segunda-feira, 24 de março de 2014

HARD LANDING DE AIRBUS A340 DA LUFTHANSA NO AEROPORTO DE NARITA NO DIA 18 DE MARÇO DE 2014


AVIÃO FAZ POUSO FORÇADO E DEIXA CINCO PESSOAS FERIDAS NA CIDADE DE HUMBERTO CAMPOS, MARANHÃO


Um avião fez pouso forçado e deixou cinco pessoas feridas, na manhã desta, segunda-feira (24), na cidade de Humberto de Campos, a 259 quilômetros da capital.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP), após problemas ainda não identificados, a aeronave fez um pouso forçado quando seguiam para a cidade de Barreirinhas em um táxi aéreo.

Uma equipe do Grupo Tático Aéreo (GTA), resgatou as cinco pessoas que estavam a bordo do avião, pertencente a empresa Cururupu. Todos já estão em São Luís e receberam atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), no bairro do Araçagi.
 
Quatro dos que estavam no avião, são turistas de São Paulo.
 
O GTA foi acionado após a aeronave perder contato com torre de comando. As vítimas tiveram apenas escoriações leves.
 
fonte/foto/Via facebook/OImparcial

Dados da aeronave/Via RAB

MATRÍCULA: PTEMC
 
 
Proprietário:
IMOBILIARIA LIMA AGUIAR LTDA
CPF/CGC:
23621451000141
Operador:
CURURUPU TAXI AEREO LTDA
CPF/CGC:
02472911000147
 
Fabricante:
NEIVA
Modelo:
EMB-720C
Número de Série:
720064
Tipo ICAO :
PA32
Tipo de Habilitação para Pilotos:
MNTE
Classe da Aeronave:
POUSO CONVECIONAL 1 MOTOR CONVENCIONAL
Peso Máximo de Decolagem:
1542 - Kg
Número Máximo de Passageiros:
006


Categoria de Registro:
PRIVADA SERV.TRANSP.AEREO PUBLICO NAO REGULAR TX.AEREO
Número dos Certificados (CM - CA):
9592
Situação no RAB:
ARRENDAMENTO OPERACIONAL
Data da Compra/Transferência:
120203


Data de Validade do CA:
05/06/14
Data de Validade da IAM:
240814
Situação de Aeronavegabilidade:
Normal
Motivo(s):

Consulta realizada em: 24/03/2014 23:19:59

POR QUE OS SATÉLITES DEMORARAM TANTO PARA ENCONTRAR O AVIÃO DESAPARECIDO DA MALAYSIA AIRLINES


malaysia airlines plane aviao (1)

Hoje, o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razik, anunciou que o voo 370 desaparecido da Malaysia Airlines caiu no Oceano Índico. A companhia aérea confirma a informação, dizendo que “o avião foi perdido e ninguém a bordo sobreviveu”.

No entanto, os destroços não foram recolhidos. Neste final de semana, ouvimos mais uma notícia de um satélite que teria visto “potenciais objetos”, que podem ou não ser destroços. Desta vez, as imagens vem da França. Antes, vieram da China. Na semana passada, veio de um satélite da Austrália.

Não há como afirmar com certeza se o satélite francês realmente encontrou os destroços. Na verdade, o misterioso caso do MH370, ilustra as limitações de nossos satélites quando se trata de monitorar aviões – seja no ar, seja desaparecido em uma enorme área no oceano.

É absolutamente incompreensível que um avião possa decolar e desaparecer. Vivemos em um mundo hiperconectado. Como é que perdemos um Boeing 777? Claro, o mar é grande e aviões são relativamente pequenos, mas supostamente estamos num futuro conectado. É o que Christine Negroni, repórter veterana de aviação, chamou de "paradoxo Twitter", logo depois que o avião desapareceu.
Eu fiquei sabendo pela primeira vez que o voo 370 desapareceu enquanto eu estava no mar, a 15 km de distância de Ha Long Bay, no Vietnã. Isso ilustra como estamos todos conectados à informação instantânea, possibilitada pela tecnologia atual de comunicação. Mas três dias depois, pouco se sabe sobre o avião, para onde ele foi e por que não chegou a Pequim na manhã de domingo – isso é surpreendente, frustrante e confuso.
Negroni passa a explicar como a conectividade da caixa preta de aviões ficou para trás no incrível progresso em comunicações globais. Após o desastre do Air France 447 – que voava do Rio de Janeiro a Paris em 2009, mas desapareceu e caiu no Oceano Atlântico – autoridades francesas exigiram uma melhor tecnologia para a caixa preta. (Neste caso, a caixa preta só foi encontrada dois anos após o acidente.)
E, como apontou o New York Times há alguns dias, a tecnologia para rastrear aviões por satélite existe – só não está sendo usada.
“A tecnologia está aí, mas é só uma questão de vontade política para reconhecer que isso é importante”, disse Mark Rosenker, ex-presidente do National Transportation Safety Board e major-general aposentado da Força Aérea americana. “O que não melhorou é que ainda temos que esperar para recuperar as caixas e começar a investigação de acidentes. Dias preciosos são desperdiçados.”
São poucas as informação por satélite, na forma de pings e blips, que conseguimos recolher. E ela só permite aos investigadores reduzir a área de buscas para um trecho do Oceano Índico.
busca aviao malasia
Esta é a área geral que as imagens recentes de satélite descobriram. E encontrar o avião usando imagens de satélite é incrível, considerando a dificuldade da tarefa. O Washington Post diz que os satélites geralmente não estão direcionados para a área de buscas, justamente porque nada nunca acontece por lá.
Estes limites são moldados pela física, dinheiro e praticidade. Satélites militares e comerciais não estão observando e acumulando dados sobre locais e mares onde poucos viajam – como áreas remotas do Oceano Índico, a milhares de quilômetros de onde o voo MH370 desapareceu do radar.
Há também um dilema ao se examinar a superfície da Terra a partir do espaço: ou você analisa uma área maior, ou analisa uma profundidade maior – mas não as duas coisas ao mesmo tempo. Até mesmo os satélites espiões mais sofisticados, que conseguem encontrar uma agulha no palheiro, possuem um campo de visão estreito.
Ou seja, há muitas dificuldades para encontrar um avião usando satélites. Então devemos ficar impressionados que as recentes descobertas dos franceses, chineses e australianos permitiram encontrar o avião – afinal, a tecnologia usada tem várias limitações.
Da mesma forma, devemos adotar ao máximo uma tecnologia mais moderna, para que nunca percamos um avião assim novamente.

