sexta-feira, 22 de abril de 2011

ADVOGADA DA AMAZONAVES CONFIRMA NOME DAS VITÍMAS

A advogada da empresa Amazonaves, Natascha Deshoolmeester, confirmou os nomes das vítimas que estavam na aeronave: o proprietário da empresa, Antônio Picão Neto, 50, a esposa Luciana Picão, 42, o filho Matheus Henrique  Picão, 12, a supervisora de cargas Janilce Oliveira, uma amiga Kelly Sidrônio, o piloto Waldeir Alencar da Silva, "Mineirinho", e o pedreiro Magno Souza. O grupo também levava um cachorro de estimação, o Pimpolho.


 fonte/EmTempo

CAUDA DO ACIDENTEEM MANAUS PODE TER SIDO FALAHA MECÂNICA NO MOTGOR


Uma equipe composta por seis médicos legistas, três atendentes e três auxíliares de necrópsia trabalham na identificação dos corpos das vítimas do acidente no Instituto Medico Legal (IML). Segundo os legistas, o laudo preliminar aponta que os sete ocupantes da aeronave tiveram politraumatismo com explosão de órgãos.

Nilson Sidrônio dos Santos, 27, irmão de Kelly Sidrônio, uma das vítimas, foi ao IML reconhecer a irmã. Segundo ele, Kelly estava mutilada, mas que as outras vítimas estavam em estado pior, principalmente Antônio Picão que estaria pilotando o avião ao lado do piloto Waldeir Alencar da Silva, outro em igual estado.

Segundo Nilson, irmão de Kelly, a irmã dele teve um pressentimento na manhã de hoje e cogitou até mesmo não viajar. Ela teria dito isso para a mãe deles, Maria do Carmo Sidrônio, 57. “Ela conversou com a minha mãe e disse que não queria ir, mais foi convencida pela Luciana”, disse Nilson.


O presidente do Sindicato dos Aeroviários do Amazonas (Sindamazon), Jorge Negreiros, 62, cita uma possível falha mecânica no motor da aeronave como causa do acidente.

O técnico de proteção e segurança de voo, com 30 anos de experiência na área, disse que o motor desse tipo de avião pesa 300 quilos, o que poderia ter ocasionado a queda do avião.

O técnico em proteção e segurança descartou a possibilidade de excesso de passageiros. “Esse tipo de aeronave tem capacidade para seis pessoas mais pode levar até sete. A criança pesava 40 quilos, isso não significa que a aeronave estava com excesso de peso e lotação”, esclareceu.

Outra pessoa que foi prestar solidariedade às famílias e não quis ter o nome divulgado, apontou outro suposto motivo para o acidente. Segundo ele, o combustível adulterado também pode ter causado pane no motor, fato que só perícia mais aprofundada poderá revelar.

fonte/EmTempo

ACIDENTES COM VÍTIMAS FATAIS MOSTRA FRAGILIDADE NA FISCALIZAÇÃO NO AMAZONAS


 
Manaus - O acidente aéreo com um avião da Amazonaves que matou sete pessoas nesta quinta-feira (21) no aeroporto Eduardo Gomes, levanta questionamentos sobre a segurança nas viagens de avião no Estado. O Amazonas tem um histórico de acidentes com vítimas fatais, e alguns deles provocados por falhas nos equipamentos ou erros dos profissionais envolvidos. Relembre alguns acidentes aéreos que ceifaram vidas no Estado.

Rico
Em 14 de maio de 2004 foi registrado o mais grave acidente aéreo do Amazonas. O voo 4815 da Rico Linhas Aéreas caiu em Manaus, vindo da cidade de São Paulo de Olivença. Os 33 passageiros e dois tripulantes morreram. A falta de treinamento adequado dos pilotos e uma sucessão de erros deles durante o procedimento de pouso foram as principais causas da queda do avião Brasília da Rico Linhas Aéreas, segundo relatório final elaborado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Aeronáutica. Por conta desse laudo, o Ministério Público do Estado (MP-AM) abriu denúncia contra a empresa.

Manacapuru
No dia 7 de fevereiro de 2009 um avião Bandeirante, prefixo PT-SEA, caiu no rio Manacapuru, faltando 10 minutos para chegar na pista de pouso em Manaus. Das 28 pessoas a bordo, 24 morreram. Uma pane no motor foi a principal tese levantada pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa-7). O avião era da empresa Manaus Aerotáxi e estava fretado para o município de Coari (a 363 quilômetros a oeste de Manaus).

Seduc
No dia 13 de maio do ano passado, um bimotor Sêneca, prefixo PT-EUJ, da empresa Cayton Táxi Aéreo, caiu no bairro Zumbi, na zona leste de Manaus. O avião caiu no terreno do Retiro Escolar Salesiano Dom Bosco. Seis pessoas morreram, entre elas a secretária de Educação do Estado, Cínthia Régia Gomes do Livramento. A aeronave ia para Maués e caiu minutos depois de levantar voo do Aeroclube de Manaus.

Empresa marcada por outros acidentes

Há registros de pelo menos quatro outros acidentes com aeronaves da empresa Amazonaves nos últimos nove anos. O último ocorreu em 2007.

Um avião bimotor modelo Seneca II, prefixo PT-WIG, caiu no condomínio residencial Dilma Toledo, próximo ao Aeroclube do Amazonas, no bairro Flores, zona centro-sul de Manaus. A aeronave atingiu uma casa que estava em construção. No avião estavam apenas o piloto e um passageiro, que tiveram ferimentos graves. Na ocasião, o piloto, Leandro Costa, 25, informou que houve problemas mecânicos no motor depois da decolagem. Ele tentou retornar ao aeroclube, mas a aeronave acabou caindo no condomínio.

Em maio de 2002, houve um acidente com um Minuano (BEM-720 D) da empresa, prefixo PT-OFA, que fazia um voo de experiência (voo local), após ser realizada uma inspeção geral (1.000 horas). O piloto saiu gravemente ferido.

O mais grave ocorreu em 2003, quando um outro Minuano (EMB-720 D), prefixo PT-VCB, sofreu um acidente quando decolou de Tefé (a 523 quilômetros a oeste de Manaus) para São Gabriel da Cachoeira (a 852 quilômetros a noroeste de Manaus), levando o piloto e um passageiro. A aeronave foi localizada cerca de três meses depois submersa em um lago próximo à comunidade indígena de Maguari. Encontrava-se de dorso com a bequilha quebrada, apresentando danos estruturais leves. Os dois ocupantes morreram no acidente.
 
fonte/DM24AM
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