domingo, 9 de dezembro de 2012

CANTORA MEXICANA JENNI RIVERA MORRE EM ACIDENTE AÉREO


Jenni Rivera se apresentou na Cidade do México na noite de sábado (8) Foto: Getty Images Jenni Rivera se apresentou na Cidade do México na noite de sábado (8)
 
As autoridades do México encontraram neste domingo "totalmente destruído" o avião particular no qual viajavam a cantora mexicano-americana Jenni Rivera e seis pessoas mais, que não sobreviveram ao choque, informaram fontes oficiais. "A informação que temos é essa: não há um só sobrevivente", disse à rede Televisa o diretor-geral da Aeronáutica Civil do país, Alejandro Argundín.

O alto funcionário mexicano explicou que a aeronave foi achada no rancho conhecido como El Tejocote, na comunidade de La Colorada, do município de Iturbide, no estado de Nuevo León (norte). A aeronave, modelo Learjet 25, registro N345MC, ficou "destroçada, totalmente fragmentada" e seus restos espalhados por uma região de "250 ou 300 metros quadrados".    

"Estamos iniciando o protocolo de coleta das peças, dos fragmentos que ficaram na região, que é muito complicada, muito ampla", acrescentou Argudín. Por sua vez, em entrevista à mesma rede de televisão o secretário de Transportes e Comunicações (SCT), Gerardo Ruiz Esparza, disse que as evidências encontradas "fazem supor que se trata do avião no qual viajava a cantora Jenni Rivera".
Ele explicou que "o golpe foi tão forte que praticamente o avião não está reconhecível". Esparza assinalou não ter por enquanto o detalhe da matrícula do aparelho para sua plena identificação, mas admitiu que "pelo lugar no qual caiu, pelas condições em que se encontram os destroços, trata-se da aeronave na qual a artista viajava.    

Além da artista, estavam na aeronave Arturo Rivera, representante da artista, seu advogado, Mario Macias, o maquiador Jacob Llenares, uma pessoa identificada como "Gerardo N.", e os pilotos, Miguel Pérez e Alejandro Torres. O avião pertencia à empresa americana Starwood Management.              
O grupo saiu do aeroporto internacional de Monterrey às 3h15 (horário local, 7h15 de Brasília) e tinha como destino o aeroporto de Toluca, mas perdeu contato a uma distância de 61,8 milhas de Monterrey. Na noite de sábado (8), a artista Jenni Rivera fez um grande show na Arena Monterrey, após o qual pegou o avião no qual perdeu a vida.

Rivera era considerada uma das mais importantes artistas femininas da música regional mexicana, vendeu mais de 22 milhões de discos e recebeu seis prêmios Billboard de música latina.

fonte/foto/Terra
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EDRA AERONÁUTICA ENTREGA O PRIMEIRO SUPER PETREL TURBO, AERONAVE ANFÍBIA FABRICADA NO BRASIL QUER CONQUISTAR O MERCADO AMERICANO EM 2013

A Edra Aeronáutica entregou na semana passada a primeira aeronave Super Petrel LS Turbo. O anfíbio de fabricação nacional está sendo produzido agora com motor turbo com 115cv, o que garante melhor performance de subida e maior velocidade de cruzeiro, chegando a atingir 120 mph. O primeiro cliente a receber o Super Petrel LS Turbo já tem uma pequena frota com quatro outros anfíbios da Edra.

Presente em mais de 20 países, a aeronave anfíbia brasileira agora vai começar a ser vendida também nos Estados Unidos, o maior mercado do mundo. Até o fim do ano já terão 300 aeronaves Super Petrel sido produzidas no Brasil, mais precisamente em Ipeúna, interior de São Paulo. O modelo mais simples do Super Petrel LS varia a partir de R$ 175 mil. O modelo Turbo tem preços a partir de R$ 205 mil. 

O sucesso do anfíbio brasileiro no mundo já é fato. Nos últimos noventa dias, dois desembarcaram na Austrália e outro na Coréia do Sul. Mais dois estão sendo negociados para a China. No Brasil, o Super Petrel está sendo adotado pelas secretarias de segurança para o patrulhamento de áreas em função do baixo custo e da facilidade de operação. Graças à versatilidade, é capaz de operar em pequenas distâncias facilmente. Os tanques nas asas comportam 95 litros, o que garante um alcance de 850 km. A velocidade de cruzeiro é de 180 km/h. 

Usado tanto para negócios quanto para lazer, o Super Petrel LS oferece um espaçoso cockpit, capaz de abrigar confortavelmente duas pessoas, e mais 25 kg de bagagem. A aeronave é fabricada com materiais compostos de alta resistência e leveza. Paralelamente, ligas metálicas são usinadas em processos modernos. 

