quarta-feira, 28 de outubro de 2009

PISTA CONTRIBUIU EM ACIDENTE DA TAM, DIZ FAB

Relatório final aponta falta de área de escape em Congonhas e treinamento insuficiente de pilotos; posição de manete é fator decisivo; documento será agora apresentado às famílias das vítimas; TAM e Infraero dizem que só se manifestam após divulgação do texto

O relatório final da Aeronáutica sobre o voo 3054 da TAM aponta a falta de área de escape na pista de Congonhas, em São Paulo, e o treinamento insuficiente dado aos pilotos para situações de risco como fatores contribuintes para o acidente.

A posição incorreta do manete direito (alavanca que controla a potência da turbina direita) é o fator decisivo, de acordo com o texto, que, no entanto, é inconclusivo quanto às razões desse erro. Após cruzar a pista durante o pouso, o Airbus colidiu com um prédio vizinho a Congonhas, matando 199 pessoas em 17 de julho de 2007.

O documento foi aprovado ontem pelo comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, referendando a investigação que não foi capaz de determinar se uma falha humana ou mecânica está por trás da maior tragédia da aviação brasileira.

Nos próximos dias, o relatório será apresentado aos familiares das vítimas do acidente e, posteriormente, à imprensa.

O texto final foi fechado ontem numa reunião que durou cerca de seis horas na sede do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e enviado em seguida ao comandante Saito, que o aprovou.

Anexos

O relatório poderá ganhar anexos caso haja contestação de entidades públicas ou privadas alvos da investigação. E a tendência é que isso aconteça.

A Infraero, empresa estatal responsável por Congonhas, e a TAM, que forneceu o treinamento para os pilotos Kleyber Lima e Henrique Stefanini di Sacco, informaram que só se pronunciarão depois da divulgação do relatório da FAB.

Ambas tinham representantes na reunião no CENIPA.

Dúvida

Os dados da caixa-preta do Airbus da TAM mostraram que o manete direito estava na posição "climb" (de aceleração), quando deveria estar em "idle" (ponto morto). Por conta disso, o computador interno recebeu o comando para acelerar, em vez da ordem para parar, quando o jato pousou na pista úmida do aeroporto -chovia no momento da aterrissagem.

A dúvida que jamais será desfeita é se isso aconteceu porque o piloto esqueceu ou colocou o manete na posição errada ou se o computador de bordo fez a leitura errada do comando. A confirmação de que é impossível uma conclusão veio de exame feito na França nos manetes achados nos destroços.

A primeira hipótese, de falha humana, é mais provável porque são raros os relatos de falha desse equipamento e porque o reverso direito (sistema auxiliar de frenagem) estava com problemas, o que pode ter confundido o piloto.

Mas os investigadores não conseguiram colher dados e provas técnicas que comprovassem essa possibilidade e decidiram deixar inconclusiva essa parte do relatório.

A mesma dificuldade foi encontrada pela Polícia Federal, que, em seu inquérito, não apontou responsáveis pelo acidente -como se trata de uma investigação aeronáutica, que serve como prevenção, o relatório da FAB não tem como objetivo indicar culpados.

A Polícia Civil de São Paulo também investigou o caso, indicando como responsáveis 11 pessoas, entre dirigentes de TAM, Infraero e Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). O processo ainda não acabou.

Participaram da reunião final ontem em Brasília a cúpula do CENIPA, representantes da Airbus, da Anac, do Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias) e do BEA (Escritório de Investigação e Análise), órgão do governo francês.

fonte/FolhadeSãoPaulo/Brasília

INCENTIVO À AVIAÇÃO REGIONAL

O número de linhas aéreas ofertadas no Nordeste deve ganhar incremento já no próximo semestre. As companhias aéreas regionais, que ainda não operam na Região, estão focando agora os estados nordestinos e devem, no início do ano que vem, começar a investir por aqui. Isso é o que afirma o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Apostole Lazaro Chryssafidis, explicando que o interesse das empresas vem motivado pelo recém criado Plano de Estímulo e Fomento do Transporte Aéreo Regional, que deve ser votado ainda este mês na Câmara Federal. O Projeto de Lei (PL), entre outras disposições, incentiva a criação de voos para as chamadas linhas essenciais, que são aquelas de baixo e médio tráfego.

