quarta-feira, 19 de maio de 2010

FEIRA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL - 29 A 30 DE MAIO 2010 - AEROPORTO DE GONGONHAS - HANGAR DA VASP - AV WASHINGTON LUIZ 6000 -SÃO PAULO

VÍDEO - ACIDENTE EM CASCAVEL

AVIÃO TENTA POUSAR EM AEROPORTO FECHADO NO PARANÁ

Chuva e nevoeiro prejudicam operações, em Cascavel. Piloto e copiloto não tiveram ferimentos.
Mesmo com o aeroporto de Cascavel (PR) fechado, um avião de pequeno porte tentou pousar no local, nesta quarta-feira (19), e acabou causando um incidente.


As operações foram suspensas às 23h de terça-feira (18), por causa da chuva e do nevoeiro. A aeronave não respeitou as restrições e acabou pousando fora da pista, segundo o chefe de setor do aeroporto, José Ribeiro.
O piloto e o copiloto não tiveram ferimentos. O avião teve danos no trem de pouso e nas asas. O aeroporto permanece fechado.

fonte/GazetaDoPovo /G1

ESTADOS UNIDOS QUESTIONAM USO DE PILOTO AUTOMÁTICO EM AVIÕES

Airbus A330-300 takes off from Manchester Airp...

Um capitão voltou ao cockpit depois de uma breve pausa para ir ao banheiro e encontrou seu copiloto conversando com uma comissária, sem prestar atenção nos equipamentos. O fato de o piloto automático estar desligado e o avião em risco passava despercebido.

O incidente é um de muitos em que os pilotos não monitoraram corretamente os equipamentos de voo, sua automatização ou mesmo a localização da aeronave. Eles foram narrados em um relatório da indústria aérea.

O relatório, que foi divulgado em 2008, voltou a chamar atenção diante de um exemplo mais recente da falta de atenção dos pilotos: o voo da Northwest Airlines que saiu de sua rota e viajou mais de 250 quilômetros antes de retornar ao aeroporto, em outubro do ano passado.

Os especialistas em aviação questionam se os incidentes são sintomas de um problema maior no cockpit: será que a automatização dos aviões tornou os pilotos complacentes?
A questão será debatida em uma conferência em Washington, na qual o Comitê Nacional de Segurança no Transporte irá considerar o profissionalismo dos pilotos e controladores de tráfego aéreo.

O problema dos pilotos perderem a atenção de alguns aspectos de um voo não é novo. Na verdade, ele existe desde que a tecnologia que permite que um computador realize algumas de suas funções foi implementada.

Em 2002, Robert L. Sumwalt, membro do comitê de segurança, foi um dos três autores de um documento que alegava que os pilotos não monitoravam adequadamente o que os aviões estavam fazendo em mais da metadedas ocorrências analisadas.

Esse relatório foi feito após vários incidentes, incluindo um em 1996 quando os pilotos de um avião da Continental Airlines não se certificaram do posicionamento do trem de pouso antes de tocar a pista.
“Humanos não são bons monitores de sistemas altamente automatizados por longos períodos de tempo", disse Sumwalt, que foi piloto por 24 anos nas companhias Piedmont e US Airways. “Nós queremos reconhecer que não se pode esperar que alguém seja extremamente vigilante durante sete, cinco, ou mesmo três horas".

O episódio mencionado no início desta reportagem, no qual o piloto teve de agir rapidamente para salvar o avião de uma queda, foi descoberto pela Equipe de Segurança da Aviação Comercial, um grupo mantido por companhias aéreas, conforme revisava relatórios feitos pelos pilotos para o Sistema de Segurança na Aviação da Nasa. O objetivo era descobrir se o uso do piloto automático influenciou a ação de pilotos, fazendo com que agissem sem prestar atenção ou ficassem confusos e distraídos.

O estudo do grupo, realizado entre 2005 e 2008, ressaltou 50 ocorrências nos cinco anos anteriores a 2005. Em 16 delas, os pilotos fracassaram em acompanhar a automatização ou a localização do avião.

Na sua reunião desta semana, o comitê de segurança também irá debater as ações de pilotos e controladores de tráfego aéreo em dois acidentes de 2009 - o do Vôo Colgan 3407 em Buffalo e a colisão entre um avião e um helicóptero de excursão sobre o Rio Hudson.