fonte/Gizmodo/foto/AeroIcarus/Flickr

PREMIÊ DA MALÁSIA AFIRMA QUE AVIÃO DESAPARECIDO CAIU NO OCEANO ÍNDICO

O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, afirmou nesta segunda-feira (24) que o Boeing 777-200 que fazia o voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido desde o dia 8 de março com 239 pessoas a bordo, caiu no Oceano Índico.

A informação foi obtida com base em uma nova análise de dados de satélite, que apontaram que a última localização do avião foi no sul do Índico. Segundo o premiê, não há sobreviventes. Até agora, porém, os destroços da aeronave ainda não foram avistados nem localizados. A conclusão a que se chegou baseia-se na última localização feita por satélite do Boeing e em cálculos de que, se ele não avançou mais que isso o combustível disponível era limitado, o avião só poderia ter caído no mar. A companhia aérea Malaysia Airlines enviou uma mensagem por SMS às famílias dos passageiros, anunciando que admite que todas as evidências sugerem que o avião tenha caído no Oceano Índico e que não há sobreviventes.

"Baseando-se em novas análises, concluiu-se que a última posição do MH370 foi no meio do Oceano Índico. Essa é uma região remota, longe de qualquer possível local de pouso. Com muita tristeza, eu devo informar que, de acordo com novos dados, o voo acabou no sul do Oceano Índico", afirmou Razak.

O premiê malaio não confirmou, entretanto, que novos objetos avistados no mar nesta segunda-feira por aviões chineses e australianos sejam os destroços do voo MH370. Os objetos foram vistos em uma área 2,5 mil km ao sudoeste da cidade litorânea de Perth, na Austrália. As buscas na região ainda continuam.

Razak disse que já informou às famílias dos passageiros e tripulantes sobre a nova informação da queda do avião. Segundo ele, análises de imagens de satélite e novos dados mostram que a última posição da aeronave foi a oeste de Perth.

"Lamentamos profundamente que temos que assumir, sem nenhuma dúvida, que o voo MH370 se perdeu e nenhuma das pessoas a bordo sobreviveu. Devemos agora aceitar todas as evidências que sugerem que o avião caiu no sul do Oceano Índico", acrescentou o premiê.


Segundo o jornal britânico "The Guardian", foram ouvidos gritos e muito choro na sala onde os parentes dos passageiros estavam reunidos em Pequim. Uma mulher desmaiou ao receber a confirmação sobre a queda do avião.

Buscas continuam
Uma aeronave australiana envolvida nas buscas pelo avião desaparecido da Malaysia Airlines avistou dois novos objetos 2,5 mil km ao sudoeste de Perth nesta segunda-feira, informou o primeiro-ministro australiano, Tony Abbott.

O premiê disse ao Parlamento da Austrália que um navio do país estava perto do local onde os objetos – um deles circular e de cor verde acinzentada e o outro laranja e retangular – foram avistados. Abbott afirmou esperar que os itens sejam recuperados em breve do mar.

"O navio HMAS Success está perto e é possível que recolha os objetos dentro de algumas horas, ou amanhã pela manhã no mais tardar", afirmou o ministro malaio dos Transportes, Hishamuddin Hussein, em entrevista coletiva em Kuala Lumpur.

Mais cedo nesta segunda-feira, um avião chinês envolvido nas buscas também avistou alguns "objetos suspeitos" no sul do Oceano Índico.

Segundo a agência oficial de notícias chinesa Xinhua, a tripulação de um avião do país também avistou dois objetos relativamente grandes, "brancos e quadrados", e muitos outros de menor tamanho, também de cor branca, espalhados por um raio de vários quilômetros.

fonte/G1

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