quarta-feira, 14 de julho de 2010

VÍDEO - EMBRAER PHENOM 100 - LANDING EGPC

RADAR PORTÁTIL VAI RASTREAR AVIÕES DO NARCOTRÁFICO NA AMAZÔNIA

SÃO PAULO - O Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam) anunciou que terá em setembro um radar móvel capaz de identificar aviões que trafegam com o transmissor de dados do avião (transponder) desligado. Até o fim do ano, o órgão de vigilância da Amazônia também deverá instalar um centro de combate ao crime organizado, com apoio das Forças Armadas e da Polícia Federal. As medidas fazem parte de um plano da instituição para intensificar a fiscalização do narcotráfico na Amazônia, a partir de um centro de monitoramento em Brasília

O novo radar, chamado de Saber M60, será capaz de identificar rotas aéreas clandestinas, além de aviões que estejam voando a menos de 300 metros de altitude, de acordo com o Sipam. Por razões estratégicas de segurança, o órgão não divulga os locais em que o equipamento poderá ser instalado. 

A ideia é que o radar seja utilizado principalmente no combate ao tráfico internacional de drogas. O Saber M60 já foi testado uma vez em 2008 em Tabatinga, no Amazonas, que fica perto das fronteiras com a Colômbia e o Peru. Segundo o Sipam, o equipamento conseguiu identificar 40 alvos ao mesmo tempo e tem alcance de 60 quilômetros. 

Portátil, o radar tem cerca de 250 quilos e foi fabricado pelo Centro Tecnológico do Exército (Cetex). Seus dados servirão como base de dados para a Aeronáutica e a Polícia Federal usarem no combate ao tráfico de drogas na floresta. 


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BAIXARIA A BORDO

'Entrega pro Bruno'

Sexta-feira agora (dia 9), o voo 6784 da Webjet (Santos Dumont-Confins, MG), com 200 passageiros, atrasou 45 minutos por causa de um barraco a bordo.

Dentro do horário, pronto para a decolagem, o avião já na cabeceira da pista, o comandante avisou que infelizmente teria de retornar com a aeronave, porque uma passageira se recusava a voltar a poltrona para a vertical, conforme determina norma de segurança da Anac. A dona, uma loura de cabelos lisos e longos, alegava que o banco naquela posição a incomodava e não mudaria de atitude.

O tempo esquentou. Havia vários assentos vazios, inclusive um ao lado dela que, no entanto, se negava a trocar de lugar. Alguns passageiros se ofereceram, inutilmente, para trocar de lugar mas a criatura manteve-se irredutível. O tumulto aumentou quando o comandante novamente pediu desculpas e avisou que retornaria ao terminal para o desembarque obrigatório da passageira selvagem, que estava pondo em risco a segurança dos demais.

Irritados, muitos passageiros partiram para a baixaria e as ofensas foram inacreditavelmente pesadas. Começaram a gritar barbaridades como “Entrega ela pro Bruno”, “Manda pra Vespasiano”, “Chama o Macarrão”, “Tem que desossar e jogar para os pit bull", além de outras barbaridades como “Quer conforto, anda de primeira classe, sua mal-amada”, “Isso é frescura de dondoca” , “Isso é falta de homem”, etc. Como convém aos brasileiros do andar de cima, ninguém se identificou. Ficou todo mundo ofendendo na covardia do anonimato, perdendo a razão no protesto deseducado.

Protestando muito, a passageira foi obrigada a desembarcar escoltada por dois policiais federais e um comissário da companhia. Duas testemunhas registraram seus dados e se ofereceram para depor ao comandante. Um passageiro prometeu processar a rebelde, caso perdesse a reunião importante que teria naquela tarde em Belo Horizonte. Não se sabe se a passageira irredutível ficou presa ou foi internada.
 
fonte/OGlobo/BlogAncelmo

Fonte: Aydano André Motta (Ancelmo.com/O Globo)

PREÇOS DE SERVIÇOS DECOLAM

Chega ao país tendência estrangeira de cobranças a bordo. Projeto de lei prevê nova tarifa sobre valor do bilhete aéreo

Pagar por água, sanduíche, refrigerante ou uma opção melhor de cardápio. A tendência que já se consagrou em companhias aéreas europeias e americanas começa a chegar por aqui e já preocupa entidades de defesa do consumidor.

