domingo, 23 de janeiro de 2011

O AVIÃO MAIS ESTRANHO JÁ FEITO PELA NASA





Seus olhos não estão te enganando: a asa deste avião é mesmo oblíqua, angulada em 60 graus em relação a sua fuselagem. É o AD-1 Oblique Wing Aircraft (Aeronave de asa oblíqua) e ele deve ser o avião mais esquisito já feito pela NASA. Mas por que eles fizeram essa asa torta?


O avião experimental AD-1 Oblique Wing foi projetado e construído no Dryden Flight Research Center da NASA, na Califórnia, na metade dos anos 1970. Os engenheiros estavam curiosos sobre as características aerodinâmicas de um avião como esse, bem como as leis de controle necessárias para governá-lo.

O objetivo? Melhorar o consumo de combustível: os túneis de vento na NASA mostraram que uma asa oblíqua usaria metade do combustível em velocidades supersônicas, graças às qualidades aerodinâmicas superiores.



O AD-1 foi inicialmente um modelo em escala controlado remotamente, desenvolvido no meio dos anos 1970. O avião tripulado – pilotado pelo pesquisador da NASA Thomas C. McMurtry – voou pela primeira vez em dezembro de 1979. E funcionou. O avião decolou com uma configuração normal, voando normalmente em velocidades baixas. A medida em que ganhava velocidade, a asa rotacionavam até atingir o melhor ângulo.



O avião aparentemente bizarro completou seus objetivos técnicos, mas sofria pela dificuldade de manobrar com a asa em determinados ângulos, em parte devido aos materiais usados em sua construção. Infelizmente nenhuma pesquisa seria realizada novamente, e o AD-1 voou pela última vez em 7 de agosto de 1982.

fonte/foto/Jalopnick
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DOCUMENTÁRIO - OS VOOS NA ENCRUZILHADA

A importância de Natal (RN) para o mundo nasceu e morreu com os tanques de combustíveis de avião. Entre as décadas de 1920 e 1940, a localização geográfica fazia da cidade, ponto obrigatório para quem precisava cruzar o Oceano Atlântico. Aí veio a tecnóloga, os aviões ganharam autonomia de voo e a cidade deixou de ser o ponto obrigatório de chegada e partida de pessoas e mercadorias. Esta é a história contada no documentário “Natal encruzilhada do mundo”, realizado pela Fundação Rampa, com patrocínio captado através da lei de incentivos fiscais Djalma Maranhão. “Os depoimentos coletados revelam detalhes dos bastidores, que não foram publicados em nenhum livro de história”, disse o diretor do documentário e desenhista industrial, Frederico Nicolau. 

O documentário está em fase de edição e deverá ser lançado em abril de 2011. Segundo Frederico, caso alguém deseje deixar o seu testemunho histórico no vídeo, ainda há tempo. Para ele, a parte mais importante do documentário são os depoimentos. 
Embora seja contada a história da aviação civil e militar, entre as décadas citadas, a maior parte de depoimentos é de pessoas que interagiram com os americanos, durante a Segunda Guerra Mundial. “Estamos entrevistando pessoas que hoje têm 80, 90 anos. Eles foram os adolescentes daquele período. Os mais velhos, morreram”, disse o diretor. Foram esses adolescentes que durante a Segunda Guerra, trabalharam nas bases militares, descascando batatas, lavando os pratos e as roupas dos soldados americanos. Eles estiveram, de fato, nos bastidores da guerra, uma posição estratégica para ver os eventos de um ponto de vista diferente. “As histórias contadas por eles, apesar de serem reais, não podiam ser publicadas nos jornais da época, que só divulgavam informações oficiais”, contou Frederico. Esses adolescentes presenciaram encontros oficiais, notícias de acidentes, informações que poderiam prejudicar o andamento dos Estados Unidos durante a guerra. O documentário tem o objetivo de devolver para a cidade a importância histórica e geográfica, que ela tinha antes mesmo da Segunda Guerra Mundial. Para isso foi feito um levantamento histórico, que abrange o período de 1922 a 1946. Estas datas são marcadas por eventos diferentes. 1922 foi o ano em que passou pela cidade de Natal, o avião chamado Curtiss, pilotado pelo americano Walter Hinton e o brasileiro Pinto Martins. 

