terça-feira, 13 de outubro de 2009

EMBRAER MONTA FÁBRICA DE MÓVEIS PARA SEUS AVIÕES

A Embraer decidiu se especializar na produção do interior dos seus aviões. Atualmente, 100% do interior dos jatos executivos Phenom é produzido no Brasil, na fábrica de móveis da empresa, em Gavião Peixoto (SP). O Legacy 600, que até pouco tempo era totalmente feito nos Estados Unidos, teve 70% do seu interior transferido para a Embraer, dentro da estratégia da empresa de desenvolvimento desse "know how" no país.

O envolvimento crescente da Embraer no desenvolvimento do interior de suas aeronaves tem uma explicação: trata-se de uma atividade estratégica, especialmente no segmento executivo, onde tudo é feito de maneira personalizada, de acordo com o gosto do cliente. " Esse conhecimento de como projetar o interior da aeronave é crucial para o sucesso de uma empresa na aviação executiva " , disse o diretor Inteligência de Mercado da Aviação Executiva da Embraer, Cláudio Galdo Camelier .

"A primeira coisa que o cliente quer ver no avião não é o seu alcance ou o seu custo de operação, itens que logicamente são levados em conta no processo de compra, mas o seu interior e detalhes como cores e decoração interna, significam muito pra ele" , explica um executivo da Embraer.

Em Gavião Peixoto, a Embraer centralizou a fabricação de móveis e a montagem do interior dos jatos da linha executiva. Para 2009, segundo Camelier, a expectativa é produzir 110 conjuntos de interiores de jatos executivos. Em 2008, foram produzidos 100. A Embraer conta com um total de 800 pedidos firmes dos jatos Phenom 100 e Phenom 300. A previsão da empresa é a de entregar este ano em torno de 117 jatos executivos, sendo 17 dos modelos Legacy 600 e Lineage 1000.

A Embraer também conta com a ajuda de parceiros para fazer o interior dos seus aviões. A BMW Group DesignworksUSA faz a parte de design do interior dos jatos executivos e a C D Interiors, que tem fábrica em São José dos Campos, fornece as divisórias, painéis laterais, revestimento e piso da linha de jatos comerciais. O grupo americano The Nordam fornece parte do interior do Legacy 600.

Além da montagem final dos interiores, a Embraer também produz mesas, divãs, sofás e Galley em sua fábrica de móveis de Gavião Peixoto. Teto e revestimento são contratados de fora, assim como os assentos, fornecidos por empresas estrangeiras.

Os novos jatos Legacy 500 e Legacy 450, que entram em operação comercial em 2012 e 2013, respectivamente, também já estão programados para serem montados nessa fábrica. Para fazer o interior dos dois jatos 190 presidencial, porém, a Embraer contratou a empresa americana De Crane, a mesma que faz o interior do jato Lineage 1000.

A montagem das duas aeronaves aconteceu na fábrica de São José dos Campos. A configuração interna das aeronaves foi acertada conjuntamente entre a presidência e a Força Aérea Brasileira (FAB), segundo informou a Embraer. O interior do 190 presidencial, perto do sofisticado Airbus-A319, utilizado nas rotas intercontinentais do presidente Lula, é bastante simples, mas funcional.

Possui 36 assentos, do mesmo tipo oferecido na classe executiva, todos nas cores azul, da FAB. A assessoria direta do presidente conta com 11 poltronas. Na cabine reservada, ficam o gabinete de trabalho, uma suíte com cama de casal, chuveiro e saleta com terminal de vídeo.

fonte/Valor Online/O Globo

DIRETOR DE INVESTIGAÇÃO FRANCÊS DO VOO AF447 DEIXA O POSTO

O homem que dirigia o Escritório de Investigações e Análises para a Aviação Civil (BEA), da França, Paul-Louis Arslanian, não comanda mais a tarefa de elucidar a tragédia do voo Air France 447. No momento em que as críticas ao trabalho de apuração que comandava eram mais veementes, o engenheiro anunciou sua aposentadoria. Em seu lugar, caberá ao também engenheiro Jean-Paul Troadec, de 60 anos, explicar o acidente com a aeronave que fazia a rota Rio-Paris, em 31 de maio, assim como as 228 mortes causadas pela queda.

