quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

HELICÓPTERO CAI NA VENEZUELA



Foto cortesía @FermamE
Un helicóptero se precipitó e incendió en el estacionamiento de las Residencias La Blanquilla en la redoma La Piña en la ciudad de Puerto Ordaz.


Foto @ALERTA171BOL


Foto @ALERTA171BOL


Foto cortesía @ClavelRangel


Foto @ALERTA171BOL

Foto @Liliana_668

Foto @ALERTA171BOL

Foto @ALERTA171BOL

Foto @ALERTA171BOL

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Foto @Liliana_668


Foto cortesía: @JesusAlbino | FM Center

Foto cortesía: @JesusAlbino | FM Center

Foto cortesía: @JesusAlbino | FM Center

Caracas .- Um helicóptero pertencente a uma empresa privada de transporte caiu ao meio-dia desta quinta-feira no estacionamento de um conjunto de edifícios na zona oeste da cidade de  Guayana, resultando em uma pessoa morta e outra com ferimentos leves relatou a agência de notícias VAN.
O diretor de Proteção Civil e Administração de Desastres, em Bolívar, José Garcia, disse que a aeronave é um Eurocopter BO-105, identificada com as iniciais YV-2717, que realizava vôos de teste no espaço aéreo perto do Aeroporto Internacional Manuel Carlos Piar Guayana City.
"O aparelho pertence à empresa privada de transporte aéreo da Venezuela e caiu no estacionamento do Edifício A Blanquilla, no Residencial Rosabella, explodindo e causando um incêndio que destruiu três veículos que estavam no local", disse ele.
Garcia acrescentou que no momento do acidente estavam a bordo o piloto Pedro Malave e o mecânico Arturo Pacheco.
Pacheco morreu na hora, enquanto o piloto foi resgatado e levado para a clinica Ceciamb,com ferimentos leves.
As chamas foram rapidamente controladas por membros da Brigada da Aviação em conjunto com bombeiros municipais e das indústrias locais, que foram alertados pelo Serviço de Emergência Bolivar 171.
A este respeito, o secretário de Segurança Pública no Estado Bolívar, coronel Julio Cesar Fuentes Manzulli informou que, aparentemente, a unidade estava realizando um vôo de teste depois de passar por reparos e, por razões desconhecidas, o motor parou de funcionar.
De acordo com dados recolhidos pelas autoridades, o piloto tentou pousar na Avenida Guayana, a principal rua da cidade.
No entanto, ele perdeu o controle do helicóptero e pousou no estacionamento do conjunto residencial Rosabella, localizado a poucos metros da rotatória La Pina.
Depois de lamentar a morte do mecanico Edcel Pacheco,  o secretário de Segurança Pública da organização disse que a resposta rápida de equipes de resgate impediram que as chamas se alastrassem para os apartamentos localizados a uma curta distância do local da explosão.
"Estamos aguardando a chegada dos peritos da Aeronáutica Civil que já foram informados do acidente, e implantado um cordão de segurança para proteger o local e evitar a alteração de qualquer evidência para explicar as causas da queda da unidade", disse.
fonte/Eluuniversal/foto/LaPatila/ConformeCredito
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CONCORDIENSE NÃO ESTARIA PILOTANDO HELICÓPTERO QUE CAIU NO MARANHÃO EM 2009















No próximo dia 23 de dezembro completará dois anos da morte do piloto concordiense Endel Gabriel. O piloto faleceu em um acidente aéreo, com o helicóptero Robinson R-44, em 2009, quando se deslocava de Carolina para Imperatriz, as duas cidades no Estado do Maranhão.

Morreu também no acidente o acompanhante na aeronave, Aloysio Teixeira. Os destroços do helicóptero, assim como os corpos das duas vítimas, só foram encontrados por um avião da FAB no dia 27 de dezembro.

Depois de quase dois anos, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos - Cenipa, concluiu o laudo acidente. Conforme o relatório final, existem vários argumentos que pesam para ter ocorrida a tragédia. O documento de 21 páginas explica que a instabilidade meteorológica na área onde ocorreu a colisão da aeronave com uma árvore e a falta de experiência do condutor do helicóptero, já que, Aloysio Teixeira estava como piloto, foram fundamentais para o ocorrido.

Segundo o laudo, Endel e Aloysio partiram de São Paulo no dia 22 de dezembro com o helicóptero, que era novo, e havia sido adquirido por um empresário do Maranhão, que contratou o concordiense para levar a aeronave até o destino.

