Islanders foram oferecidas por países desenvolvidos ao Nepal  e são utilizados neste complexo tereno geográfico especialmente para fins de operações de resgate,  transporteVIPs e funcionários do exército e do governo.

fonte/THTOnLine

BUSCAS POR PILOTO DE PARAMOTOR SERÃO AMPLIADAS PARA O PANTANAL EM MATO GROSSO


Rapaz desapareceu durante voo de parapente (Foto: Arquivo Pessoal) 
Emílio está desaparecido desde o último dia 6
quando decolou (Foto:Arquivo Pessoal)
 
O Corpo de Bombeiros deve ampliar o perímetro de buscas pelo piloto Emílio Sales Monteiro, de 38 anos, que desapareceu após decolar de paramotor em uma região da cidade de Cáceres, que fica a 210 quilômetros de Cuiabá. Uma equipe deve sobrevoar o Pantanal mato-grossense a partir desta quarta-feira (19).

Para Licínio Ramalho, comandante regional do Corpo de Bombeiros em Cáceres, a potência do equipamento em que Emílio estava pode ter contribuído para que o voo fosse mais longe do que o planejado, já que teria capacidade para voar por várias horas. “Temos informações de que com a asa que ele estava usando e com as condições do vento no dia do voo, ele pode ter sido levado para uma área a mais de 200 quilômetros de Cáceres”, explicou.

Ainda segundo o coronel, a decisão de ampliar o perímetro de buscas foi tomada depois que um amigo do esportista informou ter recebido uma mensagem por telefone após a decolagem. “O rapaz que estava com ele no dia do voo disse que ele fez um contato por mensagem do celular 28 minutos depois que decolou, dizendo que estava tudo certo. Uma hora depois da decolagem, a família ligou no celular, que chegou a tocar, mas ninguém atendeu a ligação e depois tentaram ligar novamente e desta vez o telefone nem chamou”, observou.

A equipe de bombeiros vai sobrevoar uma área com base no trecho que Emílio pode ter percorrido levando em conta as condições do vento no dia e a potência do equipamento. “É muito incerto a forma com que ele pousou ou caiu. Ele pode estar perdido no Pantanal, que é uma região alagada”, finalizou o coronel.
 
O caso
Emílio desapareceu durante um voo de paramotor no dia 6 de outubro. De acordo com a família, o esportista tinha o objetivo de pousar em uma das fazendas ou pousadas próximo do Rio Paraguai e desde então não foi mais visto. Uma equipe de cinco homens do Corpo de Bombeiros de Cáceres faz buscas pelo piloto desde sábado (8).

fonte/G1-MT
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GREVE FAZ QANTAS DEIXAR DE OPERAR MAIS DOIS AVIÕES

1984–2007Image via Wikipedia
A companhia aérea australiana Qantas Airways deixou de operar mais dois aviões em decorrência da disputa sindical que ameaça milhares de voos domésticos com a proximidade do Natal. A Qantas alertou nesta terça-feira sobre o risco de atraso nos serviços de manutenção, já que os engenheiros ameaçam continuar em greve até o fim do ano. "Se a paralisação continuar, vamos parar mais aviões", disse o presidente-executivo da Qantas, Alan Joyce.

Duas unidades 767 da Boeing vão parar de operar em 24 de outubro, uma decisão esperada diante do cancelamento de 80 voos domésticos no próximo mês, segundo a Qantas. A companhia, que tem uma frota de mais de 250 aviões, já tinha parado cinco unidades e cancelado 500 voos, deixando de vender 88.000 passagens para o próximo mês. A companhia aérea enfrenta uma série de greves desde setembro, em uma disputa com carregadores de malas, engenheiros e pilotos, envolvendo salários e condições de trabalho.

fonte/Terra
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FUNCIONÁRIOS DO AEROPORTO DE CAMPINAS ADEREM À PARALISAÇÃO

Os aeroportuários que trabalham no aeroporto internacional de Viracopos, em Campinas (93 km de São Paulo), aprovaram na manhã desta terça-feira (18) uma paralisação de 48 horas a partir das 23h de amanhã. A manifestação é contra o modelo de privatização proposto pelo governo federal.

