segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

VÍDEO - DECOLAGEM DE CESSNA CITATION MUSTANG DE NELSON PIQUET EM PISTA DE GRAMA....690 METROS DE COMPRIMENTO

VÍDEO - POUSO DE CESSNA CITATION MUSTANG DE NELSON PIQUET EM PISTA DE GRAMA....690 METROS DE COMPRIMENTO

TRIP ESCLARECE INCIDENTE COM AVIÃO NO PARANÁ




A empresa TRIP Linhas Aéreas divulgou nota no final da manhã desta segunda-feira lamentando o incidente com a aeronave ATR-72-212A, prefixo PP-PTO, que fazia o voo 5453, ontem, partindo de Curitiba com destino a Cascavel.

A nota informa que a aeronave alternou o pouso para o aeroporto de Foz do Iguaçu em função das más condições meteorológicas e explica que o comandante foi obrigado a arremeter o avião e esse procedimento ocasionou uma pane no motor.

De acordo com relato de passageiro do voo à imprensa, todos no avião ficaram assustados com um princípio de incêndio que atingiu a turbina esquerda da aeronave.

O avião partiu do Aeroporto Internacional Afonso Pena, na região de Curitiba, às 21h40, e as chamas teriam começado por volta das 23 horas, quando a aeronave sobrevoava a cidade de Cascavel.

A companhia afirma que apesar da manobra de emergência, o ATR-72, ano 2009, aterrissou em condições de segurança na cidade de Foz do Iguaçu, preservando a integridade física dos 50 passageiros a bordo. Nenhum deles precisou de atendimento médico.

A TRIP Linhas Aéreas explica que os passageiros foram prontamente transferidos para outros voos.


fonte/foto/Terra

MOTOR DE AVIÃO PEGA FOGO ENQUANTO SOBREVOAVA CASCAVEL

Após um princípio de incêndio, um avião da companhia aérea Trip, que fazia o voo 8R-5453, entre Curitiba e Campo Grande (MS), teve que fazer um pouco de emergência no Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu, no fim da noite de ontem (10).

O fogo teria atingido a turbina esquerda da aeronave e apesar do susto ninguém ficou ferido. O avião partiu do Aeroporto Internacional Afonso Pena, na região de Curitiba, às 21h40 e as chamas teriam começado por volta das 23 horas, quando a aeronave sobrevoava a cidade de Cascavel. Ele faria escalas nos aeroportos de Cascavel (PR) e de Dourados (MS).

Segundo relatos de passageiros, o piloto assim que soube do incêndio desligou um dos motores e seguiu para o aeroporto de Foz, já que o aeroporto de Cascavel estava fechado para pousos, por causa da nebulosidade.

A aeronave, modelo ATR 72-500, tem capacidade para 68 passageiros e um tanque de 2,2 mil litros de combustível. Informado pela torre de controle, o Corpo de Bombeiros de Foz do Iguaçu deslocou um caminhão de combate a incêndio e uma ambulância para a pista de pouso do aeroporto. Segundo o Corpo de Bombeiros, entretanto, quando o avião pousou, por volta das 23h30, o fogo já estava extinto, e ninguém estava ferido.

A reportagem da Central Gazeta de Notícias entrou em contato com a companhia áerea, mas a assessoria de imprensa ainda não nos deu um retorno. As causas do incêndio na turbina ou as condições da aeronave que fazia o voo ainda são desconhecidos.

De acordo com um dos passageiros, a companhia disponibilizou um ônibus de turismo para transportar os passageiros de volta para Cascavel, e os que iriam para Dourados e Campo Grande aguardaram ainda em Foz do Iguaçu a chegada de outro avião que os levou para as cidades de destino.

fonte/CGN/Aquiagora.net /Paraná Online

ACIDENTE DE HELICÓPTERO MATA CINCO PESSOAS NA CIDADE DO MÉXICO



Equipes de resgate vistoriam destroços do helicóptero em região montanhosa, nos arredores da Cidade do México. Ambulâncias aguardavam próximo ao local do acidente.

