domingo, 9 de março de 2014

VOO DA TAP QUE SEGUIA DE LISBOA PARA RECIFE FAZ POUSO DE EMERGÊNCIA NA ILHA DO SAL


Um voo da companhia TAP que seguia de Lisboa para o Recife precisou fazer um pouso de emergência na Ilha do Sal, em Cabo Verde, no continente africano, no início da noite deste domingo (9). De acordo com informações do sistema online da Infraero, o avião estava previsto para pousar no Aeroporto dos Guararapes, na Zona Sul da capital pernambucana, às 21h15. O horário foi ajustado, em seguida, para as 23h.

Um dos passageiros, que não quis se identificar, relatou que o comandante da aeronave informou que o motor do lado direito estava “apresentando um consumo exagerado de óleo”. Ele calculou que cerca de 300 pessoas eram transportadas. Segundo a testemunha, o avião retornou à Ilha do Sal 30 minutos após ter passado pela região.

O passageiro ainda explicou que os passageiros foram orientados a desembarcar no aeroporto da Ilha do Sal. “Quando o comandante anunciou o problema e que iria ter que pousar, muitos ficaram desesperados”, conta. Já no aeroporto africano, "as pessoas ficaram nervosas, cobrando da TAP notícias sobre o real problema da aeronave", completou o passageiro.

A assessoria de imprensa da TAP informou que o voo TP 011 precisou pousar na Ilha do Sal devido a problemas técnicos na aeronave. De acordo com a empresa, o piloto julgou necessário interromper o trajeto antes da chegada ao destino por uma questão de segurança.

Os passageiros devem passar a noite na Ilha até que um engenheiro de manutenção da companhia portuguesa chegue ao aeroporto africano e realize uma vistoria no avião. Somente após essa análise será possível determinar se a aeronave pode continuar a viagem ou se uma nova vai ser disponibilizada.

O voo que sairia do Recife para Lisboa na mesma aeronave, com decolagem prevista para as 23h, precisou ser cancelado. A assessoria de imprensa da TAP informou que todos os direitos dos passageiros, incluindo os daqueles que iriam do Recife para Lisboa, serão respeitados.

fonte/G1

HOMEM MORRE AOÓS QUEDA DE ULTRALEVE NA CIDADE DE ITABAIANA, SE


Ultraleve pega fogo em Itabaiana (Foto: Alessandro Lima/Internauta)Ultraleve pega fogo em Itabaiana (Foto: Alessandro Lima/Internauta)
 
Um homem morreu na tarde deste domingo (9), na cidade de Itabaiana, a 100 Km de Aracaju, após a queda de um ultraleve. O aparelho incendiou e os bombeiros foram acionados após populares avistarem uma cortina de fumaça.

Segundo o autônomo e conhecido da vítima, Alessandro Lima, ele é um comerciante da cidade e já tinha experiência em pilotar ultraleves. “Não sabemos se o fogo iniciou antes ou foi provocado pela queda do aparelho. Mas ele já era acostumado a voar, embora tenha sofrido outras quedas sem consequências”, disse.

Ele revelou ainda não saber se a vítima possuía algum curso especifico para utilizar o aparelho. "Não sei se ele tem alguma formação, mas ele já pilotava há muito tempo".

As polícias Civil e Militar vão trabalhar nas investigações sobre as possíveis causas do acidente.O Instituto Médico Legal de Aracaju já foi acionado para buscar o corpo.

fonte/foto/G1

NOTA DA MALAYSIA AIRLINES



Domingo, 9 mar , 14:43 MYT 0800 Malaysia Airlines MH370 vôo Incident - Declaração de mídia 8a - Declaração do MAS GCEO , Ahmad Jauhari Yahya

Juntamente com todos os afetados pelo incidente do voo MH370 , entendemos a necessidade de fornecer atualizações regulares sobre o progresso das operações de busca e salvamento. À medida que as horas se transformam em dias , nós da Malaysia Airlines estamos igualmente ansiosos e agradecemos a paciência, apoio e orações de todos.

