quinta-feira, 28 de junho de 2012

FOTOS E VÍDEO DO ACIDENTE COM B763 DA ANA NO JAPÃO









fonte/foto/Avherald



DESVENTURAS AÉREAS NOS CÉUS DA NIGÉRIA

English: Murtala Mohammed International Airpor...English: Murtala Mohammed International Airport, Lagos, Nigeria. (Photo credit: Wikipedia)
Lagos, Nigéria – O suplício de voar na Nigéria começa com turbas caóticas acenando chumaços de dinheiro ao redor de vendedores de passagens em terminais abafados e sem ar-condicionado.
Depois, vemos a onda de gente sobre o atendente sobrecarregado que cuida do check-in. 

Entrar no avião em si pode ser considerado um feito, dada a falta de anúncios audíveis, sinalização eficiente e empregados uniformizados que saibam quanto tempo vai durar o atraso inevitável. 

Porém, é só depois de estar instalado no avião que a verdadeira aventura começa. 

Viagem aérea por aqui pode ser uma experiência banal, mas à beira da catástrofe, como o acidente de avião de junho em Lagos bem mostrou. A forma como um avião brilhante cheio de nigerianos bem-sucedidos — muitas reportagens detalharam as conquistas de alguns funcionários públicos graduados ou de empreendedores engenhosos — acabou virando um amontoado chamuscado de ferragens na lama de um bairro operário serviu para ressaltar os piores pesadelos de todo viajante deste país, tão cheio de dinamismo e disfunção. 

Décadas atrás, os aviões caíam com tanta frequência que muitos nigerianos preferiam as estradas perigosas para ir daqui para, por exemplo, Abuja, Port Harcourt ou Kano. 

Porém, o governo fechou as linhas aéreas de operadoras perigosas e avisou às outras que subterfúgios estavam proibidos. Segundo especialistas, a reputação do setor aéreo do país melhorou, a ponto de autoridades dos Estados Unidos terem dado às suas companhias aéreas, em 2010, o status de Categoria 1, o mais elevado aval de segurança. 

Então, o acidente de 3 de junho com o avião da Dana Air, de Abuja, a capital, que matou todas as 153 pessoas a bordo, além de um número desconhecido de pessoas em terra, trouxe todas as dúvidas de volta. A ansiedade que cerca o setor aéreo nigeriano continuou numa noite recente de sexta-feira em junho, quando as luzes da pista do Aeroporto Internacional Nnamdi Azikiwe, em Abuja, se apagaram, levando ao desvio de alguns voos e deixando passageiros em dificuldades. 

Numa manhã recente no Aeroporto Murtala Muhammed, em Lagos, o piloto de uma das principais empresas aéreas nigerianas confessou seus medos. Ele disse que não embarcaria nos envelhecidos 737s da empresa por falta de manutenção adequada. Segundo o piloto, a manutenção é uma piada. O entrevistado afirmou que os inspetores de segurança foram subornados. Os pilotos adotaram comportamentos excêntricos na cabine, pondo em risco as vidas dos passageiros. Findas as acusações, ele foi voar em seu avião. 

Sem dúvida, a grande maioria dos voos na Nigéria, como em qualquer lugar, começa e termina sem incidentes perceptíveis, ainda que os pilotos pareçam anunciar destinos incorretos regularmente. Tirando o desconforto — aviões velhos, alguns com 30 anos de serviço, com poltronas apertadas e assombrados pelos odores de décadas de refeições ruins —, são como os aviões de qualquer lugar. Só que, de vez em quando, eles se destacam. 

O avião de uma grande companhia nigeriana se aproximava de Lagos após um voo internacional noturno. A cidade se tornou visível, dava para enxergar o aglomerado das ruas próximas ao aeroporto, e o avião parecia estar na descendente. De repente, a visão mudou. 

O avião sobrevoava campos e pântanos. A cidade sumia a distância, embora o tempo estivesse perfeito. Aparentemente, o avião não se dirigia mais a Lagos. Depois de alguns minutos, a voz do capitão foi ouvida pelo comunicador:

— Ah, distintos senhoras e senhores (é assim que os pilotos nigerianos se dirigem agora aos passageiros), peço desculpas, mas perdi o pouso. Terei que de tentar novamente.
O avião ficou em absoluto silêncio. Os comissários ficaram congelados em seus lugares, com os rostos imóveis. Depois de dez minutos, o piloto tentou novamente e o avião aterrissou sem incidentes. 

Num recente voo doméstico — novamente envolvendo uma empresa grande — o pequeno jato enfrentou forte turbulência. Ele prosseguia, com o avião chacoalhando para cima e para baixo, os minutos se acumulando, primeiro 15, depois meia hora. 

A voz do piloto se ouviu novamente pelo comunicador, mas não para dar informações sobre o voo. Para cantar. Barítono ofegante com voz de taquara rachada, o (evidentemente) idoso piloto começou a entoar uma cantiga improvisada louvando a própria empresa: "Ah, como adoro voar pela Air Nigeria! Air Nigeria! É a melhor!"
O avião sacudia e o capitão cantava. 