Ao menos cinco pessoas morreram após a queda do helicóptero Agusta 109E Power, prefixo XA-LSA, pertencente ao Grupo Saba, com cinco pessoas nos arredores da Cidade do México, na noite de domingo (10).

De acordo com a rede de TV local Milenio, o tempo frio e o nevoeiro na capital são apontados como causa do acidente.

O helicóptero, que saiu da cidade vizinha de Toluca, pertence à família Saba, uma das mais ricas do México. Entre os passageiros estavam três membros da família, inclusive o chefe do clã, Moises Saba Masri, de 46 anos, que já foi considerado um dos empresários mais importantes do país.

O acidente ocorreu em uma área montanhosa e, na queda, o helicóptero atingiu uma casa. Há a possibilidade de um sexta vítima, ainda não confirmada.

fonte/G1/AgênciaInternacionais/ASN/foto/AFP / Daniel Aguilar (Reuters) / Geraldo Olvera

SOUTH AFRICAN AIRLINK SUBSTITUIRÁ TURBOÉLICES POR ERJ-135

São José dos Campos, 11 de janeiro de 2010 – A ECC Leasing Company Limited, subsidiária integral da Embraer, assinou um contrato de leasing para quatro jatos ERJ 135 usados com a South African Airlink. Estes aviões – números de série 551, 620, 720 e 725 –, cuja entrega está prevista para o final de janeiro, substituirão alguns turboélices da companhia aérea e auxiliarão o transporte durante a Copa do Mundo FIFA 2010 (www.fifa.com/worldcup).

“A seleção por parte da Airlink dos jatos ERJ 135 adicionais fornecidos pela ECC é um fato muito significativo, pois reforça o valor que nós, como fabricantes, trazemos ao competitivo mercado de aeronaves usadas. O ERJ 135 é a solução perfeita para a malha aérea da empresa sul-africana e certamente desempenhará um papel-chave no crescimento futuro desta companhia”, disse Mark Dunnachie, Diretor da ECC Leasing.
Os jatos ERJ 135 da South African Airlink estão configurados com 37 assentos. Com base em Joanesburgo, na África do Sul, os aviões serão utilizados em rotas regionais que devem ter um significativo aumento de demanda em função da Copa do Mundo de futebol da FIFA, que começará em junho no país.
“Estamos muito satisfeitos em aumentar nossa frota de jatos ERJ 135 para atender à crescente demanda dos mercados doméstico e intra-regional em que atuamos”, disse Rodger Foster, CEO da South African Airlink. “Estes jatos regionais substituirão nossos turboélices mais antigos, aumentando a confiabilidade e a qualidade dos serviços. Reduziremos o tempo de viagem e oferecemos uma cabine mais confortável aos passageiros. Esta é uma oportunidade para introduzir aeronaves maiores e mais eficientes. Além disso, vemos benefícios claros em trabalhar diretamente com o fabricante, a Embraer, por meio da ECC.”

Sobre a South African Airlink
A companhia privada South African Airlink foi lançada em 1995, mas sua história remonta à criação da Midlands Aviation, em 1967. A empresa aérea tornou-se a primeira companhia a servir as redes aéreas da África do Sul, especialmente com o objetivo de conectar pequenas cidades com centros regionais e internacionais (hubs) em toda o país. Em 1997, a South African Airlink se juntou à South African Airways e à South African Express em uma poderosa aliança estratégica que levou ao estabelecimento da rede de aviação líder na África.
A South African Airlink atende a uma rede quase exclusiva de pequenas comunidades. Tal rede é parte de um sistema de malhas aéreas maior do qual a South African Airways é a principal participante. O objetivo deste sistema é oferecer viagens diferenciadas aos passageiros por meio de centros de operação principais (hubs), disponibilizando conexões de vôos realizadas por outras companhias aéreas participantes.
A companhia opera mais de 3.500 vôos por mês, transportando aproximadamente 900 mil passageiros para mais de 25 destinos na África do Sul durante o ano encerrado em 31 de agosto de 2009. Além disso, é a única empresa aérea regular que oferece serviços na região sul da África. Dentre os destinos operados pela South African Airlink estão importantes centros de negócio como Ndola e Lusaka (Zâmbia), Harare e Bulawayo (Zimbábue), Antananarivo (Madagascar), Manzini (Suazilândia), Maputo e Beira (Moçambique) e Maseru (Lesoto).