De acordo com o Sina (Sindicato Nacional dos Aeroportuários), os 790 trabalhadores que estavam no aeroporto aprovaram a adesão ao movimento, que também ocorre nos aeroportos de Brasília e Cumbica (Guarulhos). 

No total, Viracopos tem 2.000 funcionários que trabalham em escala nas áreas de carga, manutenção, segurança, pouso e decolagem. Esses setores devem ter as atividades paralisadas. 

Segundo Celio Alberto Barros de Lima, diretor-geral do Sina, até sexta-feira podem ocorrer outras assembleias em mais aeroportos para optar pela extensão do movimento. 


"Será inevitável, a privatização não garante qualidade, o que já está claro em diversos setores como o elétrico. Esse processo é leviano", afirmou Lima. Segundo ele, sem esses aeroportos a Infraero perderá 75% da arrecadação, mas continuará arcando com os custos do restante da rede. 

O sindicato chegou a elaborar propostas de privatização parcial e manutenção de serviços essenciais, como segurança, nas mãos do governo. "Mas nunca houve diálogo, os trabalhadores nunca forma ouvidos sobre esse processo", disse Lima. 

A reportagem entrou em contato com o escritório da Infraero em Campinas, mas não conseguiu falar com seus representantes. 

fonte/UOL

COM BAIXA VISIBILIDADE, AEROPORTO SALGADO FILHO TEM PELO MENOS 55 VOOS CANCELADOS NESTA TERÇA-FEIRA

Aeroporto opera por instrumentos desde as 11h30min


Pelo menos 30 pousos e 25 decolagens previstos para esta terça-feira foram cancelados no Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, segundo informações do site da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) atualizadas às 15h13min.

>>> Confira a situação do seu voo
De acordo com a Infraero, das 11h30min até as 16h30min, o aeroporto operou por instrumentos. Decolagens e aterrissagens podem acontecer normalmente, mas são as companhias aéreas que decidem se voam ou não.

Às 13h, o metar da Redemet (Rede de Meteorologia do Comando da Aeronáutica) mantinha o registro de cinza vulcânica em Porto Alegre e a visibilidade estava reduzida a 4 mil metros na região do Salgado Filho.

A fuligem originada pelo vulcão chileno Puyehue, que se espalhou por boa parte do Rio Grande do Sul, misturada à névoa seca presente na atmosfera, é apontada como a possível causa da baixa visibilidade. 
 
fonte/ZeroHora/foto/RonaldoBernardi

PILOTOS FRANCESES CRITICAM DIVULGAÇÃO DE DIÁLOGO NO AF 447

O Sindicato Nacional de Pilotos de Linha da França (SNPL) declarou nesta segunda-feira que não aprova a divulgação das gravações das conversas da tripulação do voo AF 447, realizado entre Rio de Janeiro e Paris, que caiu em 1º de junho de 2009, matando 228 pessoas. O SNPL disse que apoia a investigação das causas do acidente, mas rejeita "a exploração mercantil das conversas pessoais e dos últimos momentos" dos pilotos. 

Em comunicado divulgado hoje, o sindicato alegou que a profissão de piloto de linha "é a única que aceita estar sob vigilância e gravação permanente com o único fim de melhorar a segurança dos voos". É um sistema, alegou o SNPL, que só pode "funcionar com a confiança total da comunidade de pilotos", e a publicação das conversas representa um "desvio", pois não respeitariam a norma. 

Em agosto, a imprensa francesa revelou que os pilotos do voo que caiu no Atlântico não quiseram evitar uma zona de turbulências, ao contrário de outros aviões que fizeram o mesmo trajeto no dia do acidente. O jornal Le Figaro chegou a afirmar que as conversas revelavam que os pilotos não tinham atuado com "profissionalismo" em tais circunstâncias. 

Ainda segundo a imprensa local, todas as aeronaves que passaram pela região no dia da queda do voo AF 447 mudaram sua rota para evitar grandes nuvens carregadas de gelo, capazes de congelar as sondas de medição de velocidade. O avião Airbus modelo A330, que fazia o voo, havia decolado normalmente do aeroporto do Galeão, no Rio, com 12 tripulantes e 216 passageiros, em sua maioria, franceses e brasileiros.

