terça-feira, 29 de novembro de 2011

VÍDEO - RESULTADO DE UM BIRD STRIKE EM UM B737-400

AMERICAN AIRLINES ANUNCIA CONCORDATA NOS ESTADOS UNIDOS

English: A newer model American Airlines Airbu...Image via Wikipedia
A companhia aérea American Airlines e sua casa matriz, o holding AMR, anunciaram nesta terça-feira, nos Estados Unidos, ter recorrido à lei de concordata, mas manterá suas operações normalmente, graças a uma disponibilidade de caixa de US$ 4,1 bilhões em dinheiro.

Em um comunicado, a companhia aérea - cujo presidente executivo renunciante Gerard Arpey será substituído por Thomas Horton - explicou que a reorganização que será realizada, no âmbito do capítulo 11 da lei de falências americana, permitirá que reduza de forma duradoura seus custos operacionais, principalmente na questão salarial.

O anúncio ocorreu após a American Airlines ter se vangloriado, no mês passado, de ser uma das poucas grandes companhias dos Estados Unidos que não se declararam recentemente em bancarrota. No entanto, o mercado há muito acreditava que o grupo poderia ser ver obrigado a tal extremo por não poder obter de seus pilotos as concessões salariais necessárias para sanear suas contas.

Os pilotos da American Airlines afirmam ter contribuído muito de sua parte, fazendo importantes sacrifícios financeiros durante a crise anterior, em 2003, quando o grupo era líder mundial do setor.

— Temos de fazer frente a nossa estrutura de custas, incluindo os custos de nossos salários — explicou Thomas Horton, ex-diretor financeiro da American Airlines e que será encarregado da responsabilidade de impulsionar a recuperação depois da saída de seu antecessor, Gerard Arpey.

A American Airlines assegurou que continuará com seu funcionamento normal e que seus clientes continuarão recebendo os serviços aos quais estão acostumados. O grupo, que investiu muito dinheiro para renovar sua frota, no entanto, não disse nada sobre o destino da enorme ordem de compra de 460 aeronaves (260 Airbus A320 e 200 Boeing 737) anunciada em julho.

fonte/AFP/ZHora
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NOTA OFICIAL DA FAB - ESCLARECIMENTO SOBRE REPORTAGEM DA REVISTA ISTO É (ED.2194)

O Comando da Aeronáutica contesta o teor da reportagem "A Farra da FAB" da revista ISTOÉ, em sua última edição de número 2194, sobre supostas irregularidades na folha de pagamento do Comando da Aeronáutica. Dessa forma, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica (CECOMSAER) presta os seguintes esclarecimentos:
 
O Comando da Aeronáutica, ao longo do ano de 2011, vem atualizando as informações administrativas constantes da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) decorrentes do desligamento de militares da Aeronáutica. Essa atualização se dá através do envio de informações retificadoras ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O principal item em atualização é a inclusão da data de desligamento de ex-soldados.

Por meio das informações da RAIS, o MTE poderá atualizar ou inserir a data de desligamento, bem como qualquer outro dado relativo aos ex-soldados no Cadastro Nacional de Informações e Serviços (CNIS). É importante salientar que esse cadastro não proporciona qualquer efeito na elaboração da folha de pagamento da Aeronáutica.

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), por sua vez, destina-se a fornecer informações utilizadas pelo programa de seguro-desemprego, condição não aplicável aos militares. 

O ato administrativo que implica o imediato cancelamento do pagamento de remuneração (salário) de um militar da Aeronáutica é a publicação do seu desligamento do serviço ativo em boletim interno de sua organização militar, fato que a própria reportagem afirma ter ocorrido. 

No momento em que a reportagem acusa a Aeronáutica de desviar até R$ 3 bilhões a partir de apurações incompletas, em particular a ausência de informações contidas na RAIS, comete equívocos, mistura conceitos, apresenta deduções descontextualizadas e confunde o leitor, promovendo uma “farra de suposições”. 