Por fim, o jato pousou em seu destino no interior. Os passageiros, quase todos nigerianos, desembarcaram, impassíveis e silenciosos, parecendo acostumados a essas experiências comuns beirando – desconfortavelmente demais – o extraordinário. 

fonte/TheNYTimesNewsServices/Syndicate/ZeroHora


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AVIÕES SERÃO USADOS PARA SEMEAR ARAUCÁRIAS

Uma chuva de pinhões deve fazer nascerem 10 milhões de mudas de araucária no Estado nos próximos três anos. O projeto-piloto vai ser realizado em 5 de julho em Campinas do Sul, no norte do Estado, para reforçar o uso ambiental e econômico da árvore.

O Departamento de Florestas e Áreas Protegidas (Defap) da Secretaria Estadual do Meio Ambiente vai usar pela primeira vez uma técnica de cultivo com o uso de aviões. O pinheiro brasileiro (Araucaria angustifólia) já cobriu boa parte do território de Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Ameaçada de extinção, a planta vem dando lugar a lavouras.

— Como é uma árvore protegida pela legislação desde 2000, ficou na cabeça das pessoas que, depois de crescida, não vão mais poder cortá-la. Então, os agricultores cortam os pinheirinhos ainda pequenos — diz, Roberto Ferron, diretor do Defap. 

Para substituir a técnica manual de plantio, que é mais trabalhosa, o Defap imitou as gralhas e criou uma técnica pioneira no Brasil. Inspirado na fertilização aérea, fará o plantio com o uso de aviões. Duas ilhas cedidas pela Tractebel na área alagada pela usina hidrelétrica de Passo Fundo, uma de 10 hectares e outra de 30 hectares, servirão para o projeto-piloto, marcado para a primeira semana de julho. 

Apelidada de Programa de Educação Florestal Gralha Azul, a primeira semeadura de avião será monitorada pelo curso de engenharia florestal do campus da Universidade Federal de Santa Maria em Frederico Westphalen. O engenheiro florestal e diretor do Defap, Roberto Ferron estima que o plantio seja capaz de intensificar o valor ambiental e econômico da árvore, que em 10 anos estará produzindo pinhões.

Nesse momento, a safra extrativista do pinhão está em crescimento no Rio Grande do Sul, com comércio forte a partir de junho. Cada pinheiro produz em média 50 pinhas. No Estado, os locais de maior produção são as regiões de Campos de Cima da Serra, Serra do Botucaraí e Norte.

A produção média no Estado, conforme a Emater, é de 5 mil toneladas da semente, mas neste ano a estiagem prolongada e problemas na polinização causaram quebra de 60% na safra. O preço por quilo, que era de R$ 2,50 no ano passado, subiu para cerca de R$ 3 nos supermercados.

fonte/ZeroHora

terça-feira, 26 de junho de 2012

TAM DEVERÁ REACOMODAR PASSAGEIROS QUE HAVIAM COMPRADO VOOS DA ROTA PORTO ALEGRE - BUENOS AIRES


A TAM Linhas Aéreas foi notificada pelo Procon Municipal nesta quinta-feira, 21, e recebeu prazo de 48 horas para esclarecer aos passageiros sobre o cancelamento de voos diretos entre Porto Alegre e Buenos Aires. A partir do dia 2 de julho, a companhia não fará mais esta rota.

O termo exige que a TAM oriente os passageiros que adquiriram passagens para depois do dias 2 de julho. A empresa será obrigada a acomodar esses passageiros em outro voo, com o mesmo tempo de duração e na data escolhida. Caso o cliente não aceite passagens em outro voo, terá direito ao ressarcimento das suas despesas.

A diretora executiva do Procon, Flávia do Canto Pereira, explica que essa manifestação da TAM deve ser feita por escrito, e os passageiros não podem ser lesados diante de uma mudança realizada pela companhia aérea. 

— Se a TAM não cumprir a determinação, podemos entrar com processo administrativo contra a empresa.— afirma Flávia. 

fonte/ZeroHora

CLIENTE SMILES DA GOL PODERÁ COMPRAR MILHAS PARA EMITIR PASSAGEM


A Gol lançou um novo produto para vender milhas por meio do programa de fidelidade Smiles.
No site do programa, que já oferece a troca de milhas por passagens, será possível comprar lotes de 1.000 a 40 mil milhas para a emissão de bilhete. 

O novo serviço permitirá que clientes Smiles que não acumularam milhas suficientes para a emissão componham seu saldo para viajar para todos os destinos operados pela Gol e companhias aéreas parceiras , destaca Flavio Vargas, diretor do Smiles. 