Ambos os acidentes, juntamente com o da Northwest Airlines, aconteceram em um espaço de sete meses e pouco depois do pouso do avião da US Airways no Rio Hudson.

fonte/IG
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NOVO LIVRO ACUSA AIR FRANCE DE FALHAR NA PREVENÇÃO DE ACIDENTES

Um livro lançado nesta quarta-feira na França, escrito por um jornalista do jornal francês Le Figaro, aponta falhas na política de segurança da companhia Air France e sugere que o acidente com o voo AF 447, há quase um ano, poderia ter sido evitado se a empresa tivesse equipado seus aviões com um sistema de pilotagem de emergência, como havia feito sua concorrente Lufthansa em 2008.

Capa do livro La Face Cachée d’Air France
Air France não aprende com seus erros, disse o autor

No livro La Face Cachée d'Air France (literalmente "A Face Oculta da Air France", mas ainda sem previsão de título em português), o jornalista Fabrice Amedeo, especialista do setor de transportes do Le Figaro, afirma que a direção da empresa deve realizar "uma verdadeira revolução cultural para evitar um novo acidente que representaria o seu fim". 

"A Air France enfrenta um paradoxo. Ela possui uma frota de aviões ultramoderna, pilotos e um sistema de manutenção que estão entre os melhores do mundo, mas estatísticas de segurança de uma companhia de segunda categoria", diz o autor do livro. 

Em um comunicado divulgado nesta quarta-feira, a Air France afirma que "respeita todas as regulamentações nacionais e internacionais em vigor" e acrescenta que a segurança da companhia "corresponde aos padrões mais exigentes da indústria aeronáutica mundial".

Números
Na avaliação de Fabrice Amedeo, "todos os números convergem para a mesma constatação, a de que a Air France, em termos matemáticos, é menos segura do que seus concorrentes".
Segundo o jornalista, a Air France registra, nos últimos dez anos, um índice de 0,9 acidentes aéreos por cada milhão de etapas realizadas. 

"Esse número é maior do que a média mundial, de 0,7, das 230 companhias da Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA). Seus concorrentes diretos, British Airways e Lufthansa, têm, respectivamente, 0,3 e zero", afirma Amedeo. 

Nos últimos dez anos anos, a Air France registrou duas grandes catástrofes aéreas: a do Concorde, em 2000, que matou 113 pessoas, e a do voo AF 447 no ano passado, que caiu sobre o Atlântico no dia 31 de maio (pelo horário brasileiro), com 228 pessoas a bordo. 

Segundo Amedeo, o Escritório de Arquivos de Acidentes Aeronáuticos classifica a Air France, com 1.785 mortos em catástrofes, como a segunda companhia que mais registrou mortes na história da aviação civil, atrás apenas da russa Aeroflot. 

O autor diz também que, antes do acidente com o voo AF 447, a Air France já estava apenas na 21ª posição entre as companhias aéreas europeias mais seguras e na 65ª em escala mundial, segundo levantamento do site Planecrashinfo.

Aprender com erros
O livro afirma, com base em entrevistas, que se a Air France tivesse equipado seus aviões com o sistema de pilotagem Buss (Back-up Speed Scale), "o acidente com o voo AF 447 poderia talvez ter sido evitado".
Esse sistema é acionado quando os sensores de velocidade do avião, os chamados tubos Pitot, deixam de funcionar - como, de acordo com as investigações, aconteceu no voo Rio-Paris. 

Com o sistema Buss, os pilotos não obtêm mais dados precisos sobre a velocidade do avião, mas podem continuar sua trajetória em segurança, afirma o autor. 

As investigações revelaram até o momento que falhas nos tubos Pitot representaram "um elemento, mas não a causa do acidente".
"A Air France se recusou a instalar o equipamento, solicitado por inúmeros pilotos, alegando que ele não era confiável", diz Amedeo.

Comando
O livro do jornalista do Le Figaro também aponta falhas no comando da empresa, afirmando que vários incidentes do mesmo tipo, como problemas nos sensores de velocidade, ocorreram repetidas vezes.
Isso seria, na opinião de Amedeo, reflexo de "uma companhia que não aprende com os erros e não questiona seus fundamentos nem sua organização". 

A Air France, no comunicado em resposta ao livro, afirma ter lançado neste ano o projeto "Trajectoire", destinado a "propor e estudar iniciativas para melhorar a segurança". 

"Até o acidente com o voo AF 447, a Air France nunca havia analisado de maneira sistemática as causas dos acidentes, uma análise que a levaria a reformular profundamente as estruturas de comando", diz Amedeo.

