segunda-feira, 30 de novembro de 2015

PILLOTO MORRE APÓS QUEDA DE AVIÃO EM SÃO VICENTE DO SUL, NO RIO GRANDE DO SUL


Local foi isolado para o trabalho da perícia (Foto: Blog Rafael Nemitz/Divulgação)Local foi isolado para o trabalho da perícia (Foto: Blog Rafael Nemitz/Divulgação)
 
Um avião de pequeno porte caiu no interior de São Vicente do Sul, na Região Central do Rio Grande do Sul, na noite de domingo (29). Na aeronave só estava o piloto Alexandre Félix da Silva, 31 anos, que morreu na queda. Ele é natural de Tangará da Serra, no Mato Grosso, e estava morando na região.

O avião, de prefixo PT-GTR, caiu em uma propriedade particular na localidade de Rincão da Palma. Policiais volantes da Delegacia de Pronto Atendimento (DPPA) de Santiago e policiais militares de São Vicente do Sul foram até o local, mas o homem já foi encontrado em óbito. O local foi isolado até a chegada da perícia de Santa Maria, também na Região Central, que realizou um levantamento no local.

O Serviços Regionais de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Seripa) da Base Aérea de Santa Maria (Basm) está responsável pelo caso.




Dados da aeronave via RAB

 
MATRÍCULA: PTGTR
 
 
Proprietário:
DH AGROPECUARIA LTDA - ME
CPF/CGC:

Operador:
DH AGROPECUARIA LTDA - ME
CPF/CGC:

 
Fabricante:
NEIVA
Modelo:
EMB-201A
Número de Série:
200362
Tipo ICAO :
IPAN
Tipo de Habilitação para Pilotos:
MNTE
Classe da Aeronave:
POUSO CONVECIONAL 1 MOTOR CONVENCIONAL
Peso Máximo de Decolagem:
1800 - Kg
Número Máximo de Passageiros:
000


Categoria de Registro:
PRIVADA SERVICO AEREO PRIVADOS
Número dos Certificados (CM - CA):
10099
Situação no RAB:

Data da Compra/Transferência:
301112


Data de Validade do CA:
27/04/16
Data de Validade da IAM:
170916
Situação de Aeronavegabilidade:
Normal
Motivo(s):

Consulta realizada em: 30/11/2015 12:05:48

sábado, 28 de novembro de 2015

PAPAI NOEL RENDE PILOTO E ROUBA HELICÓPTERO

Um helicóptero foi roubado na tarde de sexta-feira (27), em Mairinque (SP). De acordo com informações da Polícia Militar, o suspeito, que teria contratado o serviço de táxi aéreo, estava vestido de Papai Noel e estaria armado. 

Segundo a PM, o helicóptero saiu do Campo de Marte em São Paulo (SP) e, logo após o pouso em um sítio em Mairinque, o piloto foi rendido, amarrado e vendado pelo suposto cliente e por um comparsa, que esperava no local.

A vítima se soltou horas depois e, com a ajuda de uma moradora da cidade, conseguiu ir até a base da companhia militar em Itu (SP) para pedir socorro. A aeronave não foi encontrada e ninguém foi preso. A polícia investiga o caso.

fonte/G1

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

O PRIMEIRO VOO NA AMÉRICA LATINA ACONTECEU EM OSASCO





Façanha esquecida, o inventor franco-brasileiro Dimitri Sensaud de Lavaud projetou, construiu e voou em 1910 o aeroplano DSL “São Paulo”
Por André Vargas em 27 de Novembro de 2015 às 17:31


A historiografia aeronáutica costuma creditar ao mexicano Alberto Braniff o primeiro voo na América Latina, em 8 de janeiro de 1910, sobre a planície La Hacienda de Balbuena, perto da Cidade do México. A bordo de um aparelho Voisin adquirido na França, Braniff percorreu cerca 1,5 km a uma velocidade de 56 km/h e uma altura estimada de 25 m. Para os padrões da época, um feito memorável, digno de ser bem noticiado pelos jornais do mundo todo. Porém, um personagem quase ignorado merece o devido crédito. Um dia antes de Braniff, em 7 de janeiro, em Osasco, então um bairro da cidade de São Paulo, o engenheiro francês – que depois se naturalizaria brasileiro – Dimitri Sensaud de Lavaud conduziu, de fato, o primeiro voo na América Latina. Façanha menos conhecida, mas também registrada pelos jornais da época. Realizado quatro anos após Santos Dumont sobrevoar o campo de Bagatelle, em Paris, seu voo acabou caindo no esquecimento por infortúnios do destino e pela falta de memória histórica no Brasil.

Este episódio sensacional, com toques de arrojo, engenho e, posteriormente, tragédia pessoal, foi resgatado por pesquisadores dedicados no documentário “O piloto invisível”, produzido e dirigido por Tamer de Oliveira. Em 2010, ano do centenário do feito, foi publicado “1910 – O primeiro voo do Brasil”, de Salvador Nogueira e Suzana Alexandria. Mesmo assim, ainda falta reconhecimento ao pioneiro franco-brasileiro. Basta dizer que sua história está registrada no Museu de Osasco, instalado no antigo Chalé Brícola, onde sua família viveu, mas pouca gente parece se importar. A réplica de seu aeroplano instalada no museu acabou furtada. O aparelho, o DSL (suas iniciais) “São Paulo”, sobrevive em uma réplica instalada no Museu da TAM, em São Carlos, interior de São Paulo.


Pouso desajeitado do DSL resultou em danos

105 metros

O voo foi sensacional, mas menos importante que a capacidade técnica e a inventividade de seu autor. Foram apenas 105 metros – menos que um campo de futebol – percorridos em 6 segundos e 18 décimos a uma altura entre três e quatro metros sobre onde hoje corre a Avenida dos Autonomistas. Santos Dumont voou 220 metros. O pouso do DSL foi desajeitado, resultando em danos. Como não possuía amortecedores, o trem de pouso acabou cedendo, provavelmente por culpa de algumas alterações de última hora. “Dimitri construiu em um ano um avião em São Paulo, enquanto Blériot demorou seis meses para fazer o mesmo na França”, diz o diretor Tamer de Oliveira. O que ele fez antes e depois também foi extraordinário. Com 1,2 mil invenções patenteadas, suas ideias ainda fazem parte do cotidiano moderno.

