sábado, 29 de maio de 2010

TRAGÉDIA DO VOO DA AIR FRANCE FAZ UM ANO, COM INVESTIGAÇÃO SOB SUSPEITA

Map showing the Air France Flight 447 search a...Image via Wikipedia
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Em 3 de dezembro de 2009, ao registrar os direitos autorais sobre uma nova tecnologia de segurança em um escritório de patentes dos Estados Unidos, a construtora francesa Airbus escreveu que falhas naquele sistema "poderiam ter consequências catastróficas". O mecanismo criado era um sistema capaz de detectar e evitar erros de aferição da velocidade de suas aeronaves.

A falha cujo potencial "catastrófico" a Airbus reconhece é a mesma verificada nas mensagens automáticas enviadas pelo A330 de prefixo F-GZCP da Air France que, há um ano, fazia o voo 447 (Rio-Paris), até desaparecer no Oceano Atlântico. A queda matou 228 passageiros e tripulantes. Nos últimos 12 meses, mais suspeitas do que certezas restaram do desastre, que a revista alemã Der Spiegel classificou como "um dos mais misteriosos da história da aviação". Após o fracasso das buscas entraram no centro das críticas de experts independentes, de pilotos e das famílias de vítimas a Airbus, a Air France e, sobretudo, o Escritório de Investigação e Análises para a Aviação Civil (BEA), órgão do governo francês responsável pela investigação.

Anteriormente acima de qualquer suspeita, o BEA agora é francamente contestado na França, em especial por desautorizar toda análise que não a própria sobre a tragédia, por liberar a conta-gotas informações à opinião pública e, sobretudo, por negar o papel da comprovada falha da sondas pitot, os sensores de velocidade. Não por coincidência, as peças Thalès AA, da mesma marca e modelo da aeronave, hoje estão banidas dos céus pela Agência Europeia para Segurança na Aviação (Easa). Transcorrido um ano, pouco se pode afirmar sobre o que levou o Airbus a desabar de 11 mil metros de altitude.

A aeronave não se destruiu em pleno ar nem se chocou verticalmente no oceano, mas em posição horizontal, com o bico apontado para cima em ângulo de 5 graus, como se, em um último esforço para evitar o impacto, tentasse aterrissar no mar. Não houve despressurização - como provam as máscaras de oxigênio, intactas - nem alerta de emergência, pois as aeromoças estavam em seus assentos e os coletes salva-vidas, intocados.
Outra certeza: a 4 minutos da queda, os sensores de velocidade falharam, causando o desligamento em cadeia dos sistemas de navegação. Essa falha, que a Airbus admitiu em documentos internos, teria sido, para experts independentes da França, determinante. "As mensagens automáticas indicam 24 falhas que exigiriam da tripulação a adoção de 13 procedimentos de emergência num intervalo curtíssimo", explicou o ex-comandante de A330 Henri Marnet-Cornus, um dos autores de duas investigações paralelas, cujos relatórios já totalizam 600 páginas.

As constatações de Marnet-Cornus e de Gérard Arnoux, também comandante de Airbus e presidente do sindicato União Francesa de Pilotos de Linha, são a mais forte contestação contra o BEA. Para eles, como para dezenas de pilotos comerciais da Air France, não há dúvidas: o congelamento dos pitots está na origem de uma sequência de falhas eletrônicas que forçaram o capitão da aeronave, Marc Dubois, ou o copiloto, Pierre-Cédric Bonin, a tomar decisões de urgência, potencialmente erradas. "Mas há um lobby extremo do BEA e da Airbus para que não saibamos jamais o que aconteceu", previne Marnet-Cornus.