A Edra Aeronáutica é uma referência no mercado mundial. O projeto Petrel começou na França no fim dos anos 1980 e já está na sexta geração, com o lançamento do Super Petrel LS em 2009. 
Mais informações em www.edraaeronautica.com.br


fonte/Egon 

BOEING 767 FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA NA RÚSSIA

 Um Boeing 767 da Nordwind Airlines com 279 passageiros a bordo retornou para pouso de emergência após decolar do Aeroporto Internacional de Yemelyanovo, na Rússia.

A tripulação recebeu  alerta no sistema de recolhimento dos flaps da aeronave. O pouso ocorreu com segurança.

fonte/ASN/foto/Lenta.RU

BOEING DA ANA SAI DA PISTA NO JAPÃO

Um Boeing 737-800 da ANA All Nippon Airways, matrícula JA57AN, realizando o  voo NH-899 de Tóquio Haneda para Shonai (Japão), com 161 passageiros e seis tripulantes, saiu da pista ao pousar em Shonai.
 
 A aeronave pousou na pista 09 de Shonai em condições de visibilidade reduzida, queda de neve e ventos com rajadas às 22:00 L (13:00 Z), de sábado (08), mas ultrapassou o final da pista por cerca de 60 metros e parou em solo macio. Nào houve feridos e a aeronave recebeu pequenos danos. Os passageiros desembarcaram por escadas móveis.

O aeroporto foi fechado até o dia seguinte sobre 14:30 L.

Ministério dos Transportes do Japão informou que a aeronave havia feito espera por cerca de uma hora, devido à queda de neve e operação de remoção de neve da pista. Segundo o testemunho da tripulação a visibilidade reduzida, queda de neve e o vento não dificultaram o pouso, no entanto, após a aterrissagem a aeronave não desacelerou apesar da crescente aplicação total dos freios.

Shonai Aeroporto oferece uma pista 09/27, de 2000 metros de comprimento.
 
fonte/AvHerald/foto/AP/Kyodo News

AVIÃO DA GOL ENFRENTA PROBLEMAS, RETORNA A NATAL E TEM VOO CANCELADO

O voo 1703 da Gol Linhas Aéreas apresentou problemas na madrugada deste domingo (9) – quando sobrevoava a capital pernambucana – e teve de retornar ao Aeroporto Internacional Augusto Severo, na Grande Natal, de onde havia decolado com destino ao Rio de Janeiro. O cancelamento do voo foi confirmado pela Infraero.

Segundo os passageiros, o piloto recebeu um alerta e teve de voltar e pousar novamente na capital potiguar. "Estávamos passando por Recife quando o comandante avisou que nós teríamos que voltar pra Natal. Todo mundo ficou assustado, sem saber o que estava acontecendo. Ninguém nos disse o motivo, apenas que tinha acontecido um problema. Voltamos e eu, que moro em Natal, estou em casa esperando para embarcar numa nova aeronave", relatou um dos passageiros, que não quis se identificar.
 
O G1 entrou em contato com a GOL, que enviou nota sobre o incidente. Diz a nota: 

"A GOL informa que a aeronave que operava o voo G3 1703 (Natal/Rio Grande do Norte – Rio de Janeiro), precisou retornar ao aeroporto de origem após decolagem para passar por manutenção corretiva no sistema hidráulico. O desembarque dos 133 clientes ocorreu normalmente e a aeronave irá passar por manutenção. Para melhor atender os clientes, a GOL providenciou alimentação, acomodação de 3 clientes em congênere e a substituição do avião, que decolou do Aeroporto de Salvador com destino a Natal. Onze clientes optaram por efetuar a remarcação do voo. O pouso no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão ocorreu normalmente, assim como o desembarque dos 119 clientes a bordo. A companhia lamenta o desconforto, mas reitera que ações como essa visam garantir a segurança operacional, item prioritário em sua gestão".
 
Transtornos
Esta não é a primeira vez que o voo 1703 causa transtorno aos passageiros na capital potiguar este ano. Em 14 de agosto, dezenas de passageiros ficaram horas aguardando para embarcar em razão do cancelamento da viagem, prevista para aquela madrugada. A tripulação do avião alegou cansaço e não decolou.
 
fonte/G1

FX-2 - A ESCOLHA DA FAB

Um relatório de análise da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac) da Força Aérea Brasileira (FAB), obtido com exclusividade por ISTOÉ, deve provocar uma reviravolta na concorrência para a compra dos caças, que se arrasta desde o governo FHC. O documento mostra que, contrariando as especulações em torno do programa F-X2, a FAB optou pelo caça americano F-18 Super Hornet, produzido pela Boeing. Entre os concorrentes estão o modelo francês Rafale e o sueco Gripen NG. 

 O relatório estava pronto havia dois anos, mas tinha sido engavetado pelo então ministro da Defesa, Nelson Jobim. Na ocasião, o ministro levou ao Palácio do Planalto a preferência pelo Rafale, uma opção política que não considerou as análises técnicas contidas no documento produzido pela Aeronáutica. O ex-presidente Lula chegou a tornar pública uma preferência pelos franceses e com frequência emitia sinais de exagerada proximidade com o ex-presidente da França Nicolas Sarkozy. 