Antes, o complemento do saldo de milhas era possível apenas pela transferência de pontos de cartões de crédito, compra de produtos de empresas parceiras ou por meio de promoções do programa. Com o novo produto, as milhas são creditadas imediatamente, assim que o pagamento é efetuado, via cartão de crédito. 

fonte/Folha SP

EX CHEFE DO CENIPA DEFENDE QUE FAB PARE DE INVESTIGAR ACIDENTES AÉREOS CIVIS

O brigadeiro Jorge Kersul Filho, que até 2010 chefiava todas as investigações de acidentes aéreos no Brasil, contou pela primeira vez, em detalhes, o que viu e o que levou em conta durante as tragédias da Gol, da TAM e da Air France que, em um curto período - de 2006  a 2009 - causaram juntas 558 mortes.

Em sua primeira entrevista desde que deixou o comando do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), em abril de 2010, Kersul defendeu, em entrevista exclusiva ao G1, que seja criada uma nova agência para apurar as tragédias aéreas. Desta vez, fora das mãos dos militares.

“A investigação de acidentes da aviação civil deve sair da Força Aérea Brasileira. Esse é um encargo que ninguém quer, não traz benefício algum, não traz nenhum ibope, não há por que ficar com a FAB. Vamos continuar fazendo bem e de forma independente enquanto estiver conosco a obrigação, doa a quem doer. A FAB deveria cuidar da própria FAB, para que sejamos realmente um país que imponha respeito”, afirmou Kersul, na entrevista concedida em sua casa, em Brasília.

Pela proposta, seria criada uma agência destinada à prevenção e à investigação de acidentes da aviação comercial civil empregando ex-militares que já atuaram no Cenipa e que poderiam, no início, treinar pessoal qualificado para continuar o trabalho. “Eu não acho que os militares devam continuar com essa responsabilidade. Quando eu estava no Cenipa, fizemos uma proposta para criar esse órgão e a tarefa sair do comando da FAB. A ideia foi para o Ministério da Defesa e deve estar lá”, diz o oficial.

Para ele, a diferença hierárquica atrapalha o relacionamento entre os órgãos que atuam hoje no sistema aéreo e é o principal motivo que explicaria a investigação de tragédias da aviação civil deixar de ser atribuição do Cenipa.

“Até a década passada, tudo relacionado à aviação no país estava com o Ministério da Aeronáutica. O Estado brasileiro tirou da gaveta uma agência para a aviação civil, a Anac. A Infraero (empresa que administra os aeroportos) também saiu debaixo da Aeronáutica. Foi criada a Secretaria de Aviação, com status de ministério, enquanto que o Cenipa é um órgão dentro do Comando da FAB que está subordinado ao Ministério da Defesa. Há uma diferença de estrutura que gera um conflito”, aponta.

Histórias
Kersul passou para a reserva em abril, a seu pedido. Deixou a Aeronáutica levando na memória as dificuldades enfrentadas para a retirada da mata dos corpos das 154 vítimas de um Boeing da Gol, que caiu em Mato Grosso em 2006, as buscas pelas caixas-pretas de um Airbus da TAM, que explodiu ao sair da pista em Congonhas (SP), deixando 176 mortos em 2007, e a tarefa de localizar outro Airbus, agora da Air France, que desapareceu no mar em 2009, com 228 pessoas a bordo.

“Receber a notícia de que houve um acidente de grandes proporções é realmente uma sensação muito desagradável, o pior pesadelo de quem trabalha no Cenipa. Você tem que manter a calma, respirar fundo e raciocinar rápido, fazer o que deve ser feito”, diz ele.

O oficial conta que “é perseguido” por familiares de vítimas do voo Gol 1907, que o acusam do suposto sumiço de pertences na floresta e de ter entregue partes do Legacy para a empresa após perícia. Ele diz que cumpriu a legislação e a devolução ocorreu só três anos após a colisão, porque ninguém queria os equipamentos. "Os dados foram preservados", afirma o brigadeiro.

“Quando ocorre um acidente, quem vai ser punido e criticado é o responsável pelo órgão investigador e o responsável pelo resgate, que passou 50 dias na mata procurando todos os corpos? E eu me pergunto: valeu? No fim das contas, eu ainda diria que valeu à pena (o trabalho)”.

 Kersul diz que a decisão de deixar a Aeronáutica ocorreu após uma avaliação da carreira, levando em conta a família e o que já havia feito como militar.

“Fiz um levantamento da minha vida e decidi que deveria procurar outros rumos. Levantei fatores que poderiam contribuir para que eu continuasse ou não (na FAB), como idade, perspectiva de vida, vontades, a aviação, que eu sempre gostei. Completei 40 anos de casa, vejo isso com naturalidade. Não briguei com ninguém e não estou saindo da FAB, apenas deixando o serviço ativo”, explica.

 Acusações na tragédia da Gol
Dos três acidentes, o da Gol é o que mais lhe marcou, principalmente porque um familiar acusou a Aeronáutica do sumiço do celular de uma vítima. Segundo Kersul, o parente afirmou a ele que o aparelho chegou às mãos de uma pessoa que conserta celulares, no Rio de Janeiro, dois dias após a tragédia. Pela versão do familiar, o celular teria sido desviado por um militar da Aeronáutica.