A substituição foi anunciada em uma discreta nota oficial publicada no site do BEA. Em breves dois parágrafos, o texto informa apenas que Paul-Louis Arslanian aposenta-se, mas "continuará a colaborar com o BEA, a pedido de Dominique Bussereau, secretário de Estado dos Transportes".

A mudança no órgão francês veio à tona no momento em que as críticas ao trabalho de investigação das causas do acidente com o voo AF 447 são mais fortes. Desde seu primeiro pronunciamento após o acidente, Arslanian previu uma investigação "longa e difícil" e minimizou a importância do congelamento dos pitots - sondas cujos dados são essenciais para orientar a tripulação e os sistemas eletrônicos de navegação.

Em julho, quando da publicação do primeiro relatório parcial sobre o acidente, seu assessor imediato, Alain Bouillard, chefe de investigações do BEA, definiu os pitots como "um elemento, mas não a causa" da queda.

Essa versão acabou enfraquecida por sucessivas decisões técnicas tomadas na Europa e nos Estados Unidos pelos órgãos de segurança da aviação civil, que proibiram o uso dos pitots fabricados pela Thales Avionics - medidas que reforçaram as suspeitas sobre a eficiência das peças.

No último dia 4, um estudo produzido por dois pilotos veteranos, Gérard Arnoux, também presidente do Sindicato de Pilotos da Air France, e Henri Marnet-Cornus, apontaram as falhas dos pitots como a única origem do acidente do Airbus A330.

A acusação, que recebeu destaque na mídia francesa, também recriminava os órgãos de aviação civil por não terem tomado providências diante das falhas, recorrentes desde 2008, dos sensores feitos pela Thales Avionics.

No dia seguinte, a aposentadoria de Arslanian foi decidida. O Estado tentou em vão entrevistá-lo em diferentes oportunidades. Em seu lugar, a porta-voz do BEA, Marine Del Bono, respondeu ontem que as críticas e a substituição no comando do órgão não têm relação. "Não existe vínculo algum entre a decisão de Arslanian e o acidente. A lei francesa autoriza a aposentadoria aos 65 anos, idade que ele alcançou", justificou, reiterando: "O secretário dos Transportes pediu que ele continue colaborando nas investigações."

Especialistas do site de aviação Eurocockpit afirmam que Arslanian foi afastado das funções. Já Gérard Arnoux, um dos maiores críticos ao trabalho do BEA, não é tão taxativo. "Talvez ele tivesse o direito de continuar a trabalhar após atingir os 65 anos. E talvez alguém não tenha desejado isso", disse.

fonte/O Estado de S. Paulo

APÓS APROVAÇÃO DOS EUA, SKYHAWK NEOZELANDESES SERÃO VENDIDOS


A ‘novela’ da venda dos 17 Skyhawk da Força Aérea da Nova Zelândia, desativados desde 2001, está perto de um final. A companhia privada ATAC, com sede nos EUA, vem negociando a aquisição destas aeronaves faz algum tempo. O negócio esbarrou no governo dos EUA.

Três diferentes órgãos federais tiveram que avaliar a negociação e emitir um parecer favorável para a venda. O congresso norte-americano e a agência para a regularização de álcool, armas e tabaco já haviam emitido um parecer favorável. Faltava apenas o Departamento de Estado, que aprovou a venda na semana passada.

Juntamente com os Skyhawk serão adquiridos 17 jatos Aermacchi MB339 de treinamento avançado.

Segundo Wayne Mapp, Ministro da Defesa da Nova Zelândia, a conclusão da venda deve ocorrer nos próximos meses. O negócio está avaliado em 115 milhões de dólares.

Os novos donos arcarão com as despesas de inspeção e a Nova Zelândia deverá entregá-los em condições de voo. Para isso, os Skyhawks deverão receber apenas alguns reparos que, segundo o próprio ministro, não representará grandes custos.

Assista o vídeo da TV neozelandesa 3news clicando na imagem abaixo

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fonte/New Zealand Herald/3news.co.nz

BRASILEIROS MODERNIZAM C-130 DA LÍBIA EM PORTUGAL

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A missão de Frederico Nogueira e mais 14 profissionais brasileiros em Lisboa, capital de Portugal, é cuidar da reforma e manutenção de aviões militares da Líbia. O grupo é cooperado da Cooperativa de Trabalho do Vale do Paraíba (Valecoop), com sede em São José dos Campos, no interior de São Paulo, que presta serviços aeroespaciais para o mundo todo e fechou contrato com a Indústria Aeronáutica de Portugal (Ogma) em 2007.

