quinta-feira, 16 de julho de 2009

ESQUADRÃO POTI COMEMORA 36 ANOS E AGUARDA CHEGADA DOS MI-35

Sediado na Base Aérea de Recife, Pernambuco, o Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º Gav), conhecido como Esquadrão Poti, tem suas origens no Centro de Formação de Pilotos Militares (CFPM) no Primeiro Esquadrão do Quinto Grupo de Aviação (1º/5º GAv), na então Base Aérea de Natal. Essa Unidade operava os bimotores Douglas B-26 Invader e foi transferido no início do ano de 1971 para a Base Aérea do Recife. Através da Portaria nº R-004/GM3, de 17 de abril de 1973, foi determinada a desativação no 15 de julho de 1973 do 1º/5º GAv e a ativação do Segundo Esquadrão Misto de Reconhecimento e Ataque (2º EMRA), subordinado ao Comando Aerotático, adotando como símbolo a figura do índio Poti.

Inicialmente equipado com aeronaves North American T-6D/G Texan, Neiva L-42 Regente e helicópteros Bell OH-4 Jet Ranger, estes depois substituídos ao final de 1974 pelos Bell UH-1H Iroquois, teve também em sua dotação aeronaves Neiva T-25 Universal e Embraer U-7 Seneca.

A denominação Segundo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (2º/8º GAv) foi implantada através da Portaria nº R-239/GM3, de 09 de setembro de 1980. Subordinado à Segunda Força Aérea (II FAe), o Esquadrão Poti opera atualmente as aeronaves Helibras H-50 Esquilo, montados no Brasil sob licença da Eurocopter, podendo ser armados com pods para lançadores de foguetes SBAT 70/7 de 70 mm e metralhadoras MAG calibre 7,62 mm ou FN Herstal calibre 12,7 mm.

Em 2006 a FAB alterou a designação de todos os seus helicópteros, retirando a letras C e U do nome, dessa forma, o UH-50 Esquilo passou a ser H-50 Esquilo.

A sua principal missão é formar e treinar pilotos e tripulantes de helicópteros em diversas missões, mantendo o preparo técnico-profissional de suas equipagens, permitindo o cumprimento de missões na Tarefa Operacional de Superioridade Aérea: Interceptação, Ataque, Escolta, PAC (Patrulha Aérea de Combate) e demais missões da Tarefa Operacional de Apoio ao Combate. Em um plano secundário, executar as chamadas Operações Especiais: infiltração e exfiltração de tropas (utilizando as técnicas de Rapel, Pouso de Assalto e McGuire), Busca e Salvamento (SAR) e Busca e Salvamento em Combate (C-SAR) tanto na selva como no mar, evacuação aeromédica, entre outras.

O esquadrão, atualmente formado por cerca de 200 militares e 12 helicópteros de ataque, será deslocado este ano para base de Porto Velho. Os 12 MI 35, comprados da Rússia, seguirão direto para Rondônia, e não mais para Pernambuco, como havia sido planejado inicialmente. Em maio desde ano, os primeiros pilotos seguiram para a Rússia com o propósito de realizar a instrução na aeronave.

FONTE: FAB


POLÍCIA FEDERAL TESTA VEÍCULO AÉREO NÃO TRIPULADO NO OESTE DO PR



A Polícia Federal no Paraná iniciou nesta semana a fase de testes do veículo aéreo não tripulado (VANT), a ser usado em ações de repressão ao longo da faixa de fronteira, no Oeste do Estado. A ferramenta, de fabricação israelense, foi adquirida em meio ao programa de aparelhamento da PF, que inclui ainda binóculos de visão noturna. Hoje tem início também a Operação Força Alfa, que vai combater o narcotráfico na fronteira.

A aeronave voa sem tripulação e é controlada remotamente desde bases em terra. O VANT leva potentes câmeras que lhe permitem visualizar de grande altitude o movimento de veículos e pedestres. O aparelho tem mais de 10 metros de envergadura e autonomia de voo de mais de 20 horas. Não há um prazo final para a fase de testes, que mobiliza agentes da fronteira e de Brasília.

Esta é a primeira de uma série de três aeronaves adquiridas pela Polícia Federal, que assim se torna a primeira polícia do mundo a operar o equipamento, já utilizado em escala militar por diversas forças. O comando da PF em Brasília definiu a tríplice fronteira como prioridade para a instalação e operação do VANT, região onde já vem ocorrendo reforço de recursos humanos e materiais para o combate à criminalidade organizada.