Diante da predileção da FAB pelo avião americano, resta saber agora qual será a decisão final da presidenta Dilma Rousseff. A tendência é acompanhar o relatório técnico. Dilma revelou a assessores que está disposta a bater o martelo sobre os caças antes do vencimento das propostas comerciais no próximo dia 31. O que lhe interessa, tem dito a presidenta, é saber qual negócio oferecerá mais vantagens ao desenvolvimento do País. E a FAB garante que a compra do modelo americano é a mais vantajosa.

Questões como preço, custo de manutenção, prazo de entrega e desempenho operacional são exploradas a fundo pelo relatório. O documento da FAB mostra, por exemplo, que o F-18 tem um custo de US$ 5,4 bilhões para o pacote de 36 aeronaves. É quase a metade dos US$ 8,2 bilhões orçados no Rafale. O Gripen NG, oferecido a US$ 4,3 bilhões, é o mais barato dos três, mas trata-se de um avião em desenvolvimento nunca testado em combate na versão oferecida, pondera a FAB. 

O caça francês, além de mais caro que os demais, possui valor de hora-voo de US$ 20 mil. O dobro do jato americano (US$ 10 mil) e três vezes o do sueco (US$ 7 mil). Para justificar a preferência pelos caças americanos, o relatório traz outro dado nunca mencionado nas discussões anteriores sobre o FX-2: o armamento empregado no Super Hornet é mais econômico e possui maior diversidade que o de seus concorrentes. 

No documento, a FAB alerta também para a necessidade de uma solução imediata sobre o programa de caças, em razão do risco de vulnerabilidade a que o Brasil estará exposto em breve. “A importância estratégica do F-X2 torna-se evidente diante de um quadro de obsolescência”, alerta a FAB.

Outro documento também obtido pela reportagem da ISTOÉ poderá pesar na decisão da presidenta. Trata-se de uma minuta de cooperação estratégica firmada em sigilo entre a Embraer e a Boeing, pela qual a companhia americana – maior fabricante mundial de aeronaves – se compromete a entregar o maior programa de off-set (contrapartida) já oferecido pelos EUA a qualquer país fora da Otan. 

O acordo estabelece, por exemplo, apoio à comercialização dos Super Tucanos A-29 e do avião de transporte KC-390 em mercados inacessíveis ao Brasil. Também está prevista a construção conjunta de um avião de treinamento para pilotos, que poderá ser vendido a países da América Latina, a integração de armamentos nos Super Tucanos e o desenvolvimento de um jato multiemprego de quinta geração para ser comercializado em nível mundial. Num gesto inédito, a Boeing se compromete ainda a abrir um centro tecnológico no Brasil. 

 Oficialmente, a Embraer diz desconhecer o documento, mas garante que está capacitada para trabalhar em parceria com quaisquer dos fornecedores. Num encontro recente com o comandante da FAB, Juniti Saito, a presidenta Dilma foi enfática. “Precisamos ajudar a Embraer”, disse. Não ficou claro se ela já havia decidido pelo F-18, mas assessores garantem que a análise técnica nunca pesou tanto. 

fonte/IstoÉ/foto/DivulgaçãoBoeing

 Algumas informaçoes do F-18 via site da Boeing

 

  • Day/night strikes with precision-guided weapons
  • Anti-air warfare
  • Fighter escort
  • Close air support
  • Suppression of enemy air defense
  • Maritime strike
  • Reconnaissance
  • Forward air control
  • Tanker

Payload Flexibility

The Super Hornet's versatility applies to its weapon stations and payload types:
  • 11 weapon stations
  • Supports a full complement of smart weapons, including laser-guided bombs
  • Carries a full spectrum mix of air-to-air and air-to-ground ordnance

Power and Flight Characteristics

The Super Hornet is powered by two General Electric F414-GE-400 engines:
  • Distinctive caret-shaped inlet to provide increased airflow and reduced radar signature
  • 22,000 pounds (98 Kn) of thrust per engine, 44,000 pounds (196 Kn) per aircraft
Flight qualities:
  • Highly departure resistant through its operational flight envelope.
  • Unlimited angle-of-attack and carefree flying qualities for highly effective combat capability and ease of training.
  • Reconfigurable digital flight-control system detects and corrects for battle damage.

Upgradeability

Long-term designed in versatility ensures the Super Hornet's investment value. Current upgrades delivered in the Block Two configuration include:
  • Active electronically scanned array (AESA) radar
  • Advanced targeting forward-looking infrared (ATFLIR) system
  • Joint-helmet mounted cueing system (JHMCS)
  • Multifunctional information distribution system (MIDS)
  • Advanced aft crew station
  • Fibre channel switch for increased data processing capability
  • Fully integrated weapons systems and sensors for reduced crew workload and increased capability.
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