Nós, entretanto, reconhecemos que o grupo mais afetado neste incidente são as famílias daqueles a bordo. Como tal, o nosso foco principal neste momento é dar apoio às famílias. Isso significa proporcionar-lhes a informação oportuna , facilidades de viagem , alojamento, refeições e apoio emocional. Assistência financeira inicial foi dado a todas as famílias. Cuidadores já estão atribuídas a cada família e eles são funcionários e voluntários treinados  da Malásia e Austrália.

Os familiares dos passageiros do voo MH370 de Pequim que desejam viajar serão levados em etapas para Kuala Lumpur em voos que estão disponíveis . Também estamos nos comunicando com as famílias de outros países para organizar da mesma forma para a sua viagem para Kuala Lumpur.

Um  Centro de Controle de Resposta (RCC) na área será ativado para apoiar as necessidades das famílias do voo MH370.

A companhia continua a trabalhar com as autoridades e agradecemos a ajuda que estamos recebendo de todas as partes durante este momento crítico e difícil.

fonte/Malaysia Airlines

AVIÃO DA GOL PODE TER SOFRIDO FALHA DE MANUTENÇÃO DIZEM ESPECIALISTAS

A carenagem do motor de um avião da GOL que se soltou no sábado (8), durante voo entre São Paulo e Rio de Janeiro pode ter aberto devido a falhas de manutenção, de acordo com especialistas. O Boeing 737 iria pousar no Aeroporto Santos Dumont, no Centro do Rio, mas teve que mudar o local de aterrissagem por questão de segurança, enquanto levava 67 passageiros a bordo.

"A causa mais provável é de falha na manutenção, mas ainda é preciso investigar", aponta o especialista em segurança de voo, Jorge Barros. "Na história da aviação existem inúmeros casos parecidos, geralmente por problemas de manutenção", completa Barros. A carenagem é a estrutura que recobre peças de aeronaves, motocicletas ou automóveis para protegê-las do vento e da chuva, além de proporcionar efeito aerodinâmico.

Por segurança, o local de pouso foi alterado para o aeroporto do Galeão, também no Rio de Janeiro. Cada turbina do 737 possui duas carenagens envolvendo o motor, uma de cada lado, e as duas da turbina esquerda se soltaram durante o voo. "Na parte de cima, elas são presas por dobradiças, enquanto embaixo é feito o uso de presilhas", explica Mateus Gheslini, diretor de segurança e voo do Sindicato Nacional dos Aeronautas.

Desse modo, os itens se soltaram na parte inferior, onde ficam as presilhas, e se mantiveram presas à turbina pelas dobradiças superiores. "Existe a probabilidade de as presilhas terem sido mal fechadas ou de fadiga no material. Durante a manutenção também é preciso fazer uma manutenção preventiva", acrescenta Gheslini. A Gol diz que investiga o caso, ainda sem conclusões do motivo do incidente.

Em nota, a Gol informou no sábado que a aeronave Boeing 737-800 que realizava o voo G3 1700, entre São Paulo/Guarulhos e Rio de Janeiro/Santos Dumont, pousou no aeroporto do Galeão em razão de uma carenagem - parte que cobre o motor - ter se soltado em voo. A aterrissagem e desembarque dos 67 passageiros transcorreram normalmente. A aeronave passará por manutenção e inspeção da companhia para apuração do ocorrido.

"Há uma probabilidade remota de ter ocorrido uma falha de projeto, mas se fosse o caso, isso já teria aparecido em outras aeronaves iguais. Existem milhares delas no mundo", aponta Jorge Barros.
A Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou que houve barulho a bordo e que foi constatada a formação de gelo nos motores. "Quando um item desse se abre, o voo tem sua dinâmica completamente alterada. Ao se mudar o formato do avião, a sustentação diminui e existem dificuldade para manobras", diz Barros.