“Comandei as buscas pelos corpos na mata até que o último fosse encontrado: o senhor Marcelo Paixão, que estava na poltrona 17C. Já tínhamos retirados todos e só faltava ele. Insistia com o IML que ele devia estar lá, mas ainda não havia sido identificado. Mesmo tendo sido assessorado de que não era obrigação nossa, por ordem minha, até que achássemos o último corpo, passaríamos a recolher objetos que encontrássemos na nossa frente. Mas essa não era nossa obrigação”, relembra.

Dos cerca de 7 mil kg que estavam a bordo, foram retirados da mata 1.650 kg. “A FAB foi lá resgatar corpos. Carga é responsabilidade do operador. Infelizmente, uma parte dos familiares nos cobra isso e não se lembra de que fizemos algo em favor deles. Quem conhece a Amazônia sabe as dificuldades. É difícil você passar o que passou e ver o trabalho jogado no lixo”, diz.

Durante a CPI do Apagão Aéreo, em 2007, Kersul chorou ao ser acusado de ter desviado pertences das vítimas. Diz ter pedido à inteligência da FAB para investigar o caso, mas que, como os parentes não passaram informações, a apuração não pôde ser levada adiante.

“Como você pode fazer uma investigação se não tem nenhuma coisa palpável para começar. Hoje eu sou cobrado por não ter aberto nenhum processo administrativo. Ficamos de mãos atadas (na época)”.

Para o brigadeiro, nenhum militar “foi para lá roubar ou pilhar os corpos”. “Defenderei sempre que nenhum de nós teve participação nisso. Ninguém saiu da mata até 10 dias após a queda. É impossível esse celular estar no Rio dois dias depois. Esse celular é um mistério para mim. Será que esse celular embarcou neste avião?”, questiona.

 Fatos sem explicação
Na CPI, outro parente perguntou a ele por que faltava um cartão de crédito na carteira de uma vítima. “Eu não soube explicar isso a ela, da mesma forma que eu não consigo explicar como, em uma árvore de 40 metros de altura, tinha só uma calça pendurada com um celular funcionando dentro. Eu também não consigo explicar como dois aviões conseguem se encontrar a 11 mil metros numa aerovia com pouco movimento”, desabafa.

“Se tivéssemos que imaginar uma colisão em voo, nunca seria em cima da Amazônia, em uma a aerovia de tráfego normal, com dois aviões novos, com poucas horas de voo, e muito próximas da perfeição em termos de construção”, acrescenta.

 Então, quem errou? A culpa é dos pilotos do Legacy, que desligaram o transponder (localizador) e não evitaram a colisão? “Não existe um ator responsável, nem quem e nem o que errou. Na investigação, trabalhamos com fatores contribuintes. Há uma sequência de eventos que levam ao acidente porque não houve nenhuma barreira forte o suficiente para impedir que esse ela seja interrompida”, diz.

Para Kersul, a tripulação do Legacy não colocou propositadamente o transponder em “stand-by” (posição de aguardo). “Em algum momento o transponder foi para essa posição, colocado propositalmente ou involuntariamente e voltou a operar normalmente imediatamente logo depois da colisão". Ele lembra uma frase da própria tripulação do Legacy ao religar o transponder logo após a choque com o Boeing da Gol: "É exigir demais do transponder que ele funcione se está em posição de espera”.

O brigadeiro afirma que os americanos poderiam ver na tela, em mais de um lugar, que o transponder estava desligado. “E isso não foi observado por eles”.

O oficial também pontua uma falha no controle de tráfego aéreo, que “deixou de observar no radar que havia deixado de receber a informação do transponder” e que poderia ter acionado os pilotos para verificar se havia alguma falha no instrumento.

 Colisão em Congonhas
O brigadeiro recorda que o Cenipa previu que um acidente poderia ocorrer em Congonhas meses antes da tragédia do TAM JJ 3054.

Após receber vários relatos de aeronaves que quase saíram da pista, ele convocou uma reunião com empresas aéreas e órgãos envolvidos na operação do aeroporto, em Brasília, na semana entre o Natal e o Ano Novo de 2006, após o acidente da Gol.

“Alertamos na reunião que um tínhamos um cenário de que um acidente iria ocorrer em Congonhas e restringimos as operações”, lembra.

A pista passou por reformas, foi liberada, mas continuava escorregadia, com formação de poças de água e risco de derrapagem, conforme relatos de informe de risco realizados por pilotos na época.

“Quando ocorreu o acidente, fomos duplamente frustrados. Acreditávamos que tínhamos conseguido evitar um acidente que tivesse envolvimento da pista, mas mesmo assim o acidente ocorreu após a reforma, sem interferência direta da pista”, diz. “Imagina como isso foi triste para todos nós”.

Segundo Kersul, apesar de um dos manetes ter sido mantido na posição de aceleração durante o pouso (como ficou registrado nas caixas-pretas), a pista pode ter contribuído como fator psicológico e também para “o agravamento” do caso.

“Congonhas é um verdadeiro porta-aviões dentro da cidade. Outros acidentes do mesmo tipo não tiveram um final tão trágico porque a aeronave parou na lama ou em um campo. Mas em todas as simulações feitas, se fossem mantidos todos os fatores, aquela aeronave iria sair da pista em qualquer aeroporto”.