No dia 23 de dezembro o equipamento saiu com os dois de Goiânia com destino a Carolina, passando por Porangatu no Estado de Goiás, Gurupi no Tocantins e pousando em Carolina para o abastecimento.

Conforme testemunhas neste momento ocorreu a primeira suspeita mais forte do relatório. Aloysio Teixeira é quem estava no assento da direita, que é o do piloto. As testemunhas disseram que a aterrissagem foi feita com dificuldade e que parecia que o piloto não tinha experiência. Teixeira, como explica o Cenipa, era um piloto aposentado que tinha vasta experiência em aviões, inclusive tendo pilotado Boings, mas não tinha nenhum tipo de autorização para conduzir helicóptero, tanto que as demais licenças para voar estavam vencidas.

fonte/foto/RadioRural

TRAGÉDIA AÉREA NA BAHIA EM 17 DE JUNHO - PILOTO DE HELICÓPTERO NÃO TERIA AUTORIZAÇÃO PARA PILOTAR


















A primeira parte do inquérito do acidente aéreo em Porto Seguro, Sul da Bahia, no dia 17 de junho deste ano já está concluído. O documento foi encaminhado pelo SEGUNDO SERVIÇO REGIONAL DE INVESTIGAÇÃO E PREVENÇÃO DE ACIDENTES AERONÁUTICOS para o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aéreos. Além de o acidente estar sendo investigado pelos órgãos da Força Aérea Brasileira, também estão sendo investigados pela Polícia Civil da Bahia. Logo após o acidente várias pessoas foram ouvidas no inquérito policialm.


No acidente estavam entre as vítimas, Fernanda Kfouri e Gabriel Kfouri Gouveia, ex-esposa e filho do cantor Bruno Gouvea do Biquini Cavadão, além de Jordana Kfouri e Lucas Kfouri, irmã e sobrinho de Fernanda. Fernanda e Jordana eram filhas de Mara Jacobi Kfuri, que reside em Concórdia.


Segundo os dados do acidente a aeronave modelo Esquilo, deixou Porto Seguro em direção ao condomínio de luxo Jacumã Ocean Resort, e desapareceu às 18h40 daquele dia. No momento do acidente havia uma forte neblina. O piloto do helicóptero não fez qualquer contato com o controle de tráfego aéreo local para informar alguma anormalidade com a aeronave, segundo nota da Força Aérea Brasileira (FAB).


Na época do acidente o Delegado Ricardo Feitosa, que estava no comando das investigações, afirmou que tudo se encaminha para um homicídio culposo, por erro do piloto, que era o empresário Marcelo Mattoso de Almeida, que estava com a habilitação para pilotar aeronave, vencida.


Nesta semana a reportagem da Rádio Rural conversou com o Coronel Frans do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos e este confirmou que o relatório inicial das investigações chegou ao Cenipa e direciona para o que o delegado Ricardo Feitosa havia confirmado, logo após o acidente, que o piloto preencheu o plano de vôo com documentação de outra pessoa que era habilitada.


O Coronel Frans afirma que outro ponto predominante é que no momento da decolagem do helicóptero, o mesmo não deveria ter saído de Porto Seguro porque o mal tempo não permitia tal viagem.


Segundo o Coronel, que preferiu não gravar entrevista, mas confirmou a informação que a fase agora é de análise de engenheiros e técnicos sobre se houve ou não problemas no motor do helicóptero. Segundo o Cenipa as investigações e conclusões devem durar até um ano.


fonte/foto/RadioRural
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CHANTAGEM AERONÁUTICA


Quem for ingênuo até pode acreditar no argumento segundo o qual dezembro é a melhor época do ano para a categoria falar grosso e arrancar à força o aumento salarial que a insensibilidade dos patrões lhes negou durante o ano.

Se fosse isso mesmo, vá lá. Mas a decisão de se declarar em greve a partir do dia 22 de dezembro, anunciada ontem pelos sindicatos que representam pilotos, comissários de bordo e pessoal de terra das companhias de aviação, tem nome. Chantagem.

Uma chantagem tosca e abjeta. Trata-se de uma encenação que vem se repetindo nos últimos anos, sempre às vésperas de períodos de grande movimento nos aeroportos.

O discurso é tão manjado que já passou da hora de encontrar uma resposta definitiva para ele. E ela existe.
É hora de acabar com o dispositivo indecente que impede a contratação de estrangeiros para a aviação comercial. Essa prática é comum no mundo, mas proibida no Brasil.