Investigação
Para os especialistas, o caso deve ser investigado com profundidade. "O processo deve descobrir o porquê do ocorrido e evitar que se repita no futuro", explica Gheslini. Durante a análise, os pilotos e os responsáveis pela manutenção serão ouvidos.

No entanto, Jorge Barros alerta que problemas como este mostram um indício de como está o funcionamento interno da companhia. "O que acontece com um avião é reflexo do processo administrativo da empresa", opina Barros.

fonte/G1

VIETNÃ ENCONTRA OBJETO NO MAR QUE PODE SER PARTE DO BOEING DESAPARECIDO

Um avião da marinha vietnamita avistou um objeto que pode ser parte do avião da Malaysian Airlines que desapareceu no sábado com 239 pessoas à bordo, informou a Autoridade de Aviação Civil do Vietnã neste domingo (9).

A agência informou que está muito escuro para se ter certeza que o objeto é parte do avião.
Dois navios serão enviados na segunda-feira para o local, no limite entre as águas territoriais vietnamitas e malaias. Foi nesta mesma zona do Mar da China Meridional que traços de combustível foram descobertos no sábado.


Autoridades da Malásia informaram mais cedo que nenhum destroço do avião foi localizado ainda, apesar dos esforços de uma operação de buscas que envolve 34 aviões e 40 navios.

As equipes de resgate ampliaram a área de busca nas águas do Golfo da Tailândia após informarem que o avião da Malaysia Airlines pode ter dado um giro na rota antes de desaparecer.

O ministro da Defesa e de Transportes, Hishammuddin Hussein, disse que as autoridades estudam todas as possíveis razões de uma meia-volta deste tipo.



O desaparecimento do MH370 não é algo que possamos analisar superficialmente e não podemos descartar nenhuma possibilidade. As agências de inteligência de países relevantes foram informadascompartilharemos a informação à medida que a investigação avançar", disse Hishammuddin.

Em entrevista coletiva posterior, autoridades da Aviação Civil e das Forças Armadas malaias disseram que os radares confirmam que o avião realizou essa manobra de giro, mas que não houve nenhuma comunicação do piloto como o protocolo estabelece.

Também não foi recebida nenhuma mensagem de alerta ou emergência vinda do avião antes de desaparecer, acrescentaram.

 Investigação
Autoridades da Malásia estão examinando gravações de câmeras de segurança e interrogando oficiais de imigração e guardas do aeroporto internacional de Kuala Lumpur, preocupadas com a possibilidade de que uma falha de segurança possa estar conectada ao desaparecimento.

Suspeitas de que o voo, foi sequestrado ou alvo de explosão cresceram depois que autoridades descobriram que pelo menos dois passageiros usaram passaportes roubados.

Entretanto, as autoridades disseram que ainda não há nenhum indício de atividade terrorista.
nvestigadores malaios, apoiados pela polícia federal norte-americana, FBI, estão investigando as identidades de quatro passageiros do voo em particular, disseram duas autoridades do país à Reuters.
Os quatro são dois passageiros que usaram passaportes europeus, possivelmente da Ucrânia, além de dois que viajaram com passaportes da Áustria e da Itália, disseram as fontes.

"Nossos investigadores estão analisando todos os vídeos de segurança. Eles também estão interrogando os oficiais que permitiram a passagem dos impostores", disse uma autoridade com conhecimento direto da investigação.

O diretor da agência malaia de aviação civil afirmou a jornalistas no domingo que dois "impostores" conseguiram passar pelo check-in e pelo portão de embarque.

fonte/foto/G1

NINGUÉM CONSEGUE EXPLICAR A CAUSA DO DESAPARECIMENTO DO AVIÃO DA MALAYSIA AIRLINES

Quase 24 horas depois do último contacto com o Boeing 777 da Malaysia Airlines, que partiu de Kuala Lumpur com destino a Pequim, ainda ninguém conseguia avançar uma explicação plausível para o misterioso desaparecimento da aeronave, nem - crucialmente - encontrar qualquer vestígio do seu paradeiro, apesar de uma complexa operação de busca e salvamento no mar do Sul da China.