Os pilotos estavam vindo de Nova York com destino ao Rio de Janeiro, para comemorar o centenário da independência do Brasil. De acordo com os dados coletados, o Curtiss foi o primeiro avião a passar pela cidade. A outra data, 1946 é marcada pelo fim da Segunda Guerra e a saída das forças militares americanas de Natal. Os depoimentos, textos narrados e infográficos presentes no documentário revelam não só os bastidores da guerra, o que ela tinha de mais humano, sobretudo as transformações sociais, culturais e econômicas. Praticamente todas as pessoas relatam a intensa transformação de Natal. De uma cidade pacata, de ruas de barro, trafegada por veículos de tração animal, para outra mais populosa, povoada e moderna. As fotografias e vídeos contidos no documentário foram cedidas pela Fundação Rampa. A Fundação foi inaugurada em 2000.

A maior parte dos integrantes era de militares da Força A éria Brasileira. Naquela época, o objetivo da fundação era restaurar a Rampa, local de aterrissagem e decolagem dos aviões. Desde 2008, sob a diretoria de ex coronel da força aérea, Marco Antônio Sendin, a fundação quer resgatar a história aeronáutica do Estado, que estava perdida materialmente e imaterialmente.

O documentário “Natal encruzilhada do mundo” depois de concluído, será distribuído gratuitamente em bibliotecas e escolas públicas de Natal e alguns países da Europa e América. Os testemunhos da aviação, durante a Segunda Guerra Mundial que quiserem participar do documentário devem telefonar para os números: 8714-2868 ou 9402-3279. Apesar de ter um dos maiores acervos sobre Segunda Guerra Mundial no RN, a Fundação Rampa não tem sede, colocando o seu acervo a disposição do público somente pela internet. Se a sede não existe, tampouco há apoio governamental. O site pode ser acessado pelo www.fundacaorampa.com.br.

O trabalho desenvolvido pela Fundação é levado pelo empenho de colaboradores, entre eles Augusto Maranhão e Frederico Nicolau. Um dos locais que reclamam o acervo para exposição é o Museu da Rampa, existente até agora unicamente no papel. Vizinho ao que hoje é o Canto do Mangue e o Mercado do Peixe, o Museu da Rampa era um aeroporto utilizado entre a década de 30 e 40 por aeronaves em todo o mundo. 

As viagens intercontinentais tinham a Rampa como parada obrigatória. O nome vem da rampa por onde subiam os hidroaviões europeus. Eles pousavam no Potengi e subiam a Rampa. Mesmo sem sede, a fundação assumiu a missão de, além de pesquisar, transmitir esse conhecimento por meio de palestras, livros, parcerias e coleta de testemunhos orais da história. O trabalho ultrapassou as fronteiras do Rio Grande do Norte chegando a outros estados brasileiros e países do continente americano e europeu. 

O resultado desse empenho é uma das maiores coleções de imagens do início da aviação relacionadas a Natal, vídeos, livros e artigos. Como ação concreta, a Fundação Rampa promove um calendário anual de atividades, participando de simpósios, encontros de veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), comemoração de datas históricas como o aniversario do pioneiro Augusto Severo e o encontro dos presidentes Franklin Delano Roosevelt e Getúlio Vargas, ocorrido na Rampa em 28 de janeiro de 1943. 