“Essa aeronave é um avanço muito importante que ocorreu nos últimos 20 anos no Oriente Médio. Nós fomos a primeira polícia do mundo a utilizar o equipamento, mas desarmado. Ele permite a transmissão ao vivo de imagens para que equipes em terra possam realizar as abordagens. Este é um equipamento moderno e ágil que será muito útil na produção de provas criminais e no planejamento estratégico”, apontou o chefe da comunicação social da Polícia Federal (PF) no Paraná, Marcos Koren.

Outra operação que deve aumentar a fiscalização da fronteira do Paraná com o Paraguai e a Argentina é a Força Alfa – Companhia Independente de Polícia Fronteira, em Guaíra. A partir de hoje, 80 policiais ficarão permanentes às margens do Lago Itaipu. A unidade, que tem sede de apoio em Santa Helena, combaterá o tráfico de armas e drogas nas fronteiras, principalmente com o Paraguai e com o Mato Grosso do Sul.

O trabalho será feito com operações terrestres, aéreas e aquáticas, conforme determinações ou Planos de Operações estabelecidos pelo Comando-Geral da Polícia Militar. A Força Alfa também vai apoiar a Polícia Federal no combate ao narcotráfico. Junto aos 80 policiais permanentes, somam-se mais 100 policiais da Companhia de Polícia de Choque, em períodos temporários.

A operação deve reduzir a passagem de drogas pela fronteira. O Paraná é hoje uma das rotas de tráfico para drogas, que seguem para outras regiões do Brasil. A equipe da Força Alfa trabalhará com helicópteros, barcos, caminhonetes 4x4, armamento e outros equipamentos. Os policiais usarão uniforme especial de selva para a atuação em área de mata e margens de rios.

Fonte: Bem Paraná - Foto: Divulgação/Polícia Federal

AGÊNCIA DE AVIAÇÃO AUTORIZA MAIS EMPRESAS A OPERAREM NO PAÍS

Enquanto companhias aéreas de todo mundo contabilizam perdas por conta da queda na demanda de passageiros e a oscilação do preço dos combustíveis, a El Al Israel Airlines Limited deve começar a voar no Brasil. A notícia foi confirmada em uma publicação no Diário Oficial da União, de ontem, quando a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) autorizou a empresa israelense a operar no Brasil.

Fora a israelense, outras definições positivas para a implantação de serviços aéreos de diversas empresas agrícolas e de táxi-aéreo também foram oficializadas. A autorização vale por cinco anos e foi concedida às companhias Aerodinâmica Aviação Agrícola, Agsafra Aviação Agrícola, Geotech Aerolevantamento e Tomé Aviação Agrícola.

Enquanto o setor aéreo força oportunidades no Brasil, lá fora as empresas contabilizam perdas. A US Airways, por exemplo, pretende cortar 600 funcionários, por conta da retração no fluxo de passageiros, informou a companhia em comunicado ao mercado.

Por sua vez, a American Airlines contabilizou uma perda líquida de US$ 765 milhões, apenas no primeiro semestre deste ano, além de uma queda de mais de 18% na receita, em relação aos primeiros seis meses do ano fiscal passado. Os dados foram apontados no demonstrativo financeiro da empresa, ontem.

Como as companhias apertam o cinto, a fabricante de aviões Boeing, sofre as consequências dessa economia na ponta da cadeia. A empresa acaba de anunciar o corte de mil funcionários na área de defesa.

Fonte: DCI

FORÇA AÉREA PORTUGUESA VAI MODERNIZAR FROTA DE P3-C ORION

A Força Aérea Portuguesa (FAP) vai modernizar a frota de cinco aviões Lockheed P3-C ORION da Esquadra 601, comprados em 2005, já desactualizados e com 20 anos, num investimento total de quase 200 milhões de euros até 2012.

O investimento previsto para a modernização, a realizar nos Estados Unidos da América, inclui também a compra de equipamento terrestre para a esquadra e os 80 milhões de euros que a Força Aérea pagou à marinha de guerra holandesa pela compra dos aviões.

Apesar de já terem 20 anos, "em termos aeronáuticos", as aeronaves "estão novas" e "vão ser modernizadas" para "ficarem aptas a voar mais 20 anos", disse hoje à agência Lusa o tenente-coronel Paulo Costa, comandante da Esquadra 601, sediada na Base Aérea nº 11 (BA11) de Beja.

"As aeronaves vão ser equipadas com novos sensores e com computadores e sistemas de comunicação extremamente eficazes e com capacidade para captar e transmitir informações e imagens em tempo real", precisou o comandante.

O primeiro dos cinco aviões seguiu na semana passada para a fábrica da Lockheed Martin em Greenville, na Carolina do Sul, para onde serão enviados gradualmente os restantes quatro.