"Esse plano não é para o Sudeste, mas o Nordeste e o Norte também, devem ser os maiores beneficiados. Isso porque hoje o Nordeste é pouco atendido pelo transporte aéreo", explica o presidente, que é mais conhecido no setor como Lack. Os novos voos não deverão, entretanto, interligar capitais. Eles serão para criar uma malha viária de acesso a localidades em que haja necessidade de integração, dificuldade de acesso ou limitação de uso de outro modal de transporte. "O governo quer estimular o mercado nas regiões consideradas estratégicas", aponta Lack.

AEROCLUBE DE BLUMENAU ABRE INSCRIÇÕES PARA CURSO DE COMISSÁRIOS

O Aeroclube de Blumenau está com matrículas abertas para o Curso de Comissário de Bordo. Serão três meses de aula, a partir de 9 de novembro, que darão a homens e mulheres a habilitação para trabalhar em qualquer companhia aérea brasileira. O curso é uma parceria do aeroclube com a Uniasselvi, onde serão ministradas as aulas.


A preparação inclui aulas de Etiqueta, Regulamentação da Aviação Civil, Navegação Aérea, Conhecimentos Básicos sobre Aeronaves, Segurança de Voo, entre outras disciplinas. Haverá ainda aulas práticas de Sobrevivência no Mar e na Selva, ministradas em parceria com o Corpo de Bombeiros de Blumenau. As aulas serão de segunda a sexta-feira, das 19h às 22h.

É necessário ter 18 anos completos até o final do curso, além de Ensino Médio. Mais informações no site do curso ou pelo telefone 3337-6290.

fonte/AeroBlumenau

INCÊNDIO NA TURBINA DE AVIÃO DA JETSTAR

Mais de 170 passageiros foram evacuados de um vôo da Jetstar na Austrália após uma breve incêndio no motor que se incendiou após o pouso, informou a empresa nesta quarta-feira.

Um incêndio no motor da turbina esquerda de um voo da Jetstar procedente de Brisbane forçou uma evacuação de emergência de aeronaves com mais de 170 passageiros a bordo em Newcastle na noite passada.

A Jetstar declarou que o avião tinha chegado a uma parada completa depois do seu desembarque programado de Brisbane para Newcastle, quando um trabalhador de solo percebeu um incêndio no motor esquerdo do A320.

O avião já estava desligado ", Ninguém ficou ferido na evacuação ou incêndio, que durou apenas alguns segundos, disse um porta-voz da Jetstar.

Os membros da tripulação realizaram procedimentos de emergência, pedindo que os passageiros deixassem suas bagagens de mão a bordo.
Os passageiros foram evacuados usando às escadas.

A Jetstar diz que as investigações continuaram para verificar o que causou o incêndio do motor, e estará trabalhando com os fabricantes do motor nos próximos dias.

fonte/CBSNews

MONOMOTOR FAZ POUSO FORÇADO EM JACAREACANGA


Uma aeronave monomotor Embraer/minuano prefixo PT-VMY pilotada por Harold Bieri, procedente da Aldeia Sai-Cinza, com mais uma pessoa à bordo, ao aproximar-se do aeroporto de Jacareacanga, para pouso, perdeu potência no motor o que obrigou Harold, efetuar o pouso forçado dentro de uma fazenda proximo da pista de pouso.

Mesmo com a habilidade do piloto, o acidente provocou enormes prejuizos materias sem contudo haver danos fisicos, o piloto, que tambem é mecânico de aeronaves, disse que o pane ocorreu subitamente, e vendo o motor perder potência, antevendo que não daria para alcançar a pista, fez pouso forçado em um pasto de fazenda, concluiu dizendo que o dano material ocorrido deveu-se a muitos tocos e arvores caídas no local.

fonte/RádioLocal

BOEING 747-400 DA AIR FRANCE RETORNA APÓS DESCARGA ELÉTRICA

Na Segunda- feira (26) , Um Boeing 747-400 da Air France na rota de Miami para Paris, com uma hora após sair de Miami , em pleno Oceano Atlântico, o avião teve problemas técnicos decorrentes de uma possível descarga Atmosférica.