Financiado pelo Estado francês, acionista da Airbus e da Air France, o BEA sabe estar no centro das suspeitas. Desde o acidente, um diretor, Paul-Louis Arslanian, outrora fiador da credibilidade do escritório, acabou aposentado. Jean-Paul Troadec, seu substituto, enfrenta agora o turbilhão de desconfianças. "Há um ano somos objeto de críticas, mesmo se tentamos ser transparentes", admite a porta-voz do órgão, Martine Del Bono, em tom de resignação. "Mas somos os primeiros decepcionados."

Caixas-pretas. Mas a "decepção" não se restringe ao BEA. O caso se tornou um problema dentro do governo francês. Trezentos e trinta dias já haviam passado quando o Ministério da Defesa anunciou que a Marinha havia localizado o sinal das caixas-pretas. Com menos de uma semana de procura, porém, Troadec informou à imprensa o abandono das buscas - que via anteriormente com otimismo -, com base no argumento de que "a probabilidade de encontrar os destroços é relativamente baixa". 

Peritos das Forças Armadas, conforme o jornal Le Figaro, estão insatisfeitos com o menosprezo demonstrado pelo escritório em relação à informação colhida em alto-mar. E o episódio serviu para reforçar as teses conspiratórias de quem desconfia do trabalho dos investigadores, em especial porque não localizá-las significa, segundo os próprios peritos do escritório, não descobrir jamais as causas do acidente, uma informação com potencial para movimentar até 1 bilhão em indenizações.

"Eu não acredito que a Marinha tenha encontrado as caixas-pretas", diz Gérard Arnoux. "Mas também não consigo entender que a Marinha possa apontar um ponto e o BEA procure uma semana e vá embora.

fonte/OEstadão
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QUEDA DE AVIÃO MONOMOTOR DEIXA DOIS FERIDOS EM PIRASSUNUNGA

O piloto e o passageiro de um monomotor tiveram ferimentos leves após a aeronave cair em Pirassununga, no interior de São Paulo na tarde deste sábado. O caso será registrado no 1º Distrito Policial de Pirassununga.

De acordo com a polícia, os dois realizavam um voo panorâmico na cidade, às 15h30, quando um problema mecânico fez o monomotor perder a sustentação no ar. Com a queda, passageiro e piloto tiveram lesões sem gravidade. Eles foram levados para hospitais da região.

Pela manhã, em Alagoas, um homem de 55 anos morreu na queda de outro avião monomotor, no município de Feliz Deserto. Antônio Bezerra Brandão, que pilotava a aeronave, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

fonte/AgEstado/R7

VULCÃO REDUZ ATIVIDADES MAIS AINDA AMEAÇA GUATEMALA

Avião da American Airlines ficou coberto de cinzas

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O vulcão Pacaya, na Guatemala, começou neste sábado (29) a reduzir sua atividade, mas ainda representa perigo, ao mesmo tempo em que a tempestade tropical Agatha ganha força e ameaça atingir o país em até 24 horas. Um porta-voz da Coordenadoria Nacional para a Redução de Desastres (Conred) disse à imprensa que o Pacaya segue tendo explosões e lançando lava e areia, mas em menor quantidade que na última quinta-feira (27), quando gerou uma forte erupção. As cinzas expelidas pelo vulcão chegaram a cobrir aviões 

fonte/EFE/Reuters/foto/Daniel LeClair/Reuters

AEROPORTOS DE CUMBICA E SANTOS DUMONT TÊM MAIS DE 20% DOS VOOS COM ATRASO NESTE SÁBADO


Os aeroportos de Cumbica, em Guarulhos (região metropolitana de São Paulo) e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, apresentam índice de atrasos neste sábado acima dos 20%. De acordo com a Infraero (estatal que administra os aeroportos do país), o índice de atrasos acima de 30 minutos até às 19h é de 20,8% e de 20,2%, respectivamente. 
 
Em Cumbica, das 154 decolagens previstas, a Infraero registrou atrasos em 32 delas. Além disso, outros 13 voos (8,4%) foram cancelados.

No Santos Dumont, além dos 20 voos que partiram com atrasos, 16 (16,2%) voos foram cancelados em um total de 99 partidas. 