“Nosso escritório (da Valecoop) fica no Brasil. A Ogma é um cliente nosso, mas trabalhamos lá dentro com o uniforme dela e todo o suporte da empresa”, disse Nogueira à ANBA. “Inicialmente era uma missão de seis meses, mas o contrato foi renovado porque muitas peças são importadas dos Estados Unidos e cada avião leva em média seis meses para ficar pronto”, explicou.

Segundo Nogueira, três aviões já foram entregues totalmente reformados. “Agora estamos trabalhando na quarta aeronave. São aviões cargueiros, do modelo Hercules C-130″, disse. A Ogma é certificada pela Lockheed Martin, empresa norte-americana fabricante de produtos aeroespaciais, como centro autorizado para a manutenção do modelo. Ela possui capacidade de intervenção para todos os níveis de manutenção, reparação, revisão geral da aeronave, assim como dos seus motores e acessórios.

Além da reforma e manutenção dos aviões, o brasileiro foi um dos responsáveis pelo treinamento de 15 militares líbios - entre soldados, tenentes, sargentos e generais, ao longo de seis meses. “Eles acompanharam de perto o dia-a-dia do nosso trabalho e participaram de um curso básico de manutenção de aeronaves. Foi uma experiência bastante positiva. Inclusive até fui convidado para trabalhar na Líbia”, diz.

Aviões, carros, motos e motores sempre foram a grande paixão de Nogueira. Como nasceu em José dos Campos, ainda bastante jovem foi buscar uma oportunidade de emprego e aprendizado na Embraer, onde trabalhou por 10 anos. A Embraer é hoje, aliás, uma das proprietárias da portuguesa Ogma. “Entrei lá como aprendiz, fiz o curso técnico em Mecânica para Manutenção de Aeronaves no Senai e cursei Faculdade de Gestão em Comércio Exterior na Universidade Paulista (Unip)”, conta.

Em 2006, o mecânico decidiu viajar para o exterior para estudar inglês e buscar novas experiências profissionais. O destino escolhido foi a Nova Zelândia. Depois de bater em muitas portas, conseguiu trabalho como ajudante de mecânico numa oficina de motos. “Fiquei realizado porque sempre fui apaixonado por motos e cheguei a participar de muitas competições no Brasil”, afirma.

Nogueira aprendeu a dirigir motos com o irmão mais velho, aos 11 anos de idade. Participou da primeira competição aos 17 anos e foi campeão paulista de Cross Country em 1999.

Na volta ao Brasil, em 2007, o mecânico trabalhou na companhia aérea TAM por três meses. “Saí depois de aceitar o convite para trabalhar em Lisboa”, diz. O contrato com a empresa portuguesa acaba em dezembro. No começo de 2010, Nogueira precisa definir se volta para o Brasil ou se tenta uma nova oportunidade na Europa ou quem sabe num país árabe. “Hoje me sinto como um jogador de futebol. Vou trabalhar onde receber a melhor proposta”, afirma.

A Valecoop e Ogma

A Valecoop presta serviços aeronáuticos para o mundo todo e representa profissionais especializados no desenvolvimento de soluções, manufatura, integração e manutenção de produtos de tecnologia aeroespacial. As principais competências da empresa são engenharia e desenvolvimento, fabricação aeronáutica, manutenção de aeronaves, instrução e treinamento.

A Ogma foi fundada em 1918 e é um das mais antigas companhias de aviação do mundo. Ela fabrica e faz manutenção de aeronaves. A empresa foi privatizada em 2003 e duplicou o volume de negócios nos três anos seguintes. Hoje o governo português detém apenas um terço do capital da empresa e a brasileira Embraer é proprietária majoritária da companhia, com 65% do capital da empresa.

A Ogma trabalha tanto com o mercado de aviação civil como militar. Além disso, a empresa é um centro de manutenção autorizado para os produtos de diversos fabricantes, como a Lockheed Martin, a Embraer, a Rolls-royce e a Turbomeca.

fonte/foto/ANBA - Agência de notícias Brasil-Árabe

EMBRAER VENDEU TRÊS JATOS USADOS PARA COMPANHIA AÉREA DE ANGOLA

A fabricante brasileira Embraer anunciou hoje a venda de três aviões usados à empresa Serviços Executivos Aéreos de Angola (SEAA).