Julgamentos
Kersul lembra que, quando o Airbus da Air France desapareceu no Oceano Atlântico, a Aeronáutica iniciou os trabalhos de busca e localização até que o acidente, que deixou 228 mortos em 1º de junho de 2009, fosse confirmado. Apesar de críticas dos familiares de que a atuação brasileira foi coadjuvante no caso, ele afirma que o Brasil cumpriu a legislação internacional que determina que, se a aeronave se acidentou em águas internacionais, “a responsabilidade de investigar o caso cabe ao operador, ao fabricante e ao país da bandeira da aeronave. Nesse caso, todos indicavam a França”.

“O Brasil não teve o papel de coadjuvante ou de ator principal, mas teve a participação que lhe cabia, iniciando as apurações no Recife, coletando as informações iniciais para a França. Estamos fazendo o que é nossa parte pela legislação internacional. O responsável por fazer essa investigação é o estado francês”, afirma.

Após todas as tragédias que acompanhou, ele defende que seja regulamentada uma lei nacional para que as informações obtidas pela apuração não sejam usadas nos tribunais com fins criminais ou de responsabilização civil, como a busca por indenizações. Nesta quarta-feira (27), um evento com familiares de vítimas de acidentes aéreos, investigadores do Cenipa, juízes e Ministério Público debaterá em São Paulo um projeto de lei que trata da questão.

"A investigação do Cenipa é para prevenção. Não concordamos que nossos relatórios sejam usados para fins jurídicos. É um problema difícil, que as pessoas não entendem, mas o prejuízo é enorme, pois os envolvidos deixam de colaborar com medo de que, o que nos falam, seja usado contra eles”, diz.

“Ninguém quer que o relatório do Cenipa seja secreto. Só pedimos que ele não seja usado em julgamentos. Nossa investigação é imparcial com o único objetivo de evitar mais acidentes. A investigação da polícia é que tem que achar responsabilidades e culpados e deve ser usada nos tribunais, e não a nossa”, rebate.

fonte/G1

VÍDEO - PROJETO SEGURANÇA DE VOO



Colaborou/ComandanteNogueira

segunda-feira, 25 de junho de 2012

BREVE NO CINEMA


quinta-feira, 21 de junho de 2012

A ATERRISSAGEM DESTE AVIÃO FOI TÃO VIOLENTA QUE DOBROU A FUSELAGEM

Assista a esta aterrissagem de um Boeing 767 da All Nippon Airways. É meio assustador ver o bico do avião pulando no meio da pista. Ainda assim, nada muito espetacular… até você ver as consequências. Assista até o final, passe da marca dos 33s.
O impacto foi tão forte que a fuselagem foi dobrada na parte atrás das asas. Dá para ver claramente a carcaça de alumínio amassada em decorrência da aterrissagem nesses dois vídeos.
Eu nunca vi isso acontecer. Diferente de seu sucessor, o totalmente composto 787 Dreamlines, o Boeing 767 usa liga de alumínio. Ele também usa carenagem de Kevlar e painéis de acesso, além de uma composição de plástico reforçado por fibra de carbono nas asas.
O 767 é um avião de motor duplo e corpo comprido muito popular, ainda em produção desde 1979 em diferentes variantes. Na realidade, ele se tornou o avião transatlântico mais popular do mundo na década de 1990.
fonte/Gizmodo

quarta-feira, 20 de junho de 2012

AVIÕES SOB INVESTIGAÇÃO SÃO AVALIADOS EM R$ 560 MILHÕES, DIZ POLÍCIA FEDERAL


Brasileiros criavam empresa de fachada para registrar aeronaves nos EUA.
Cerca de R$ 192 milhões em impostos deixaram de ser recolhidos.

Nathália Duarte Do G1 SP
Auditor da Receita Federal observa aeronave em Campinas (Foto: Divulgação/Receita Federal)Auditor da Receita Federal observa aeronave em Campinas (Foto: Divulgação/Receita Federal)

As 12 aeronaves irregulares que foram alvo da operação Pouso Forçado, da Receita Federal e da Polícia Federal, são avaliadas em mais de R$ 560 milhões, segundo informações divulgadas pelos dois órgãos nesta quarta-feira (20). Apenas um dos aviões vale cerca de R$ 100 milhões; nenhum deles custa menos de R$ 2 milhões.

Até o fim da manhã desta quarta, sete das 12 aeronaves investigadas já haviam sido recolhidas. Também foram apreendidos documentos, computadores e componentes de armazenamento eletrônico de dados em hangares e empresas do meio aeronáutico. Os mandados de busca e apreensão foram expedidos pela Justiça Federal e a operação foi realizada ainda nesta quarta.
 
De acordo com a Receita Federal, o esquema milionário de importação irregular de aeronaves e jatos executivos de luxo começou a ser investigado há mais de um ano. “Essa operação teve precedentes em Viracopos e ao longo do último ano fizemos a retenção de outras aeronaves, por meio das quais percebemos um modelo que se repetia", disse Antônio Andrade, inspetor da Receita Federal em Viracopos.
 