Após a modernização de todos os aviões Lockheed P3-C ORION, que deverá terminar até 2012, a Força Aérea "vai ficar ao nível dos seus aliados" no que respeita à capacidade para operações de patrulhamento marítimo, guerra anti-superfície e anti-submarina, que fazem parte das missões da Esquadra 601.

"Todo o dinheiro gasto na modernização de aeronaves deve ser entendido sempre como um investimento, uma mais-valia, um produto operacional muito significativo que contribui para a segurança de Portugal e das comunidades onde estamos integrados, através da NATO ou da União Europeia", frisou o comandante.

O tenente-coronel falava à agência Lusa no final de uma demonstração das capacidades da Esquadra 601 "Lobos" e da sua frota de aeronaves P3-C ORION para "realizar missões de combate às designadas 'novas ameaças'", nomeadamente a imigração ilegal e o tráfico de drogas.

O trabalho da Esquadra 601, apesar de "muito importante", "não tem sido muito divulgado", disse Paulo Costa, referindo que "a Força Aérea Portuguesa sente necessidade de dar a conhecer melhor as actividades que desempenha todos os dias ao serviço de toda a comunidade".

As missões que a Esquadra 601 realiza "não são apenas em benefício da Força Aérea mas também em benefício da Marinha e das forças policiais portuguesas, que investigam o narcotráfico e a imigração ilegal", salientou o comandante.

A demonstração de hoje, que envolveu dois dos cinco aviões, que partiram da BA11 e sobrevoaram o mar ao largo de Sines, simulou uma operação de patrulhamento marítimo para detectar e localizar navios na Costa Portuguesa.

No cenário fictício criado para a demonstração, a Esquadra 601 recebeu previamente informações sobre "navios suspeitos" e "partiu para a operação, sobrevoando o mar, para localizar e recolher informação fotográfica" daquelas embarcações, explicou o tenente-coronel.

Durante a operação, que durou cerca de hora e meia, "foram detectados e localizados vários navios mercantes a navegar normalmente", disse Paulo Costa, referindo que "junto à costa portuguesa não é muito frequente navios de grande dimensão desenvolverem actividades ilícitas".

Numa operação real, "se os navios fossem mesmo suspeitos, iríamos segui-los, mantendo sempre uma atitude muito discreta e sem que eles se apercebessem da nossa presença, fornecendo as informações aos órgãos de controlo, navais e da Força Aérea", explicou Paulo Costa.

"Se fosse necessário, iria culminar com a abordagem dos navios em alto mar ou quando chegassem aos portos, onde seriam vistoriados para verificar se tinham carga suspeita ou estariam relacionados com terrorismo internacional", exemplificou.

EQUIPES ENCONTRAM DUAS CAIXAS-PRETAS DE AVIÃO NO IRÃ

Autoridades do Irã anunciaram que foram encontradas duas das três caixas-pretas do avião da Caspian Airlines que caiu no norte do país, na quarta-feira, com 168 pessoas a bordo.

O principal investigador encarregado das buscas disse à rádio estatal iraniana que pelo menos uma das duas caixas estava danificada.

Ainda segundo a rádio, as caixas-pretas devem ser enviadas para análise na Rússia, pela fabricante do avião - um Tupolev Tu-154 com 22 anos de uso.

Os destroços da aeronave estão espalhados por uma grande área rural da província de Qazvin, a 120 km a noroeste de Teerã.

Sem manutenção O avião fazia o voo entre a capital iraniana e Yerevan, na Armênia, quando caiu 16 minutos após a decolagem.

Testemunhas afirmam ter visto a aeronave descer "de bico", com a cauda em chamas.

O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, ofereceu os pêsames às famílias dos 153 passageiros e 15 tripulantes, e pediu que o Ministério do Transportes do país investigue as causas da tragédia.

Este é o terceiro acidente fatal envolvendo um Tupolev Tu-154 no Irã desde 2002.

De acordo com o correspondente da BBC em Teerã, Jon Leyne, grande parte das aeronaves militares e civis que operam no Irã são antigas e, devido às sanções impostas pelos Estados Unidos ao país, também há dificuldades para se encontrar peças de reposição para os aviões.

Leyne afirma que o embargo econômico imposto após a Revolução Islâmica de 1979 obrigou o Irã a comprar aeronaves fabricadas na Rússia e na Ucrânia.

Mesmo assim, grande parte destes aviões de fabricação russa e ucraniana, segundo Leyne, já opera há muitos anos.

fonte: BBC

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