O movimento acontece de forma simultânea à tramitação no Congresso do projeto de lei 5.994/09, que cria uma tarifa de 0,5% sobre o preço das passagens aéreas de voos domésticos e internacionais que partirem do Brasil para subsidiar as linhas aéreas regionais.

Favorável às cobranças de serviços de bordo, excluindo exageros — como a taxa para uso do banheiro proposta pela companhia aérea irlandesa Ryanair — o especialista em aviação, Respício Espírito Santo Jr. explica que a iniciativa pode reduzir valores de passagens aéreas: — Se pensarmos no custo de um lanche, parece pouco. Mas no volume isso pode fazer diferença sim para as empresas. A questão é que não estamos no mesmo patamar dos mercados americanos e europeus. E como a concentração de mercado ainda é grande, esse tipo de iniciativa pode não ter o mesmo efeito de redução de tarifa para o cliente — destaca Respício, professor da Escola Politécnica da UFRJ.

Esse é um dos pontos levantados pelas entidades de defesa do consumidor, que se preocupam ainda com a falta de informação e transparência das empresas sobre as cobranças. Para o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), o passageiro que não for informado de taxas extras não tem obrigação de pagá-las.

— Tudo o que envolve a prestação do serviço deve ser informado previamente ao cliente, antes de ele assinar qualquer contrato. É o que determina o Código de Defesa do Consumidor (CDC). Esse é um dever do estabelecimento onde o consumidor contrata o serviço, seja a agência de viagem ou a companhia aérea — afirma a advogada do Idec Maíra Feltrin Alves.

A advogada diz ainda que as companhias devem ter bom senso na hora de cobrar a bordo. Ela defende que apenas produtos que fogem do cardápio usual devem ser vendidos.

— Se o passageiro precisar tomar um remédio em pleno voo, por exemplo, ele terá que comprar um copo d'água? Isso vai de encontro a princípios constitucionais, como o direito à dignidade.

Lei brasileira não tem previsão nem impedimento para cobranças de serviços impedimento para cobranças de serviços 

Farmacêutico aposentado, Fernando Nachdar, de 68 anos, passou a seco as quase cinco horas de voo entre São Paulo e Buenos Aires pela companhia uruguaia Pluna. Até apertar os cintos, ele, como a maioria dos 90 passageiros, não sabia que teria que pagar US$ 3 por uma água e US$ 6 por um lanche.

— As aeromoças fazem uma feira livre dentro do avião. Estou acostumado a ir para a Argentina e nunca tinha passado por isso. Ainda bem que o banheiro era gratuito — ironiza o aposentado, que viajava pela Pluna pela primeira vez.

O que deixou Nachdar realmente chateado foi ter que desembolsar US$ 50 para despachar suas duas malas no aeroporto argentino: — Em nenhum momento fui informado pela CVC ou pela Pluna de que teria que pagar por alimentos e para despachar a bagagem. Parece uma pegadinha. Com esses gastos extras, o preço baixo da passagem não compensou.

O diretor Comercial da Pluna no Brasil, Gonzalo Mazzaferro, afirma que o serviço de bordo pago e a cobrança de bagagens fora do Brasil já são praticados pela companhia há dois anos e que todos os estabelecimentos que emitem suas passagens já foram comunicados sobre isso.

Mazzaferro defende o sistema como uma forma de oferecer tarifas menores. Procurada, a CVC Brasil não respondeu às reclamações do cliente.