Outro erro da reportagem foi confundir o conceito de “inativo” extraído do Sistema de Informações Gerenciais de Pessoal (SIGPES)*, com o de “aposentado”. Inativo, no SIGPES, significa que o indivíduo não está exercendo atividade funcional na instituição, podendo estar nessa condição de forma remunerada ou não.

O ex-soldado Paulo André Schinaider da Silva, citado na matéria, teve seu licenciamento (exclusão do serviço ativo) da Aeronáutica publicado em março de 2004. Desde então não faz jus e não recebe nenhum tipo de remuneração. Tal fato também impossibilita que outro cidadão possa receber salário em seu lugar.

Cabe destacar que o Comando da Aeronáutica tem mantido informados o Ministério da Defesa e o Ministério Público Federal a respeito das acusações apresentadas por ex-soldados da Aeronáutica.

Brasília, 28 de novembro de 2011.
Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica

Esclarecimento: O Sistema de Informações Gerenciais de Pessoal (SIGPES) é uma ferramenta do Comando da Aeronáutica destinada a produzir informações relativas ao efetivo militar e civil, ativos, inativos ou pensionistas vinculados a este Comando.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

A FARRA DA FORÇA AÉREA BRASILEIRA

Ministério Público investiga fraude na folha de pagamento da Aeronáutica depois de descobrir que oito mil militares demitidos nos últimos dez anos permanecem ativos em cadastro interno

por Claudio Dantas Sequeira
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ROMBO
Fraudes na FAB podem chegar a R$ 3 bilhões, valor correspondente
a 70% do investimento previsto para o setor em 2012

O Ministério Público Federal está debruçado no que pode ser um dos maiores escândalos de desvio de verbas já descobertos envolvendo a Força Aérea Brasileira.

Cerca de oito mil militares que foram demitidos nos últimos dez anos continuam ativos no cadastro interno da FAB e de órgãos federais, como o Ministério do Trabalho e da Previdência. Na enorme lista de soldados fantasmas – que corresponde a 12% do efetivo da Aeronáutica – constam até mortos, segundo documentos obtidos com exclusividade por ISTOÉ e que estão sendo analisados pelo procurador da República Valtan Timbó Furtado, do 7º Ofício Criminal, de Brasília. 

Depois de analisar os papéis, que incluem laudos internos da Aeronáutica e do Ministério da Defesa, o procurador encontrou elementos suficientes para investigar a FAB por crime contra o patrimônio e estelionato. “Vou pedir à Polícia Federal que instaure o inquérito”, disse Furtado à ISTOÉ. O rombo pode alcançar R$ 3 bilhões, valor equivalente a 70% de todo o investimento da Força Aérea previsto para 2012 e 20% do orçamento da Defesa. Na mira do procurador estão chefes de bases aéreas, comandantes do Estado-Maior da Aeronáutica e dos departamentos e diretorias de pessoal a eles subordinados.

Informada do caso em abril, a presidenta da República, Dilma Rousseff, ordenou uma devassa nas contas da Aeronáutica. Mas pediu sigilo para evitar ferir suscetibilidades. A suspeita da fraude aconteceu quando um grupo de ex-soldados decidiu recorrer à Justiça para tentar reingressar na FAB. Eles são parte de um contingente de 12 mil homens que entraram na Força Aérea entre 1994 e 2001, por meio de concurso público para o cargo de soldado especializado. 

A função fazia parte do Programa de Modernização da Administração de Pessoal, idealizado pelo brigadeiro José Elislande Bayo, que mais tarde seria secretário de Finanças da Aeronáutica. Em documento interno, classificado como reservado, Bayo atacou a “cultura viciada de improviso” e “métodos ultrapassados”. Para combater esses problemas, propôs a reestruturação de quadros e a criação da “figura do soldado especializado”, que poderia “dispensar o recrutamento para o serviço militar obrigatório”.

A ideia parecia boa, mas por algum motivo não funcionou. Dos 12 mil soldados especializados que prestaram concurso, apenas quatro mil foram aproveitados. Os demais acabaram desligados da FAB sem nenhuma justificativa, ao término de seis anos engajados. Como o edital não previa temporalidade, cerca de três mil desses soldados reuniram-se numa associação, a Anese, Associação Nacional dos Ex-Soldados Especializados, e passaram a cobrar o direito de reingresso.