Desde a virada do século, quando tinha pouco mais de 18 anos, o jovem Dimitri estudava a arte de voar, recebendo os periódicos do Aeroclube da França enviados por parentes. Nascido em Valladolid, Espanha, em 1882, era filho do empreendedor barão francês Evaristhe Sensaud de Lavaud (no Brasil, o comendador Lavaud) e da russa Alexandrina Bognadoff. Após um período na Turquia, a família mudou-se para o Brasil, onde o pai instalou uma olaria em Osasco, em 1885. Dimitri ficou na Europa até 15 anos, estudando em um internato onde aprendeu francês e latim (em casa falava russo com a mãe).

Conhecedor precoce de maquinários, no Brasil trabalhou ao lado do pai e de dezenas de operários, geralmente imigrantes italianos. Mesmo sem falar português nos primeiros tempos, compreendia bem a língua. Em 1903, casou com a descendente de franceses Bertha Rachoud. Em 1916, adquiriu a cidadania brasileira, porém, em busca de oportunidades, foi para o Canadá e trabalhou nos Estados Unidos, mudando em definitivo para a França em 1920.

Um inventor e tanto

Algumas das principais patentes de Dimitri de Lavaud
  • Em 1912, patenteou uma máquina para usinagem de tubos metálicos centrifugados sem emendas. Reza a lenda que descobriu o processo quando tentou reconstruir um de seus aviões.
  • Modernizou, em 1921, um gravador-topográfico.
  • Inventou, em 1927, o primeiro sistema de câmbio automático para automóveis, ganhando o prêmio Montyon de Engenharia da Academia de
    Ciências de Paris.
  • Adaptou uma turbina a gás para automóveis.
  • Em 1930, criou um mecanismo automático para hélices de passo variável que acabou adaptado nos caças da Luftwaffe.
  • Desenvolveu o automóvel STL (para provar a viabilidade de seu câmbio automático). O STL foi exibido no Salão do Automóvel de Paris de 1930. Sua patente foi vendida para a Citroën em 1934 e instalada no famoso Traction Avant 7.
  • Projetou um diferencial para tração independente usado em blindados leves 8x8.
  • Estudou uma primeira turbina de fluxo axial em um período em que os pesquisadores trabalhavam com turbinas centrífugas, menos eficientes.
  • Seu motor-foguete inspirou, em parte, as “bombas voadoras” V-1 nazistas.
  • Sua última invenção, em 1946, foi uma embreagem elétrica.

Mais inventor que aviador

O jornal O Estado de São Paulo registrou o segundo voo de Dimitri de Lavaud em 1911

A diferença entre De Lavaud e os pioneiros de sua época está justamente aí. Enquanto alguns, como Braniff e Roland Garros, buscavam fama e aventura, ele investia em soluções que também lhe trouxessem fortuna. Seu espírito era mais próximo do em preendedorismo de Blériot e dos irmãos Wright. Enquanto Braniff adquiriu um Voisin na França, De Lavaud estudou os projetos de Blériot e Farman para criar seu próprio aeroplano. Algo extraordinário para as condições do Brasil de então. Projetado por ele e usinado no país, seu motor de 45 hp com seis cilindros em estrela foi um produto genuinamente brasileiro. “Com certeza ele era muito mais um inventor do que um aviador. Mesmo na questão aeronáutica, desconfio que o que mais atraía era o problema do voo e não o desejo de voar”, afirma Salvador Nogueira, jornalista científico e um dos autores de “O primeiro voo do Brasil”.

O DSL era um aeroplano bem diferente dos que seriam construídos anos depois, daí a dificuldade em voá-lo. No lugar de ailerons, a asa se movia por inteiro ao redor de um eixo, enquanto o leme de profundidade era fixo. Um desafio. “Os sistemas de comando eram falhos, mas mesmo assim ele conseguiu. O monoplano de Blériot que ele testou [tempos depois] tinha sistemas de comando diferentes”, conta Pierre Camps, sobrinho-neto do pioneiro e responsável pela construção das réplicas do DSL. “Como a barra do trem batia na asa, ele deve ter mandado cortá-la, o que causou a quebra na hora do pouso”, estima.

Reconhecido então como o primeiro a voar na América Latina, Dimitri Sensaud de Lavaud decidiu encarar os céus novamente, mesmo diante da reprovação de sua esposa. Com o acidente que matou o piloto italiano Julio Piccolo durante o reide aéreo promovido pelo recém-criado Aeroclube de São Paulo, em 24 de dezembro de 1910, De Lavaud comprou seu Blériot para ajudar a viúva. O aeronauta e inventor levou o avião para Osasco, onde fez algumas modificações. Seu voo, em 19 de fevereiro de 1911, teve venda de ingressos e tudo. A bordo do modelo reformado, dotado de novo motor e rebatizado Blériot de Lavaud No 2, decolou do Parque Antarctica, onde hoje está localizada Arena Palestra Itália. Uma pane no motor fez com que o aparelho caísse sobre um bambuzal no final da pista. Mesmo sem sair ferido, foi o suficiente para Bertha, que o obrigou a parar. Uma tentativa anterior já havia fracassado. Dali em diante, o primeiro homem a voar na América Latina cuidaria, com grande sucesso, só dos negócios e de suas invenções.

Diante da preocupação de sua esposa com a vida de aeronauta, De Lavaud desistiu de voar. É provável que o mundo tenha ganhado com isso. Dono de mais 1.200 patentes registradas na Europa e nos Estados Unidos, a evolução das ideias desse francês fazem parte da vida cotidiana. Já o esquecimento que se abateu sobre seu voo tem explicações plausíveis para Salvador Nogueira. De Lavaud abandonou a aviação no Brasil sem deixar “herdeiros intelectuais” que seguissem adiante. Outro fator seria a figura de Santos Dumont, uma referência insuperável. “É importante lembrar que Santos Dumont é um produto francês, mais que brasileiro. Se estivesse no Brasil, jamais poderia ter realizado suas façanhas”, acredita.