A aeronave retornou e desembarcou os passageiros de volta em Miami .
Os passageiros foram relocados em um outro Boeing 25 horas mais tarde.

fonte/MiamiNews

AVIÃO CAI EM FAZENDA NO MATO GROSSO





















O avião monomotor, de prefixo PTAQO, caiu ontem à tarde em uma propriedade rural a três quilômetros da BR-262, em Campo Grande. O piloto Herculano Machado Filho, 50 anos, ficou ferido e um passageiro não identificado saiu ileso.
As causas do acidente ainda serão apuradas, mas informações iniciais é de que houve pane no motor e o piloto tentou retornar, mas a asa direita da aeronave bateu em uma árvore.

fonte/CorreioMT

AVIÃO COM TIME DO STOKE FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA

Um avião que levava os jogadores do Stoke de volta para casa, após derrota na Copa da Liga para o Portsmouth, foi obrigado a fazer um pouso de emergência na madrugada de quarta-feira.

O avião, que se direcionava ao aeroporto de East Midlands, foi desviado para o de Gatwick, depois de os jogadores sentirem cheiro de queimado na cabine.

“Embora não pudéssemos ver nenhum sinal de incêndio após a checagem, o elenco foi forçado a abandonar o voo e enfrentar longa viagem de carro para Stoke”, de acordo com nota no site oficial do clube. O Stoke foi goleado por 4 a 0 contra os rivais da Premier League na partida de terça-feira.

fonte/IG

MACACÃO DE VOO - ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

O Tecido

Nomex ®, uma marca DuPont™, foi utilizado pela primeira vez pelos militares em 1965, quando a Marinha EUA utilizou o macacão de voo feito de fibra de Nomex ® brand. Hoje, a fibra Nomex ® é uma parte integrante dos trajes de voo militares, policiais, além das balaclavas, coletes e luvas. Seus benefícios são inúmeros. O principal é a segurança.

macacao

Além de outros, o Nomex® Comfort é utilizado na confecção dos macacões de voo das Unidades de Aviação Policial e Militar no Brasil. A Estambril ® Group espanhola e a DuPont™, detentora da marca Nomex ®, produzem uma gama de tecidos de meta-aramida para utilizações diversas. Importante dizer que também produz fibras de meta-aramida a Rhodia, inclusive em vestimentas especiais utilizadas para os serviços de bombeiros, exército, polícia, indústria, etc.

Especificamente sobre a fibra Nomex®, esta possui diversas configurações e gramaturas, pois para cada tipo de utilização será usado um material específico. Como regra, o Nomex® Comfort, com gramatura de 165 g/m2 (+ ou – 3%) é utilizado no ramo aeronáutico de vestimentas, para uso na aviação policial e militar, podendo ser superior (185 g/m2 – usado para lugares frios ou para jaquetas de voo).

Essa é a melhor gramatura para os macacões de voo, pois é leve e confortável, entretanto, há também alguns tecidos, produzidos na América Latina, EUA e Europa, com gramatura inferior. Isso não desvaloriza o tecido, mas o deixa com menos tempo de exposição ao calor intenso e a temperatura menor. (Exemplo: Nomex® de 150 g/m2, suporta uma temperatura de 374 °C por menos de 11 segundos).

Como dito, há também disponível no mercado outros produtos, mas produzidos para uso industrial (Empresas de Energia Elétrica, Brigadas de Incêndio), para pilotos de carros de corrida, aviação desportiva, aviação civil, etc.

Sabe-se que em algumas atividades de risco não é recomendado o uso de fibras com gramatura inferior a 165 g/m2, assim, podemos dizer que a gramatura do Nomex® esta diretamente ligada ao tempo de exposição ao calor e a temperatura, ou seja, o Nomex® Comfort de 165 g/m2 suporta até 1100 °C por 19 segundos. Esse produto é específico para a aviação policial ou militar.

Além da composição do tecido devem ser observadas outras características com suas respectivas Normas Brasileiras (NBR – ABNT), como:

1. resistência à chama (NBR 15212):

1.1. propagação;
1.2. resíduos;
1.3. incandescência, e
1.4. pós queima e incandescência.