Foi quando descobriram que seus cadastros continuavam ativos, apesar da demissão. Luiz Carlos Oliveira Ferreira, por exemplo, trabalhou no Parque de Material Aeronáutico dos Afonsos até 2001. Seu desligamento foi publicado em boletim interno, mas a FAB não comunicou a dispensa ao TCU, ao Ministério do Trabalho ou à Previdência. 

Quem consulta a RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), o CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais) e o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) verifica que Ferreira e tantos outros, como os ex-soldados Williams de Souza, André Miguel Braga Longo, Alexandre Gregório, Edmilson Brasil e Anviel Rodrigues, nunca foram demitidos de fato. “A FAB cometeu todo tipo de fraude cadastral”, acusou o ex-soldado Marcelo Lopes, que integra a direção da Anese em Brasília.

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NA JUSTIÇA
Cerca de 3 mil soldados reuniram-se numa associação,
a Anese, e passaram a cobrar o direito de reingresso à FAB

Robson Sampaio, da Anese do Rio, cita o caso de Alexandre Gregório, que após deixar a Aeronáutica prestou concurso para a Prefeitura do Rio e se surpreendeu ao descobrir que suas guias do CNIS, da Rais e do Caged estavam em nome de Denílson Nogueira, que consta como ativo no Parque de Material Bélico de São Paulo. Outro caso é o de Edmilson Brasil, que constam no Caged como aposentado, embora tenha sido demitido da FAB e hoje trabalhe na empresa Tecnoval Laminados. “Isso é caso de polícia.

É preciso investigar a fundo essa fraude bilionária”, afirma Sampaio. As fraudes, segundo ele, também envolvem duplicidade de certificado de reservista de milhares de militares, como os ex-soldados especializados Teodoro dos Santos Gomes, Sandro Roberto de Souza, Nuil Benigno Andrade Ferreira e Alessandro Baptista.

Eles descobriram que foram emitidos certificados em seus nomes tanto pelo Exército como pela Aeronáutica. Até mortos figuram como ativos na FAB, como Paulo Fabrício Cavalcante Vieira, morto em outubro de 2000 numa troca de tiros.

Questionada por ISTOÉ, a FAB negou o desvio de recursos e garantiu que os soldados especializados foram desligados da folha de pagamento da Aeronáutica. Em nota, a assessoria de imprensa alegou que os militares deixaram de constar da RAIS “desde quando deixaram de receber remunerações pela Aeronáutica”, o que não é verdade. Da mesma forma, a FAB alega que o fato de os soldados desligados estarem “ativos” no CNIS, no Caged e no CBO “não implica o pagamento de benefício pecuniário e tampouco recebimento de qualquer dotação orçamentária”.

A justificativa não explica, por exemplo, o caso de Paulo André Schinaider da Silva. ISTOÉ obteve uma cópia da ficha interna do banco de dados da FAB, chamada SGIPES (Sistema de Informações Gerenciais de Pessoal). O soldado, admitido em 1998 e desligado em 2004, consta no cadastro sigiloso como “militar inativo”. Ou seja, aposentado. Portanto, beneficiário da previdência militar. Schinaider, porém, garante que não recebe o dinheiro. “Quero saber para onde está indo minha aposentadoria como militar.

Para a minha conta é que não é!”, diz Schinaider. Ao procurar a FAB, o ex-soldado gravou com uma câmera escondida um funcionário informando que houve uma reunião para discutir sobre como desligar os soldados do sistema da FAB. “Ele disse que não havia como e que uma tenente ficou responsável por enviar ao Ministério do Trabalho e à Previdência pedidos de retificação da RAIS. Mas isso não muda nada lá dentro”, afirma Schinaider.

Uma análise da assessoria jurídica, mantida a sete chaves pelo comando, também atestou a falha no cadastro de soldados e alunos das escolas de formação de oficiais e sargentos, recomendando à FAB que passe a comunicar “os ingressos e saídas de praças e alunos” ao Tribunal de Contas.