Réplica do DSL
Réplica do DSL construída pelo sobrinho-neto Pierre Camps

Percalços históricos

Pena que o destino não lhe seria tão bondoso no final, com a ruína e a desconfiança sobre sua atitude diante dos nazistas durante a ocupação da França na Segunda Guerra. A ocupação nazista da França, entre 1940 e 1944, foi um período complicado para os franceses em geral e para Dimitri Sensaud de Lavaud em particular. Houve quem escolhesse resistir, enquanto outros colaboraram com os invasores, porém, para a maioria não foram apresentadas opções. Essa parece ter sido a ruína pessoal do inventor franco-brasileiro.

Preso por uma temporada em 1940 pelos nazistas, que desejavam seu mecanismo automático para hélices de passo variável, voltou à prisão, em Lyon, diante da desconfiança de que sabotou os planos. Seu diferencial para veículos 8x8 também foi roubado pelos alemães, assim como os estudos para turbinas de fluxo axial e motores-foguete.

Como De Lavaud tinha dupla cidadania desde 1916, o governo brasileiro tentou soltá-lo por meio de esforços do embaixador Souza Dantas. Após a libertação da França pelos Aliados, aos 63 anos, ele voltou ao cárcere sob a suspeita de ter colaborado com os inimigos. Inocentado em 1946, ganhou a liberdade já com a saúde debilitada. Empobrecido e desgostoso, morreu em 25 de abril de 1947, aos 64 anos. Um final triste para um inventor milionário que 21 anos antes havia se tornado Cavaleiro da Legião de Honra da França.

Ficha técnica

DSL São Paulo
Motor: 45 hp, com seis cilindros em estrela
Hélice: 2,1 metros, de jequitiba
Velocidade: 54 km/h
Envergadura: 10 metros
Comprimento: 10,2 metros
Superfície alar: 18 m2
Superfície do leme horizontal: 4 m2
Estrutura: madeira (pinho e peroba) recoberta por cretone envernizado com fixadores e eixos de aço e trem de pouso triciclo (com rodas reforçadas de

fonte/foto/Aeromagazine/UOL

NOVA PRESIDENTE DA AEROLÍNEAS ARGENTINAS NASCEU E ESTUDOU NO BRASIL

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A imprensa argentina, nomeadamente o jornal ‘El Clarín’, dá como confirmada a nomeação da gestora Isela Costantini para presidente executiva da Aerolíneas Argentinas.

Isela Costantini nasceu na cidade de São Paulo, Brasil, há 44 anos, filha de pais argentinos, e é presentemente presidente executiva da General Motors (GM) na Argentina. É também presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Automóveis, tendo sido indicada para segundo mandato que só terminará em 2016. Este ano foi ainda eleita ‘Executiva do Ano’ na Argentina.

A nova presidente da companhia aérea argentina é licenciada em Comunicação pela Universidade Católica Pontifícia do Paraná, Brasil, estado que faz fronteira com a Argentina e o Paraguai. Mais tarde obteve o grau de MBA na Universidade Loyola, em Chicago, nos EUA, com a especialização de Marketing e Negócios Internacionais.

Isela Costantini iniciou a sua carreira profissional na General Motors do Brasil em 1998 na área de Marketing e Vendas, onde desempenhou várias funções, entre as quais marketing estratégico, prognóstico de vendas e gerente de marca. Em 2002 foi transferida para uma fábrica da GM em Arlington, no Estado do Texas (EUA). Ainda voltou ao Brasil, mas em 2004 foi nomeada para a área internacional da GM, sendo promovida a executiva já num patamar superior com funções que abrangiam diversos mercados desde a América Latina ao Médio Oriente, passando pela África. Em 2010 regressou à América do Sul e em 2012 foi nomeada para as funções que ocupa presentemente que lhe conferem a liderança da GM na Argentina, Paraguai e Uruguai, cargo que é ocupado pela primeira vez por uma mulher.

A executiva, que tem bastante prestígio nos círculos financeiros e económicos de Buenos Aires, foi convidada pelo novo Presidente da República, Maurício Macri, eleito no fim-de-semana, para substituir Mariano Recalde, que nos últimos anos esteve à frente da companhia aérea estatal argentina.

 Estado meteu 5 BI de dólares na companhia em sete anos
A Aerolíneas Argentinas e a companhia subsidiária Austral (marca que voa nos percursos regionais e em linhas de menor intensidade de passageiros com uma frota de aviões de menor capacidade) formam o grupo aéreo estatal, designado pelo nome da companhia principal, que tem sido nas últimas décadas um grande problema para os governos argentinos. Por circunstâncias várias, mas sobretudo pela sua falta de rentabilidade.
Renacionalizada há sete anos a Aerolíneas e a Austral têm sido um sorvedouro de dinheiros públicos. Estima-se que o Estado Argentino tenha colocado cerca de cinco mil milhões (bilhões no Brasil) de dólares norte-americanos, sem que isso tenha levado a uma boa saúde financeira das duas companhias aéreas. Este ano o Estado já colocou na Aerolíneas cerca de 550 milhões de dólares, para acudir sobretudo a problemas de tesouraria.
A confirmar-se a nomeação de Isela Costantini, a nova presidente da Aerolíneas Argentina, a partir de 10 de dezembro próximo, nasceu e estudou no Brasil, e, naturalmente, fala português.

fonte /foto/G1

MONOMOTOR FAZ POUSO FORÇADO NA RODOVIA DOS BANDEIRANTES EM JUNDIAÍ


Um monomotor pousou na rodovia dos Bandeirantes, na região de Jundiaí (Foto: Arquivo Pessoal) 
Um monomotor pousou na rodovia dos Bandeirantes, na região de Jundiaí (Foto: Arquivo Pessoal)

Uma aeronave de pequeno porte fez um pouso forçado por volta das 12h desta sexta-feira (27) na Rodovia dos Bandeirantes, em Jundiaí (SP). O pouso foi na altura do quilômetro 60, no sentido São Paulo, mas a rodovia não chegou a ficar totalmente bloqueada.

