sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

AVIÃO COM GOVERNADOR RICARDO COUTINHO(PARAÍBA) FAZ POUSO FORÇADO EM CAMPINA GRANDE

O avião que conduzia o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), sofreu um acidente no final da manhã desta sexta-feira (25) em Campina Grande. Por causa de um problema na aeronave, ainda desconhecido, o piloto acabou fazendo um pouso forçado no Aeroclube da cidade. Além do governador, também estava no avião o secretário-executivo do Programa de Aceleração do Crescimento, Ricardo Barbosa. Ninguém ficou ferido no acidente.

De acordo com a Secretaria Comunicação do Estado (Secom), o governador Ricardo Coutinho viajava de João Pessoa a Campina Grande nesta sexta-feira para participar da inauguração de uma Unidade de Policiamento Solidário (UPS) no bairro do Mutirão.

Conforme a Secom, a causa do dano ainda é desconhecida. O avião permanecerá no Aeroclube de Campina Grande, no distrito de São José da Mata, para ser submetido a uma vistoria e posterior emissão de laudo técnico informando a causa da avaria.

fonte/G1-PB

TURBINA DE AIRBUS PEGA FOGO APÓS SER ATINGIDA POR RAIO


Um Airbus A321-231 da Turkish Airlines, matrícula TC-JRI, realizando o voo TK-2348,  do Aeroporto Internacional Atatürk de Istambul, (IST / LTBA) para o Aeroporto Menderes Izmir, Adnan (ADB / LTBJ) sofreu um incêndio do motor em voo após ser atingido por um raio.

O avião pousou em segurança no aeroporto de destino.
 
Relatos da mídia indicam o fogo no motor pode ter sido resultado de um relâmpago.
fonte/ASN

INCIDENTES COM AIRBUS A380-800 DA EMIRATES

English: Photo I have taken at the 2005 Dubai ...
(Photo credit: Wikipedia)
 Dois incidentes com o Airbus A380 da Emirates em uma semana...será maldição da Boeing ???

Um Airbus A380-800 da Emirates Airlines, matrícula A6-EDM, realizando o voo EK-413 (dep 17 de janeiro) de Sydney, NS (Austrália) para Dubai (Emirados Árabes Unidos) com 506 pessoas a bordo, estava em rota perto de Singapura (Singapura), quando a tripulação achou necessário para cortar o motor n º 1 (GP7270) devido à baixa pressão de óleo e decidiu desviar para Cingapura para um pouso automático seguro na pista 02C.

A aeronave foi capaz de continuar o vôo após 25 horas no chão e chegou a Dubai com um atraso de 25,5 horas.


Um  Airbus A380-800 da Emirates Airlines, matrícula A6-EDY realizando o voo EK-407(23 Jan) a partir de Melbourne, VI (Austrália) para Dubai (Emirados Árabes Unidos), quando a tripulação abortou a subida ao cruzar o FL110 depois que uma das portas do trem não tinha fechado. Depois de trabalhar as listas de verificação a tripulação decidiu retornar para Melbourne, despejou combustível no FL110, FL150 e FL140 e pousou em segurança na pista  16 de Melbourne, cerca de 140 minutos após a partida.

A aeronave decolou de Melbourne como voo EK-407D no dia seguinte com um atraso de 22,5 horas e estima-se chegar a Dubai com um atraso de 22 horas.


fonte/AvHerald
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ESTUDO REVELA QUE METADE DOS PILOTOS PORTUGUESES ADMITEM JÁ TEREM ADORMECIDO EM VOO

Mais de metade dos pilotos portugueses admite ter adormecido involuntariamente em voo, tendo em conta um inquérito realizado por investigadores apoiados pelo Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) e que contou com as respostas de 456 daqueles profissionais.
 
De acordo com a coordenadora do inquérito, são situações que consistem em "microadormecimentos, em que os pilotos perdem a cognição, 'desligam' e o piloto que está ao lado pode ou não aperceber-se da situação".
 
Relativamente à opinião da direção do Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), Nuno Queiroz destaca que o fenómeno da fadiga dos pilotos é um dos assuntos que está em cima da mesa, numa altura em que está a ser discutida a uniformização da legislação europeia sobre horas de voo pela Agência Europeia de Segurança Aérea.
 