2. resistência mecânica:

2.1. resistência à tração no urdume (NBR 11912);
2.2. resistência à tração na trama (NBR 11912);
2.3. alongamento no urdume e na trama (NBR 11912);
2.4. resistência ao rasgo (ASTM D 2261), e
2.5. alteração dimensional – urdume e trama (NBR10320).

3. resistência do corante:

3.1. à fricção (NBR 8432 /MB 2000);
3.2. à luz 40 horas (NBR 12997);
3.3. à lavagem (NBR 10597);
3.4. ação do ferro de passar (NBR 10188), e
3.5. ao suor (NBR 8431).

4. formação de pilling (ASTM D 3512 e JIS 1076 D);

5. detalhes construtivos:

5.1. armadura (NBR 12546 e NBR 12996);
5.2. espessura (NBR 13383);
5.3. largura mínima útil;
5.4. tecelagem (NBR 13484);
5.5. fios no urdume (NBR 15588 / MB 412);
5.6. fios na trama (NBR 15588 / MB 412);
5.7. titulagem dos fios de urdume e trama (NBR 13216);
5.8. peso por m² (NBR 10591), e
5.9. cor (tinto em massa).

macacaofc

modelo CWU-27/P - macacão de voo

As Cores

Quanto às cores dos macacões de voo, como regra, são verde sávia (sage green-padrão 100%), pois essa cor é a que melhor se agrega, quimicamente, à fibra do tecido. A cor azul é a pior de todas as cores. Outras cores possíveis de encontrar no mercado são as cores preta e laranja.

No processo de fabricação da fibra Nomex® é feita a tintura, denominada “tinto em massa”, onde é definida a cor e dada a proteção UV, cujo objetivo é evitar que o tecido desbote e mantenha a cor por muito tempo.

Neste processo, o fio é colorido com pigmentos especiais adicionados na massa antes de o fio ser fiado. Os fios tintos em massa apresentam maior uniformidade de cor, melhor solidez à luz, sublimação e lavagem, assim o tinto em massa elimina o processo de tingimento posterior.

Estima-se que os macacões de voo com tecido Nomex®, tinto em massa, e com proteção UV, iniciem processo de descoloração após o oitavo ano de uso, entretanto, não tira a validade do tecido, pois são processos diferentes, ou seja, a tintura é somente um processo estético na produção final do tecido.

Composição e Validade

Falando nisso, o Nomex® é produzido com uma fibra sintética, composta por 93% de para-aramida, 5% de aramida e 2% de fibra anti-estática, antichama, em construção tipo tela 1×1 plana, com fio de 2/20 Nm no urdume e trama, construção de 24 fios no urdume e 21 fios na trama, + ou – 1, que permite o perfeito equilíbrio da fibra durante o uso, conforme Norma UNE-EM1049-2: 1995 e ISO 7211-2:1984 MOD.

Como dito a gramatura deve ser de 165 gr/m², + ou – 3%, conforme Norma, UNE 40339:2002 e ISO 3801:1997, resistência a tração na trama 88 daN e 68 daN no urdume, conforme norma UNE-EM IS.

Pode-se dizer que o tecido Nomex® NÃO possui prazo de validade, ou seja, suas propriedades antichama não se degradam com o tempo ou uso, desde que não haja exposição ao calor extremo.

O que há de recomendação do fabricante é quanto a estocagem, pois pode, conforme o caso, danificar o tecido. Assim o tecido estocado por mais de 2 anos deverá ser analisado, mas isso não significa que não possa ser utilizado, pois, como dito, vai depender de sua estocagem e análise.

Oportuno lembrar que na confecção do macacão de voo estão incluídos os zíperes, velcro® e a linha, que também recebem o mesmo tratamento antichama, onde a linha deverá ser composta por dois cabos torcidos entre si, formando um só filamento, com resistência mínima de 15 kgf/cm².

Importante dizer que o macacão de voo que desbota é aquele que não passou pelo processo de proteção UV ou foi tingido após a fabricação do tecido, e, por isso, com o tempo e lavagens sucessivas, ele pode ficar acinzentado ou amarelado, mas também, NÃO tira a validade da proteção antichama que o tecido proporciona, pois, como dito anteriormente, são processos diferentes.