Segundo Andrade, uma empresa brasileira constituía uma empresa no exterior, que celebrava um contrato denominado trust com um banco, e a propriedade da aeronave passava a ser dividida. “O avião seria do banco, mas a empresa estrangeira poderia usá-lo. Com isso, a empresa localizada no paraíso fiscal entrava aqui, declarava que estava a serviço de estrangeiros, quando na verdade estava operando no Brasil.”

Para não recolher os impostos no Brasil, importadores utilizavam acordos internacionais que permitem que aeronaves pertencentes a empresas ou pessoas estrangeiras passem até 60 dias no Brasil sem o recolhimento de taxas.

A Operação Pouso Forçado ocorreu nos aeroportos de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, no Galeão, no Rio, de Viracopos, em Campinas, e de Jundiaí, ambos no interior de São Paulo. A ação contou com a participação de 50 policiais federais e 25 auditores fiscais da Receita Federal.

Antes da operação realizada nesta quarta, outras seis aeronaves foram retidas pela Receita Federal, no último ano. A Polícia Federal investiga outros dez casos de aeronaves que devem ter mandados de busca e apreensão expedidos nos próximos dias.

De acordo com o delegado Jessé de Almeida, da PF, as aeronaves são compradas por empresas instaladas no estado americano de Dellaware. “Estamos investigando se há um esquema, porque não acreditamos que os empresários tenham tido a iniciativa individualmente”, afirmou.

De acordo com a Receita Federal, deixaram de ser pagos os impostos de 10% sobre produtos industrializados, cerca de 18% o ICMS e 34% do valor dos bens deixaram de ser recolhidos, totalizando cerca de R$ 192 milhões.

“Impressiona a Receita o montante das aeronaves, no valor de R$ 560 milhões. No ano passado atingimos mais de R$ 600 milhões em mercadorias [apreendidas] e só nesta operação o valor é extraordinário”, disse Marcos Siqueira, superintendente-adjunto da Receita. As aeronaves estão sujeitas a perdimento e serão investigadas para que seja fortalecida a prova de que elas estavam no Brasil para servir a interesses nacionais.

O Ministério Público deve concluir a identificação dos responsáveis pelas empresas e pelas aeronaves e promover a ação. Eles deverão responder pelos crimes de falsidade ideológica e contrabando ou descaminho. As cinco aeronaves que ainda não foram localizadas são procuradas internacionalmente.

fonte/foto/G1
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QUATRO PESSOAS FICARAM FERIDAS APÓS JATO EXECUTIVO SAIR DA PISTA NOS ESTADOS UNIDOS

Four people injured when jet runs off PDK runway  | ajc.com

sábado, 16 de junho de 2012

AEROPORTO SUPERLOTADO

Infraero


O ano de 2012 nem chegou na metade e o Aeroporto de São José já está próximo de atingir sua capacidade anual de passageiros.

De janeiro a maio, 80.151 pessoas utilizaram o terminal de São José, sendo que sua capacidade anual é de 90 mil passageiros, segundo a Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária), administradora do terminal.

O movimento reforça a necessidade de ampliação da unidade, novela que se arrasta há mais de 20 anos.

Em relação ao ano passado, o movimento de passageiros está 4% menor, motivado pela redução pela metade dos voos. Operam em São José a Azul e a Trip, com a média de cinco voos diários. A rota implantada pela Azul no final de maio ligando São José ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas, deve inverter este cenário já no balanço deste mês.

O principal motivo da redução de voos é a falta de estrutura do local, que não tem estacionamento para aeronaves nem capacidade para abrigar passageiros de dois voos diferentes no terminal.

Ampliação. “A rodoviária de São José dá de 5 a 0 no aeroporto. Tente tomar um lanche ou procurar alguma coisa para fazer no aeroporto. É sofrível”, disse o presidente da ACI (Associação Comercial e Industrial) de São José, Felipe Cury.
A Infraero anunciou pacote de investimentos para ampliação do aeroporto. As obras devem começar em 20 dias.

fonte/OVale
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sexta-feira, 15 de junho de 2012

COMUNICADO DA ABRAFAL



COMUNICADO OFICIAL ABRAFAL

A ABRAFAL é a associação brasileira que reúne as empresas fabricantes e montadoras de Aeronaves Leves e Ultraleves do Brasil. Fundada em 06 de março de 1987 reúne hoje em seu quadro de associados às melhores e maiores empresas do setor de aeronaves leves do Brasil.

A ABRAFAL nestes 25 anos de existência acompanhou e participou de muitas mudanças no setor de Aviação Leve, sendo uma das grandes responsáveis pelo limite de 750 kg conquistado à época do antigo DAC. No entanto, estamos vivenciando nos últimos anos a maior de todas as transições.

Estas mudanças somadas a falta de informações, fizeram o segmento da Aviação Leve passar por uma "inundação" de boatos e "teses" que em sua grande maioria são infundadas e acabam por gerar mais confusão.

