sexta-feira, 20 de agosto de 2010

JUSTIÇA DO RIO DE JANEIRO DECRETA FALÊNCIA DA ANTIGA VARIG

Varig Boeing 767-300ERImage via Wikipedia
A Justiça do Rio de Janeiro decretou nesta sexta-feira a falência da antiga Varig, que atualmente operava com a bandeira Flex, e de duas outras empresas do grupo: Rio Sul Linhas Aéreas e Nordeste Linhas Aéreas. A decisão, da juíza Márcia Cunha de Carvalho, em exercício na 1ª Vara Empresarial do Rio, foi tomada a partir de pedido do próprio administrador e gestor judicial da companhia. Ele informou ao Judiciário fluminense que as empresa não têm como pagar suas dívidas.

A Varig vai seguir operando, por duas semanas, serviços de comunicação por meio de estações de rádio que orientam os pilotos nas decolagens e pousos. A Trip Linhas Aéreas vai assumir dessas atividades após esse período. A Varig estava em recuperação judicial há cinco anos, e tinha dívidas estimadas em R$ 7 bilhões. O grupo foi o primeiro do país a pedir a recuperação judicial, quatro meses depois da promulgação da nova Lei de Falências. 

fonteZeroHora
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DEPOIS DO APAGÃO, AEROPORTO DE PORTO ALEGRE VOLTA A OPERAR COM NORMALIDADE

A Brazilian Gaúcho. Laçador Statue, Porto Aleg...Image via Wikipedia
Depois de um apagão de quase três horas na manhã desta sexta-feira (20), o aeroporto internacional Salgado Filçho, em Porto Alegre, normalizou os pousos e decolagens. Até as 17h, apenas três voos estavam atrasados e três foram cancelados.

Segundo a Infraero, os atrasos e cancelamentos registrados no final da tarde não têm relação direta com o apagão. No início da tarde, o acidente chegou a provocar atraso em 67% das partidas programadas pelo terminal.
As chegadas, segundo a Infraero, não foram tão afetadas: o aeroporto registrou 15 aeronaves atrasadas, além de três cancelamentos.
O apagão foi causado por uma falha num disjuntor do segundo andar do terminal, onde fica o setor de embarques. A queda de energia ocorreu às 4h30. Quando o gerador foi acionado, o equipamento de segurança não suportou a carga e foi desligado automaticamente.
Também ficaram inoperantes os serviços de inspeção, dotados de raio-x, e o despacho de bagagens. A superintendência regional da Infraero solicitou que todos os voos com destino a Porto Alegre fossem temporariamente suspensos para evitar congestionamento de aeronaves no pátio.
Em nota oficial, a estatal explicou que uma pane na entrada de alta tensão causou o apagão.
"Às 4h30min houve uma pane na entrada de alta tensão que alimenta o aeroporto, o que automaticamente acionou os geradores de cada pavimento. Quando a energia voltou a ser fornecida, o disjuntor do segundo pavimento não rearmou, o que ocasionou a falta de luz neste andar onde são realizados os procedimentos de embarque (check-in, raio-x, despacho de bagagem)", destacou a nota.
O superintende da Infraero no Rio Grande do Sul, Jorge Herdina, disse que a empresa está empenhada em estudar o que ocorreu, uma vez que não há registro de outras fa lhas desse tipo desde que o terminal foi inaugurado, em 2001. O superintendente explicou que há quatro geradores para substituir uma possível falta de energia.
“Infelizmente as pessoas precisaram ficar no saguão, aguardando pela retomada do atendimento”, afirmou. O sistema só foi reativado por volta das 7h.
fonte/Uol
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AERONAUTAS ACUSAM GOL DE MANIPULAR ESCALAS DE VOO

O diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Carlos Camacho, disse nesta sexta-feira, após audiência com a companhia aérea Gol, mediada pela Procuradoria Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, que funcionários da empresa relataram à procuradora Laura Martins Maia De Andrade "subtração" de horas de voos das escalas. De acordo com Camacho, aeronautas disseram que algumas horas voadas como tripulação foram contabilizadas como passageiro, quando o funcionário precisa se deslocar de uma base a outra.

Os funcionários disseram ainda que não é possível visualizar no sistema o número total de horas voadas, o que daria margem para uma "subtração" de dados. Na reunião, de acordo com a ata, a advogada da Gol afirmou que vai "levar à empresa a insatisfação dos trabalhadores relativamente à falta desse dado totalizador nas escalas".

De acordo com o representante da Gol, a jornada de trabalho tem duração de 9h30 e que, quando há uma mudança na escala, é possível o aeronauta não aceitar. Ele disse ainda considerar que a Gol tem número de empregados suficiente para atender à atual demanda de trabalho.

No início do mês, centenas de voos da Gol atrasaram ou foram cancelados devido, segundo a empresa, a um erro no software comprado da Lufthansa. O problema teria acontecido quando a companhia "tentou implantar uma escala que não foi bem sucedida". A fabricante do programa NetLine/Crew , no entanto, afirmou que a Gol não relatou falhas.

"A situação está cada vez mais complicada. Há relatos de descumprimento de normas, de chamar gente que está de férias para voar", disse Camacho. Ele afirmou ainda que, em 18 de junho de 2007, o chefe de comissários da Gol enviou um e-mail para todos os comissários com assunto definido como "Percepções". No texto, o funcionário teria escrito que "se A é igual a êxito, então A = X + Y + Z, onde X é trabalho, Y é jogo e Z é manter a boca fechada". Camacho afirmou que os comissários entenderam o caso como assédio moral. Questionado sobre a existência do e-mail, o representante da companhia presente na audiência disse não ter conhecimento.

Proposta
No fim da reunião, a promotora apresentou a proposta preliminar do Ministério Público do Trabalho (MPT) à companhia. O MPT quer a elaboração das escalas com indicação clara totalizada das horas de voo, das horas noturnas, das horas especiais e das diárias; observância obrigatória de 12 horas de intervalo entre as programações, sem modificações posteriores, incluindo a tripulação na reserva ou sobreaviso; observância das folgas, inclusive das folgas sociais; observância da jornada máxima de trabalho nos termos da convenção coletiva em vigor; não escalação do mesmo tripulante ou tripulação para madrugadas seguidas, mesmo se ele estiver fora da base; modificação do sistema "crew link", permitindo que o trabalhador acesse a escala, aceitando ou não as modificações posteriores sem vedar o acesso caso ele não aceite a mudança proposta; limpeza das aeronaves totalmente feita pelos terceirizados; e vendas a bordo com acréscimo de pelo menos um ou dois comissários para evitar prejuízo à segurança do voo.

A promotora estabeleceu o prazo de 23 a 31 de agosto para as partes examinarem os documentos apresentados conforme determinação da audiência anterior, e apresentarem, se for o caso, uma contraproposta. Além de representantes da Gol e do Sindicato dos Aeronautas, participaram da reunião membros do Sindicato Nacional dos Aeroviários.

fonte/Terra
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