Descobriu-se que, embora os desligamentos dos soldados constem de boletim interno da FAB, os mesmos não foram informados aos órgãos de controle, nem ao Ministério do Trabalho ou à Previdência Social. Destacado para cuidar do assunto, o ex-deputado José Genoino, assessor especial do ministro Celso Amorim, admitiu em reunião com ex-soldados o “nó jurídico e material”. 

Resta saber se esse nó pode ser desatado e a quem beneficia. Em 2004, o TCU condenou Jayro José da Silva, ex-gestor de finanças da Subdiretoria de Pagamento de Pessoal, a devolver quase R$ 4,6 milhões em decorrência de uma fraude no cadastro. Ouvido por ISTOÉ, o coronel, que foi expulso da FAB, diz que assumiu a responsabilidade sozinho. “Perdi minha carreira, meu emprego e minha honra. Aguentei tudo para proteger muita gente”, disse. Questionado sobre quem seriam esses oficiais, Silva foi lacônico. “Melhor não mexer nisso.”

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PROVA DO DESCONTROLE
Foram emitidos certificados de reservista, em nome do militar Alessandro Baptista,
tanto pela Aeronáutica quanto pela Marinha, o que aumenta as suspeitas de irregularidades
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Documento da Previdência (acima) mostra que, embora tenha sido demitido da FAB,
o militar André Longo continua com cadastro ativo na Aeronáutica. O MP, em ofício
encaminhado ao Departamento de Ensino da Aeronáutica (abaixo),
alerta para as irregularidades na dispensa de soldados
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VÍDEO, JETPACK VOANDO EM FORMAÇÃO

domingo, 27 de novembro de 2011

VÍDEO DO ACIDENTE COM EMBRAER 500 PHENOM 100 NOS EUA, EM AGOSTO DE 2011



        


Muito provavelmente foi um pouso write-off (???), o Phenom (Flight  RSP240) estava pousando Sedona Airport e veio em muito alta, pouso longo  e saiu para fora da pista, descendo uma colina epercorrendo 200-300 pés  até parar. O co-piloto teve algumas lesões demais ferimentos leves.




A aeronave decolou de KSJC para KSEZ, e o avião (ns 50000057 - N224MD) pertence a JetSuite, uma nova companhia aérea fora da Califórnia, que opera charters exclusivamente com Phenom 100. Eles têm 12 aviões em sua frota e têm numerosos vôos diários em todo o sudoeste americano.





O capitão é tinha mais de 24.000 horas de tempo total e mais de 500 horas neste avião.


fonte/Vídeo/ASN/Azfamily

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A NOITE EM QUE O MONTE VESÚVIO CAUSOU MAIS DANOS AOS BOMBARDEIROS ALIADOS DO QUE OS ALEMÃES















































A campanha italiana na Segunda Guerra Mundial acabou coincidindo com a última grande erupção do Monte Vesúvio. Uma notícia bem ruim para o 340º Grupo de Bombardeio da Força Aérea dos EUA, que por acaso estava baseada no campo aéreo de Pompeia. Sim, aquela Pompéia.


Quase 1900 anos depois da erupção que destruiu as cidades romanas de Pompéia e Herculano no ano 79 D.C., um grupo de bombardeiros Mitchell B-25 estavam estacionados a poucos quilômetros do sopé do vulcão, parte da invasão dos Aliados à Itália que progredia na Península Apenina. Era março de 1944, e o Vesúvio estava prestes a entrar em erupção.

A erupção causaria uma das maiores perdas já sofridas por qualquer grupo de bombardeio dos EUA na Segunda Guerra. Veja como tudo começou, segundo Dana Craig, veterano do 486º Esquadrão de Bombardeio no site de Don Kaiser sobre o evento:
No dia anterior o Vesúvio estava expelindo fumaça. O céu estava nublado, com ameaça de chuva. Perto da meia-noite eu saí para atender um chamado da natureza. Quando estava lá fora, sob uma leve garoa, fui atingido na cabeça por um pedrisco. Suspeitei que fosse algum tipo de brincadeira, e entrei para pegar uma lanterna. Quando voltei, a luz revelou uma camada de cinzas úmidas no chão. Descobrimos naquela hora que o Vesúvio estava em erupção. Começamos a sentir a o chão tremer, como se uma bomba tivesse explodido.