Segundo informações da Polícia Rodoviária, um instrutor e um aluno estavam na aeronave, mas não se feriram. O monomotor Cessna, prefixo PR-EJV, decolou do aeroporto de Jundiaí, mas a suspeita é a de que houve uma pane no motor que obrigou o piloto a pousar na rodovia.

A asa direita da aeronave ficou bastante danificada, mas não há informação se houve um choque no ar ou se o dano foi feito durante o pouso forçado.

A concessionária que administra a rodovia informa que duas faixas ficaram interditadas para que o avião fosse retirado. Ele foi guinchado até uma área no km 58 da rodovia. Apesar da aeronave já ter saído da faixa de rolamento, o congestionamento chega a quatro quilômetros, segundo o site da AutoBan.

Um monomotor pousou na rodovia dos Bandeirantes, na região de Jundiaí (Foto: Arquivo Pessoal)Um monomotor pousou na rodovia dos Bandeirantes, na região de Jundiaí (Foto: Arquivo Pessoal)
Pouso de avião fechou duas faixas da rodovia (Foto: Rafael Fachim/TV TEM)Pouso forçado fechou duas faixas da rodovia (Foto: Rafael Fachim/TV TEM)
Segundo a concessionária, pouso causou congestionamento em rodovia (Foto: Rafael Fachim/TV TEM)Segundo a concessionária, pouso causou congestionamento em rodovia (Foto: Rafael Fachim/TV TEM)
 
Asa direita do monomotor ficou bastante danificada (Foto: Sandro Zeppi/TV TEM) 
Asa direita do monomotor ficou bastante danificada (Foto: Sandro Zeppi/TV TEM)
 
Monomotor foi levado para uma área ao lado da rodovia (Foto: Sandro Zeppi/TV TEM)Monomotor foi levado para uma área ao lado da rodovia (Foto: Sandro Zeppi/TV TEM)
 
fonte/foto/G1

Dados da aeronave via RAB

MATRÍCULA: PREJV
 
 
Proprietário:
EJ ESCOLA DE AERONAUTICA LTDA ME
CPF/CGC:

Operador:
EJ ESCOLA DE AERONAUTICA LTDA-ME
CPF/CGC:

 
Fabricante:
CESSNA AIRCRAFT
Modelo:
152
Número de Série:
15284143
Tipo ICAO :
C152
Tipo de Habilitação para Pilotos:
MNTE
Classe da Aeronave:
POUSO CONVECIONAL 1 MOTOR CONVENCIONAL
Peso Máximo de Decolagem:
757 - Kg
Número Máximo de Passageiros:
001


Categoria de Registro:
PRIVADA INSTRUCAO
Número dos Certificados (CM - CA):
18219
Situação no RAB:

Data da Compra/Transferência:
130409


Data de Validade do CA:
30/01/21
Data de Validade da IAM:
300116
Situação de Aeronavegabilidade:
Normal
Motivo(s):

Consulta realizada em: 27/11/2015 13:14:22

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

ROBINSON LANÇA R44 CADET DEDICADO À INSTRUÇÃO

Robinson R44 Cadet desenho 900px

O novo R44 Cadet que a Robinson Helicopter Company planeja lançar no primeiro trimestre de 2016 possui a mesma fuselagem, o mesmo sistema de rotor e o mesmo motor (Lycoming O-540-F1B5) do R44 Raven I, mas só tem dois lugares. O objetivo do mais recente modelo é o mercado de treinamento.

Assim, os dois lugares de trás foram retirados e o espaço à retaguarda foi transformado em espaço de carga. O peso máximo é de 2.200 libras (cerca de 998 kg), menos 200 libras (cerca de 90 kg) do que o Raven I. A potência do motor foi diminuída para os 210 cv à descolagem e 185 cv de potência contínua (no Raven I é de 225 e 205, respetivamente). O menor peso e a diminuição da potência do motor permitem um aumento das margens de performance em altitude. O novo silenciador também baixou o ruído em 3 decibéis.

Uma variedade de equipamento opcional estará também disponível para esta versão de treino, incluindo ar condicionado, piloto automático e pacotes de aviónicos otimizados, quer para treino VFR, quer para treino IFR.

A certificação da FAA já está em curso e os últimos testes de voo serão efetuados até ao final do ano. O preço base do novo helicóptero deverá ser anunciado antes da Heli-Expo 2016 mas ficará abaixo da tabela do Raven I.

fonte/foto/NewsAvia

terça-feira, 24 de novembro de 2015

GRUPO CHINÊS COMPRA 23,7% DA AZUL POR R$ 1,7 BILHÃO


Grupo chinês compra 23,7% da Azul por R$ 1,7 bilhão Azul/Divulgação
Foto: Azul / Divulgação
 
Por US$ 450 milhões (R$ 1,7 bilhão), a holding Azul S.A. vendeu 23,7% do capital da Azul Linhas Aéreas Brasileiras para o HNA Group, da China. Atuante nos setores industrial, financeiro, de turismo e logística, o conglomerado asiático mantém negócios que geram receita anual de US$ 25,6 bilhões. As informações são do jornal VAlor Econômico


Com a transação, a Azul passa a ser avaliada em US$ 1,8 bilhão — cerca de R$ 7 bilhões. O acordo será pago em dinheiro e injetará R$ 1,7 bilhão nos cofres empresa brasileira.

No setor da aviação, o HNA Group tem o controle de 14 companhias, com uma frota de 524 aviões dos modelos da Boeing, Airbus e Embraer. A mais importante delas é a Hainan Airlines, a quarta maior empresa aérea da China.

O presidente da Azul, Antonoaldo Neves, acredita que, além da entrada de recursos na companhia, a parceria traz benefícios à marca no mercado mundial. Em julho, a empresa brasileira também reforçou o caixa ao receber US$ 100 milhões por 5% vendidos à United Airlines, dos Estados Unidos. 

fonteZeroHora

terça-feira, 17 de novembro de 2015

FOTOS DE DOIS F/A-18S APÓS COLISÃO NO AR DURANTE TREINAMENTO DE COMBATE AÉREO




fonte/foto/TheAviationist

PRIMEIRO VOO DA AIR ZIMBABWE COM COCKPIT FEMININO

Air Zimbabwe Cockpit feminino_01 900px

As comandantes de linha aérea Chipo M. Matimba e Elizabeth Simbi Petros, da Air Zimbabwe, voaram juntas no cockpit de um Boeing 737 da companhia na passada sexta-feira, dia 13 de novembro, entre os aeroportos de Harare, capital do País, e Victoria Falls, num voo doméstico que fica para a história da companhia e das duas profissionais, pois foi o primeiro voo comercial de passageiros naquele tipo de aeronave com uma tripulação técnica constituída apenas por mulheres.