Sobre a ECC Leasing Company Limited
Subsidiária integral da Embraer, a ECC Leasing Company Limited foi incorporada em Dublin, Irlanda, em setembro de 2002, para administrar e negociar o portfólio de aeronaves usadas da Embraer. Até o momento, a ECC administrou um total de 79 aeronaves, das quais 27 foram arrendadas e 37 vendidas para companhias aéreas, empresas e entidades governamentais na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. A ECC Leasing é responsável pelas aeronaves da Embraer que eventualmente sejam adquiridas por meio de trocas e pelo fornecimento de serviços de recolocação para terceiros como parte das suas campanhas de vendas. Para mais informações, visite www.ECCleasing.com.
 
fonte/ Embraer

GOVERNO JÁ DECIDIU POR CAÇA FRANCÊS E TENTA BAIXAR O PREÇO

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já bateu o martelo sobre a compra dos caças franceses Rafale, mas ainda tenta reduzir o preço final do negócio com a fabricante Dassault, informou à Reuters um ministro de Estado.

A fonte não deu prazo, mas disse que a negociação estimada em 10 bilhões de reais para a compra de 36 aviões de combate será fechada ainda este ano, a despeito da predileção da Força Aérea Brasileira (FAB) pelos caças suecos Gripen NG, fabricados pela Saab.

"O governo não decide por pressão de ninguém, nem da FAB. Agora a bola está com os franceses. Se baixarem o preço, o negócio sai logo. Trata-se de algo estratégico para o Brasil, não técnico", disse o interlocutor do Executivo, que falou sob condição de anonimato.


A polêmica em torno dos caças vem se arrastando há meses. Ano passado, Lula já havia dito que sua decisão seria política e estratégica.

"Não criamos essa polêmica, mas tenho que admitir que ela serve ao nosso interesse de fazer com que os franceses façam uma proposta financeira melhor", acrescentou a fonte.

São 36 caças na negociação atual-no valor estimado de 10 bilhões de reais-, dentro de um pacote que pode prever a aquisição de até 120 aeronaves.

A norte-americana Boeing, fabricante do F-18 Super Hornet, também está entre as finalistas da FAB, mas o governo Lula sequer considera sua compra, segundo a fonte.

No caso da opção sueca, cerca de um terço dos componentes do Gripen possui tecnologia dos EUA. O Brasil tem dúvidas sobre a transferência de tecnologia e vê riscos de veto do Pentágono à venda de aviões fabricados no Brasil a outros países.

O ministro ouvido pela Reuters citou especificamente a tentativa brasileira de fornecer à Venezuela o avião militar de treinamento e ataque leve Super Tucano, produzido pela Embraer com parte de sua tecnologia desenvolvida nos EUA.

O Brasil exige três condições para concluir o programa F-X2: soberania de uso das aeronaves, reserva de mercado e transferência de tecnologia.

Procurados, o Ministério da Defesa não quis se pronunciar sobre o assunto e a FAB não estava imediatamente disponível para comentários.


fonte/Reuters/DefesaNet

HIDROAVIÕES DA WAterfront air irão ligar macau, cantão e shenzhen até 2011



O filho do fundador da Cathay Pacific, Peter de Kantzow, lançou a Waterfront Air, que planeja arrancar até 2011 com ligações em hidroavião entre Shenzhen, Macau e Cantão, a partir de 200 euros por trajeto.

