terça-feira, 15 de abril de 2014

MAU TEMPO PROVOCA CAOS NO AEROPORTO SANTOS DUMONT

O mau tempo no Rio de Janeiro, seguido de uma chuva fina e forte nevoeiro na Baía de Guanabara na manhã desta terça-feira, prejudicou os voos que chegariam ao aeroporto Santos Dumont desde as 6h, quando o aeroporto seria aberto para operações de pousos e decolagens, o que acabou provocando superolotação no saguão do aeroporto. Esta situação ainda persiste, com centenas de passageiros aguardando para embarcar.

Como o aeroporto estava fechado para pousos, sete aviões procedentes de Cuiabá (MT), dois de Vitória e quatro da ponte aérea Rio-São Paulo foram desviados para o aeroporto Internacional do Rio, o Galeão.

Como os voos não estavam partindo por falta de aviões no solo para seguir seus destinos, o aeroporto Santos Dumont ficou completamente lotado. Os aviões que sairiam dos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, para o Rio de Janeiro, não levantaram voo, aguardando a melhora do tempo no Rio, o que só ocorreu a partir das 9h30, quando o Santos Dumont foi reaberto para operações de pousos e decolagens por instrumentos.

Nesse período, as companhias aéreas dos dois aeroportos foram obrigadas a fazer novos check-ins para reembarcar os passageiros com destino ao Rio de Janeiro, e isso deixou o saguão do Santos Dumont superlotado. O primeiro voo da Avianca para o Rio chegou às 11h20, vindo do aeroporto de Congonhas. 

No site da Infraero, atualizado às 15h com informações das empresas aéreas, do total de 90 voos programados para o Santos Dumont, 40 tiveram atraso e 34 foram cancelados.

fonte/AgBrasil/Terra

COLISÃO DE 2 AIRBUS NO PÁTIO DO AEROPORTO INTERNACIONAL DE YANGON, MYANMAR




Um Airbus A320, XY-AGT, de Golden Myanmar Airlines colidiu com um Airbus A319, XY-AGR, de Myanmar Airways International no pátio do Aeroporto Internacional de Yangon.
 
O nariz do A320 colidiu com a parte traseira da fuselagem direita do A319.

fontte/foto/ASN/Facebook/Flightlevel

AEROPORTO DE GUARULHOS TERÁ DECOLAGENS "SIMULTÂNEAS"

O aeroporto internacional de São Paulo, em Guarulhos, terá decolagens quase simultâneas ocorrendo em suas duas pistas. A Aeronáutica, que é responsável por controlar o tráfego aéreo no Brasil, deseja implantar a mudança em 31 de maio. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. 

De acordo com a publicação, a data para a implantação da mudança pode mudar porque a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)  precisa definir se será necessário treinar pilotos. 
Atualmente, o aeroporto tem atraso médio de 15% nos voos. A intenção com a mudança é reduzir o índice para algo entre 5% e 10%, de acordo com o chefe do Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA) da Aeronáutica, coronel aviador Ary Bertolino. 
Segundo o jornal, aviões decolarão simultaneamente quando o tempo estiver bom - com ao menos 5 quilômetros de visibilidade e 1,5 quilômetro de teto, situação que ocorre em 70% do tempo. 

Atualmente, o intervalo entre essas operações é de um a dois minutos. Nas aterrissagens, o comandante poderá ser autorizado a pousar em uma pista ou na outra.
De acordo com Bertolino, companhias aéreas brasileiras e americanas adotarão o novo modelo. As companhias europeias afirmaram que precisam de mais tempo para adaptação e, num primeiro momento, não vão aderir a mudança. 

fonte/Terra


ÁREA DE BUSCAS AO AVIÃO DA MALAYSIA AIRLINES É MUITA PROFUNDA

  

A área de buscas pelo avião desaparecido da Malaysia Airlines é muito profunda para o submarino empregado na operação, disseram nesta terça-feira as autoridades que coordenam o trabalho. O veículo submarino autônomo, chamado de Bluefin-21, foi trazido de volta para a superfície depois de percorrer menos da metade de sua primeira missão. 

O Bluefin 21 foi colocado no Oceano Índico nessa segunda-feira para começar a vasculhar o fundo do mar em busca de vestígios do voo MH370, depois do fracasso em detectar sinais das caixas-pretas da aeronave.
Apesar disso, depois de apenas seis horas de missão, das 16 planejadas, o submarino não tripulado excedeu o limite de profundidade máxima, de 4,5 mil metros, e então foi levado para a superfície, de acordo com um comunicado do Centro de Coordenação de Agências Conjuntas da Austrália.
Os dados coletados pelo Bluefin 21 na segunda-feira foram analisados, mas nada de interessante foi encontrado, de acordo com a Marinha americana. As autoridades esperam enviar o submarino novamente para procurar o avião, se as condições meteorológicas permitirem.
A equipe que coordena a operação sabia que os destroços do voo MH370 provavelmente estariam localizados perto da capacidade máxima do submarino. Uma submersão mais profunda foi considerada, mas ainda não foi possível encontrar meios para isso.

fonte/AP/Terra/foto/Australia's Department of Defense

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