O feito tem obtido uma grande divulgação na imprensa e televisões dos países africanos, com grande destaque para as mulheres pilotos, focando sobretudo o fato de serem negras, razão que no passado recente não lhes permitia grande ascendente nas profissões técnicas especializadas.

A Air Zimbabwe, fundada em 1967, admitiu a primeira mulher piloto em 2009, contando atualmente com duas comandantes e três co-pilotos, que trabalham em igualdade de circunstâncias com os pilotos da companhia, maioritariamente homens.

O número de mulheres na aviação tem subido nos últimos anos, mas mesmo assim fica muito longe dos seus colegas masculinos. A Associação Internacional de Mulheres Pilotos (ISWAP) divulgou recentemente que existe 4.000 mulheres pilotos em companhias comerciais contra os 130.000 homens pilotos. Uma diferença muito grande.

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As comandantes Chipo Matimba, à direita na imagem anterior, e Elizabeth Simbi Petros, entraram na companhia há vários anos. Chipo Matimba, por exemplo, começou na Força Aérea do Zimbabwé, em 1994, tendo entrado na aviação comercial em 12 de fevereiro de 2009.

No Zimbabwé, como noutros países africanos, há hoje entre os jovens grande interesse pela carreira da Aviação Comercial, sobretudo nos cursos técnicos. E a pilotagem não tem sido excepção, e está a ser muito acarinhada, também, pelas meninas.

fonte/foto/NewsAvia

PASSAGEIRA TENTA ABRIR PORTA DE SAÍDA DE VOO DA BRITISH AIRWAYS

Uma passageira aparentemente embriagada tentou abrir a porta de saída de um voo da British Airways que saiu nesta terça-feira (17) de Londres e chegou em Boston, nos Estados Unidos.
 
Não havia nenhuma indicação de que as ações da passageira tinham qualquer laço com o terrorismo, disse o porta-voz da polícia estadual, David Procopio, por e-mail, à Reuters.

Anteriormente, a polícia de Massachusetts afirmou que estava em direção ao aeroporto de Boston para atender uma chamada de uma passageira que teria tentado entrar na cabine de piloto do avião.

A investigação determinou que a passageira do voo 213, que saiu do aeroporto de Heathrow às 6h57, estava "intoxicada", segundo divulgou a polícia. A mulher, as testemunhas e a tripulação estão sendo entrevistados. A polícia diz que a mulher deve responder judicialmente pelo ocorrido.

A agência Reuters divulgou anteriormente que a polícia esperava prender a mulher. A agência divulgou um comunicado de um porta-voz da British que afirma o seguinte:
"Nossa tripulação pediu que a polícia fosse até o avião em Boston por causa de uma cliente desobediente a bordo. Nossos clientes e tripulação merecem ter um voo seguro e agradável, e nós não toleramos comportamentos abusivos".

Avião da British em que uma passageira tentou abrir a porta de saída é visto no aroporto de Boston (Foto: Reprodução CNN)Avião da British em que uma passageira tentou abrir a porta de saída é visto no aroporto de Boston (Foto: Reprodução CNN)


fonte/foto/G!

BOEING 747 DA MASTER TOP LINHAS AÉREAS É APREENDIDO PELA JUSTIÇA DO TRABALHO AO POUSAR NO AEROPORTO DE VIRACOPOS



Avião de carga estacionado no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (Foto: Hamilton Ravani Neves/Arquivo pessoal)Avião de carga estacionado no Aeroporto de Viracopos, em Campinas ( Hamilton Ravani Neves/Arquivo pessoal)
 
Um Boeing 747-400, usado para o transporte de cargas, foi apreendido na noite desta segunda-feira (16) no Aeroporto Internacional de Viracopos. O arresto do bem [apreensão cautelar] foi concedido pelo Núcleo de Pesquisa Patrimonial da Circunscrição de Campinas (SP), órgão ligado ao Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, a pedido de ex-funcionários da Master Top Linhas Áreas S/A. Ninguém da empresa aérea foi encontrado para comentar o assunto.

A ação impetrada em 2011 é para garantia do pagamento de cerca de R$ 15 milhões em dívidas trabalhistas, como horas-extras e rescisão de contrato. Segundo o advogado Hamilton Ravani Neves que representa os reclamentes, são vários processos contra a empresa e a medida visa a proteção dos ex-funcionários. "O avião fica no aeroporto até segunda ordem", disse o defensor. Ainda segundo o advogado, a aeronave estaria avaliada em até US$ 50 milhões. O avião está carregado, mas a carga não faz parte do arresto.

Avião de carga que teve mandado de arresto em Campinas (Foto: Hamilton Ravani Neves/Arquivo pessoal) 
Avião de carga que teve mandado de arresto
( Hamilton Ravani Neves/Arquivo pessoal)
 
No despacho da juíza Fernanda Frare Ribeiro, de 16 de novembro, a Concessionária Brasil Viracopos foi nomeada como depositária da aeronave.

A empresa que administra Viracopos informou que a aeronave pousou em Campinas às 21h30 de segunda-feira. O G1 apurou que a aeronave partiu de Miami, nos Estados Unidos, antes de chegar ao Brasil. Ela tem capacidade para transportar 100 toneladas.

No auto de apreensão consta que a aeronave está registrada em nome de Lease Hold LLC.

fonte/foto/G!

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

ALERTA - MECÂNICOS PREOCUPADOS COM SEGURANÇA DE VOO DO GRUPO LATAM

Logo LATAM

Os mecânicos de aeronaves de toda América Latina na LATAM (fusão entre a chilena LAN Airlines e a brasileira TAM Linhas Aéreas), formularam uma carta ao presidente da companhia aérea, Enrique Cueto, alertando sobre a segurança de voo.