Nenhum responsável quis pronunciar-se em definitivo sobre o destino das 239 pessoas que seguiam a bordo do avião – 227 passageiros, entre os quais cinco crianças com menos de cinco anos, e 12 membros da tripulação – mas ao fim de tantas horas de silêncio, parecia quase impossível acreditar que tivessem sobrevivido ao acidente. “Estamos consternados. As operações de busca e salvamento vão prolongar-se pelo tempo que for necessário”, prometeu o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak.

Os meios marítimos e aéreos disponibilizados por seis países – aviões, helicópteros, fragatas e outras embarcações das Marinhas, Guardas Costeiras e Força Aérea da Malásia, Vietname, China, Singapura, Filipinas e Estados Unidos – apenas conseguiram localizar duas largas manchas de combustível, com uma extensão de cerca de 15 a 20 quilómetros e paralelas entre si, que são consistentes com o rasto que seria deixado por um jacto. A hipótese mais provável é que o avião se tenha despenhado no oceano.
“Dois dos nossos aviões detectaram duas estrias de combustível, de um comprimento de cerca de 15 a 20 quilómetros, paralelas e a cerca de 500 metros uma da outra”, declarou o general vietnamita Vo Van Tuan. A operação aérea foi interrompida durante a noite, mas as buscas no mar prosseguiram sem interrupções. Segundo o ministro dos Transportes da Malásia, Hishamuddin Hussein, “não deixarão de ser feitos todos os esforços possíveis para localizar o avião”, que contactou com terra pela última vez cerca de uma hora depois de descolar e desapareceu do radar um minuto antes de entrar na zona aérea do Vietname.

Embarcações da agência marítima da Malásia não encontraram qualquer sinal do avião na zona onde o avião estabeleceu contacto pela última vez. As operações estendiam-se por uma área de cerca de 240 quilómetros, ao largo da ilha vietnamita de Tho Chu, nas águas do mar do Sul da China. O ministro dos Transportes sublinhou que os meios no local estão a “investigar todos os ângulos possíveis”, baseados na informação fornecida pelo Exército do país e também pelas autoridades vietnamitas.

Fontes malaias ligadas à investigação citadas pela Associated Press disseram que, por enquanto, nenhuma causa foi determinada e nenhum cenário foi afastado para explicar a ocorrência – incluindo a possibilidade de se ter tratado de um acto terrorista. Em conferência de imprensa ao final do dia, o director geral de aviação civil da Malásia disse que uma revisão das imagens relativas ao embarque dos passageiros e das bagagens não tinha revelado “nada de anormal ou preocupante” ou qualquer sinal de sabotagem.

O voo MH370 da Malaysia Airlines partiu pouco depois da meia-noite de sábado da capital Kuala Lumpur – a rota para Pequim tornou-se um dos trajectos mais procurados da companhia detida maioritariamente pelo Estado malaio.

Segundo o presidente da Malaysia Airlines, Jauhari Yahya, na altura do último contacto, o voo MH370 encontrava-se a 120 milhas náuticas (cerca de 225 quilómetros) da localidade de Kota Bharu, na costa Leste da Malásia, e seguia a uma altitude de 35 mil pés. Como notava o especialista em aviação da CNN, Richard Quest, nessa fase (cerca de duas horas após a descolagem), o voo encontrar-se-ia na fase de “cruzeiro”, que é aquela que é considerada mais segura do ponto de vista da ocorrência de imprevistos ou vicissitudes. “Nessa altura do voo não é suposto que alguma coisa possa correr mal”, reparou.

A aeronave, com onze anos de uso, não enfrentou condições climatéricas adversas nem emitiu nenhum sinal de alerta ou pedido de socorro – à semelhança do que aconteceu com o voo da Air France que desapareceu no Atlântico Sul a 1 de Junho de 2009, e cujos destroços só foram encontrados dois dias depois. O piloto, identificado como Zaharie Ahmad Shah, de 53 anos, era um veterano da companhia, onde tinha acumulado mais de 18.3 mil horas de voo desde 1981. A Malaysia Airlines conta com 15 Boeings 777-200 na sua frota: como escreveu a Reuters, a companhia tem um bom registo de segurança, e está a recuperar de dificuldades financeiras . O último acidente fatal da companhia ocorreu em 1995, quando um avião se despenhou próximo da cidade de Tawau, matando 34 pessoas.