A ideia da uniformização é positiva na teoria, explica Nuno Queiroz, mas o que está a verificar-se é que se "está a andar para trás", uma vez que o que se propõe "vai permitir trabalharem-se mais horas e repousarem-se menos".
 
Ainda de acordo com o inquérito, realizado em maio passado e distribuído a milhar e meio de pilotos de linha aérea nacionais (com 31% de respostas), a prevalência de fadiga foi de 89%, com 53% dos participantes a responderem que já adormeceram sem querer durante um voo.
 
Ao mesmo tempo, 91% dos pilotos que responderam ao inquérito referem já terem cometido erros de pilotagem devido à fadiga.
 
"Estamos a falar de erros que podem não ser erros com grande impacto na segurança. Estão lá dois pilotos já por causa disso. Mas são erros que em junção com outros podem ser graves", explicou Nuno Queiroz.
 
Ainda segundo Nuno Queiroz, a situação dos adormecimentos "torna-se um fenómeno particularmente preocupante quando um piloto involuntariamente e sem combinar com o colega adormece", o que leva o SPAC a considerar que a agência europeia "não está a fazer bem esse trabalho", agravando o problema em vez de o mitigar.
 
Segundo Cátia Reis, a coordenadora do estudo e para quem os resultados são os esperados por estarem em linha com outros estudos europeus, os pilotos de médio curso apresentam níveis de cansaço mais elevados do que os do longo curso, algo que é explicado por Nuno Queiroz através da pressão a que são sujeitos os profissionais pelo aumento da concorrência entre companhias.
 
"Os voos estão a sair cada vez mais cedo e a chegar cada vez mais tarde", afirmou. E se não fossem os próprios horários dos aeroportos, que fecham três ou quatro ou cinco horas porque têm de cumprir com a parte noturna em que os aviões não podem descolar, "o médio curso estaria a voar 24 horas por dia", disse o elemento do SPAC.

Este estudo vai ao encontro de outro, feito recentemente com outros pilotos em diversos países da Europa, que admitiram, também, já terem adormecido aos comandos dos seus aviões e terem cometido erros de pilotagem devido ao seu cansaço. 

fonte/DiarioNoticiasMadeira/PassaroDeFerro
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AVIÕES DE TRANSPORTE; NOVA PRIORIDADE DO MINISTÉRIO DE DEFESA RUSSO







Antonov, Ruslan, IL
An-70

O Ministério da Defesa russo está revisando planos de construção para a aviação de transporte. O principal objetivo é reduzir a dependência de fabricantes ucranianos. A prioridade principal será dada a projetos de produtores nacionais.

Aviões da empresa Antonov – desde o An-26 até o Ruslan – tem sido, historicamente, a base da aviação militar de transporte soviética (AMT), e mesmo hoje em dia a sua parte na AMT russa é bastante grande. No entanto, certas dificuldades na cooperação com a Ucrânia e a política global de redução da dependência de importações da industria de defesa podem causar o cancelamento de projetos promissores de origem ucraniana, o que pode resultar em consequências ambíguas.

O programa estatal de armamentos para 2011-2020 prevê a compra nesta década de pelo menos 600 novos aviões para a Força Aérea da Rússia, incluindo mais de uma centena de aviões de transporte militar. 40 máquinas são IL-476, uma versão atualizada do IL-76, cuja produção está sendo montada em Ulianovsk. A grande maioria dos aviões restantes deviam ter sido máquinas de Antonov, incluindo o An-124 Ruslan e o An-70. Hoje, no entanto, o destino destes aviões esta em dúvida.

O programa de resumo da produção do An-124, anunciado durante um longo tempo, aparentemente, foi considerado redundante. A Força Aérea da Rússia decidiu reparar e atualizar os Ruslan existentes, e os operadores comerciais não são capazes de “puxar” esse programa sem encomenda militar – o preço da máquina é muito alto para eles.

Em dúvida fica também o destino do An-70. A liderança russa pretende tomar uma decisão sobre a sua compra e financiamento da produção somente após serem finalizados os testes. E isso adia automaticamente o possível início da produção na fábrica de aviões de Kazan para a segunda metade da década de 2010.