O documento visa relatar as condições em que a empresa vem tratando esta questão com relação aos mecânicos de manutenção e alertar sobre os riscos que estão correndo sobre a vida e integridade das pessoas que voam nos aviões da companhia.

Os trabalhadores solicitam que sejam tomadas providências sobre a tentativa de substituição de pessoal técnico, com licença para trabalhar em aviões, por encarregados de operação de plataforma, criados somente para baixar custos de manutenção, planos de terceirização que visam precarizar a mão-de-obra, entre outros pontos.

A carta foi feita durante o encontro dos Trabalhadores da Rede LATAM realizado nos dias 4 e 5 de novembro, em Bogotá, Colômbia.

A carta está disponível no site da Federação Nacional dos Trabalhadores e Aviação Civil da CUT, onde poderá ser lida pelos interessados na sua versão em português.

fonte/foto/NewsAvia

FOGUETE NÃO TRIPULADO EXPLODE EM ALCÂNTRA, MARANHÃO


Um foguete não tripulado VS-40M explodiu na tarde desta sexta-feira, 13, no Centro de Lançamento de Alcântara, no litoral do Estado do Maranhão.

O Centro de Lançamento de Alcântara, confirmou o episódio e afirmou que todos os procedimentos de segurança foram tomados,  e não houve riscos à nenhum dos profissionais envolvidos na operação.

O acidente foi causado por uma falha no motor do foguete. A falha foi antes da decolagem, na rampa de lançamento.

O foguete VS-40M é desenvolvido pelo IAE (Instituto de Aeronáutica e Espaço), organização militar do Comando da Aeronáutica subordinada ao DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial).

Desde o fim de outubro a base espacial vinha efetuando lançamentos de foguetes não tripulados como parte da Operação São Lourenço.

fonte/OVALE

Operação São Lourenço
A Operação São Lourenço tem por objetivo realizar o lançamento e o rastreio do foguete suborbital VS-40M V03, a partir do CLA, dentro da trajetória planejada, transportando a plataforma suborbital Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), desenvolvida pelo IAE, a fim de testá-la em voo, além de assegurar a aquisição de dados durante o voo para qualificação de sistemas do veículo e da carga-útil, a plataforma SARA. Nessa carga-útil estará embarcada uma plataforma inercial em versão simplificada do Sistema de Navegação (SISNAV) a ser utilizado no Veículo Lançador de Satélites (VLS-1), desenvolvida pelo IAE. Ainda no VS-40M V03 será embarcado outro experimento, em fase de qualificação, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), um GPS de aplicação espacial. A atividade conta com a participação da equipe envolvida com as campanhas de lançamento do IAE e CLA e mobiliza outras organizações militares do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), além de esquadrões aéreos da Força Aérea Brasileira (FAB), o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), a Marinha do Brasil (MB). Especialistas da Agência Espacial Alemã (DLR) e do Centro de Lançamento de Esrange (Suécia) atuam também na operação de equipamentos de solo na campanha de lançamentos. A Operação São Lourenço é apoiada pela Agência Espacial Brasileira (AEB).
fonte/foto/OImparcial 


Fumaça da explosão vista do aeroporto da cidade de Alcântara
Fumaça da explosão vista do aeroporto da cidade de Alcântara (Foto: Divulgação )
ALCÂNTARA – O Coronel Aviador Cláudio Olany Alencar de Oliveira, diretor do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), afirmou em entrevista ao jornal O Estado que falha no motor do foguete suborbital VS-40M V3, seguida de uma explosão, foi a causa do cancelamento da missão. O diretor afirmou também que o projeto ainda não tem data para ser retomado e que será feita uma avaliação para apurar os danos físicos no equipamento e garantiu também que ninguém ficou ferido. O foguete, que levaria à órbita o Satélite de Reentrada Atmosférica (Sara), teve seu lançamento frustrado às 14h18 da tarde desta sexta-feira(13). A explosão ocorre doze anos após o incidente, também registrado no CLA, que resultou no saldo de 21 mortes. Após o fato, o Brasil deixou de realizar procedimentos espaciais no território maranhense, retornando às atividades apenas no ano passado.
“Após avaliação técnica sobre o porquê do acidente é que será possível avaliar o andamento do projeto”, disse Cláudio Olany. Ele falou também o acidente frustrou a equipe, já que na quinta-feira (12) havia sido feito uma simulação da Operação São Lourenço, que terminou com sucesso. “Até pelo sucesso anterior do procedimento, a expectativa era que tudo acontecesse conforme planejado hoje. Porém, é prematuro apontar o que causou. É preciso avaliar os passos dados para se saber o que não funcionou”, afirmou.
O CLA informou ainda que, no foguete, seria embarcado um GPS de aplicação espacial, em fase de qualificação, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Em nota, o centro informou também que o veículo encontrava-se na rampa de lançamento no momento do acidente e que, após a explosão, todos os procedimentos de segurança foram realizados.
O CLA informou ainda que, no foguete, seria embarcado um GPS de aplicação espacial, em fase de qualificação, desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

Veja a nota do CLA na íntegra
Durante a operação de lançamento do Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), às 14h20 local desta sexta-feira (13/11), no Centro de Lançamento de Alcântara, localizado no Maranhão, houve uma falha do motor do veículo VS-40M no momento da ignição que causou a sua perda. O veículo encontrava-se na rampa de lançamento e não chegou a decolar. Todos os procedimentos de segurança foram adotados e não houve riscos à nenhum dos profissionais envolvidos. Uma comissão será designada para apurar as causas do incidente.

fonte/Imirante

terça-feira, 10 de novembro de 2015

JATO EXECUTIVO DO BRADESCO CAI EM FAZENDA DO DISTRITO DE CATATALÃO, GOIÁS - 4 MORTOS - ATUALIZADO 22:38







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O Antagonista recebeu agora a informação de que um jatinho Citation 7 do Bradesco caiu quando voava de Brasília para São Paulo. A aeronave levava oito pessoas, entre elas o presidente da Bradesco Vida e Previdência, Lucio Flávio Conduru de Oliveira.