Os especialistas ouvidos pela CNN sublinharam que a aeronave em causa é “tão sofisticada quanto possível para um avião comercial”. O capitão na reforma Jim Tilmon assinalou que a rota (de 3700 quilómetros) entre Kuala Lumpur e Pequim é maioritariamente sobre terra, o que significa que muitas antenas, radares e rádios teriam teoricamente a capacidade de interceptar sinais do avião. A antiga inspectora-geral do Departamento de Transportes dos Estados Unidos, Mary Schiavo, disse à mesma estação que “a total ausência de comunicações sugere que algo muito errado ou funesto terá acontecido”.

Um dos fundadores do FlightRadar24, uma aplicação que tem 3000 transmissores em todo o mundo e diariamente segue mais de 120 mil voos, disse que o último registo do voo MH370 foi quando o avião seguia a 35 mil pés, 40 minutos depois de levantar do aeroporto de Kuala Lumpur. “O sinal estava bom e estável e de um momento para o outro simplesmente desapareceu”, disse Mikael Robertsson. “O que quer que tenha acontecido, foi qualquer coisa súbita e repentina.”

A Malaysia Airlines contactou as famílias de todos os passageiros indicados no manifesto de voo, e estabeleceu centros de assistência e aconselhamento no aeroporto de Kuala Lumpur e num hotel do bairro de Lido, em Pequim. A grande maioria dos passageiros do voo MH370 tinha nacionalidade chinesa (154), mas a bordo seguiam também cidadãos da Malásia (38), India (5), Indonésia (7), Austrália (6), Estados Unidos (3), França (4), Nova Zelândia (2), Ucrânia (2), Canadá (2), Rússia (1) e Holanda (1).

Os Governos da Itália e da Áustria esclareceram entretanto que duas pessoas cujos nomes constavam na lista de passageiros a bordo não embarcaram no voo: aparentemente alguém terá viajado com passaportes falsos. As autoridades consulares italianas em Phuket, na Tailândia, disseram já ter estabelecido contacto com Luigi Maraldi, que reside naquela ilha e renovou o passaporte depois de um roubo em Agosto de 2013. O cidadão austríaco, Christian Kozel, de 30 anos, reportou o roubo do seu passaporte durante uma viagem à Tailândia há cerca de dois anos.
A imprensa chinesa disse que entre os passageiros estavam 24 artistas e familiares que regressavam a casa depois de participarem num programa de intercâmbio em Kuala Lumpur. O governo da província de Sichuan informou que um dos mais conhecidos calígrafos do país, Zhang Jinquan, seguia a bordo.

Em Julho de 2013, um Boeing 777 da Asiana Airlines com 291 passageiros a bordo teve um acidente no aeroporto internacional e San Francisco, nos Estados Unidos, no qual morreram três pessoas. Não foi possível ainda apurar se o desastre se deveu a alguma falha mecânica ou problema estrutural da aeronave – as investigações parecem apontar para um problema de comunicação no cockpit como a causa do acidente.

Em comunicado, a construtora norte-americana informou que uma equipa técnica viajaria para a Malásia para assistir as autoridades na investigação.


fonte/Publico.pt

AVIÃO DA MALAYSIA AIRLINES PODE TER MUDADO DE ROTA

As autoridades da Malásia anunciaram neste domingo (9) que as equipes de resgate ampliaram a área de busca nas águas do Golfo da Tailândia após informarem que o avião da Malaysia Airlines pode ter dado um giro na rota antes de desaparecer.

O ministro da Defesa e de Transportes, Hishammuddin Hussein, disse que as autoridades estudam todas as possíveis razões de uma meia-volta deste tipo.

