quinta-feira, 13 de agosto de 2015

PILOTO DE AIRBUS A320 FILMA OVNI NA ROTA BRASÍLIA-CAMPO GRANDE NA NOITE DE 11 DE AGOSTO DE 2015



AVIÃO DA GOL COM AUTORIDADES PERDE ALTITUDE ENTRE BRASÍLIA E CUIABÁ



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Passageiros do voo da Gol entre Brasília e Cuiabá na noite desta quarta-feira viveram momentos de pânico quando houve uma queda de altitude impressionante momentos antes de pousar no aeroporto internacional Marechal Rondon. Cerca de 100 pessoas estavam dentro da aeronave que decolou às 22h48 com chegada às 23h35.

De acordo com informações de passageiros, o voo seguia tranquilo quando houve um queda de altitude com despressurização, sendo que as máscaras de oxigênio teriam demorado até serem liberadas para que os passageiros utilizassem até o pouso. A partir daí, houveram gritos e choros de crianças que estavam dentro do avião.

Apesar de todo clima de tensão, o avião conseguiu pousar sem problemas e sem vítimas na pista em Várzea Grande. Ao descer da aeronave, os clientes da Gol reclamaram de fortes dores de cabeça e se espantaram com o "cheiro de queimado" apontando algum tipo de falha mecânica no boeing.

O voo noturno entre Brasília e Cuiabá conta sempre com autoridades dos poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e Ministério Público, além de empresários. Por exemplo, nesta aeronave, estavam a reitora da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), Maria Lúcia Cavalli Neder, e o deputado federal Ezequiel Fonseca (PP).

OUTRO LADO
Em nota na manhã de hoje, a Gol informou que uma limitação técnica da aeronave fez com que o comandante acionasse as máscaras de oxigênio aos passageiros. Segundo a empresa, o procedimento ocorreu de forma preventiva, com intuito de preservar a segurança dos clientes.

NOTA PÚBLICA
A GOL informa que, durante o procedimento de descida do voo G3 1528, entre Brasília (DF) e Cuiabá (MT), após uma indicação de limitação técnica da aeronave, o comandante acionou as máscaras de oxigênio e agilizou a aproximação para o pouso de forma preventiva.
O desembarque ocorreu normalmente e os clientes receberam o atendimento necessário. A GOL lamenta pelo desconforto e ressalta que tais medidas visam a preservação do valor número 1 da companhia, a Segurança.

fonte/foto/FolhaMax

UNIVERSIDADE DE EMBRY-RIDDLE REGRESSA AO BRASIL

Embry-Riddle-regressa-ao-Brasil

A guerra levou a Embry-Ridle Aeronautical University (ERAU) a estabelecer-se no Brasil, há mais de 70 anos, mas a economia está a trazer de volta este fornecedor de serviços de educação e formação. A instituição sedeada em Daytona, na Flórida, anunciou a abertura de um escritório em São Paulo, em paralelo com o lançamento de um curso de formação em fatores humanos com a Universidade Católica Pontifical de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

Esta ação coincide com o plano do Governo do Brasil de reequipar ou construir 270 aeroportos regionais. Em Julho, responsáveis governamentais revelaram que o planeamento para os primeiros 64 aeroportos já estava finalizado. Esta infraestrutura poderá gerar procura para milhares de trabalhadores formados em aviação, controlo aéreo e aeroportos, afirmou John Watret, presidente da ERAU.

O plano da universidade é o de construir gradualmente a sua infraestrutura no Brasil, começando com cursos de formação de novos quadros para a gestão de aeroportos e tripulações de voo.

A ERAU usou a mesma estratégia quando entrou no mercado de Singapura, em 2011. Após lançar os primeiros serviços e cursos, a presença da ERAU cresceu rapidamente. Hoje, mais de 500 alunos que passaram pela universidade foram contratados em Singapura, muitos deles licenciados, revelou Watret.

fonte/foto/NewsAvia

INDÚSTRIAS DE DEFESA GERARAM PIB DE R$ 202 BILHÕES EM 2014

Público presente no auditório do Comando Militar do Sudeste. Foto: Alan Collet Público presente no auditório do Comando Militar do Sudeste. Foto: Alan Collet
Levantamento sobre a cadeia produtiva do setor será encaminhado pela Abimde à equipe econômica do governo Dilma


Estudo sobre a cadeia produtiva da indústria de defesa brasileira divulgado ontem pretende sensibilizar a equipe econômica do governo sobre a importância do setor, que movimentou no ano passado R$ 202 bilhões ou 3,7% do PIB.
A pesquisa foi desenvolvida a pedido da Abimde (Associação Brasileira das Indústrias de Materiais de Defesa e Segurança) pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).
“Este é um trabalho de convencimento junto ao governo para que se perceba a importância dos investimentos em defesa. O problema do governo, quer dizer, dos economistas do governo, é entender isso”, disse o economista e ex-ministro Antônio Delfim Netto, responsável por analisar o estudo.
Entre os números em defesa do setor, o economista e professor Joaquim José Martins Guilhoto, vice-diretor da FEA-USP/Fipe e coordenador do estudo, citou o retorno em tributos ao governo. "A cada R$ 10 bilhões investidos no setor da Defesa e Segurança, o governo tem o retorno de R$ 5,5 bilhões em tributos. Este é um retorno muito maior que a média que ocorre na economia brasileira."

Empregos. A geração de empregos é outro ponto considerado estratégico no levantamento. Cada bloco de R$ 10 milhões anuais investidos é equivalente à manutenção de 174 empregos direto por ano e 352 postos de trabalho indiretos anualmente. “Vamos encaminhar esse estudo ao governo. Você tem que dar uma medida econômica a eles”, afirmou o presidente da Abimde, Sami Youssef Hassuani.
"É de relevante importância o lançamento deste estudo na comemoração dos 30 anos da Abimde. Apresentamos à sociedade o resultado dos impactos na economia brasileira mensurado pela Fipe com a chancela do ministro Delfim Netto", disse Hassuani.
O estudo foi apresentado oficialmente ontem no auditório do Comando Militar do Sudeste, em São Paulo, com a presença de autoridades militares federais e estaduais, além de representantes das indústrias de defesa e segurança associadas.
Criada em 1985, a Abimde supera a marca de 200 empresas associadas, boa parte delas instaladas na RMVale.

Corte. A pasta da defesa foi a quinta a receber o maior volume de cortes orçamentários do governo este ano, na ordem de R$ 5,63 bilhões.

Especialista cobra menor dependência internacional
São José dos Campos

Especialista em assuntos militares da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Foras), o professor Expedito Bastos avalia que a dependência de tecnologia estrangeira ainda é muito grande e isto traz reflexos diretos no desenvolvimento de projetos no setor.
“Ainda não tenho conhecimento do estudo. Até acho a iniciativa válida, mas não vejo como isso vai se tornar realidade. Os projetos vêm de fora. A Avibras é uma das poucas exceções.”
Sobre os números de empregos relacionados aos blocos de investimento, o especialista os considera pequenos. “Estamos gerando emprego já fora e não aqui.”
Para ele, falta ao país a retomada de prioridades no desenvolvimento de projetos que estimulem tecnologias próprias. Como perda de foco, ele citou o rompimento do acordo bilateral com a Ucrânia para a construção de um veículo lançador de satélites.
“Não conseguimos desenvolver o que realmente precisamos. Rompemos com a Ucrânia e agora vamos para os Estados Unidos. Quanto tempo de atraso isso vai representar ao programa?”

FONTE/FOTO/ovALE

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...