Urgente: Provável sucessor de Trabuco estava no jatinho

Informações preliminares indicam que Marco Antonio Rossi, presidente da CNSeg, da Fides e da Bradesco Seguros, era um dos passageiros do Citation 7 que caiu por volta das 20h em área rural da cidade goiana de Catalão.
Rossi era o nome escolhido internamente para suceder Luiz Carlos Trabuco no comando do Bradesco.

Uma aeronave Cesnna Citation C650, prefixo PT-WQH, de propriedade do Bradesco. caiu na noite desta terça-feira (10) em uma fazenda do distrito de Santo Antônio do Rio Verde, município de Catalão, no sudeste de Goiás, segundo o Corpo de Bombeiros da cidade, que está a caminho do local. Ainda não há informações sobre quantidade de passageiros, feridos ou mortos. 

A propriedade fica na divisa com a cidade de Guarda-Mor, em Minas Gerais. A assessoria de imprensa da Força Aérea Brasileira (FAB) disse ao G1, por telefone, que a aeronave havia decolado de Brasília e seguia para São Paulo. No entanto, o órgão apura quantas pessoas estavam no avião.

De acordo com relatos de testemunhas aos bombeiros, após a queda, a aeronave pegou fogo. "Alguns peões da propriedade estiveram no local e acreditam que não há sobreviventes", disse ao G1 o sargento Marcelo Mesquita Goulart.

A auxiliar de serviços gerais Luciana Pereira de Jesus, que trabalha na fazenda, disse que ouviu o barulho da queda a cerca de 10 km da sede.

"Foi como o barulho de um trovão. Os vizinhos de outroas fazendas disseram que viram uma tira de fogo no ar. Alguns funcionários que estão lá avisaram que tem pedaços da aeronave espalhados por todo lado", afirma.

fonte/foto/OPopular/G1/redesociais/OAntagononista/CatalãoNoticias


Dados da aeronave via RAB

MATRÍCULA: PTWQH
Proprietário:
BANCO BRADESCO S.A
CPF/CGC:

Operador:
BANCO BRADESCO S.A
CPF/CGC:

Fabricante:
CESSNA AIRCRAFT
Modelo:
650
Número de Série:
6507083
Tipo ICAO :
C650
Tipo de Habilitação para Pilotos:
C650
Classe da Aeronave:
POUSO CONVECIONAL 2 MOTORES JATO/TURBOFAN
Peso Máximo de Decolagem:
10433 - Kg
Número Máximo de Passageiros:
008


Categoria de Registro:
PRIVADA SERVICO AEREO PRIVADOS
Número dos Certificados (CM - CA):
15222
Situação no RAB:

Data da Compra/Transferência:
220911


Data de Validade do CA:
14/02/20
Data de Validade da IAM:
051215
Situação de Aeronavegabilidade:
Normal
Motivo(s):

Consulta realizada em: 10/11/2015 22:21:41

GRUPO DA BRITISH E DA IBERIA INTERESSADO NA LATAM AIRLINES

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O IAG – International Airlines Group, no qual estão associadas as companhias britânica British Airways e a espanhola Iberia, reconheceram recentemente o seu interesse na LATAM Airlines, onde está integrada a companhia brasileira TAM Linhas Aéreas.

A notícia foi publicada neste sábado, dia 7 de novembro pelo jornal digital de turismo argentino Reportur.com.ar que em despacho do jornalista Julian Ferguson, de Londres, publicou que o interesse do IAG foi manifestado pelo conselheiro-delegado do grupo europeu, Willie Walsh (nossa foto), durante a conferência ‘Capital Markets Day’ que decorreu na passada sexta-feira, dia 6 de novembro.

Referindo-se aos irmãos Cueto, patrões do Grupo LATAM Airlines, Wash disse que “quando estiverem disponíveis e dispostos para se sentarem à mesa para negociar, teremos discussões construtivas”. No entanto, explicou que de momento, não tem “um claro desejo de trabalhar de forma mais próxima com a companhia aérea chilena [LAN]”.

O responsável pelo grupo que controla a British e a Iberia disse que vê margem para mais transações e está particularmente interessado num acordo que reduza a sua dependência com o hemisfério norte, onde o negócio se concentra no Verão. É por isso que a fusão com a LAN faz sentido: “Acreditamos que há mais oportunidades para a consolidação na indústria”, acrescentou, segundo revela o jornalista Julian Ferguson.

As duas companhias europeias, tal como a LAN e a TAM, integram a aliança Oneworld e têm registado algumas ‘joint-ventures’ no passado similares àquelas que a British tem hoje com a American Airlines, refere o ‘Reportur’.

A LATAM Airlines passa atualmente por uma situação financeira complicada, segundo alguns analistas do mercado financeiro na América Latina, e algumas firmas financeiras, nomeadamente a LarrainVidal, sugeriu que a American Airlines poderia estar interessada em adquirir as posições das famílias Amaro (TAM Linhas Aéreas) e Cueto (Grupo LAN). Esta hipótese tem sido negada pelo consórcio latino-americano de aviação, que ainda no dia de ontem anunciou um novo plano estratégico e diversas alterações na sua estrutura organizacional.

fonte/foto/NewsAvia

MOTOR PRATT & WHITNEY DO EMBRAER E-JETS E2 INICIA PROGRAMA DE ENSAIOS

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O motor PW1900G PurePower Geared Turbofan (GTF), da Pratt & Whitney, que vai equipar os jactos E190-E2 e E195-E2, completou com sucesso o primeiro voo, iniciando assim o programa de ensaios de voo do motor. O modelo do motor PW1900G, que foi montado no Centro de Motores da Pratt & Whitney’s em Middletown, Connecticut, voou no avião de ensaios 747SP, no campo de voo de testes da empresa, em Mirabel, na província de Quebec, no Canadá. A Pratt & Whitney é uma empresa da United Technologies Corp.