Em todo o país, a Infraero registrou 224 atrasos, o que representa 14,4% dos voos programados para decolar. Outros 110 voos (7,1%) foram cancelados até às 19h. 

No aeroporto de Congonhas, zona sul de São Paulo, dos 170 programados, 21 (12,4%) foram cancelados e outros 20 (11,8%) sofreram atrasos. 

No aeroporto do Galeão, no Rio, entre os 84 voos previstos, 16 (19%) sofreram atrasos e oito (9,5%) foram cancelados.

fonte/UOL

VOO ARGENTINO TEM TUMULTO E EXPÕE PODER DE " BARRAS BRAVAS"


A Argentina chega como uma das favoritas à conquista do título, 
graças ao ótimo desempenho de seus principais jogadores ao longo da 
temporada Foto: EFE Avião argentino pousa na África do Sul: voo teve mal estar com barra bravas
Foto: EFE

Dois torcedores organizados argentinos, os populares barra bravas, causaram mal estar no voo da seleção de Diego Armando Maradona até Pretória, na África do Sul, onde o elenco irá realizar a preparação.
Segundo relatos do jornal La Nación, a dupla tentou passar até a classe executiva e abordou Martín Palermo, ligado à facção La 12, do Boca Juniors. Após a intervenção do comissário de bordo, ambos retornaram aos seus assentos. 

A presença dos barra bravas na África do Sul é vista como preocupação dentro da Argentina. No total, foram 22 torcedores argentinos no mesmo voo da delegação, o que provocou reação da AFA, a Associação de Futebol Argentino. Segundo a entidade, nenhum possui vínculo com a seleção do país e/ou teve sua presença no voo 227 da South African Airways facilitada. 

Entre os 22 torcedores estava Ariel Pugliese, apelidado de Gusano. No ano passado, ele foi guardacostas de Lionel Messi em uma visita até a Argentina, mas tem o nome ligado a episódios perigosos, como ser alvo ve investigações da polícia argentina pelo assassinato de Marcelo Cejas, torcedor do Tigre morto por torcedores do Nueva Chicago, clube ao qual Pugliese foi ligado mas hoje tem a entrada proibida. 

Na Argentina, Carlos Bilardo, técnico campeão em 1986 e hoje auxiliar de Diego Maradona, já foi acusado de facilitar a entrada de barra bravas em um jogo da seleção argentina contra a Venezuela pelas Eliminatórias em 28 de março de 2009. Bilardo, que é ligado às organizadas de Boca Juniors e Estudiantes, foi testemunha de José Barrita, ex-chefe da La 12, em um processo criminal. 

Martín Palermo, homem de confiança de Maradona no elenco da seleção argentina, também tem laços muito próximos com La 12, o que ficou recentemente claro em sua disputa pessoal com Riquelme no Boca. Não por acaso, o meia teve problemas com a torcida organizada. Cabe lembrar, no voo 277, foi por Palermo que gritaram os invasores da classe executiva. 

fonte/foto/EFE/Terra

PILOTO AGRÍCOLA MORRE EM QUEDA DE AVIÃO EM ALAGOAS



O piloto de aviões agrícolas Antônio Bezerra Brandão, 55 anos, morreu na manhã deste sábado, quando o monomotor que ele guiava se chocou com fios de uma torre da rede elétrica, na zona rural de Feliz Deserto (litoral sul de Alagoas). Segundo a Polícia Civil de Coruripe, cidade a 90 km de Maceió, que investigará o acidente, o homem foi socorrido, mas não conseguiu chegar ao hospital com vida.

A queda do avião foi comunicada à polícia por volta das 9h30, por funcionários da Usina Coruripe - para quem o piloto prestava serviço de forma terceirizada. Segundo as informações iniciais, Brandão morava na fazenda da usina. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal, em Maceió.

fonte/Terra

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