quinta-feira, 23 de setembro de 2010

AVIÃO DA TACV RETORNA PÓS DECLARAR EMERGÊNCIA NA CIDADE DA PRAIA

TACV Boeing 757Image via Wikipedia
Um Boeing 757-200 da companhia aérea de Cabo Verde TACV, registro D$-CBB, realizando o voo VR-6060, com destino a Lisboa e com 128 passageiros a bordo, retornou à Cidade da Praia, no dia 22,  após declarar emergência devido a uma despressurização, informou a empresa.

Segundo o diretor de operações de voo dos
Transportes Aéreos de Cabo Verde (TACV), Eduíno Moniz, a despressurização no Boeing 757 aconteceu  pouco depois de atingir a altitude de 30 mil pés  e levou o comandante da aeronave a tomar as medidas de segurança para realizar um pouso seguro.

fonte/AvHerald
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FAB INVESTIGA ACIDENTE COM HELICÓPTERO EM RESERVA YANOMANI


As vítimas do acidente ao chegarem ao Pronto-Socorro Francisco Elesbão

A queda do helicóptero HB 350, prefixo PTHLD, da empresa JVC, na terra indígena Yanomami, é investigada pelo Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes (Seripa), da Força Aérea Brasileira (FAB), sediado em Manaus (AM).

A aeronave era utilizada pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e caiu anteontem quando levantava voo com três servidores terceirizados que trabalham para a autarquia federal e dois pilotos. Ninguém ficou ferido com gravidade.

De acordo com o comandante de Base Aérea de Boa Vista, coronel-aviador Waldir Almeida, técnicos do Seripa chegaram na madrugada de ontem a Boa Vista e já de manhã se deslocaram para Surucucu, na terra Yanomami, onde ocorreu o acidente.

As informações colhidas no local subsidiarão o relatório, que, por sua vez, apontará as causas do acidente. Não há data de quando o documento será concluído.

Segundo José Gomes Peixoto, chefe da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) em Roraima, a instituição também vai enviar uma equipe da Divisão de Aeronavegabilidade ao local do acidente aéreo, para acompanhar as investigações. A aeronave continua na reserva indígena.

O helicóptero estava na comunidade indígena Imeteú e se preparava para voltar ao polo-base de Surucucu, que dá suporte a todas as malocas da região.  Após a decolagem, quando já estava a aproximadamente 30 metros de altura, a aeronave não respondeu aos comandos do piloto e caiu bruscamente. Um dos pilotos, que não se feriu, ficou na reserva para cuidar da remoção da aeronave.

O outro piloto e os três profissionais de saúde da Missão Caiuá - Marcelo Augusto, Fabiane Tobias e Deusilene Nunes - foram trazidos para Boa Vista em um monomotor da empresa que foi enviado ao local para fazer o resgate das vítimas. Eles foram medicados e passam bem.

A JVC informou que está oferecendo todo o suporte às vítimas, assim como a Funasa. Disse que enviaria outra aeronave ao polo de Surucucu, para que os indígenas não fiquem desassistidos de transporte aéreo. O helicóptero tinha passado por uma revisão há 20 dias. 

fonte/foto/JornalBoaVista
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POLÍCIA FEDERAL APREENDE AVIÃO DO PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE CONTAS DO AMAPÁ

Avião executivo foi apreendido em Belo Horizonte (MG). Foto: Polícia Federal/Divulgação

A Polícia Federal (PF) apreendeu na última segunda-feira um jato executivo do presidente do Tribunal de Contas do Estado do Amapá (TCE-AP), José Júlio de Miranda Coelho, preso no dia 10 de setembro durante a Operação Mãos Limpas. Segundo a PF, Coelho vinha tentando ocultar a aeronave, um Cessna Citation, das autoridades. O avião estavam em um hangar do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte (MG), e foi apreendido com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ). As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Além da aeronave, a Polícia Federal já havia apreendido cinco carros importados pertencentes ao precidente do TCE-AP, incluindo um Maserati e uma Ferrari, além de dinheiro e joias. Documentos apreendidos pela PF mostram que o tribunal funcionava como um "bunker" da quadrilha, desmantelada na operação, que seria integrada pelo governador Pedro Paulo Dias (PP), pelo ex-governador Waldez Góes (PDT), políticos, empresários e altos dirigentes do Estado. O TCE-AP, segundo a PF, aprovava contas viciadas, convalidava licitações fraudulentas e legitimava o esquema de corrupção espalhado pelos vários setores da máquina pública.

O caso
A Operação Mãos Limpas, da Polícia Federal, investiga um esquema de desvio de recursos que envolveria o governador do Amapá, Pedro Paulo Dias, o ex-governador do Estado Waldez Góes, o ex-secretário de Educação José Adauto Santos Bitencourt, o empresário Alexandre Gomes de Albuquerque e mais 12 pessoas.

A polícia constatou que a maioria dos contratos administrativos firmados pela Secretaria de Educação beneficiavam empresas selecionadas. Apenas uma empresa de segurança e vigilância privada manteve contrato emergencial por três anos com a Secretaria de Educação, com fatura mensal superior a R$ 2,5 milhões e com evidências de que parte do valor retornava, sob forma de propina, aos envolvidos.

Foram identificados também desvios de recursos no Tribunal de Contas do Estado do Amapá, na Assembleia Legislativa, na Prefeitura de Macapá, nas Secretarias de Estado de Justiça e Segurança Pública, de Saúde, de Inclusão e Mobilização Social, de Desporto e Lazer e no Instituto de Administração Penitenciária.

Os envolvidos são investigados pelas práticas de crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, advocacia administrativa, ocultação de bens e valores, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, tráfico de influência, formação de quadrilha, entre outros crimes conexos.

fonte/Terra/Foto/PF
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