A erupção durou cinco dias, entre 18 e 23 de março. Quando cessou, “quase todos os Mitchell B-25 do 340º Grupo estava coberto de cinzas quentes que queimaram as superfícies de controle, derreteram ou trincaram o Plexiglass, e até empinaram alguns B-25 com o peso das cinzas e resíduos”, conforme descreveu Kaiser. Entre 78 e 88 bombardeiros foram perdidos, mais que o severo ataque da Luftwaffe dois meses antes, mas ninguém morreu”.

A página de Don Kaiser  tem dezenas de fotos fantásticas da erupção coletadas de várias fontes públicas e particulares. Há muita lava e muitos bombadeiros.

fonte/Jalopnick/foto/National Archives and Records Administration

 
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sábado, 26 de novembro de 2011

UM AIRBUS A340 DA AEROLÍNEAS ARGENTINAS QUASE SE CHOCA COM BOEING DA AA NOS ESTADOS UNIDOS NO DIA 18 DE AGOSTO





Poucas pessoas sabiam, mas no dia 18 de agosto, um Airbus da Aerolineas Argentinas e um Boeing da American Airlines, estavam prestes a colidir no céu da Flórida, EUA. 
 
 Segundo pesquisa da CBS, o impacto foi frustrado por um milagre e é atribuído a manobra do  pobre piloto argentino.


O site da CBS reproduz imagens da torre de controle e  a voz do controlador pode ser ouvido pedindo ao Airlines piloto de cancelar a sua manobra de pouso e subir para 3.000 pés (1.000 metros), mas o comandante da aeronave demora para reagir . Toda a manobra ocorre em segundos.

A gravação de áudio e vídeo do incidente foi divulgado pelo Federal Aviation Administration EUA
a pedido da CBS.


"Argentina 1302-diz o controlador de tráfego aéreo, vire a direita, senhor ..... vire à direita, tráfego na final na pista paralela. "


Apesar destas advertências, as imagens de radar mostram os dois pontos, representando duas aeronaves de grande porte e cerca de 430 passageiros a bordo, quase misturar em um só.

O incidente é conhecido dentro do círculo fechado dos controladores do tráfego aéreo na NMAC por sua sigla em Inglês, "uma colisão no ar perto" ou colisão perto no ar.

"Flight 1302-repete na fita, não desça, manter os 3.000 pés, senhor, mantenha 3000 e vire à direita".

O Airbus 340 da Aerolineas Argentinas não fez a curva que tinha que fazer e passou por cima do Boeing 737 da AA que estava pousando.

"Eu preciso de você mantenha 3.000 (pés), senhor, para dizer ao piloto do Airbus argentino para s e curvar e manter 3.000 pés. Nós cancelamos sua autorização para aproximação.

A voz na fita é de Molly Welsh. "No meio do "incidente" ela ainda está falando sem parar e não para de trabalha, disse  depois de Molly, uma veterana com 23 anos na torre de controle. "Eu tentei pedir-lhe que imediatamente voltasse ao seu rumo, aí percebi que era tarde demais para isso."

A cerca de 3.000 pés o Airbus 340 passou ao largo da pista 9 e ainda está voando em outro curso que leva a 8 L, localizado a cerca de 1,6 km. de distância. Então o Airbus voou de encontro ao Boeing 737 que estava pousando na 8 L.

Foi a voz de Moly e suas instruções que impediram que as duas aeronaves se chocassem, evitando um desastre por 274 metros de distância. "Primeiro eu disse, 'Oh não". Então, instintivamente eu fiz algo com a esperança de mantê-los longe, basicamente ", disse ela.

Sem uma ação para separar o Airbus no último segundo, a Aerolineas Argentinas teria descido um  acima do avião da American Airlines. "Eles estavam um em cima do outro, disse Moly.