Há um ano a aguardar a “luz verde” das autoridades de Hong Kong para iniciar os voos a partir do terminal marítimo do aeroporto internacional da ex-colónia britânica para o terminal marítimo de Pac On, na ilha da Taipa, em Macau, Peter de Kantzow e o empresário canadiano Michael Agopsowicz planeiam arrancar com a operação no final do ano a partir da cidade vizinha de Shenzhen.

“Se tudo correr bem, esperamos lançar os voos em hidroavião entre Hong Kong, Shenzhen, Cantão e Macau em 2011”, disse Peter de Kantzow, filho de Sydney de Kantzow, fundador da Cathay Pacific e da Macau Air Transport Company, o primeiro serviço comercial de hidroaviões da Ásia.

A Waterfront Air, sediada em Hong Kong, assinou recentemente um memorando de entendimento com a empresa responsável pelo Terminal Marítimo de Shenzhen, na província continental de Guangdong, para a exploração de ligações em hidroaviões entre aquele terminal - que funcionará como hub -, Macau e Cantão a partir do quarto trimestre do ano.

“Sabemos que há uma enorme procura por alternativas de transporte de alta velocidade que liguem o Delta do Rio das Pérolas”, salientou Peter de Kantzow, num comunicado da empresa ao justificar a aposta.

Com uma frota a alugar de dez hidroaviões DHC-6 “Twin Otter”, com capacidade para 18 passageiros, a Waterfront Air planeia ligar Hong Kong e Shenzhen em 15 minutos e Hong Kong e Macau em 20 minutos, a partir de 2 500 dólares de Hong Kong (cerca de 200 euros) por trajecto.

O último serviço de hidroaviões que ligou Hong Kong a Macau foi realizado a 01 de Dezembro de 1962 pela Macao Air Transport Company num hidroavião italiano de seis lugares, tendo sido suspenso devido às más condições de aterragem em Macau, pela concentração de lama nas águas do rio das Pérolas.

Mas os hidroaviões da Macao Air Transport Company não foram só os primeiros e os últimos a transportar passageiros na região, como também foram os primeiros alvos de desvio aéreo do mundo.

O comércio de ouro, cuja proibição decretada pelo tratado de Bretton-Woods estava prestes a vigorar em Hong Kong, levou o comerciante macaense Pedro José Lobo a associar-se aos fundadores da Cathay Pacific para lançarem a Macao Air Transport Company, que começou em 1948 a explorar a rota Hong Kong-Macau com anfíbios Catalina, que transportavam duas vezes por semana passageiros e ouro.

Foi um desses Catalina, o “Miss Macau”, que a 16 de Junho de 1948 foi desviado em pleno voo por uma quadrilha de chineses, embarcados em Macau como passageiros, que pretendiam roubar o ouro transportado, mas que apenas conseguiram despenhar a aeronave, vitimando 26 passageiros, com a excepção de um dos piratas, que acabaria preso em Macau sem julgamento, tendo sido morto após a sua libertação em 1951.

fonte/Agência Lusa/foto/divulgação

SUPOSTA EXPLOSÃO EM MOTOR LEVA BOEING DA RYANAIR A FAZER POIUSO DE EMERGÊNCIA


Indícios de problemas no motor foram a razão de um voo da Ryanair fazer um pouso de emergência no Aeroporto Estocolmo-Skavsta no domingo (10) à noite.

O Boeing 737-8AS (WL), prefixo EI-EBC, da Ryanair, realizava o voo FR-1922 de Tampere, na Finlândia para Frankfurt, na Alemanha.

Ao partir de Tampere, um de seus motores produziu dois estrondos. O avião estabilizou no FL100 e continuou até o Aeroporto Estocolmo-Skavsta, em Nykoping, na Suécia, onde pousou em segurança na pista 26, cerca de uma hora depois.

O pai de um dos passageiros a bordo, disse que - segundo o filho - foram ouvidas duas explosões e que saia "fogo" de um motor.