Anos atrás, quando a Vasp e a Transbrasil faliram e o mercado doméstico não andava bem, companhias estrangeiras abriram as portas para pilotos brasileiros que ficaram sem emprego. Muitos encontraram na China e em outros países asiáticos a alternativa para prosseguir na profissão.

Hoje, no mercado brasileiro, não há pilotos suficientes para atender às necessidades das empresas. Os aeroportos estão lotados e, nos guichês das companhias, o número de interessados em comprar passagens supera em muito a quantidade de assentos disponíveis nos aviões.

Enquanto isso, em outras partes do mundo, a crise tem levado companhias de aviação a demitir profissionais. Por que não contratá-los? Por que não recrutar os comissários de bordo e o pessoal de apoio em terra entre os milhares de imigrantes que entram todos os meses no Brasil?

Os Estados Unidos fizeram isso. A Europa fez isso. Por que o Brasil não segue o mesmo caminho?
A população, que nos últimos anos viu o avião se firmar como transporte de primeira necessidade, certamente aprovaria qualquer medida que a livrasse dos chantagistas que agem às vésperas do Natal.

Nada contra profissionais bem remunerados - o que é exatamente o caso dos pilotos de avião. Há cinco anos, a categoria dos aeronautas tem conseguido reajustes salariais superiores à inflação, aspecto que apenas acentua a intenção dos sindicalistas da CUT que falam em nome desses profissionais.

O salário de um comandante de linha aérea doméstica equivale ao da alta gerência das empresas - enquanto os das linhas internacionais se rivalizam com os dos diretores.

Além de muito bem remunerados, eles têm uma escala de trabalho muito mais confortável do que a de qualquer piloto americano ou europeu. Não é raro que, em nome do vencimento da escala de trabalho, eles abandonem o avião na pista e deixem os passageiros passar a noite no aeroporto.

A aviação comercial brasileira não vive seus melhores momentos. Os aeroportos estão cheios, os aviões estão lotados e o atendimento é péssimo.

Num cenário como esse, o argumento de que a contratação de estrangeiros é um risco à segurança nacional (sempre defendido quando se fala em abrir o mercado para estrangeiros), aqui entre nós, não convence a mais ninguém. Contra a chantagem, mercado aberto. Ponto final.


fonte/BrasilEconomico

MAIS AVIÃO, MAIS ACIDENTE

Em Mato Grosso, o número de acidentes com aviões de pequeno porte ocorridos no primeiro semestre deste ano já superou os registros gerais do ano de 2009, empatou com 2008, e ficou perto de se igualar ao índice de 2010.


Aqui, conforme dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), entre primeiro de janeiro e seis de agosto de 2011 aconteceram nove acidentes. Nos três anos anteriores (nos 12 meses) foram contabilizados nove (2008), oito (2009) e dez (2010).

Os acidentes deste ano envolveram principalmente aeronaves agrícolas, segundo o detalhamento das ocorrências feito pela Anac. Três delas nem chegaram a sair do solo: fugiram do controle dos pilotos ainda durante o taxiamento. Outras três caíram durante o vôo, duas no pouso e as demais em situações diversas.

As estatísticas da Agência de Aviação mostram ainda um crescimento significativo na frota de aviões no Brasil. Não há números que possam levar a uma comparação atual por estado, mas Mato Grosso aparece como o Estado que possuía a segunda maior frota de aeronaves no país em 2009, com 964 unidades.

A frota daqui estaria abaixo apenas de São Paulo, onde há dois anos haviam 3.721 aeronaves registradas na Anac.

A frota de Mato Grosso supera, assim, estados como Minas Gerais, que tem 949 aeronaves; Rio Grande do Sul, com 907, e o Rio de Janeiro, que tinha 849. O estudo da Anac não oferece o número de aviões agrícolas por estados, mas mostra que essa foi a categoria de aeronaves que mais cresceu, 100%, nos últimos 15 anos no país.

De 684 em 1996, saltou para 1.278 em 2010. Em apenas um ano, de 2009 para 2010, foram incluídos mais 234 aviões novos para pulverização de plantações. Em 2010, dado mais atualizado sobre a frota geral de aviões, o Brasil tinha 13.888 aviões. Em 1996 eram 9.768, ou seja, 4.120 a mais sobrevoando o espaço aéreo.