De acordo com um relatório do Congresso dos EUA lançado em outubro, graves erros operacionais de companhias aéreas triplicaram nos últimos três anos naquele país.
 
fonte/CBS/ElClarin/vídeo/CBS
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CORPO DE PILOTO QUE CAIU EM TERRAS YANOMAMI É RESGATADO

Equipe de Salvamento Aéreo de Resgate (SAR) da Força Aérea Brasileira (FAB) resgatou o corpo do piloto Paulo Rogério dos Santos, 39, que desapareceu na última terça-feira, 22, nas proximidades do rio Mucajaí, na terra indígena Yanomami. A aeronave foi localizada às 11h40 deste sábado, numa área de mata fechada, que fica a oito milhas do Baixo Mucajaí.

O resgate foi feito por militares da SAR que retiraram o corpo das ferragens da aeronave modelo Cessna 210 L, de propriedade da empresa Paramazonia. O piloto estava morto e preso no cinto de segurança do avião que caiu de bico na mata fechada. A localização foi feita devido a sinais do radar e de observação área da equipe de salvamento.

O corpo do piloto chegou por volta das 14h na pista da Base Aérea de Boa Vista e a Folha acompanhou o momento da chegada até a entrega aos agentes do Instituto Médico Legal (IML) por volta das 15h.

fonte/FolhaBoaVista
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MONOMOTOR CIRRUS CAI EM DIVINÓPOLIS, MINAS GERAIS


Sábado, 26 de novembro de 2011 - 15h 45 - Atualizado as 16h 34 - Por: Dácio Fernandes

Segundo informações, um acidente aéreo no início da tarde deste de sabádo causou a morte dos dois ocupantes da aeronave.

O acidente ocorreu na comunidade rural de Angicos, equipes do Corpo de Bombeiros já estão no local para resgate dos corpos.

Apesar de muita chuva no momento do acidente, as causas da queda ainda são desconhecidas.

A reportagem da Gazeta do Oeste também está no local  apurando as causas do acidente.
 
Segundo informações, ainda não confirmadas, a aeronave Cirrus prefixo PR LJL decolou no início da manhã  do aeroporto Carlos Prates com destinho a Piumhi, sendo que poucos minutos depois perdeu o contato com a torre de controle.

Foi feito um contato do aeroporto Carlos Prates com o aeroporto de Divinópolis, procurando informações sobre algum contato com a aeronave ou até mesmo uma aterrissagem na região.

fonte/GazetaDoOeste

Últimas informações

A queda do monomotor PR LJL em Angicos, zona rural de Carmo do Cajuru, causou a morte dos dois ocupantes da aeronave, o piloto Lício José Lopes e Roselayne Elizabeth Soares. Lício era empresário e dono de pousadas em Ouro Preto.

fonte/G37

FILHO DE PILOTO PEDE AMPLIAÇÃO DE BUSCAS

  

Ruan Negreiros Santos critica a demora para que sejam autorizadas as buscas por terra
ANDREZZA TRAJANO


A família do piloto Paulo Rogério dos Santos, 39, que desapareceu na última terça-feira, 22, após relatar pane na aeronave de pequeno porte da empresa Paramazônia Táxi Aéreo que conduzia, pede que as buscas sejam feitas também por via terrestre. O filho dele, Ruan Negreiros Santos, 22, esteve ontem na redação da Folha quando relatou o drama vivido em casa.  

A Força Aérea Brasileira (FAB) ainda não localizou sinais do avião Cessna 210 L, que desapareceu nas proximidades do rio Mucajaí, na terra indígena Yanomami. A aeronave deixou professores na comunidade Halikatou, na região Palimiú, e sumiu quando retornava para Boa Vista. Santos era o único ocupante.

As buscas são feitas pelo Salvaero de Manaus (AM), com o uso de um helicóptero H-60 Black Hawk e um avião SC-105 Amazonas (especializado em busca e salvamento). As buscas iniciaram no dia seguinte nas imediações da área onde foi narrada a pane.