A operação incluiu a venda de modelos ERJ 135 e 145, com 37 e 50 assentos, respectivamente, à nova companhia africana que opera em rotas domésticas, salientou a empresa em comunicado.

“Temos a satisfação de dar as boas vindas à SEAA e à crescente família de operadores que optaram por adquirir aeronaves usadas da Embraer”, afirmou o director da fabricante, Mark Dunnachie.

“Esperamos cultivar uma longa e amistosa relação e temos certeza que nossos jactos regionais terão óptimo desempenho com este novo cliente africano”, disse.

Os três aviões terão como base o aeroporto de Lubango, operando rotas para Luanda, Cabinda, Ondjiva e Saurimo.

“Estamos felizes com a conclusão desta primeira compra de jactos regionais da Embraer para apoiar o início das nossas operações”, afirmou o proprietário da SEAA, Silvestre Tulumba Kapose, citado no comunicado.

Em Julho deste ano, a Embraer lançou a primeira pedra de duas fábricas que a empresa planeia construir em Évora, com início das operações previsto para 2012.

A Embraer é, em consórcio com a EADS, o maior accionista da portuguesa OGMA, detendo ambos 65% do capital daquela empresa portuguesa.

O Estado português detém os restantes 35% da OGMA, através da holding Empordef.

fonte/ OJE/Lusa

LAM UTILIZARÁ EMBRAER 190 ENTRE MAPUTO E LUANDA

A companhia Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) inicia voos para a capital angolana, Luanda, a partir de 16 de Novembro, refere um comunicado de imprensa da companhia moçambicana de bandeira.

Os voos da LAM entre Maputo e Luanda serão efectuados duas vezes por semana, às segundas e sextas-feiras, e serão realizados com os aviões EMBRAER, recentemente comprados no Brasil.

“Os voos serão efectuados, numa primeira fase, pela companhia moçambicana, com as modernas aeronaves do tipo EMBRAER 190, com capacidade para transportar 93 passageiros”, indica a nota.

No âmbito do acordo estabelecido a TAAG (transportadora aérea angolana) irá comercializar os referidos voos encaminhando os seus passageiros para a LAM, adianta o comunicado.

A crescente presença de empresas portuguesas do sector de construção civil em Moçambique e Angola, e a dinâmica de construção civil e obras públicas em Angola deverão ser factores de dinamização dos voos entre as duas capitais.

fonte/Diário Digital/foto/divulgação

CENTRO DE ESTUDOS AERONÁUTICOS (CEA) DA UFNG APRESENTA SEU PRIMEIRO AVIÃO DE ACROBACIAS


Mehari

Você é daqueles que têm medo de avião? Se decolar e pousar já lhe provoca um frio na barriga, é melhor se preparar para as piruetas, loopings e rasantes que a aeronave CEA-309 Mehari realizará em seu lançamento oficial nesta quarta-feira, dia 14 de outubro, a partir de 16h, no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), localizado no Aeroporto da Pampulha.

Projetado e construído pelo Centro de Estudos Aeronáuticos (CEA) da UFMG, o Mehari é o primeiro avião brasileiro capaz de voar na chamada classe ilimitada, a categoria mais elevada das competições de acrobacias aéreas, algo similar ao que a Fórmula 1 representa para as corridas automobilísticas. O coordenador do projeto e professor de Engenharia Aeronáutica da UFMG Paulo Iscold explica que o Mehari foi projetado para executar manobras extremamente complexas, atingindo até 400º por segundo e 430 km/h. “É um protótipo desenvolvido para competições internacionais”, afirma.

Porém, para essa primeira apresentação, Iscold ressalta que a aeronave não voará no seu potencial máximo. “O Mehari está em uma fase de ensaios que chamamos de ‘abertura de envelope’. Nos primeiros voos de teste, eram impostos alguns limites, como velocidade, aceleração e manobras, e agora é hora de expandir esses valores”, diz o professor, esclarecendo que na etapa atual, de desenvolvimento do avião, esses limites são testados aos poucos.