Cerca de 20 minutos antes do acidente, de acordo com as gravações, o comandante disse a seus adjuntos que o avião passaria por turbulências enquanto ele estivesse dormindo, e depois avisou que era hora do seu intervalo. Os copilotos modificaram ligeiramente o trajeto da aeronave, mas passaram pela zona de nuvens carregadas, o que fez com que as sondas de velocidade congelassem. Por não enviar as informações corretas, o piloto automático foi desligado. 

De acordo com o Escritório de Investigação e Análise francês (BEA), em seu terceiro relatório preliminar, com o voo manual os pilotos, que não tinham a formação adequada para este tipo de situação, tomaram decisões erradas. Espera-se que o relatório definitivo do BEA seja publicado no primeiro trimestre de 2012.

O acidente do AF 447
O voo AF 447 da Air France saiu do Rio de Janeiro com 228 pessoas a bordo no dia 31 de maio de 2009, às 19h (horário de Brasília), e deveria chegar ao aeroporto Roissy - Charles de Gaulle de Paris no dia 1º às 11h10 locais (6h10 de Brasília). Às 22h33 (horário de Brasília) o voo fez o último contato via rádio. A Air France informou que o Airbus entrou em uma zona de tempestade às 2h GMT (23h de Brasília) e enviou uma mensagem automática de falha no circuito elétrico às 2h14 GMT (23h14 de Brasília). Depois disso, não houve mais qualquer tipo de contato e o avião desapareceu em meio ao oceano.
Os primeiros fragmentos dos destroços foram encontrados cerca de uma semana depois pelas equipes de busca do País. Naquela ocasião, foram resgatados apenas 50 corpos, sendo 20 deles de brasileiros. As caixas-pretas da aeronave só foram achadas em maio de 2011, em uma nova fase de buscas coordenada pelo BEA da França, que localizou a 3,9 mil m no fundo do mar a maior parte da fuselagem do Airbus e corpos de passageiros em quantidade não informada. 

Após o acidente, dados preliminares das investigações indicaram um congelamento das sondas Pitot, responsáveis pela medição da velocidade da aeronave, como principal hipótese para a causa do acidente. No final de maio de 2011, um relatório do BEA confirmou que os pilotos tiveram de lidar com indicações de velocidades incoerentes no painel da aeronave. Especialistas acreditam que a pane pode ter sido mal interpretada pelo sistema do Airbus e pela tripulação. 

O avião despencou a uma velocidade de 200 km/h, em uma queda que durou três minutos e meio. Em julho de 2009, a fabricante anunciou que recomendou às companhias aéreas que trocassem pelo menos dois dos três sensores - até então feitos pela francesa Thales - por equipamentos fabricados pela americana Goodrich. Na época da troca, a Thales não quis se manifestar. 

fonte/EFE/Terra
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BOEING PREVÊ MAIS CANCELAMENTOS DE PEDIDOS DO DREAMLINER 787


Companhia ressaltou que encomendas continuam firmes
 
A Boeing afirmou nesta terça-feira que prevê mais cancelamentos de pedidos do Dreamliner 787, após uma companhia chinesa ter desistido de comprar 24 unidades da aeronave, mas ressaltou que as encomendas do novo avião de longo alcance continuam firmes.
 
Um dia após a China Eastern ter cancelado os pedidos, um executivo da Boeing disse que algumas encomendas podem cair porque a fabricante ajustou as datas de entrega. "Sinceramente... prevemos mais encomendas e prevemos mais cancelamentos...", disse o vice-presidente de Marketing da Boeing, Randy Tinseth.
 
A China Eastern afirmou, em comunicado à Bolsa de Hong Kong, que preferiu desembolsar US$ 3,3 bilhões para comprar 45 novos Boeing 737, mais regionais do que o Dreamliner, além de 15 Airbus A330, da EADS, avaliados em US$ 2,5 bilhões.Analistas disseram que outras companhias chinesas também podem cancelar pedidos do Dreamliner, por se voltarem novamente aos aviões de longo alcance.
 
fonte/Reuters/Terra/foto/Getty
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