terça-feira, 19 de julho de 2011

VOO DE ORLANDO COM DESTINO A SÃO PAULO FAZ POUSO EM MIAMI APÓS PROBLEMA

Um voo que decolou de Orlando, nos Estados Unidos, rumo a São Paulo nesta terça-feira (19) teve de pousar no aeroporto de Miami após um problema técnico, segundo a empresa aérea TAM. O problema, não especificado pela companhia, obrigou o piloto a realizar o pouso no meio da rota.

A empresa aérea não sabe informar o horário em que o problema ocorreu nem quantos passageiros estavam a bordo, mas diz que a aterrissagem "aconteceu em segurança". O voo estava previsto para chegar ao aeroporto de Cumbica, na Grande São Paulo, às 22h.

Com a mudança, a TAM diz, em nota, que "os clientes prosseguirão no voo extra JJ 9374, que decolará de Miami às 4h (horário local) desta quarta-feira (20)".

"Os passageiros estão recebendo assistência da companhia e já foram acomodados em hotéis na região do aeroporto", informa a companhia.

fonte/G1
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ANAC EXIGE EXPLICAÇÃO DA GOL POR PANE QUE ATRASOU VOOS

 

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou na noite desta terça-feira que exigiu da companhia aérea Gol explicações públicas após uma pane no sistema de emissão de passagens pela empresa. O problema no check-in de passageiros causou uma séria de atrasos em voos por todo o País, já que o processo para o embarque teve que ser feito manualmente.
A Anac disse, ainda, ter reforçado o monitoramento das atividades da empresa para garantir o cumprimento de direitos dos passageiros como assistência material, reacomodação ou reembolso. Sem citar uma possível multa à Gol, a agência afirmou que "estuda um conjunto de medidas mais duras para coibir problemas de pontualidade e regularidade das companhias aéreas no País."

Como reflexo da falha, que teria sido solucionada às 9h30, a Gol registrou atrasos de mais de uma hora em pelo menos 80 voos no Aeroporto de Congonhas (SP), desde o início da manhã até as 17h. Não havia previsão de atrasos para a noite nos voos da empresa. A Gol divulgou uma nota pública, na qual lamentou o desconforto e garantiu que a prioridade é agilizar as decolagens.

fonte/Terra
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FALHA PREJUDICA SISTEMA DE CHECK-IN DA GOL NO AEROPORTO DE CONGONHAS, SÃO PAULO

Uma falha no sistema da companhia aérea Gol prejudica o check-in de passageiros na manhã desta terça-feira no aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. Por conta disso, o check-in está sendo feito manualmente, o que provoca filas no local. 

Segundo a Gol, uma equipe já foi acionada para identificar o motivo e restabelecer o sistema. Apesar de a companhia afirmar que há atrasos, a Infraero (estatal que administra os aeroportos) não apontava atrasos em voos superiores a 30 minutos no aeroporto. 

Em nota, a Gol afirmou que "lamenta pelo desconforto" e que "está empenhada em normalizar a situação o mais rápido possível, minimizando o desconforto dos clientes".
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MECÂNICO FEZ INSPEÇÃO ANTES DE ACIDENTE COM HELICÓPTERO EM JARAGUÁ DO SUL

Na sexta-feira, por volta das 9 horas, o mecânico Marcelo Moraes da Silva, 36, realizou um procedimento padrão antes de uma aeronave decolar. Ao saber que o helicóptero Esquilo B2 iria partir em alguns minutos rumo a Navegantes, ele fez a checagem visual de todos os equipamentos e motor da aeronave, em uma operação chamada de pre-voo. No dia anterior, na quinta-feira, mesmo sem o helicóptero ter sido usado, ele conta que também realizou uma inspeção geral no modelo.

Profissional da área de mecânica de helicóptero desde 1995, com estágios na Força Aérea Brasileira (FAB) e experiência de três anos de trabalho na fábrica Helibrás, empresa que fabricado modelo Esquilo, Silva ficou chocado com a notícia do acidente, que matou o amigo, o piloto Álvaro Pisetta Júnior, 39, o empresário e dono da aeronave, José Gilberto Menel, 62, e o pedreiro Erico Melchioreto, 48.

Silva avalia que as causas do acidente não estão relacionadas com falhas mecânicas.

— Estava tudo certo com a aeronave. Fiz todas as checagens corretas, drenei o tanque de combustível para saber se tinha água, e também fiz a inspeção pelo VEMD (painel que indica se há algum problema na aeronave). Não havia nenhum problema —, ressaltou.

Por isso, quando soube do acidente, ficou surpreso com a tragédia. Ao acompanhar as buscas e testemunhar o local onde ocorreu a batida da aeronave em um topo de morro, na comunidade de Ribeirão Alma, no interior de Jaraguá do Sul, Silva avaliou que a possível causa da queda teria sido ocasionadas por condições climáticas que podem ter prejudicado a visualização do piloto e facilitado para a colisão e posterior queda da aeronave. Havia neblina naquela região onde ocorreu o acidente.

O mecânico avalia que se o piloto tivesse percebido alguma falha no helicóptero, ele não teria seguido na rota, em direção ao morro, mas iria procurar uma área descampada da região para tentar um pouso de emergência. Silva passou informações do estado da aeronave aos peritos do Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) que trabalham para saber a causa do acidente. O mecânico não revelou detalhes porque é o trabalho é sigiloso.

Ele disse que a aeronave era nova, com apenas 98 horas de voo. Tinha sido comprada no começo do ano. Os equipamentos de apoio a navegação eram basicamente dois GPS, que são sistemas de localização via satélite. Segundo Silva, o helicóptero estava com todos os equipamentos de navegação em funcionamento.

— É um modelo de aeronave que opera nas regras de voo visual, conforme determina a regulamentação de tráfego aéreo. Não é equipado com caixa preta. Não sei o que pôde ter acontecido para ocorrer o acidente —, afirma. M

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

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