O principal objetivo é transmitir a importância de Natal para a história da aviação, desde os pioneiros até o fim do conflito mais brutal conflito da raça humana, a Segunda Guerra Mundial, com a criação de Parnamirim Field. O início ocorre com as primeiras rotas regulares de correio aéreo transoceânico, em 1930 com os francês ligando Natal à França e logo em seguida, em 1934, os alemães da Lufthansa partindo de Berlim para a América do Sul via Natal.

fonte/foto/TribunaDoNorte/FundaçãoRampa
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"EU TINHA NO MÁXIMO TRÊS SEGUNDOS PARA INICIAR O PROCEDIMENTO DE POUSO" DIZ O PILOTO DE HELICÓPTERO



O piloto do helicóptero modelo Robinson 22, prefixo PT YDW, do Aeroclube do Rio Grande do Sul, Rubens Bonomo, 20 anos, é apontado por colegas como um herói. Segundo eles, o pouso de emergência feito por Bonomo salvou as vidas dele, que é instrutor de voo, e do aluno Leonardo Sosa González, 26 anos.


— Acho que estávamos a uns dois quilômetros da margem, quando ouvimos o sinal sonoro que indica perda de rotações do motor. Num helicóptero, eu tinha no máximo três segundos para iniciar o procedimento de pouso de emergência. Caso contrário, perderia o controle da aeronave — relatou o piloto à equipe de ZH no Hospital de Pronto Socorro (HPS).

A dupla iria para Santa Cruz do Sul, como parte de uma aula. Por volta das 8h20min, logo depois de decolarem do Aeroclube, em Belém Novo, houve uma pane e o piloto conseguiu trazer o helicóptero para perto da margem e pousar.

Bonomo quebrou duas vértebras da coluna. Os médicos aguardam o resultado dos exames para verificar a necessidade de cirurgia. Já González fraturou quatro costelas, mas não corre risco de perder os movimentos. Os dois estão internados no HPS e devem ser transferidos ainda hoje para outros hospitais.

fonte/ZHora

LEITE LOPES O AEROPORTO QUE O DAESP NÃO QUER


No ano passado, o Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo) apresentou
 à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) projeto para a concessão da administração
 de todos os 30 aeroportos administrados pelo órgão, entre eles o Leite Lopes, o maior dos
 aeroportos estaduais. 

Em 2010, o aeroporto de Ribeirão ficou em 21º lugar em movimentação de passageiros
 entre todos os aeroportos brasileiros. Os 20 primeiros são administrados pela Infraero.
 O projeto do governo do Estado, apresentado na administração passada ao governo
federal, previa a transformação do Daesp em agência de fiscalização e de interligação
 entre as administrações privadas e os órgãos federais.

 O projeto apresentado na época pelo superintendente do Daesp, Sérgio Camargo,
 que continua no cargo, previa a transferência para a iniciativa privada através
de PPPs - Parceira Público Privada.

