sábado, 21 de novembro de 2009

FIDAE 2010 - CHILE


POUSO DE MERGÊNCIA EM KANSAS, EUA

 
 
Um passageiro sofreu ferimentos leves quando um MD-80 que levava 125 pessoas fez um pouso de emergência em Kansas, depois de perder um motor.

Allegiant porta-voz da Air Sabrina, LoPiccolo, disse que o voo partiu de Pittsburgh, na Pensilvânia para Laughlin, Nevada, na noite de ontem e havia pousado em Mid-Continent Airport, em Wichita para reabastecer.

LoPiccolo informou que o avião tinha retomado o seu voo, quando os passageiros ouviram um grande estrondo em cerca de 15.000 pés, o piloto voltou para Wichita.

"Os funcionários acreditam que o motor esquerdo falhou" LoPiccolo diz que não houve indicação de um incêndio.
 
fonte/winonadailynews.com/Aeroblog

ULTRALEVE CASEIRO CAI NO MAR NA PRAIA DE PARIPE, BAHIA

Num episódio que lembrou as peripécias do pioneiro da aviação Santos Dumont, no início do século XX, dois moradores do Subúrbio Ferroviário de Salvador sofreram um acidente, às 17h30 deste domingo, quando faziam um voo de teste num ultraleve monomotor, modelo anfíbio, construído em fundo de quintal.
O eletricista Adriano Kartnei, 32 anos, dono da aeronave, e o vigilante Carlos Ferreira Santos, 38, chegaram a sobrevoar cerca de dois metros acima da água, a aproximadamente 300 metros da praia de Periperi, quando o ultraleve pendeu para o lado esquerdo, bateu uma das asas na superfície da água e caiu de bico.
Os dois foram resgatados por pescadores e encaminhados para o Hospital João Batista Caribé. Adriano saiu ileso e Carlos sofreu ferimentos leves. Eles deixaram o hospital após atendimento.
"Tínhamos consertado (a aeronave) e estávamos testando os comandos", relatou Adriano, o "comandante" do projeto. "Tínhamos flutuado mais ou menos da altura de uma porta, mas ventava muito e batemos com a asa esquerda na água“, contou. “Comprei esse ultraleve há cerca de seis anos de um engenheiro, já morto, que o construiu. Não é um avião, é um ultraleve feito no quintal“, conta o aprendiz de Santos Dumont, que diz ter sido campeão de um concurso de aeroplanos em 2007.
Ele apelidou a aeronave, de prefixo PU-DAS, motor rotax 100 HP, de Jaburu. "É o nome de uma ave que voa perto da água", explica. Carlos, o companheiro de Adriano, disse que fazia o voo por "curtição". “Fiquei muito assustado na hora, pensei que estava morto”, disse. “Já sofri uns quatro acidentes como esse, mas ainda vou comprar meu avião“, contou.
De acordo com o suboficial Paulo Bondan, do 2º Serviço de Investigação da Aeronáutica (SERIPA-2), que inclui Bahia, voar sem permissão não é crime, mas uma contravenção penal, conforme legislação da Aeronáutica aplicada pela ANAC. “O  que agente alerta é que  outras  pessoas não façam isso”.

fonte/ATardeOnLine

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