sábado, 26 de novembro de 2011

UM AIRBUS A340 DA AEROLÍNEAS ARGENTINAS QUASE SE CHOCA COM BOEING DA AA NOS ESTADOS UNIDOS NO DIA 18 DE AGOSTO





Poucas pessoas sabiam, mas no dia 18 de agosto, um Airbus da Aerolineas Argentinas e um Boeing da American Airlines, estavam prestes a colidir no céu da Flórida, EUA. 
 
 Segundo pesquisa da CBS, o impacto foi frustrado por um milagre e é atribuído a manobra do  pobre piloto argentino.


O site da CBS reproduz imagens da torre de controle e  a voz do controlador pode ser ouvido pedindo ao Airlines piloto de cancelar a sua manobra de pouso e subir para 3.000 pés (1.000 metros), mas o comandante da aeronave demora para reagir . Toda a manobra ocorre em segundos.

A gravação de áudio e vídeo do incidente foi divulgado pelo Federal Aviation Administration EUA
a pedido da CBS.


"Argentina 1302-diz o controlador de tráfego aéreo, vire a direita, senhor ..... vire à direita, tráfego na final na pista paralela. "


Apesar destas advertências, as imagens de radar mostram os dois pontos, representando duas aeronaves de grande porte e cerca de 430 passageiros a bordo, quase misturar em um só.

O incidente é conhecido dentro do círculo fechado dos controladores do tráfego aéreo na NMAC por sua sigla em Inglês, "uma colisão no ar perto" ou colisão perto no ar.

"Flight 1302-repete na fita, não desça, manter os 3.000 pés, senhor, mantenha 3000 e vire à direita".

O Airbus 340 da Aerolineas Argentinas não fez a curva que tinha que fazer e passou por cima do Boeing 737 da AA que estava pousando.

"Eu preciso de você mantenha 3.000 (pés), senhor, para dizer ao piloto do Airbus argentino para s e curvar e manter 3.000 pés. Nós cancelamos sua autorização para aproximação.

A voz na fita é de Molly Welsh. "No meio do "incidente" ela ainda está falando sem parar e não para de trabalha, disse  depois de Molly, uma veterana com 23 anos na torre de controle. "Eu tentei pedir-lhe que imediatamente voltasse ao seu rumo, aí percebi que era tarde demais para isso."

A cerca de 3.000 pés o Airbus 340 passou ao largo da pista 9 e ainda está voando em outro curso que leva a 8 L, localizado a cerca de 1,6 km. de distância. Então o Airbus voou de encontro ao Boeing 737 que estava pousando na 8 L.

Foi a voz de Moly e suas instruções que impediram que as duas aeronaves se chocassem, evitando um desastre por 274 metros de distância. "Primeiro eu disse, 'Oh não". Então, instintivamente eu fiz algo com a esperança de mantê-los longe, basicamente ", disse ela.

Sem uma ação para separar o Airbus no último segundo, a Aerolineas Argentinas teria descido um  acima do avião da American Airlines. "Eles estavam um em cima do outro, disse Moly.

De acordo com um relatório do Congresso dos EUA lançado em outubro, graves erros operacionais de companhias aéreas triplicaram nos últimos três anos naquele país.
 
fonte/CBS/ElClarin/vídeo/CBS
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CORPO DE PILOTO QUE CAIU EM TERRAS YANOMAMI É RESGATADO

Equipe de Salvamento Aéreo de Resgate (SAR) da Força Aérea Brasileira (FAB) resgatou o corpo do piloto Paulo Rogério dos Santos, 39, que desapareceu na última terça-feira, 22, nas proximidades do rio Mucajaí, na terra indígena Yanomami. A aeronave foi localizada às 11h40 deste sábado, numa área de mata fechada, que fica a oito milhas do Baixo Mucajaí.

O resgate foi feito por militares da SAR que retiraram o corpo das ferragens da aeronave modelo Cessna 210 L, de propriedade da empresa Paramazonia. O piloto estava morto e preso no cinto de segurança do avião que caiu de bico na mata fechada. A localização foi feita devido a sinais do radar e de observação área da equipe de salvamento.

O corpo do piloto chegou por volta das 14h na pista da Base Aérea de Boa Vista e a Folha acompanhou o momento da chegada até a entrega aos agentes do Instituto Médico Legal (IML) por volta das 15h.

fonte/FolhaBoaVista
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MONOMOTOR CIRRUS CAI EM DIVINÓPOLIS, MINAS GERAIS


Sábado, 26 de novembro de 2011 - 15h 45 - Atualizado as 16h 34 - Por: Dácio Fernandes

Segundo informações, um acidente aéreo no início da tarde deste de sabádo causou a morte dos dois ocupantes da aeronave.

O acidente ocorreu na comunidade rural de Angicos, equipes do Corpo de Bombeiros já estão no local para resgate dos corpos.

Apesar de muita chuva no momento do acidente, as causas da queda ainda são desconhecidas.

A reportagem da Gazeta do Oeste também está no local  apurando as causas do acidente.
 
Segundo informações, ainda não confirmadas, a aeronave Cirrus prefixo PR LJL decolou no início da manhã  do aeroporto Carlos Prates com destinho a Piumhi, sendo que poucos minutos depois perdeu o contato com a torre de controle.