Retardante à chamas Pyrovatex (pirovatex)

O que ocorre e causa certa confusão aos desavisados é o processo denominado: Pyrovatex, que consiste num banho químico (sal especial) dado em qualquer tecido (algodão, sarja, brim, etc), com o objetivo de evitar a propagação do fogo e retardar as chamas. Esse tipo de banho é dado, cumprindo normas de segurança, em cortinas, carpetes, uniformes industriais, macacões em geral (pode-se encontrar no mercado macacões de voo), etc, mas NÃO são certificados para uso na aviação policial ou militar.

Esse material, sim, possui vencimento, pois com o uso e lavagens sucessivas (média de 100 lavagens industriais) vai perdendo suas propriedades de proteção, além de descolorir.

Tabela de Tamanhos

A tabela abaixo apresenta as medidas referentes aos moldes de todos os tamanhos. Para identificação do tamanho certo o usuário deverá confrontar a tabela de medidas masculina a seguir: (apenas para referência, pois o ideal é que os macacões de voo sejam produzidos sob medida)

tabela de tamanhos

Disposições Finais

Assim, o tecido de fibra Nomex® que compõem os macacões de voo utilizados pelas Unidades da Aviação Policial ou Militar no Brasil e no mundo não possuem prazo de validade, claro que deve ser considerado seu estado de conservação em razão do uso e acondicionamento. Esse é o seu limitador, como qualquer outra vestimenta, e vai depender, única e exclusivamente, dos cuidados que a pessoa tem com seu equipamento de proteção individual (EPI).

Podemos dizer então que não há prazo de validade à suas propriedades de proteção, o que poderá ocorrer é o desgaste natural da vestimenta em razão do uso e armazenamento.

A confecção do macacao de voo é uma tarefa trabalhosa e há no Brasil poucas empresas capacitadas, além do fato possuir custo elevado, entretanto, apresenta um custo-benefício incomensurável – a vida.

Outra questão importante é alertar para a aquisição de macacões de voo vendidos no mercado prontos (importados), pois, como viu-se, a especificação técnica desse equipamento é complexa e demanda análise apurada desses materiais, pois a compra desses macacões pode trazer sérios problemas no futuro, inclusive no que diz respeito à real proteção do usuário.

fonte/PilotoPolicial

NOVAS REGRAS SOBRE AUTORIZAÇÃO DE CONTROLE DE TRÁFEGO AÉREO

A partir da próxima sexta-feira, 30 de outubro, entram em vigor as novas regras sobre autorização de controle de tráfego aéreo, conforme especificado no SUPLEMENTO AIP N055/09*.

Esse documento destaca, principalmente, os novos conceitos, responsabilidades e procedimentos relacionados às autorizações Controle de Tráfego Aéreo (ATC). As novas disposições incluem ainda os procedimentos para o uso do ponto limite de autorização, bem como para a aplicação da autorização padronizada para aeronave partindo.

O NOTAM Z0295/2009** complementa esse assunto, apresentando a relação de Torres de Controle de Aeródromo (TWR) que aplicam esta autorização padronizada para aeronave partindo.