O CEA-309 Mehari

O piloto e principal financiador do Mehari, Marcos Geraldi, afirma que a construção de um avião de categoria ilimitada é um processo complexo e dividido em diversas etapas. “Ainda falta muito para completarmos o projeto, mas estou bem confiante que alcançaremos nossas metas”, conta Geraldi, que, como piloto de testes, acompanha de perto a evolução do protótipo e sente os avanços do trabalho desenvolvido. Tanto que, em um voo de exibição realizado na pista do CEA em Conselheiro Lafaiete no dia 5 de outubro e acompanhado pela reportagem do BOLETIM, Marcos demonstrou toda a sua surpresa pelo sistema de comunicação assim que saiu do solo: “Vocês mexeram em alguma coisa no avião? Ele está voando bem melhor”.

Custo em queda livre

O projeto do Mehari – o avião recebeu esse nome em alusão a uma raça de camelos conhecida por sua grande resistência – teve início há cerca de seis anos, quando Paulo Iscold apresentou a Marcos Geraldi a proposta de construir um avião de categoria ilimitada com o custo operacional da categoria intermediária. “Minha primeira resposta foi: ‘Mas isso é impossível”, recorda o piloto. “Depois que ele me explicou melhor o projeto, eu achei a proposta interessante e resolvi financiá-la”.

Como a redução do custo operacional era uma das diretrizes do projeto, o uso de um motor de quatro cilindros no lugar do de seis, tradicionalmente utilizado em aeronaves de categoria ilimitada, permitiu que os gastos com o desenvolvimento do protótipo caíssem quase 70%. Além disso, a estrutura de fibra de carbono normalmente empregada nesse tipo de avião foi substituída por outros materiais como aço cromolibdênio e madeira freijó, reduzindo o custo sem prejudicar o desempenho.

Iscold (em pé), Rafael (à frente) e Geraldi: aeronave projetada para participar de competições internacionais - Foto: Igor Lage

O desenvolvimento da aeronave conta também com a participação dos alunos do curso de Engenharia Mecânica desde o início do projeto. Coordenados pelo professor Paulo Iscold e pelos outros membros do CEA, os alunos colaboram na concepção da aeronave realizando cálculos, fazendo desenhos e construindo sua estrutura. “A participação dos alunos é muito importante tanto para a formação acadêmica deles quanto para o andamento do projeto. Aqui, eles desenvolvem responsabilidade técnica, capacidade de administrar recursos e de trabalhar em equipe, senso de empreendedorismo e criatividade”, avalia Iscold.

Um dos principais colaboradores do projeto Mehari e professor substituto do curso de Engenharia Mecânica da UFMG, Antônio Rafael conta que ingressou no CEA em 2005, quando ainda era aluno de graduação. Desde então, acompanhou todos os voos de teste e participa ativamente do processo de aprimoramento do avião. “Participei da instalação do motor, da montagem e do acabamento. Nosso objetivo agora é completar 50 horas de ensaio e realizar pequenos ajustes para melhorar a performance”, antecipa.

O Centro de Estudos Aeronáuticos (CEA) da UFMG lança nesta quarta-feira, dia 14, o primeiro avião brasileiro enquadrado na chamada classe ilimitada, a mais elevada das competições de acrobacias aéreas.

O protótipo, batizado de Mehari, foi projetado para executar manobras extremamente complexas, atingindo até 400º por segundo e 430 quilômetros por hora. O voo de exibição será às 16h, no Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR), localizado no Aeroporto da Pampulha.

fonte/foto/Boletim da UFMG

EX-AEROMOÇA PROCESSA OPRAH WINFREY


A apresentadora de televisão americana Oprah Winfrey está sendo processada por uma ex-aeromoça de seu avião particular.

Corrine Gehris afirma que foi despedida por Winfrey, sob a falsa acusação de ter mantido relações sexuais com o piloto Terry Pansing, em pleno voo, enquanto Winfrey e os demais passageiros dormiam, depois de tomarem remédios para dormir.

Segundo a ex-assistente, a história inventada, que provocou sua demissão, foi responsabilidade do assistente de voo Myron Gooch e Kirby Bumpus, que é filha de Gayle King, amiga de Oprah.

De acordo com o site Hollyscoop, Gehris exige uma indenização por danos morais e prejuízos de US$75 mil. Ela processou a companhia Harpo, de Winfrey, assim como Myron Gooch e Kirby Bumpus.

fonte/Terra foto/ Getty Images

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