Foi feito um contato do aeroporto Carlos Prates com o aeroporto de Divinópolis, procurando informações sobre algum contato com a aeronave ou até mesmo uma aterrissagem na região.

fonte/GazetaDoOeste

Últimas informações

A queda do monomotor PR LJL em Angicos, zona rural de Carmo do Cajuru, causou a morte dos dois ocupantes da aeronave, o piloto Lício José Lopes e Roselayne Elizabeth Soares. Lício era empresário e dono de pousadas em Ouro Preto.

fonte/G37

FILHO DE PILOTO PEDE AMPLIAÇÃO DE BUSCAS

  

Ruan Negreiros Santos critica a demora para que sejam autorizadas as buscas por terra
ANDREZZA TRAJANO


A família do piloto Paulo Rogério dos Santos, 39, que desapareceu na última terça-feira, 22, após relatar pane na aeronave de pequeno porte da empresa Paramazônia Táxi Aéreo que conduzia, pede que as buscas sejam feitas também por via terrestre. O filho dele, Ruan Negreiros Santos, 22, esteve ontem na redação da Folha quando relatou o drama vivido em casa.  

A Força Aérea Brasileira (FAB) ainda não localizou sinais do avião Cessna 210 L, que desapareceu nas proximidades do rio Mucajaí, na terra indígena Yanomami. A aeronave deixou professores na comunidade Halikatou, na região Palimiú, e sumiu quando retornava para Boa Vista. Santos era o único ocupante.

As buscas são feitas pelo Salvaero de Manaus (AM), com o uso de um helicóptero H-60 Black Hawk e um avião SC-105 Amazonas (especializado em busca e salvamento). As buscas iniciaram no dia seguinte nas imediações da área onde foi narrada a pane.


Imagem da mata fechada feita pelos militares do helicóptero H-60 Black Hawk durante as buscas

Segundo Ruan Negreiros Santos, seu pai informou via rádio, por volta das 14h, a um piloto da TAM e a um amigo piloto, que conduzia outro avião pequeno nas proximidades, que estava com problemas e faria um pouso de emergência. Ele tentava chegar ao Baixo Mucajaí, onde há uma pista de pouso.

“Ele passou a primeira coordenada de onde estava, logo que percebeu a pane. Cerca de 40 segundos depois, ele passou a segunda coordenada, quando o motor parou e o avião já estava caindo”, relatou.

Ruan disse que seu pai ainda conversou com o amigo piloto por aproximadamente um minuto e meio até o contato ser interrompido, sendo este o possível momento da queda. “Depois de passar as coordenadas, meu pai dizia que estava ‘caindo, caindo, caindo’ até nosso amigo não ouvir mais nada”, contou.

Ele disse para a reportagem que 20 minutos depois, esse piloto foi até a área provável da queda e não viu nenhuma fumaça que pudesse indicar uma explosão. Ruan acompanhou as buscas na quinta-feira, 24, em um helicóptero da Paramazônia pilotado por um dos proprietários da empresa, Arthur Barros.

O filho do piloto acredita que, por a região ser de mata fechada, será ‘impossível’ encontrar sinais da aeronave apenas sobrevoando. Ele quer que as buscas sejam feitas também por terra. O 7º Batalhão de Infantaria de Selva e o Corpo de Bombeiros já disponibilizaram equipes especialistas em busca na mata para auxiliar no resgate por terra, caso a Força Aérea Brasileira solicite.

“Conversei com vários pilotos e eles me explicaram que pelo tempo de conversa do meu pai pelo rádio até a queda, o avião sem motor não percorreu mais de 6 km. Além disso, nós vimos vários galhos quebrados, meu pai está ali, eu sei. Só que para a Aeronáutica iniciar as buscas via terrestre só interessa se eles encontrarem vestígios do avião”, lamentou.

Apenas o H-60 Black Hawk da FAB tem condições de transportar grupos de resgate até a área da pane relatada pelo piloto. Os helicópteros da Paramazônia são de pequeno porte. “Eu só peço que a FAB transporte os bombeiros e os militares do Exército até lá, para eles possam descer de rapel e abrir a picada para o helicóptero da FAB pousar. Não dá para esperar mais, já se passaram vários dias, meu pai está precisando de ajuda. Hoje [ontem] o Black Hawk não ajudou nas buscas, ficou parado o dia inteiro lá na Base Aérea de Boa Vista. Que resgate é esse?”, indagou, emocionado.

Ruan Santos já pediu ajuda ao governador em exercício, Chico Rodrigues, e a diversos parlamentares federais para que intercedam junto ao comando da Aeronáutica. “Eles tentaram, porém não obtiveram sucesso”, criticou.

“Os próprios pilotos da FAB disseram que existe 90% de chance de meu pai estar no local onde vimos os galhos quebrados, mas que não podem descer nem transportar outros grupos de resgate enquanto não receberem autorização de seus superiores. A desculpa das autoridades da Aeronáutica é que os militares podem se perder na mata, porque não há vestígios suficientes do avião para fazer a busca por terra. Mas como pode uma equipe especialista em resgate na mata se perder?”, indagou outra vez, revoltado.

Anteontem, cinco funcionários da Fundação Nacional do Índio entraram na mata por conta própria para fazer a busca. Índios Yanomami, da região Palimiú, auxiliam, mas a previsão é que só cheguem amanhã ao local da possível queda.

“Um índio caçador ouviu o barulho de um avião caindo e desde que soubemos que se tratava do Paulinho [piloto Paulo Santos], começamos a fazer as buscas. Ele é muito querido pelo povo Yanomami. Estamos preocupados, rezando por ele”, disse o líder indígena Dário Yanomami.

FAB – Procurada pela Folha, a assessoria de comunicação da Força Aérea Brasileira informou que “as buscas por terra serão procedidas assim que houver melhores indícios da localização da aeronave”.  
fonte/FolhaBoaVista/foto/Antonio Diniz
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