Os 153 passageiros seguiram viagem no Boeing 737-800, prefixo EI-DHO - que foi colocado em substituição ao avariado - e chegaram ao destino com um atraso de 4,5 horas.

fonte/boarding.no / Aviation Herald/NoticiasSobreAviação

AIRBUS DA AIR NEW ZEALAND FAZ POUSO NÃO PROGRAMADO APÓS RACHADURA NO PARA-BRISAS


O voo NZ-171 da Air New Zealand, transportando 118 passageiros, dois pilotos e quatro tripulantes, deixou Auckland, na Nova Zelândia para Cairns, na Austrália, no domingo (10), mas foi forçado a aterrissar em Brisbane, na Austrália, depois de ter o para-brisas do lado esquerdo do avião rachado.

Um passageiro disse que o avião perdeu altitude momentaneamente antes de desviar para Brisbane, em uma menor altitude e velocidade reduzida.

"Houve um momento em que o avião, de repente desacelerou e perdemos muita altitude", disse a passageira Ruby Boussard à ABC Radio. "A luz do cinto de segurança foi acionada. As aeromoças foram muito firmes em dizer para voltarmos aos nossos lugares, colocar o lixo fora e liberar o caminho. Não houve pânico a bordo, mas foi o suficiente para acordar meu filho."

A companhia aérea negou as alegações de seus passageiros que houve uma descida rápida após a rachadura do para-brisa da cabine, mas sim, que o avião fez uma descida gradual.

A Air New Zealand informou que "ao contrário de relatos de alguns meios de comunicação, o piloto seguiu o procedimento operacional padrão, descendo gradualmente a partir de cerca de 34.000 pés a 23.000 pés durante um período de sete minutos."

O avião Airbus A320-232, prefixo ZK-OJN, pousou em segurança 40 minutos após o incidente.

A companhia aérea disse ainda que a rachadura foi desenvolvida na janela do cockpit, que tem 4 centímetros de espessura e é constituído de três painéis de vidro. Segundo a empresa, só o painel de dentro estava rachado e que, em nenhum momento, todo o para-brisas esteve em risco de quebrar.

"Nós vimos o para-brisas quando deixamos o avião. Foi do lado esquerdo. Parecia uma pista feita por uma lesma enorme em todo o para-brisas. Tinha uma forma de Y", disse a passageira Ruby Boussard.

O The Australian Transport Safety Bureau (ATSB) informou que uma rachadura em si não é um incidente grave e que, por enquanto, não pretende investigar.

O departamento está à espera de um relatório escrito do operador de vôo, que deve ser apresentado dentro de 72 horas após o incidente.

A Air New Zealand relatou que foi feita a substituição do para-brisa e que o avião está de volta ao serviço.

Os passageiros foram levados para hotéis em Brisbane durante a noite e embarcaram para o destino, em Cairns, nesta segunda-feira no voo voo NZ-6292.

fonte/Herald Sun / NZ City / ABC News / Aviation Herald/NoticiasSobreAviação

SATA COMPRA QUATRO AVIÕES COM APOIO DO BEI E DO BES

A SATA assegurou o financiamento do Banco Europeu de Investimento (BEI) e do Banco Espírito Santo (BES) para comprar quatro aviões Bombardier Q400 NextGen, no quadro da renovação da frota que liga as ilhas do arquipélago dos Açores.

O BEI e o BES vão assegurar 78,5 por cento do investimento, com um valor total de 74 milhões de euros, sendo o restante realizado com capitais próprios da transportadora aérea açoriana, disse hoje à Lusa fonte da empresa.

A SATA assinou sexta-feira em Lisboa um contrato de financiamento com o BEI, no valor de 36,95 milhões de euros, que garante metade do investimento necessário.

Segundo revelou a fonte da empresa, o BES vai assegurar cerca de 21,05 milhões de euros, o que representa 28,5 por cento do investimento total, sendo os restantes 16 milhões de euros de capitais próprios da SATA.