"O desaparecimento do MH370 não é algo que possamos analisar superficialmente e não podemos descartar nenhuma possibilidade. As agências de inteligência de países relevantes foram informadas e compartilharemos a informação à medida que a investigação avançar", disse Hishammuddin.

Em entrevista coletiva posterior, autoridades da Aviação Civil e das Forças Armadas malaias disseram que os radares confirmam que o avião realizou essa manobra de giro, mas que não houve nenhuma comunicação do piloto como o protocolo estabelece.

mapa avião desaparecido malásia - VALE ESTE (Foto: Arte/G1)

Também não foi recebida nenhuma mensagem de alerta ou emergência vinda do avião antes de desaparecer, acrescentaram.
Parentes dos passageiros viajarão entre este domingo e segunda-feira (10) para Kuala Lumpur, a capital da Malásia, onde serão assistidos diretamente pela companhia aérea.
A Malaysia Airlines ofereceu a viagem a cinco familiares de cada um dos passageiros que embarcaram no voo, e abriu hoje um sistema de registro em um hotel da capital chinesa, onde estão hospedados os próximos dos desaparecidos.
Passageiros investigados
Os serviços de segurança investigam a lista de passageiros do voo MH370 após descobrirem que pelo menos dois deles viajavam com passaportes falsos e haver suspeitas sobre a identidade de pelo menos outros dois.
"Estamos investigando a lista inteira de passageiros, não só desses quatro", disse Hishammuddin em entrevista coletiva no aeroporto de Kuala Lumpur. "Ao mesmo tempo nosso serviço de inteligência foi ativado e as unidades antiterroristas de todos os países relevantes foram informadas", acrescentou o ministro.
A agência oficial chinesa Xinhua informou neste domingo que um cidadão chinês também não estava no avião, como havia sido relatado anteriormente.
O homem assegura que nunca teve seu passaporte roubado ou perdido, embora o número de seu documento estivesse na lista de passageiros, com um novo nome.
As autoridades da Malásia começaram a analisar neste domingo as imagens do circuito fechado de televisão (CFTV) do aeroporto em que os dois passageiros que utilizaram passaportes roubados para embarcar no avião de Malaysia Airlines, desaparecido desde sábado, são vistos.
 imagens do circuito interno de segurança do aeroporto foram colocadas à disposição dos investigadores. O objetivo é identificar os passageiros que embarcaram com passaportes roubados. “Temos imagens desde a zona de registro até a de embarque e saídas”, disse o diretor-geral do departamento de Aviação Civil, Azharuddin Abdul Rahman.
Apoio internacional
O Conselho Nacional de Segurança do Transporte dos Estados Unidos (NTSB) informou neste domingo que enviou uma equipe de especialistas à Ásia para ajudar a investigar o desaparecimento.
Em comunicado o NTSB informou que a equipe viajou na noite de sábado, acompanhado de “assessores técnicos” da Boeing, fabricante do avião, e da Administração Federal de Aviação americana (FDA).
O FBI também enviará agentes à Malásia para ajudar na investigação, informou uma fonte oficial americana ao canal “CNN”.
O FBI participa da investigação porque viajavam cidadãos americanos a bordo do voo MH370 (três, segundo a companhia aérea) e não descarta o terrorismo nem nenhuma outra causa.
Mancha de óleo
Hishammuddin confirmou a presença de manchas de óleo no mar entre Malásia e Vietnã, mas ressaltou que, por enquanto, não foi encontrado nenhum destroço da aeronave.
Um avião do Vietnã avistou no sábado (8) à tarde duas manchas de óleo ao sul de Tho Chu que seria compatível com o resíduo que o carburante do avião desaparecido deixaria.
Nas tarefas de busca e resgate participam 22 aviões e 40 embarcações de Malásia, Vietnã, Cingapura e Indonésia.
As autoridades chinesas enviaram dois navios de guerra e um civil para ajudar na busca e no resgate.

fonte/G1

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