___________________________________

11 Autorização ATC

11.1 Generalidades
11.1.1 A autorização ATC é baseada nas condições conhecidas de tráfego. Assim, alteração na
autorização inicial poderá ser emitida pelo ATC, a qualquer momento, para evitar um possível
conflito entre as aeronaves.
11.1.1.1 O piloto deve se ater a essa alteração e, caso necessite, pode solicitar a correção pertinente, à
qual, se praticável, resultará em uma nova autorização.
11.1.2 Quando uma mudança de nível de voo ou altitude for autorizada pelo órgão ATC, o piloto
deverá informar, independente de solicitação, logo que:
a) abandonar o nível de voo ou altitude que estava sendo mantido; e
b) atingir o novo nível de voo ou altitude atribuído.
11.1.3 O piloto, ao ser instruído a manter determinado nível de voo ou altitude, ainda que já tenha sido
previamente autorizado a mudar para outro nível de voo ou altitude, deverá solicitar o novo
nível de voo ou altitude antes de efetuar tal mudança.
11.1.4 Qualquer mudança de nível de voo ou altitude em uma FIR estrangeira, que for autorizada,
previamente, por um órgão ATC brasileiro, deverá ser confirmada pelo piloto ao órgão
responsável pelo espaço aéreo controlado em questão antes que tal mudança seja efetuada.
11.2 Autorização Padronizada para Aeronave Partindo
11.2.1 A autorização padronizada para aeronave partindo será emitida por uma TWR, podendo
abranger apenas o conteúdo necessário ao início do voo.
11.2.1.1 O conteúdo não emitido em uma autorização padronizada para aeronave partindo será
complementado, durante o voo, pelo ACC de origem.
11.2.4 A autorização padronizada para aeronave partindo abrangerá, pelo menos, o seguinte conteúdo:
a) identificação da aeronave;
b) limite de autorização, normalmente o aeródromo de destino;
c) designador da SID utilizada, se aplicável;
d) nível inicial, exceto quando esse elemento já estiver incluído na descrição da SID;
e) código SSR; e
f) qualquer outra instrução necessária ou informação não contida na descrição da SID como, por
exemplo, instrução relacionada à mudança de frequência.
11.3 Uso do Ponto Limite de Autorização
11.3.1 O ponto limite de autorização é a aplicação, por necessidade operacional, de um ponto que não
seja o aeródromo de destino como limite de uma autorização ATC.
11.3.1.1 O ATC deverá expedir a autorização complementar até o aeródromo de destino do voo ou outra
instrução pertinente, o mais rápido possível, antes que a aeronave atinja o ponto limite de
autorização especificado.

fonte

/30/10/09 02:00 - PERM SUP N055/09 - INSERIR ITEM 11.2.5 (ANEXO): AS SEGUINTES TWR APLICAM AUTORIZACAO PADRONIZADA PARA AERONAVE PARTINDO: TWR BRASILIA, TWR GOIANIA, TWR CONFINS, TWR CONGON HAS, TWR GUARULHOS, TWR CAMPINAS, TWR CUIABA, TWR BELO HORINZONTE, TW R PALEGRE, TWR FLORIANOPOLIS, TWR CURITIBA, TWR FOZ, TWR CAMPO GRANDE, TWR RIO E TWR GALEAO.)
(Z0297/2009)

FALTA DE COMBUSTÍVEL PODE TER CAUSADO QUEDA DE MONOMOTOR NA SAÍDA PARA TRÊS LAGOAS, MATO GROSSO DO SUL

Uma nova hipótese surge para a causa da queda do avião monomotor Cessna 170A prefixo PT-AQO, ocorrida por volta das 16h30 da terça-feira, 27 de outubro, no aeroporto Aero Rural, (ou Aero Ching) na saída para Três Lagoas, em Campo Grande. Conforme o responsável pelo estabelecimento, Jaime Maldonado, teria faltado combustível na aeronave.

O piloto, ainda conforme Maldonado, seria Herculano e o passageiro Vanderlei. Ambos teriam idade aproximada de 40 anos. Maldonado estaria ferido com maior gravidade, segundo Maldonado. Conforme o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), os feridos seriam dois homens que aparentam ter média de 40 anos de idade.

Maldonado disse ao Capital News que o avião provavelmente iria pousar no aeroporto Santa Maria, na região das Moreninhas, mas, fez um pouso forçado no Rural. Assim que tentara alçar voo novamente, sofreu com a falha e caiu.

fonte/capitalnews fotos/Deurico/Capital News

HELICÓPTERO DA FORÇA AÉREA EQUATORIANA REALIZOU POUSO FORÇADO



[druvecuador2.jpg]
Um helicóptero Dhruv da Força Aérea Equatoriana realizou hoje um pouso forçado em situação de emergência, quando iniciou um incêndio no motor. O Helicóptero era conduzido por dois tripulantes por ocasião da cerimônia de comemoração do 89 º aniversário da Força Aérea no Aeroporto Mariscal Sucre, na capital (setor norte do Aeroporto de Quito), cerimônia que era presidida pelo Vice Presidente, Lenin Moreno. Os Tripulantes saíram feridos com queimaduras e foram conduzidos a um hospital militar.