Imagem da mata fechada feita pelos militares do helicóptero H-60 Black Hawk durante as buscas

Segundo Ruan Negreiros Santos, seu pai informou via rádio, por volta das 14h, a um piloto da TAM e a um amigo piloto, que conduzia outro avião pequeno nas proximidades, que estava com problemas e faria um pouso de emergência. Ele tentava chegar ao Baixo Mucajaí, onde há uma pista de pouso.

“Ele passou a primeira coordenada de onde estava, logo que percebeu a pane. Cerca de 40 segundos depois, ele passou a segunda coordenada, quando o motor parou e o avião já estava caindo”, relatou.

Ruan disse que seu pai ainda conversou com o amigo piloto por aproximadamente um minuto e meio até o contato ser interrompido, sendo este o possível momento da queda. “Depois de passar as coordenadas, meu pai dizia que estava ‘caindo, caindo, caindo’ até nosso amigo não ouvir mais nada”, contou.

Ele disse para a reportagem que 20 minutos depois, esse piloto foi até a área provável da queda e não viu nenhuma fumaça que pudesse indicar uma explosão. Ruan acompanhou as buscas na quinta-feira, 24, em um helicóptero da Paramazônia pilotado por um dos proprietários da empresa, Arthur Barros.

O filho do piloto acredita que, por a região ser de mata fechada, será ‘impossível’ encontrar sinais da aeronave apenas sobrevoando. Ele quer que as buscas sejam feitas também por terra. O 7º Batalhão de Infantaria de Selva e o Corpo de Bombeiros já disponibilizaram equipes especialistas em busca na mata para auxiliar no resgate por terra, caso a Força Aérea Brasileira solicite.

“Conversei com vários pilotos e eles me explicaram que pelo tempo de conversa do meu pai pelo rádio até a queda, o avião sem motor não percorreu mais de 6 km. Além disso, nós vimos vários galhos quebrados, meu pai está ali, eu sei. Só que para a Aeronáutica iniciar as buscas via terrestre só interessa se eles encontrarem vestígios do avião”, lamentou.

Apenas o H-60 Black Hawk da FAB tem condições de transportar grupos de resgate até a área da pane relatada pelo piloto. Os helicópteros da Paramazônia são de pequeno porte. “Eu só peço que a FAB transporte os bombeiros e os militares do Exército até lá, para eles possam descer de rapel e abrir a picada para o helicóptero da FAB pousar. Não dá para esperar mais, já se passaram vários dias, meu pai está precisando de ajuda. Hoje [ontem] o Black Hawk não ajudou nas buscas, ficou parado o dia inteiro lá na Base Aérea de Boa Vista. Que resgate é esse?”, indagou, emocionado.

Ruan Santos já pediu ajuda ao governador em exercício, Chico Rodrigues, e a diversos parlamentares federais para que intercedam junto ao comando da Aeronáutica. “Eles tentaram, porém não obtiveram sucesso”, criticou.

“Os próprios pilotos da FAB disseram que existe 90% de chance de meu pai estar no local onde vimos os galhos quebrados, mas que não podem descer nem transportar outros grupos de resgate enquanto não receberem autorização de seus superiores. A desculpa das autoridades da Aeronáutica é que os militares podem se perder na mata, porque não há vestígios suficientes do avião para fazer a busca por terra. Mas como pode uma equipe especialista em resgate na mata se perder?”, indagou outra vez, revoltado.

Anteontem, cinco funcionários da Fundação Nacional do Índio entraram na mata por conta própria para fazer a busca. Índios Yanomami, da região Palimiú, auxiliam, mas a previsão é que só cheguem amanhã ao local da possível queda.

“Um índio caçador ouviu o barulho de um avião caindo e desde que soubemos que se tratava do Paulinho [piloto Paulo Santos], começamos a fazer as buscas. Ele é muito querido pelo povo Yanomami. Estamos preocupados, rezando por ele”, disse o líder indígena Dário Yanomami.

FAB – Procurada pela Folha, a assessoria de comunicação da Força Aérea Brasileira informou que “as buscas por terra serão procedidas assim que houver melhores indícios da localização da aeronave”.  
fonte/FolhaBoaVista/foto/Antonio Diniz
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MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...