segunda-feira, 13 de abril de 2015

MONOMOTOR CAI NA REGIÃO DE MAÚA DA SERRA, PARANÁ





















Uma foto foi postada na rede social por um morador que informou que ninguém se feriu gravemente. As causas da suposta queda são desconhecidas. Segundo testemunhas, que falaram com o Repórter Ronaldo Alves Senes, o "Berimbau", estavam duas pessoas no avião, que seriam Pastores, uma de Maringá e a outra, um Angolano. Um deles se feriu no rosto, mas não procurou unidades de saúde da região. Nossa reportagem ligou para os destacamentos da PM de Mauá da Serra e Marilândia, mas a Polícia Militar informou que não foi acionada para atender a ocorrência. Por volta das 21 horas, os policiais de plantão em Mauá, informaram que uma pessoa que viu o avião caído, havia ligado informando o fato.(Colaboração Lutierrez, de Mauá da Serra)

fonte/foto/BlogBerimbau


ACIDENTE COM BOEING DA JET AIRWAYS NA ÍNDIA

Avião teve escorregadores ativados (Foto: Reodução/Twitter/@vikasmishraa)Avião teve escorregadores ativados (Foto: Reodução/Twitter/@vikasmishraa)





Um avião da Jet Airways teve os tobogãs de emergência acionados após fazer um pouso com problema no trem de pouso, segundo anunciou a própria empresa em seu perfil no Twitter. O incidente ocoreu na cidade de Khajuraho. Havia 59 passageiros e 8 tripulantes a bordo. Eles saíram em segurança e foram levaos até o terminal. A aeronave é um Boeing 737-800, registro VT-JGA.
fonte/foto/G1

BRASILEIRO ESTRANGULADO EM VOO DA AIR CANADA

  • Oliver Minatel (à esquerda), brasileiro de 22 anos, em ação pelo Ottawa Fury, do Canadá
    Oliver Minatel (à esquerda), brasileiro de 22 anos, em ação pelo Ottawa Fury, do Canadá
O atacante brasileiro Oliver Minatel está acostumado às entradas dos zagueiros dos times rivais da North American Soccer League (NASL), liga concorrente da MLS no futebol dos Estados Unidos. Mas, na última sexta-feira, o jogador de 22 anos precisou escapar de uma agressão cometida bem distante das quatro linhas: o atleta do Ottawa Fury foi estrangulado por um homem durante o voo 8323 da Air Canada.
Menos de 24 horas depois da agressão, Oliver, salvo por um passageiro que deteve o agressor, relembra, em entrevista ao UOL Esporte, os momentos de aflição vividos na viagem rumo a Atlanta.
"Eu estava dormindo, faltavam uns 15 minutos para o pouso quando, de repente, fui atacado por trás, por alguém tentando me enforcar. Com a ajuda do passageiro que estava ao lado do agressor, consegui me desvencilhar após uns cinco segundos", afirmou Oliver à reportagem.
O brasileiro foi agredido por um passageiro sentado na poltrona de trás, durante a viagem da delegação do Ottawa para a segunda partida do campeonato. No ataque, um homem de El Salvador usou um fone de ouvido para estrangulá-lo.
Segundo Oliver, o passageiro, que foi preso no aeroporto de Atlanta, começou a gritar em pleno voo. "Ele dizia que nosso time era uma gangue e que estávamos ali para lhe matar, contratados por alguém ligado ao tráfico. Todos os detalhes do que aconteceu já foram relatados para as autoridades americanas", explicou.
Após o incidente, o brasileiro pediu para entrar em campo, recuperou-se em menos de 24 horas e ajudou a equipe no empate por 1 a 1 na partida contra o Atlanta Silverbacks. "Apesar do susto e de tudo que aconteceu, estou bem. Conversei com o treinador e disse que estaria preparado para o jogo. Fui titular e conseguimos um bom empate fora de casa", disse Oliver, que atuou por 76 minutos.
Na sua segunda temporada no Canadá, o jogador nascido em Campinas não pensa em deixar a NASL. "Jamais passei por uma situação como essa e tenho certeza que não voltará a acontecer, foi um caso isolado. Acredito que o incidente poderia ter ocorrido em qualquer lugar do mundo, eu estava no lugar errado na hora errada", frisou.
fonte/foto/Uol/Esporte

LATAM PASSA MOMENTO COMPLICADO NA AMÉRICA LATINA

Logo LATAM

A LATAM Airlines, que é o maior grupo de transporte aéreo comercial da América Latina, passa presentemente uma fase que é vista com alguma inquietação pelos analistas económicos e financeiros, sobretudo em Santiago do Chile, onde a empresa mãe, a LAN Airlines, tem maior implantação.