De acordo com o piloto Elton Rodrigues Dias de Camargo, a aviação brasileira é uma das mais seguras do mundo, ocupando o quarto lugar no ranking internacional de segurança. Entretanto, o Brasil registra mais acidentes que os Estados Unidos, país que possui uma frota pelo menos seis vezes maior que a brasileira.

Na avaliação de Santos, que é piloto comercial há seis anos, os brasileiros estão bem servidos nesse setor. Mesmo com o grande aumento no fluxo de aeronaves em atividade, diz, é correto afirmar que o nível de segurança de nosso serviço aéreo é muito bom.

Segundo ele, tem crescido muito nos últimos anos a importação de aeronaves novas ou usadas por parte de brasileiros que desejam ter o seu “primeiro avião”. Boa parte das aeronaves, que chegam num ritmo estimado de quatro por dia, é homologada no Aeroporto Marechal Rondon. 

fonte/DiarioDeCuiabá
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AEROPORTOS PODEM PARAR ANTES DO NATAL

Os aeroportos brasileiros podem parar a partir do dia 22, às vésperas do Natal. Os aeronautas (tripulantes das aeronaves) e os aeroviários (funcionários das companhias que trabalham em solo) prometem fazer uma greve para pedir melhores salários às empresas aéreas.

Os aumentos variam entre 10% (aeronautas) e 14% (aeroviários) sobre o piso das duas categorias. As empresas aéreas oferecem 3% de reajuste salarial e 6% de valorização sobre o piso. Uma reunião marcada para esta sexta-feira (16) deve decidir se haverá greve ou não.

Em nota, o SNA (Sindicato Nacional dos Aeronautas) diz que paralisação dos trabalhadores pode ocorrer por “tempo indeterminado” a partir da meia noite do dia 22 (quinta-feira da próxima semana).

Caso as negociações avancem antes do dia 22, as categorias realizarão novas assembleias para avaliar a proposta.
Para a Fentac (Federação Nacional dos Trabalhadores em Aviação Civil), ligada à CUT (Central Única dos Trabalhadores), a proposta das empresas é ruim porque não dá aumento real aos funcionários. Isto é, os novos salários não cobrem a inflação do período, como explica Celso Klafke, presidente da Fentac/CUT e do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre.

- Não podemos aceitar um reajuste menor do que a inflação, porque isso significaria que os trabalhadores ganhariam menos em 2012 do que recebem hoje. As empresas aumentaram as passagens em cerca de 56% nos últimos meses e o que estamos reivindicando é menos do que 3% desse aumento nas tarifas.

O Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias), ligado às companhias, afirma que as empresas tiveram um 2011 “ruim”, por isso oferecem o baixo reajuste, e que nos últimos seis anos os trabalhadores tiveram ganho real de 6%.

Gelson Fochesato, presidente do SNA, defendeu que as negociações vêm ocorrendo desde setembro, mas as empresas estão demorando a atender os pedidos dos trabalhadores.

- Encaminhamos nossa proposta para o sindicato patronal com duas semanas de antecedência, em 15 de setembro, para que tivessemos a renovação da convenção coletiva concluída na data-base, em 1º de dezembro. As empresas, no entanto, levaram quase 50 dias para apresentar sua contraproposta e não aceitam negociar nada diferente disso. É essa intransigência que está levando à greve.

Selma Balbino, do SNA, reconhece que pode haver caos aéreo caso os aeroviários e aeronautas entrem em greve, mas pede “compreensão dos passageiros” em relação à luta trabalhista.

- Como vai ser o Natal dos trabalhadores das companhias aéreas, completamente sobrecarregados, com diversos direitos desrespeitados, sofrendo constantemente assédio moral e risco de vida por negligência das empresas? Como vai ser o Ano-Novo sem a renovação da convenção coletiva? É papel dos sindicatos defender os trabalhadores, oportunizando condições dignas de trabalho e um salário decente. Precisamos lutar por isso e contamos com a compreensão dos passageiros e da sociedade, que também é trabalhadora.

fonte/R7

RESUMO 20

Anac acredita que não haverá greve dos aeroviários

BRASÍLIA - A Secretaria de Aviação Civil publicou na edição extra do Diário Oficial o edital de concessão dos aeroportos de Brasília, Campinas e Guarulhos. Em encontro com a imprensa, o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Marcelo Guaranis, falou sobre a possível greve dos aeroviários anunciada para o próximo dia 22.