fonte/ACidade

PLANALTO TRAÇA 3 PLANOS PARA COMPRA DE CAÇAS


A escolha do novo caça de tecnologia avançada da Força Aérea, o processo F-X2, deve ser decidido até julho, tem dito o ministro da Defesa, Nelson Jobim. A decisão está na agenda de 2011 da presidente Dilma.
O Planalto considera três hipóteses para o contrato, que prevê a compra inicial de 36 caças, podendo chegar a 120 até 2027: manter a F-X2 como está, adiar a decisão por um ano ou, em ação radical, encerrar essa operação e abrir outra imediatamente, uma espécie de F-X3 de prazo curto, única forma de admitir novos participantes.
A medida, todavia, traria desgaste diplomático. A seleção já dura 15 anos. Os três concorrentes são patrocinados por seus governos e têm investido pesado em estruturas locais de acompanhamento e de informação. O cientista social Gunther Rudzit, especialista em relações internacionais, alerta: "A imagem do Brasil será arranhada - e a postura da nossa diplomacia será questionada, afetando a aura de eficiência e profissionalismo que o Itamaraty sempre teve".
Novos aviões. A entrada de outros competidores foi bem recebida no mercado especializado. A americana Lockheed-Martin não esconde a disposição de levar à mesa de negociações o F-35 Lightning, o mais avançado caça de múltiplo emprego em produção regular no mundo.
Será o próximo avião principal dos EUA, com versões para a força aérea e a aviação naval. Construído com materiais e recursos eletrônicos stealth, para escapar da detecção por radar ou sensores laser, é tão moderno que só começa a ser entregue em 2016. É caro, mas o preço está em queda: começou em US$ 89 milhões cada e chegará a US$ 73 milhões, resultado da fabricação em larga escala - 2.376 unidades vendidas para EUA, Austrália, Canadá, Itália, Dinamarca, Holanda, Noruega, Israel, Turquia e Grã-Bretanha. Outra vez, a dificuldade será a transferência de tecnologia.
Há outros pretendentes na F-X2. A Rússia, com o Su-35 e futuro Su-50. E a União Europeia, por meio do Typhoon Eurofighter. A proposta de menor valor é a da sueca Saab, que oferece o Gripen NG, em desenvolvimento, por US$ 4 bilhões. O mais caro e o preferido da Defesa - e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva - é o francês Rafale, avaliado em cerca de R$ 6 bilhões. Entre um e outro está o americano F-18 Super Hornet.
O governo condiciona a compra à transferência de tecnologia em todas as áreas. É aí que as negociações ficam diferentes. Os franceses oferecem acesso irrestrito ao conhecimento pretendido. Os suecos convidam os especialistas militares e a indústria aeronáutica a uma parceria ampla. Os americanos esbarram na complexa legislação do setor e no poder do Congresso para vetar o atendimento às exigências.
Os acertos entre o então presidente Lula e seu colega francês, Nicolas Sarkozy, eram fáceis em abril de 2010. No dia 22, Lula recebeu um telefonema de Sarkozy, empenhado em garantir a preferência pelo Rafale. Diante de cinco pessoas, Lula convidou-o para passar férias em Fernando de Noronha - e foi convidado a descansar no Vale do Loire. Riram e contaram piadas.
O clima desandou em maio. Lula liderou a proposta ao Irã para troca de urânio. De ambos os lados os convites foram esquecidos. O encontro de trabalho entre os dois, previsto para dezembro, não houve. E a decisão do F-X2 ficou para Dilma Rousseff. 

fonte/Estado

HELICÓPTERO COM DOIS OCUPANTES CAI ÁS MARGENS DO RIO GUAÍBA, PORTO ALEGRE

Um helicóptero caiu, por volta das 9h, às margens do Guaíba, em frente ao Clube do Professor Gaúcho, na zona sul de Porto Alegre. De acordo com informações preliminares do Ciosp, no momento do acidente, dois ocupantes estavam na aeronave modelo Robinson 22, prefixo PT YDW, que pertence ao Aeroclube.

Um aluno teve ferimentos leves e o instrutor teria sofrido apenas escoriações. Os dois foram encaminhados para o Hospital de Pronto-Socorro da Capital. Mais informações em seguida.

fonte/foto/ZeroHora

OPERAÇÃO NO CINDACTA II É NORMALIZADA

NOTA À IMPRENSA - Operação no CINDACTA II é normalizada
O Comando da Aeronáutica informa que foram normalizadas as operações no Segundo Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA II), localizado em Curitiba – Paraná, às 22h (HBV) de hoje, 22 de janeiro de 2011, sábado. O ingresso e saída de Curitiba e as atividades no espaço aéreo nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e parte do estado de São Paulo ficaram comprometidas temporariamente em decorrência de um princípio de incêndio no CINDACTA II. O sinistro ocorreu às 21h (HBV) de hoje próximo ao centro de controle de área do local, tendo sido controlado em 10 minutos. Foi mantida uma equipe mínima de controladores para conservar o controle das aeronaves que estavam voando.

Coronel Aviador Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
Fonte: CECOMSAER

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