O jornal digital ‘Reportur.com’, com edições no México Colômbia e Argentina, tem destacado nos últimos meses que a evolução do negócio, depois da aquisição da companhia brasileira TAM – Linhas Aéreas, não tem sido a esperada, com alguns revezes que atrasam a estruturação do grupo como companhia multinacional e panamericana. As razões referidas são, nomeadamente, alguma desorganização existente ao nível de quadros e estrutura logística da companhia, hoje com quadros muito jovens, entre outros problemas que nada têm a ver com o Brasil, mas que têm influenciado o normal desempenho e consolidação do projecto LATAM, tal como foi pensado pelos irmãos Cueto, depois da aquisição da maioria do capital da TAM aos herdeiros do comandante Rolim Amaro, fundador da companhia e seu líder durante vários anos.

O ‘Reportur’ tem sustentado, desde o ano passado, que Ignacio Cueto, presidente da LATAM, terá afirmado por várias vezes que encontrou “a TAM mais deteriorada do que imaginava” e que a atual baixa do real no mercado cambial, assim como a necessidade de reestruturação da TAM, até ao nível das terminais dos aeroportos mais importantes do Brasil, tem baixado o valor de mercado da empresa.
São ainda apontados os efeitos perniciosos de algumas greves no Chile (a LATAM despediu em nos últimos 12 meses 618 tripulantes e executivos de vendas), a baixa do valor dos títulos da LATAM Airlines em Bolsa de Valores (menos 20,75%) e um necessário recurso aos despedimentos para viabilizar o grupo, como medidas que estão a complicar o projeto e a atrasar a sua implementação. 

Para já, sabe-se, e isso aponta o ‘Reportur’, que a fundação da nova marca que irá designar toda a operação comercial das companhias do grupo, entre elas da LAN Chile e da TAM Linhas Aéreas, prometida para o primeiro trimestre deste ano foi adiada, enquanto os responsáveis pela LATAM procedem a mais alguns acertos na sua estrutura.

No ano passado o grupo LATAM Airlines teve um prejuízo de 109,8 milhões de dólares, menos 61% mais baixo do que os 281,1 milhões de dólares de 2013. Mesmo assim, persiste um acumular de dívida, numa ocasião em que os lucros seriam muito mais interessantes para os gestores e para a saúde financeira do grupo. A tudo isso acresce a recente reforma tributária em curso no Chile que nos últimos meses teve um impacto de 150 milhões de dólares na LATAM. “Há um clima complexo no Chile”, reconheceu Ignacio Cueto, que agora junta estas queixas à surpresa, pelos visto, pouco agradável que teve aquando da aquisição da TAM.

Contudo, os irmãos Cueto não estão arrependidos, pois sabem que a companhia brasileira iria ser vendida pela família Amaro, e se não fosse para eles, seria para outro grupo concorrente, que ficaria com excelentes slots em todo os principais aeroportos brasileiros, duma forma especial, naqueles que ligam o Brasil à Europa e à América do Norte. E o valor dos slots são, para uma companhia aérea, parte fundamental no negócio da aviação comercial internacional.

fonte/foto/Reportur.com/NewsAvia

O DESTINO DOS CAÇAS GRIPEN É ANÁPOLIS

O tenente-brigadeiro do ar, Hélio Paes de Barros, chefe do Estado Maior da Força Aérea Brasileira, confirmou ontem que a Base Aérea de Anápolis (Basan) será a primeira instituição militar do País a receber a primeira remessa dos caças Gripen, que serão adquiridos da Suécia e que devem chegar ao Brasil a partir de 2018.
Paes de Barros, que já comandou a Basan, ao ser homenageado durante uma solenidade de comemoração do 43º aniversário da instituição, disse que a primazia dada à Base Aérea para receber os primeiros caças confirma o nível de organização dela, “um exemplo para a Força Aérea Brasileira em termos de organização militar”, elogiou Paes de Barros.
Segundo o brigadeiro do ar, o Brasil ainda não assinou o contrato de financiamento da compra dos Gripens, limitando-se a informar que a Força Aérea está prestes a assinar o contrato. Ele lembrou, no entanto, que os pilotos brasileiros que vão pilotar as novas aeronaves de combate já estão em fase de treinamento na Suécia e eles vão enraizar a doutrina desse novo tipo de aviação dentro primeiro Grupo de Defesa Aérea.
O chefe do Estado Maior da Força Aérea não confirmou a locação de aeronaves para fazer a defesa do Planalto Central enquanto os Gripens não chegam, como foi anunciado recentemente pela imprensa nacional. “Não existe uma definição quanto a isso”, informou, explicando que no momento estão sendo analisados os custos dessa proposta em comparação com o uso das aeronaves F-5. “Temos algumas e compramos outras na Jordânia e estamos recuperando todas elas na Embraer”, relatou, afirmando que neste momento está sendo verificada a relação custo-benefício entre as duas opções para cobrir o vácuo na defesa aérea até a chegada dos Gripens.

fonte/OPopular

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