Militares correm na direção do helicóptero acidentada nesta terça-feira (27) em base de Quito, poucos segundos depois de sua queda

O piloto teria conseguido evitar a queda da aeronave sobre o público


Diversos jornalistas testemunharam o fato e diversas rádios que cobriam o evento noticiaram que o fogo iniciou-se na parte de trás da aeronave enquanto voava com outra em formação. A Aeronave sinistrada não foi completamente consumida pelo fogo já que viaturas de combate a incêndio do aeroporto neutralizaram imediatamente as chamas. A aeronave posou a cerca de 40 metros do local destinado aos convidados para a cerimônia.

O aparelho sinistrado é um dos sete que o Equador comprou da Índia no ano passado, ao preço de 45,2 milhões de dólares como parte da renovação do equipamento militar ordenada pelo presidente Rafael Correa.

fonte/foto/Univision

VAZAMENTO DE FLUIDO HIDRÁULICO EM AVIÃO DA BRUSSEL AIRLINES FERE QUATRO PASSAGEIROS

Quatro passageiros do avião Avro RJ-100, prefixo OO-DWK, da Brussel Airlines ficaram feridos nesta terça-feira (27) devido a um vazamento de fluido hidráulico quente, registrado pouco depois da aterrissagem em Bruxelas, anunciou um porta-voz da companhia aérea.

O avião concluía a ligação Berlim-Bruxelas (voo SN-2588) com 74 passageiros a bordo, tendo o fluido que vazou no momento da aterrissagem, atingido as quatro vítimas no rosto e nos braços.

Duas delas foram transportadas para o Hospital de Gasthuisberg de Lovaina, mas o seu estado não é preocupante, segundo os bombeiros do aeroporto de Bruxelas-Zaventeim.

A companhia aérea informou que ainda não está claro o motivo do vazamento.

Fontes: RT

PILOTOS DA NORTHWEST AIRLINES PERDEM LICENÇA DE VOO

As autoridades americanas de aviação decidiram revogar nesta terça-feira a licença do comandante e do co-piloto do Airbus A320 da Northwest Airlines que passou direto pelo aeroporto no qual deveria pousar.

Caixa-preta do avião da Northwest Airlines

"A Administração Federal de Aviação revogou as licenças dos dois pilotos da Northwest Airlines que passaram pelo local de pouso no dia 21 de outubro de 2009, no voo 188 entre San Diego e Minneapolis".

O comandante, 53 anos, e seu co-piloto, 54, prestaram depoimento na véspera a NTSB (National Transportation Safety Board), quando reafirmaram que o incidente foi provocado por uma "distração".

O avião, que levava 144 passageiros, deveria pousar no aeroporto internacional de Minneapolis-St Paul. No entanto, o Airbus passou direto pelo local e continuou voando na direção nordeste por mais 150 milhas (241,35 km), até que o controle de tráfego aéreo do aeroporto conseguiu finalmente se comunicar com os pilotos.

Os dois disseram à NTSB que estavam discutindo sobre os novos horários de trabalho devido à fusão da Northwest com a Delta, quando o avião seguia em altitude de cruzeiro.

Piloto e co-piloto também confirmaram que só tomaram consciência da posição do Airbus quando uma comissária de bordo os avisou, cinco minutos antes do horário previsto para o pouso.

Segundo o comandante, ao perceber o erro ele entrou em contato com a torre de controle de Minneapolis para informar que voltaria ao aeroporto.

Normalmente, um procedimento de pouso é preparado cerca de 200 km antes do aeroporto.

Segundo o especialista Bill Voss, da "Flight Safety Foundation", muito provavelmente piloto e co-piloto dormiram na cabine de comando.

"Uma possibilidade real é o cansaço dos pilotos, que podem ter dormido, disse Voss após o incidente, em referência ao rigor da escala de trabalho de certas companhias aéreas.

fonte/AFP

MONOMOTOR CAI E MATA PILOTO NOS EUA



Autoridades observam local da queda do avião de pequeno porte Beechcraft A36TC, prefixo C-FFIH, na terça-feira (27) próximo ao aeroporto de Kalamazoo, no estado americano de Michigan. O acidente ocorreu pouco depois da decolagem e provocou a morte do piloto.


fonte/G1/AP)/ ASN foto/ AP

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...