A Air France anunciou nesta quarta-feira um prejuízo recorde de 1,55 bilhão de euro (cerca de R$ 3,4 bilhões) no ano fiscal 2009-2010 - encerrado em março. "Foi um ano horrível", afirmou o presidente da empresa, Pierre-Henri Gourgeon.



fonte/Estadão/foto/Divulgação

PLANADOR DESGOVERNADO CAI EM HORTA DE APOSENTADO



O aposentado Mike Baber, de 72 anos, estava assistindo à televisão em casa com sua mulher Eileen (ambos, na foto acima), na quinta-feira passada (13) por volta das 17:30 (hora local) acompanhando o jogo onde a Inglaterra derrotou o Sri Lanka pela Copa do Mundo de Críquete (Twenty20 World Cup).

Ele contaria depois que, sentado no sofá, estava pensando em fazer uma viagem com ela – apesar de não ter chovido muita grana em sua horta. Bem nesse momento, em vez de água ou dinheiro, caiu um planador de verdade no jardim de sua casa em Bicester, sul da Inglaterra, como se fosse uma cena de filme da TV.

Não era viagem – era um avião de verdade, que causou um barulhão explosivo na residência de Baber. Ele saiu assustado de casa e foi verificar o estrago. Quando chegou ao jardim, viu o piloto do planador, inteiro, sem machucado.

O homem, de 49 – não foi revelado o nome dele -, integrante do Windrushers Gliding Club, uma entidade de pilotos amadores e profissionais, disse que perdeu o controle da aeronave Schleicher ASW19B, prefixo G-DERP. Meio sem jeito, pediu perdão ao aposentado pela confusão.

Baber ficou chocado porque sua residência fica ao lado de uma rua movimentada, como informou ao jornal inglês Telegraph.

- Muitos carros passavam na hora. Por pouco, isso não virou uma tragédia pavorosa. Não sei como o piloto sobreviveu. Teve muita sorte de sair bem dessa.

O Windrushers Gliding Club divulgou comunicado em que promete investigação sobre a queda do planador. Segundo o piloto, houve pane elétrica.

Enquanto funcionários da equipe de resgate da prefeitura recolhiam o avião, a mulher de Baber comentava sobre o incidente.


- A gente quer tanto viajar e aparece logo um avião no nosso jardim. Dinheiro que é bom não cai nunca na conta do meu marido.
Falando no assunto, o clube das aeronaves não quer nem discutir sobre indenizações, já que a queda não provocou ferimentos em ninguém. O casal continuará sem embarcar pra lugar algum.
fontes/ R7 / Daily Mail/NoticiasSobreAviação/foto/ Wendy Becker / SWNS / Oxford Mail

PRÓXIMAS TAXAS

O sarcasmo é a marca da correspondência que nos envia hoje, de alguma parte desconhecida do planeta, o maior viajante do mundo. Ou será que ele tem razão?

Mr. Miles: soube que, agora, as companhias aéreas querem cobrar taxas para permitir aos passageiros marcar os assentos em alguns voos. O senhor não acha que isso está indo longe demais?
Well, my friend: unfortunately, a ideia é esta mesmo. Desconfio que está em andamento um plano para que, lenta e gradualmente, os passageiros sejam cada vez mais esfolados - antes, durante e depois de suas viagens aéreas.

Senão, vejamos: houve um tempo (believe me!) em que entrar em um avião era uma experiência glamourosa e sofisticada. As aeromoças e os comissários esmeravam-se para atender às vontades dos passageiros. Discretos e sorridentes, atuavam como butlers de um grande hotel, servindo bebidas com fartura e o melhor tipo de refeição que a situação permitia, mesmo em voos locais ou na classe econômica.

O padrão vem sendo reduzido há décadas, em parte pela queda de preços provocada pela concorrência e, of course, também pela necessidade de atrair capital especulativo - o que só se consegue com as ações subindo.

Então vieram as abomináveis mudanças: barras de cereais (que um velho amigo chama de cereal killers), lanches pagos a bordo, taxas para despachar malas e, agora, essa taxa para marcar assento - que soa como uma ameaça em caso de overbooking. I"m very sorry to say, mas as perspectivas não são das melhores. Já estive pensando nos próximos adicionais que o tempo trará e aproveito para deixá-los como sugestões aos executivos das companhias aéreas.