“O governo tem acompanhado atentamente as negociações entre as companhias aéreas e seus funcionários. Pelo fato da data base dos colaboradores ser sempre no fim do ano gera essa tensão, mas o governo acredita que não haverá greve. A partir de hoje (dia 15), a Anac já entra com a operação de fim de ano aumentando a fiscalização junto às companhias aéreas em relação aos problemas de embarques e cancelamentos de voos e outros entraves”, disse Guaranis.

Tam e Turkish assinam code-share para 2012


Começa a valer em 2012 o code-share entre a brasileira Tam e a companhia aérea turca Turkish Airlines. As empresas, ambas membros da Star Alliance, assinaram o acordo segundo o qual os clientes Tam podem comprar, diretamente com a aérea brasileira, bilhetes para Istambul, enquanto os passageiros da Turkish terão a sua disposição bilhetes para voos operados pela Tam com destino a São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Foz do Iguaçu e Buenos Aires.

Os destinos estarão disponíveis para reserva e compra nos canais de vendas das empresas em 2012, logo após a aprovação do acordo pelas autoridades aeronáuticas de ambos os países. Atualmente, a Tam oferece 43 destinos no Brasil e 19 na América Latina, nos Estados Unidos e na Europa – além de outros 92 destinos internacionais por meio de acordos de code-share. Ao entrar em vigor, a nova parceria permitirá ao cliente da Tam viajar diretamente entre São Paulo e Istambul em voo operado pela Turkish. Além disso, será possível viajar via Londres de e para Istambul, a partir de São Paulo ou do Rio de Janeiro. 


Azul comemora 3 anos com 10% de share e 15 mi paxs


A Azul comemora três anos de operações com crescimento. No período, a aérea, com 10% de mercado, transportou 15 milhões de passageiros. A empresa tem uma frota com 49 aeronaves, que voam para 42 destinos – são 350 voos diários. Somente neste ano, a companhia voou para 14 novos destinos, transportou nove milhões de clientes e recebeu 23 aeronaves, sendo três ATR 72-600, oito ATR 72-200 e 12 jatos Embraer 195.

“Construímos algo ímpar no mundo. Nossa marca está sendo bem recomendada por milhares de brasileiros, que voam todos os dias em nossas rotas e propagam a experiência de voar Azul. Está é uma das maneiras mais eficazes de divulgar um produto com credibilidade” afirma o presidente da companhia, Pedro Janot.

Entre os destaques da empresa este ano estão a ampliação de seus canais de vendas com o lançamento de cinco lojas – Shopping Piracicaba, Shopping Campinas, Alpha Shopping, Shopping Esplanada Sorocaba e Polo Shopping Indaiatuba -, todas no Estado de São Paulo.

fonte/PanRotas

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AVIÃO DA GOL QUE IA DE BRASÍLIA PARA O PIAUÍ EXPLODE TURBINA

PANE EM OUTRA AERONAVE EM BRASÍLIA assusta passageiros piauienses na pista de decolagem
O avião da empresa Gol Linhas Aéreas, que fazia o voo de número 1932, partindo do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília (DF), com destino ao Aeroporto Petrônio Portela, em Teresina (PI), sofreu uma pane por volta das 12h25 (horário local) desta quarta-feira (14/12) e deixou vários passageiros piauienses revoltados.

É a segunda vez em menos de dois meses que um avião da Gol apresenta pane deste tipo. Segundo um dos passageiros, que pede para não ser identificado, todos os passageiros, boa parte formada por piauienses que esperavam voltar a Teresina, já estavam dentro do avião quando escutaram uma espécie de explosão no lado de uma das turbinas.

A tripulação imediatamente desistiu do voo, já na pista de decolagem, e acalmou a situação para evitar qualquer tipo de pânico. "Já estávamos perto de decolar, todos dentro do avião, quando pertinho de partir, escutamos a explosão. O piloto informou que era um problema e que teríamos todos de descer para pegar um outro voo da Gol para poder chegar a Teresina", informou o passageiro, que é um conhecido empresário de Teresina.

Muita gente teve de retornar ao saguão do aeroporto. Haviam crianças dentro do avião. Funcionários da Gol tiveram de descarregar as malas e pôr em outra aeronave que foi providenciada, mas sem previsão de partida. O voo deveria ter saído de Brasília por volta das 13h22 (horário de verão). 

Com o problema, muita gente atrasou compromissos no Piauí. "É uma pena passar por esta situação. Claro que poderia ter sido pior, se o problema fosse com o avião no ar, mas pagamos caro para que os horários sejam devidamente cumpridos. Todos temos nossos compromissos", disse.

fonte/180graus.com
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MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...