O valor de 74 milhões de euros para a compra dos aviões envolve o custo de peças sobresselentes e formação de pessoal.

O primeiro destes aparelhos, com uma lotação máxima de 78 passageiros, será entregue à SATA a 25 de Janeiro, numa cerimónia a realizar na fábrica da Bombardier, no Canadá.

O avião deve voar depois, sem passageiros, para os Açores, onde chega antes do final do mês.

A sua entrada ao serviço ocorrerá nas semanas seguintes, logo que estejam concluídos todos os procedimentos legais e burocráticos necessários, assim como o processo de formação das tripulações.

Os restantes três aviões são esperados nos Açores até ao final do primeiro trimestre deste ano, estimando a SATA que os quatro estejam a operar durante o segundo trimestre.

A compra dos quatro Q400 de última geração conclui o processo de renovação da frota da SATA Air Açores, estando previsto que estas aeronaves substituam os actuais ATP nas ligações entre as ilhas do arquipélago.

A renovação da frota da SATA Air Açores começou no ano passado com a chegada de dois Bombardier Q200, que substituíram o Dornier que a empresa utilizava nas ligações para as ilhas mais pequenas.

fonte/SIC

SOL COM NOVOS VOOS ENTRE MARINGÁ E CURITIBA

A partir do dia 18, a Sol Linhas Aéreas terá dois voos diários entre Maringá e Curitiba, no Paraná. Segundo o presidente da companhia, Marcos Solano Vale, a empresa optou por horários estratégicos, oferecendo alternativas de comodidade em espaços não servidos pelas empresas que já operam no aeroporto local.

A aeronave da Sol decolará de Curitiba às 11h03, chegando a Maringá às 12h13. Na volta, `zas 12h40, decolará de Maringá, rumo a capital paranaense, com chegada prevista ao Aeroporto Afonso Pena às 13h50.

fonte/Brasilturis

PASSAGEIRO BÊBADO OBRIGA AVIÃO A FAZER POUSO NÃO PROGRAMADO NA HOLANDA

O Airbus A320-232, prefixo G-MEDH, da BMI British Midland, realizava o voo BD-894 de Moscou, na Rússia, para o Aeroporto Heathrow, em Londres, na Inglaterra, quando, no momento em que estava em rota sobre a Holanda, um passageiro do sexo masculino, bêbado, começou a gritar e tentou iniciar uma briga a bordo.

A tripulação decidiu desviar o voo para Amsterdã, onde o avião pousou em segurança e o passageiro foi levado em custódia.

A aeronave retomou o voo para Londres com um atraso de duas horas.

fonte/airnewstimes.com / Aviation Herald / NoticiasSobreAviação

ÚNICA SOBREVIVENTE DE QUEDA DE AVIÃO LANÇA LIVRO



Bahia Bakari, em Paris, no lançamento de seu livro

A estudante Bahia Bakari, de 14 anos, conta no livro 'Me, Bahia the Miraculate', a experiência de ter sido a única sobrevivente do Airbus 310 iemenita que caiu em 30 de junho de 2009 no oceano Índico, próximo às ilhas Comoros, matando 152 pessoas. Ela escreveu o livro junto com um jornalista.

Bakari passou nove horas agarrada a um destroço do avião no meio do oceano até ser resgatada já ao amanhecer. A região, próxima a Madagascar, é conhecida pela frequência de tubarões.

Ela fraturou a clavícula, sofreu arranhões e foi levada ao hospital em estado de choque.

Na época, o ministro francês para cooperação internacional, Alain Joyandet, definiu o fato como um “verdadeiro milagre”.

No livro, ela conta que não aguentaria muito mais, que não podia se mover, pensou que era o fim, quando foi resgatada. Até chegar ao hospital, em estado de choque, Bakari estava convencida de que tinha caído do avião depois que uma forte pressão a jogou contra a janela.