“O início da campanha de ensaios em voo do motor é um marco importante para nós, no momento em estamos a fazer a segunda geração do E-Jets do conceito à realidade”, disse Paulo Cesar Silva, presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial. “A adição de motores PurePower nas nossas aeronaves de desempenho comprovado e com uma cabine premiada oferece uma proposta de valor atraente para nossos clientes”, acrescentou.

“Estamos muito animados por fazer parte do programa E-Jets E2, da Embraer, providenciando os benefícios do motor Geared Turbofan, líder da indústria, que inclui reduções significativas de ruído, emissões e consumo de combustível”, disse Greg Gernhardt, presidente da Pratt & Whitney Commercial Engines. “Este é um momento histórico para nós, em que começamos o programa de ensaios em voo para o nosso quarto cliente do PurePower.” A família de motores PurePower já completou mais de 23 mil horas de testes e 40 mil ciclos.

O programa E-Jets E2 é um dos dois em que a Pratt & Whitney trabalha juntamente com a Embraer. A Pratt & Whitney é parte do consórcio que também fornece o motor V2500-E5 para a Embraer KC-390, que está em campanha de certificação. A Pratt & Whitney é ainda a responsável pelo sistema de potência auxiliar para o programa dos E-Jets E2.

fonte/foto/NewsAvia

AMEAÇA DE ATENTADO PARALISA AEROPORTO DE EKATERINBURGO, NOS URAIS

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Cerca de 150 pessoas foram evacuadas no sábado, dia 7 de novembro, ao fim da tarde, do interior do Aeroporto de Ekaterinburgo/Koltsovo, no Urais Russos, na sequência de uma ameaça de bomba.

Segundo mensagens de alguns passageiros que se encontravam na aerogare nas redes sociais os serviços aeroportuários também procederam ao afastamento dos aviões que estavam estacionados próximo do edifício da gare de embarque e desembarque.

Um comunicado posterior das autoridades aeronáuticas esclareceu que especialistas policiais procederam a uma busca bastante minuciosa não tendo sido encontrado qualquer artefacto suspeito, nem indícios de eventual atentado.

Segundo a agência de notícias TASS os aviões que pousaram no tempo em que as equipas policiais inspeccionavam as instalações mantiveram-se dentro dos aviões nos taxiways de acesso à placa de estacionamento.

Uma fonte aeroportuária comentou que neste momento, devido ao desastre do avião da Metrojet, cuja queda tem sido atribuída a um atentado do Exército Islâmico, todas as ameaças são levadas muito a sério e todo o cuidado é pouco.

fonte/foto/NewsAvia

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

ACIDENTE COM AERONAVE AGRÍCOLA EM BALSAS, MARANHÃO

acidente aéreo em Balsas

























Por volta de 16:30h uma aeronave agrícola modelo Airtractor – 502 pertencente a empresa Risa, que realizava testes desde o período da manhã no aeroporto de Balsas – MA.

Após decolar acabou caindo na pista, e pegando fogo. O piloto Jose Mauro Jaques de Medeiros experiente em vôos morreu carbonizado.

O proprietário e piloto de Avião Eduardo Canedo que estava no aeroporto no momento do acidente disse que a aeronave correu na pista de decolagem por mais ou menos 700 mts e subiu de uma maneira fora do normal, na vertical e que da mesma forma que o avião subiu ele desceu. Que o piloto tentou salvar a aeronave flapiando o avião; o que para Eduardo Canedo descarta a possibilidade do piloto ter apagado durante a decolagem.

Tenente Aquiles comandante do 4° BBM
disse que o Corpo de Bombeiros chegou rapidamente, e já encontrou o piloto que tentou sair da aeronave mais morreu em cima de uma das asas carbonizado.

O delegado regional de Balsas, Dr. Diego Schiavini disse: Nós já informamos o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos. (CENIPA) órgão responsável em fazer a investigação de acidentes aéreos, estão se deslocando de Manaus para cá, devem chegar amanhã cedo e começar a investigação. Agora vamos fazer a liberação da pista, tentar tirar a aeronave o mínimo possível pra fora da pista de rodagem, tentando preservar todos os indícios para eles fazerem as análises.

Em 2012 Charles Medeiros, filho de José Mauro Jaques de Medeiros, morreu quando pilotava uma aeronave em uma Fazenda no município de Tasso Fragoso.

fonte/foto/DiárioDeBalsas

EMPRESA DO BRASIL LANÇA HELICÓPTERO NÃO TRIPULADO

Motivo de orgulho nacional, não é mesmo? A indústria brasileira já está dominando a tecnologia para produzir aeronaves não tripuladas. A FT Sistemas, uma empresa de São José dos Campos (SP), anunciou que vai lançar em 2016 um helicóptero não tripulado, o FT-200FH, que poderá ser aplicado tanto no setor civil como também pelas forças armadas.

O helicóptero é uma ARP (Aeronave Remotamente Pilotada) com dois metros de comprimento e pensando 90 kg. O motor por sua vez é a gasolina e permite ao aparelho permanecer voando por até 18 horas ininterruptas. A aeronave foi montada na configuração “fletteners”, com dois rotores paralelos, o que permite eliminar o rotor traseiro, por exemplo.

Com as tais características, a empresa indica seu ARP no uso civil para atividades como a inspeção de redes elétricas remotas, monitoramento no setor de agronegócios, transporte rápido de cargas de pequeno porte e alto valor, como medicamentos, entre outras utilizações. Já no caso militar, podem aplicá-lo em longas missões, como por exemplo vigilância de fronteiras.

Ainda de acordo com a empresa, o FT-200FH começa a ser produzido a partir de janeiro de 2016. Também participam do projeto a Celesc (Centrais Elétricas de Santa Catarina) e o Inerge (Instituto de Estudos e Gestão Energética), além de empresas internacionais, como da Alemanha e Inglaterra.

Para desenvolver o FT-200FH a empresa fez investimentos da ordem de R$ 9,3 milhões. A aeronave já passa por processo de Certificação junto à ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil). “Um dos objetivos ao desenvolver o FT-200FH é ampliar as exportações com a meta de faturamento entre R$ 20 milhões e R$ 30 milhões nos próximos dois anos”, explica Nei Brasil, diretor presidente da FT Sistemas.

fonte/PortalEngenharia/Notimp

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