O destino da máquina ligeira de Antonov An-140T (versão de “rampa” do já utilizado An-140) será determinado em concorrência com o projeto russo IL-112V. Construtores de aviões russos advogam a retomada dos trabalhos sobre o último.

Em prática, a Força Aérea hoje se garantiu o fornecimento de apenas um avião de transporte novo – o IL-476, o destino dos projetos restantes  está em dúvida. Obviamente, parte do problema para os próximos 15-20 anos poderia ser resolvido por reparos e atualização. Em primeiro lugar, se trata de tais máquinas de longo uso como o An-22 e o An-124. Mas no segmento de máquinas médias e ligeiras, onde o An-12 e o An-26 estão sendo gradualmente aposentados, os reparos e a atualização já não vão ajudar.

Para não correr o risco de se ver numa situação em que a Rússia terá que comprar aviões estrangeiros dessa classe, uma decisão fundamental deve ser tomada até o final deste ano. A escolha na classe de máquinas ligeiras já foi indicada, na classe média há que escolher entre o projeto russo-indiano MTS/MTA e o ucraniano An-178. E, obviamente, é necessário decidir o destino de An-70 e An-124. A Rússia necessita do primeiro avião com suas características únicas de decolagem e pouso devido ao seu vasto território que tem poucos aeródromos bons. A segunda máquina pode fornecer à Força Aérea vastas possibilidades de movimento estratégico de tropas. A principal questão é o quanto os responsáveis percebem essas possibilidades e o quão relevante consideram o seu aumento.

fonte/VozDaRussia

MARINHA RUSSA RECEBE NOVO ANTONOV

an-26, avião militar
Na foto: An-26

A Marinha de Guerra russa recebeu novo equipamento. A aviação naval passa a ter ao seu serviço o avião militar de transporte An-140, fabricado na cidade de Samara pela empresa Aviakor. Esse aparelho irá substituir os An-24 e os An-26.

O An-32, uma modificação do An-26, tem sido utilizado com sucesso na Índia há várias décadas. Se trata de um avião de 27 toneladas modificado especificamente para condições tropicais.

O avião An-140 irá transportar pessoal e cargas para as bases navais da Marinha russa. Ainda durante a fase de montagem, a marinha reconheceu que tinha grande necessidade desse equipamento. O comandante de uma base naval, Alexander Tcherkashin, recebe com satisfação o novo avião ao seu comando:
“Nós temos a honra de testar esse avião. Serão efectuados os testes militares e, de acordo com os seus resultados, serão tiradas as conclusões. Mas estou convencido que tudo correrá bem.”

Depois de uma curta corrida, o avião decola com facilidade. Este é um voo de demonstração para clientes e futuros proprietários. O avião militar de transporte produzido em Samara se destaca com vantagem dos modelos anteriores. Os pilotos de teste já deram nota positiva ao novo equipamento moderno do avião e à sua navegação por satélite de última geração.

De acordo com a análise da própria empresa de aeronáutica de Samara, os militares, policiais e socorristas russos irão necessitar de um total de cerca de 100 aviões An-140. Isso inclui as suas diferentes versões de montagem, tanto de carga como de passageiros. A empresa também conta receber encomendas de outros países.

fonte/VozDaRussia

FORÇA AÉREA RUSSA TERA NOVO AVIÃO-TANQUE

Postar em blog Il-76MD
Il-76MD

Um primeiro avião de reabastecimento em voo modernizado IL-78M-90 A, a desenvolver com base no avião militar de transporte IL-76MD-90 A, deverá ser construído na usina aeronáutica de Ulianovsk Aviastar-SP em 2014, comunica uma fonte no complexo industrial-militar russo.

Atualmente, a usina de Ulianovsk está construindo um lote experimental de aeronaves IL-76MD-90 A, prevendo-se que os primeiros dois aviões produzidos em série sejam entregues à Força Aérea no início de 2014.

O IL-76MD-90 A foi desenvolvido através de uma profunda modernização do avião militar de transporte Ilyushin IL-76.

fonte/VozDaRússia

EMBRAER VENDE 94 JATOS NO MAIOR CONTRATO DESDE A CRISE


Jato Embraer 175 pintado nas novas cores da American Eagle Foto: Divulgação/Embraer Jato Embraer 175 pintado nas novas cores da American Eagle Foto: Divulgação/Embraer
Acordo comercial sinaliza recuperação da empresa brasileira no mercado norte-americano; entregas começam este ano
Chico Pereira
São José dos Campos


A Embraer, de São José dos Campos, anunciou ontem a venda de um pacote de jatos Embraer 175 para a empresa norte-americana Republic Airways, em um contrato que pode atingir US$ 4 bilhões.