Assim que Bakari caiu sobre as ondas, ela acreditava que sua mãe, Aziza (uma das 152 pessoas mortas na queda), tinha conseguido aterrissar em segurança e estava preocupada com ela, por ter caído para fora do avião já que não usava o cinto de segurança.

Baraki conta que na hora da queda ela gritou por sua mãe e sentiu seu corpo tremer, como se fosse explodir. Então, ela ouviu um grande barulho, como uma explosão gigante. A próxima cena que ela se lembra, foi dela na água, tossindo e tentando respirar.

O voo saiu de Paris com destino a Moroni, capital de Comoros. Após fazer escala em Marselha (França), os passageiros trocaram de aeronave no Iêmen, embarcando no Airbus A310. A causa do acidente ainda não foi descoberta.

fonte/R7/foto/Patrick Kovarik/AFP

TAP E SATA IMPÕEM REGRAS APERTADAS NOS VOOS PARA OS EUA


As companhias aéreas portuguesas TAP e a SATA já estão a adoptar medidas de segurança mais apertadas para os passageiros dos voos com destino aos Estados Unidos. No que respeita aos aeroportos do País, o Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC) aguarda pelas deliberações da União Europeia, nomeadamente no que se refere à eventual instalação de novos equipamentos tecnológicos, como os polémicos scanners de corpo inteiro para a revista aos passageiros.

O reforço da segurança nos voos transatlânticos resulta da tentativa de atentado terrorista no dia de Natal, pouco antes da aterragem em Detroit (EUA) do voo 253 da Northwest-Delta Airlines proveniente de Amesterdão (Holanda), quando o nigeriano Umar Farouk Abdulmutallab, de 23 anos, quis fazer explodir o aparelho. Desde então, a autoridade americana para a segurança nos transportes, Transportation Security Administration (TSA), tem emitido diversas novas directivas para um controlo mais rigoroso de passageiros e bagagens, dirigidas não só às companhias aéreas americanas, mas também a todas as outras com voos para os Estados Unidos, as quais podem, inclusivamente, ver recusada a entrada no país se não acatarem as novas regras. A TAP e a SATA, que são as duas únicas transportadoras aéreas portuguesas a operar voos comerciais regulares para os Estados Unidos, garantem que estão a cumpri-las.

"A TAP cumpre todos os procedimentos de segurança exigidos pelas autoridades dos países para os quais opera voos, o que inclui naturalmente as novas orientações emanadas dos Estados Unidos na sequência do atentado frustrado de Dezembro", assegurou ao DN o porta-voz da empresa. A companhia não divulga, porém, quais os novos procedimentos, para não comprometer a eficácia dos mesmos. Já quanto a um eventual aumento dos custos com as novas regras, "neste momento só se verificam em caso de afectarem a pontualidade dos voos", explicou António Monteiro. Por isso, a TAP solicita aos passageiros que se apresentem no check-in três horas antes da partida do voo e que se dirijam à sala de embarque logo que finde aquele processo.

Já a SATA passou a pedir uma antecedência de duas horas e meia, quando antes era de apenas duas horas, "a fim de evitar atrasos nos voos devido a novos procedimentos de segurança mais demorados", afirmou ao DN o porta-voz da transportadora aérea açoriana. Segundo José Gamboa, as medidas adicionais de segurança passam basicamente pelo "reforço do questionário que já era feito aos passageiros antes do check-in, revista dos passageiros com o sacanner manual após a passagem no pórtico de raios-x e abertura de todas as bagagens de mão, com especial atenção para os líquidos trasportados".

A um maior rigor na revista de de passageiros e bagagens, juntam-se também novas directrizes para os pilotos. Assim, quando o avião se encontrar em espaço aéreo americano, deixam de poder ser dadas informações que possam indicar os locais que estão a ser sobrevoados.