Com o intuito de tentar dirimir tais confusões, a ABRAFAL decidiu que, a partir de hoje, através de comunicados oficiais, irá informar ao mercado sobre os acontecimentos reais, a começar por este comunicado que tem como objetivo buscar esclarecer a atual situação da Aviação Leve no Brasil.

É verdade que há alguns anos pessoas ligadas a Autoridade Aeronáutica chegaram a ameaçar os fabricantes de Aeronaves Leves com o encerramento de suas atividades uma vez que o RBHA 103 e o 103A não contemplavam tal atividade. A solução então foi encontrar um modelo que pudesse incluir os chamados "Ultraleves Avançados" e que, após sua implantação, seria adaptado a realidade brasileira. Assim a ANAC foi buscar entender o Light Sport Aircraft - LSA americano, enviando delegações aos EUA e recebendo aqui aquelas do Federal Aviation Administration - FAA americano para debaterem os aspectos inerentes a cada país. A ABRAFAL ,embora não tenha participado dessas reuniões, esteve a todo o momento acompanhando o posicionamento da ANAC para que o fantasma do final da indústria brasileira de aviação leve fosse definitivamente afastado. Assim surgiu a proposta da ANAC em adotar a legislação LSA no Brasil que, depois de implantada, poderia ser moldada à realidade brasileira. Assim, é verdade também que não se fala em acabar com a aviação leve no Brasil e sim encontrar meios de desenvolver e corrigir a nossa arcaica legislação.

Muitas reuniões foram realizadas entre a ABRAFAL e a ANAC para que a implantação do LSA no Brasil ocorresse da melhor forma possível. Nessas reuniões a ABRAFAL conquistou a criação dos períodos de isenção para que a indústria brasileira pudesse se adaptar as novas exigências, conquistou também os períodos de transição para que as aeronaves que não se enquadrassem como Leves Esportivas pudessem continuar a ser fabricadas por um certo período e muito mais, além é claro, de conseguir a maior de todas as vitórias, aquela em que a industria brasileira seja ouvida e respeitada pela autoridade aeronáutica. No entanto, por mais que tentássemos , em algumas questões a ANAC tem sido mais inflexível, tornando assim uma negociação constante. 

Desta forma, o LSA (Aeronave Leve Esportiva - ALE , no Brasil) está sendo implantado. O exame médico de 4ª Classe foi criado para atender a essa categoria. A ANAC tem uma diretoria encarregada desse tema .
A indústria aeronáutica brasileira terá 5 anos, contados a partir de 01.12.11 para adaptar e certificar as atuais aeronaves com Peso Máximo de Decolagem abaixo de 600kg de acordo com os requisitos do LSA (ALE).

As aeronaves que se enquadram no antigo requisito para Ultraleves com PMD de até 750kg poderão ser produzidas por mais 3( três) anos, contados a partir de 01.12.11 e ao término deste período não mais poderão ser produzidas de forma industrializada ou seriada. As bases de negociação com a ANAC rezam que as aeronaves produzidas até 01.12.14 deverão ser consideradas com o mesmo status dos atuais ultraleves e, a exemplo de todas as outras mais antigas, não perderão este status, podendo serem pilotadas, conforme comunicado à ABRAFAL pela Gerencia de Habilitação, por todos os detentores de CPD, CPR e futuros CPL . Assim sendo, depois de 01.12.14 aeronaves com PMD acima de 600kg poderão ser construídas e registradas somente como experimentais de construção amadora, onde o proprietário comprove que tenha construído 51% da aeronave. Nesse caso , deverá ser aberto Processo H-03.

Essas medidas resultarão em um aumento significativo das garantias reais de segurança para os pilotos e proprietários referentes aos processos de fabricação e testes estáticos e de vôo. Em resumo, as aeronaves leves esportivas no Brasil são:
(a) Peso máximo de decolagem menor ou igual a:

     (i)  600Kg para aeronave a ser operada a partir do solo apenas; ou

     (ii) 650Kg para aeronave a ser operada a partir da água.

(b) Velocidade máxima em vôo nivelado com potência máxima contínua (VH) menor ou igual a 120 kt CAS, sob condições atmosféricas padrão ao nível do mar.

c) Velocidade nunca exceder (VNE) menor ou igual a 120 kt CAS para um planador.

d) Velocidade de estol (ou velocidade mínima em vôo estabilizado), sem o uso de dispositivos de hipersustentação condições atmosféricas padrão ao nível do mar. (VS1), menor ou igual a 45 knots CAS no peso máximo de decolagem certificado e centro de gravidade mais critico.

e) Assentos para não mais do que duas pessoas, incluindo o piloto.

f) Um único motor, alternativo, caso a aeronave seja motorizada.

g) Uma hélice de passo fixo, ou ajustável no solo, caso a aeronave seja motorizada, mas não seja um motoplanador.

h) Uma hélice de passo fixo ou auto-embandeirável, caso a aeronave seja um motoplanador.