A primeira delas, já mencionada neste espaço, será a implantação da minutagem no uso dos toaletes de bordo. Com a instalação de um simples temporizador, o passageiro necessitado pagará pelo tempo que despender no reservado. Nos voos longos, torna-se óbvia a implantação de um encargo para o uso de cobertores. Caso a procura seja pequena, bastará ao comissário diminuir a temperatura da cabine. O mesmo será feito com travesseiros e audiofones. A luz de leitura, então, já é caso resolvido: só se acenderá com a devida remuneração.

Mas não é só: as companhias mais ladinas, for sure, descobrirão a vantagem de implantar uma tarifa, pequena que seja, para quem quiser reclinar seu assento. E, by the way, o mesmo mecanismo pode ser aplicado àqueles que desejarem utilizar-se das mesinhas situadas na frente de cada passageiro. Como não se pode mais levar líquidos a bordo, o preço das garrafinhas de água tende a subir vertiginosamente.

Já ouvi especulações sobre um possível adicional a ser cobrado para o uso de apoio de braços, que permanecerá travado em pé, caso o viajante não se interesse pelo serviço. Nessa hipótese, só poderia usá-lo o passageiro que pagou para liberá-lo. Mas as companhias aéreas não terão restrições ao uso compartilhado, desde que ambos os interessados façam uma little cow (vaquinha, como vocês dizem).

Vai acabar, as well, aquela vantagem de, em voos pouco ocupados, os passageiros poderem se espalhar pelas poltronas vazias. Os viajantes serão aglomerados em um único setor e terão de pagar caro pelo privilégio de mudar de lugar para uma fila de assentos livres.

Enfim, my friend, é prudente estar preparado para voar sempre com dinheiro no bolso. Até que, em um dia qualquer de iluminação, alguém reinvente o conceito de conforto incluído na passagem. E faça, com ele, o maior sucesso. Don"t you agree?"


fonte/ Márcio Bonaventi /Mr. Miles - O Estado de S.Paulo

POLÍCIA FEDERAL BUSCA GRUPO QUE ARREMESSA DROGA DE AVIÃO EM 3 ESTADOS

A Polícia Federal lançou nesta terça-feira a Operação Arremesso para cumprir 14 mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca nos Estados de Mato Grosso do Sul, Paraná e São Paulo. Os alvos são quadrilhas que operam o tráfico de drogas entre os três Estados.

O nome da operação se refere à principal prática do grupo criminoso, que "arremessava" os entorpecentes de aviões de pequeno porte. As aeronaves eram carregadas no Paraguai e jogavam embalagens com drogas em pontos combinados do território brasileiro.

A partir daí, outro segmento da quadrilha utilizava caminhões e carros para conduzir a droga até o destino final. Durante as investigações, iniciadas no ano passado, 20 pessoas já foram presas em flagrante em São Paulo, Goiás, Paraná e no Mato Grosso do Sul e 8 t de entorpecentes foram apreendidos.

fonte/Terra

EQUIPES LOCALIZAM AVIÃO DE PASSSAGEIROS ACIDENTADO NO AFEGANISTÃO

As equipes localizaram hoje o avião de passageiros que caiu na segunda-feira no norte do Afeganistão com 43 pessoas a bordo.

Os destroços estão ao sul das montanhas de Salang. Devido às más condições meteorológicas, no entanto, as equipes de resgate ainda não conseguiram chegar até o local, disse à Agência Efe o governador da província de Parwan, Basir Salangi.

Conforme Salangi, as equipes identificaram a aeronave com ajuda de helicópteros da Força Internacional de Assistência e Segurança (Isaf) que participavam do resgate.

A companhia aérea Pamir Airways anunciou hoje que oferecerá compensação econômica de US$ 100 mil às famílias das vítimas.

O avião saiu de Kunduz (norte) na segunda-feira passada às 8h30 no horário local (1h em Brasília) com destino a Cabul e os operadores aeroportuários perderam contato com avião a 30 quilômetros ao norte da capital.

No voo estavam cinco tripulantes e 38 passageiros, sendo 11 estrangeiros.

Nas tarefas de busca participaram sete helicópteros (dois da Isaf e um da Pamir Airways), assim como moradores da região que rastrearam a região a pé e a cavalo.
Tamanho da letralabelstrueUOL NotíciasEquipes localizam avião de passageiros acidentado no Afeganistão.

fonte/EFE/UOL
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