Os pilotos podem também ter que ordenar aos passageiros que permaneçam sentados nos seus lugares, principalmente se receberem instruções para tal durante o voo das autoridades de segurança norte-americanas. Nos dias que se seguiram à tentativa de atentado no voo de Amesterdão para Detroit, chegou a ser noticiado que os passageiros não podiam sair dos seus lugares uma hora antes da aterragem. Mas "estas e outras medidas têm estado a ser ajustadas pela TSA, vigorando actualmente as regras emitidas no dia 3 de Janeiro", esclareceu José Gambôa.

Além dos novos procedimentos de segurança impostos às companhias aéreas, "não há, por enquanto, alterações às medidas de segurança implementadas nos aeroportos portugueses", segundo a porta-voz do INAC. "O assunto ainda está em discussão na União Europeia e Portugal acatará as decisões que forem tomadas a nível comunitário", acrescentou Sílvia Andrez.

Na semana passada, peritos em segurança da União Europeia estiveram reunidos em Bruxelas para debater o uso de scanners corporais nos aeroportos europeus, preconizado pelos Estados Unidos depois do incidente no dia de Natal. A necessidade desta medida está longe de ser consensual entre os 27. A presidência espanhola da UE já se manifestou a favor de uma posição conjunta sobre o uso daqueles equipamentos e o assunto será um dos pontos da agenda da primeira reunião entre os ministros europeus do Interior e da Justiça. Em causa estão questões éticas e mesmo da eficácia dos aparelhos, mas alguns países, com a Holanda e o Reino Unido, já decidiram avançar.

fonte/Diário de Notícias

AS DIFICULDADES PARA INSTALAR O ILS DO AEROPORTO DE JOINVILLE



Os técnicos do Instituto de Cartografia da Aeronáutica terminaram no sábado o levantamento dos dados necessários para a instalação do ILS (sistema de pouso por instrumentos) no Aeroporto de Joinville. O equipamento, que custa cerca de R$ 2,1 milhões, facilita as operações de pouso em condições de mau tempo e de forte neblina.

O levantamento, que é decisivo para a instalação do equipamento, constatou alguns problemas que poderão afetar a instalação do ILS. De acordo com a assessoria de imprensa do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), uma das dificuldades encontradas na região é a topografia. Pelos levantamentos feitos até o momento, as condições se mostraram desfavoráveis, por causa dos obstáculos ao redor do terminal.

Segundo o coordenador técnico em pilotagem profissional de aeronaves da Universidade Tuiuti, no Paraná, Marcos Galvão de Souza, como esses aparelhos projetam uma rampa de aproximação, não se pode ter nenhum obstáculo ferindo essa rampa.

“Montanhas, prédios, torres de transmissão e até árvores que não estejam no limite de segurança podem atrapalhar”, explica. A distância da pista tem relação direta com a altura do obstáculo. “A topografia é uma das questões que mais influenciam na decisão de se instalar um ILS”, garante.

Uma das formas de contornar as questões topográficas é por meio eletrônico, mas, com isso, perde-se um pouco da pista. “Ela encurta, porque o ponto de toque deve ser mais adiantado”, diz o especialista Marcos Souza.

Para um piloto, que pediu para não ser identificado, uma das hipóteses que justificaria a não-instalação do equipamento é porque quase todos os procedimentos são feitos pela cabeceira 33 e lá existe constantemente vento de cauda.

“Dependendo da intensidade (do vento), as companhias aéreas pedem que se arremeta, por questões de segurança”, explica. De acordo com ele, na cabeceira 15 também seria difícil pela falta de espaço entre o local e um morro. “A antena por onde se projeta a rampa precisa ficar a nove quilômetros da cabeceira da pista, e não há esta distância”, diz.

Mesmo assim, ele diz que é fundamental que o aparelho seja instalado, pois Joinville merece um aeroporto melhor. Segundo a Infraero, entre janeiro e novembro do ano passado, passaram 191,3 mil passageiros pelo terminal.

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fonte/toto/A Notícia

VÍDEO - POUSO DO B787

787 Landing 1/9/2010 from Liz Matzelle on Vimeo.

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

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