O contrato firmado com a aérea é para a venda firme de 47 aeronaves 175, com a opção para o fornecimento de mais 47 jatos adicionais.

A preço de lista, cada jato 175 custa, em média, aproximadamente US$ 42 milhões.

O contrato divulgado ontem é um dos maiores já firmados pela fabricante brasileira e o maior depois da crise econômica mundial de 2008, que atingiu duramente a aviação comercial em todo o mundo e levou a empresa a reduzir a cadência produtiva e a demitir mais de 4.000 empregados.

De acordo com o comunicado da Embraer, os novos aviões serão operados pela Republic Airlines, subsidiária da Republic, nas cores da American Eagle em rotas regionais da American Airlines.

A fabricante informou, no entanto, que o acordo está sujeito à aprovação do Tribunal de Recuperação Judicial da American, o que está previsto para ocorrer no primeiro trimestre de 2013.

Ações. Os papéis da fabricante na Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) registram alta ontem após o anúncio da venda de jatos. As ações chegaram a subir mais de 10% durante o dia e fecharam cotadas a R$ 15,87 (alta de 8,48%).
Os E175 serão configurados em duas classes de serviço, com capacidade para 76 passageiros, segundo a empresa.
A primeira entrega está programada para este ano.

Melhoria. A Embraer começou a implementar uma série de melhorias para a atual geração de E-Jets, incluindo novas pontas de asa (wingtips), otimização de sistemas e refinamentos aerodinâmicos que reduzirão o consumo de combustível em até 5%.
A Republic será o primeiro cliente a receber o jato E175 com estes aprimoramentos.

Demanda. A venda dos jatos foi viabilizada por causa de um acordo firmado pelas companhias aéreas norte-americanas com a associação dos pilotos para permitir que a aviação regional possa operar jatos com capacidade superior a 50 passageiros.
A Embraer estima entre 300 e 400 unidades a demanda de jatos para a aviação regional nos Estados Unidos.
“É muito significativo que a Republic Airways, nosso cliente de longa data, um verdadeiro inovador no ramo de transporte aéreo regional, seja o primeiro cliente do E175 com os novos aprimoramentos que estamos implementando na frota”, disse em nota Paulo Cesar Silva, presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial.
“Este é um marco significativo na história da nossa companhia”, afirmou em nota Chuck Schubert, vice-presidente de Planejamento da Rede de Voos da American.

Recuperação. Para o especialista Expedito Bastos, da Universidade Federal de Juiz de Fora (MG), a venda sinaliza processo de recuperação do mercado da aviação.
“Depois da crise de 2008, as aéreas dos Estados Unidos se retraíram. É bom sinal para a Embraer, que tem excelentes produtos”, disse. 

Mercado começa a se recuperar
São José dos Campos


Nos últimos quatro anos, a Embraer enfrentou turbulências severas por causa da crise mundial da economia de 2008/2009.

 
A maior fabricante mundial de jatos para a aviação regional teve que reduzir a cadência produtiva nos anos seguintes à crise em cerca de 30%.


No entanto, a situação mais grave foi a demissão de 4.273 funcionários em 2009.


A crise financeira atingiu duramente a aviação comercial em todo o mundo, principalmente os Estados Unidos e a Europa, principais mercados da fabricante brasileira.


A Embraer viu sua carteira de pedidos firmes ser reduzida com a postergação e cancelamento de encomendas.


A aviação executiva, um dos nichos que a empresa investiu maciçamente nos últimos anos, foi a mais afetada.


A recuperação do mercado da aviação começou, timidamente, no ano passado.


No entanto, os resultados da Embraer em 2012 mostram que a empresa ainda está longe de atingir o mesmo patamar pré-crise.


A empresa entregou 205 aeronaves no ano passado, o mesmo volume do ano anterior e redução de 18,3% na sua carteira de pedidos.


fonte/OVale/foto/Divulgação

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