Entre as empresas brasileiras, por enquanto, apenas a Gol Linhas Aéreas tem venda de bebidas e lanches a bordo, sendo que o serviço padrão continua gratuito. Segundo a empresa, o serviço foi implementado em junho de 2009, após estudos e pesquisas com clientes. O projeto piloto está disponível em 42 voos e os produtos podem ser pagos em cartões de crédito ou moeda nacional. A companhia destaca que os clientes são informados previamente por diferentes meios sobre a venda e os preços dos produtos. A empresa diz ter convicção do sucesso e do acerto da decisão.


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informa que a lei 11.182/2005 determina a liberdade tarifária e de escolha de rotas. Por isso, a Anac não pode interferir nas tarifas cobradas pelas companhias, exceto no que diz respeito à bagagem, em território nacional, já que a franquia de bagagem despachada e bagagem de mão é regulamentada. Sendo assim, a empresa só pode cobrar em caso de excesso.

A técnica da Fundação Procon-SP Patrícia Alvares Dias teme que as cobranças afugentem o consumidor que, até bem pouco tempo sequer tinha acesso ao transporte aéreo: — E como não há na lei previsão, nem impedimento a essas novas cobranças é preciso estar atento com as formas de cobrança e principalmente a informação prévia.

Para especialistas, projeto de lei subverte a lógica do mercado e penaliza consumidor Em relação ao projeto de lei que cria nova tarifa para as passagens aéreas, Maria Inês Dolci, coordenadora Institucional da Pro Teste — Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, ressalta que a iniciativa é um absurdo: — Reconhecemos a importância das companhias regionais. Mas apoiá-las não pode significar pôr um mico no bolso do consumidor.

Para a técnica do Procon-SP, é uma inversão da lógica de mercado: — O projeto repassa para o ponto mais fraco da cadeia o custo que deveria ser de uma política pública, justamente para oferecer ao consumidor um serviço melhor.

Respício ressalta que aprovada a tarifação, dificilmente haverá mudança no setor: — Não há uma política pensada para tanto. E recursos, para desenvolvimento de infraestrutura, deveriam vir do Orçamento Geral da União, prevendo financiamento para a aviação regional.

O substitutivo do relator, deputado Leo Alcântara (PR-CE), ao projeto de lei 5994/09, do deputado Marcelo Teixeira (PR-CE), foi aprovado na primeira semana deste mês na Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara. Procurados os deputados não foram localizados.
fonte/OGlobo

AVIÃO DA AIR FRANCE COM DESTINO A PARIS TEVE QUE VOLTAR AO RIO

RIO - O voo 443 da Air France, que decolou na tarde desta terça-feira com destino a Paris, teve que retornar ao Aeroporto Internacional Tom Jobim, no fim da noite, por causa de problemas no funcionamento dos banheiros da aeronave. De acordo com passageiros, seis dos 13 lavabos do avião já estavam fora de operação no momento da decolagem. A situação se agravou quando pelos menos outros quatro banheiros apresentaram problemas durante o voo. 

Segundo a Air France, a aeronave decolou às 16h20m e pousou de volta às 22h12m, no mesmo local. Passageiros se queixaram da falta de informações: 
- Demoraram a nos dizer quando embarcaríamos novamente - disse a passageira Silvia Machado, de 34 anos.
Os passageiros foram acomodados em hotéis na cidade, na madrugada desta quarta-feira. As pessoas deixaram o Aeroporto Internacional Tom Jobim em ônibus e táxis fretados pela companhia aérea.

Em nota, a Air France informou que o piloto do Boeing 747-400 decidiu voltar ao Rio devido a defeito técnico em alguns de seus toaletes, o que causaria um grande desconforto para os passageiros. 

Ainda segundo a nota, o pouso ocorreu sem problemas no Aeroporto Internacional Tom Jobim, os 438 passageiros desembarcaram normalmente. "A Air France providenciou a restituição de bagagens, fornecimento de refeições e encaminhamentos para suas casas ou para hotéis". 

A Air France disse que este voo, agora chamado de AF 443A, foi reprogramado para partir às 23h55m, com chegada a Paris prevista para dia 15, às 15h35m (hora local). 

fonte/ZeroHora

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