i) Um sistema de rotor de passo fixo, semi-rígido, tipo gangorra, de duas pás, caso a aeronave seja um girocóptero.

j) Uma cabine não pressurizada, caso a aeronave tenha uma cabine.

k) Trem de pouso fixo, exceto para aeronave a ser operada a partir da água ou planador.

l) Trem de pouso fixo ou retrátil, ou um casco, para aeronave a ser operada a partir da água.

m) Trem de pouso fixo ou retrátil, para planador.

n) Estar de acordo com as normas ASTM de construção e fabricação que é a Norma Consensual e significa, para os propósitos de certificação de Aeronave Leve Esportiva - ALE, norma esta acordada desenvolvida pela indústria e que se aplica ao projeto, produção e aeronavegabilidade da aeronave. Inclui, mas não está limitada a, normas para projeto e desempenho da aeronave, equipamentos requeridos, sistemas de garantia da qualidade do fabricante, procedimentos de testes de aceitação de produção, instruções de operação, procedimentos de inspeção e manutenção, identificação e registro de grandes reparos e grandes alterações, e aeronavegabilidade continuada.

Embora a ABRAFAL tenha como objetivo principal representar seu associados nas questões que envolvem a aviação leve, bem como, de garantir um perfeito ambiente para seu desenvolvimento, por diversas vezes, os interesses das empresas associadas se convergem com os interesses dos usuários e, assim, nossas lutas e anseios acabam por beneficiar também os usuários das aeronaves leves.

Diversas dessas lutas não chegam a comunidade aeronáutica ficando restritas às indústrias e muitas das vezes são resolvidas sem conseqüências visíveis a comunidade em geral, como a possibilidade de utilização de Aeronaves Leves Esportivas Especiais na formação de pilotos privados que esta sendo defendida pela ABRAFAL e já em analise final pela ANAC e, podemos citar, a mais recente questão que ainda está sendo discutida e com boas perspectivas de solução, que trata da obrigatoriedade de rádios homologados (TSO) também para aeronaves experimentais e o risco de aeronaves com rádios não homologados (não TSO) não conseguirem renovar a licença de estação futuramente. Na verdade, não se trata de uma medida nova, e sim de fazer cumprir um item do 103 que trata sobre esses equipamentos e era passado desapercebido sendo descoberto em uma auditoria. A ABRAFAL está discutindo há meses com a ANAC sobre essa questão e estamos bastante confiantes numa solução rápida que nos atenda.

De forma geral, mesmo com essas lutas constantes, a ABRAFAL está confiante no futuro da aviação leve e está acompanhando de perto a transição para essa nova fase. Aqueles que não fazem parte da ABRAFAL e estão distantes das informações, sentem-se inseguros com estas mudanças e acabam por passar essa insegurança para toda a comunidade.

A aviação leve brasileira vai evoluir, mas para isso a indústria brasileira terá que se alinhar com o padrão mundial da indústria aeronáutica. Não é mais possível admitir que aeronaves sem o mínimo de padrão de qualidade e procedimentos continuem no mercado. Estas devem continuar sendo consideradas aeronaves experimentais de construção amadora.

A ABRAFAL analisará sugestões dos usuários para contribuir com a nova legislação desde que estas sejam concretas, claras e baseadas em fatos e não apenas em "ouvi dizer".
O avião evoluiu e você também evoluiu. Ajude-nos a evoluir também nosso segmento.
"Se quiserem parar o Brasil, cortem suas asas "

Hermano Paes Vianna
Presidente

fonte/ABRAFAL/Divulgação/via email

quarta-feira, 13 de junho de 2012

AVIÃO COM 6 PESSOAS A BORDO E CACHORRO FAZ POUSO FORÇADO EM PLANTAÇÃO NO MATO GROSSO



Uma aeronave de pequeno porte fez um pouso forçado no município de Sinop, a 503 quilômetros de Cuiabá, na manhã desta quarta-feira (13). Segundo informações do Corpo de Bombeiros de Sinop, no avião estavam seis pessoas, sendo o comandante, um casal, três crianças e um cachorro.

O sargento Pedro Ribas, do Corpo de Bombeiros, disse ao G1 que ninguém ficou ferido com o pouso de emergência. “O avião decolou no aeroporto de Sinop e após percorrer cerca de dois quilômetros apresentou problemas mecânicos. O comandante disse não saber o que aconteceu. A família estava indo para uma fazenda no interior do estado”, relatou o sargento.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o pouso de emergência foi realizado em uma lavoura de algodão e o avião ficou danificado. Ainda de acordo com o sargento Pedro Ribas, a família e o cachorro foram levados de volta ao aeroporto de Sinop.

fonte/G1/foto/CorpoDeBombeiros-Sinop

POLÍCIA FEDERAL PRENDE NO RIO GRANDE DO NORTE EMPRESÁRIO SUSPEITO DE FUMAR DURANTE VOO


Já está na hora da criação de uma "Black List" para passageiros que colocam a segurança aérea em risco.


A Polícia Federal prendeu em flagrante na noite de terça-feira (12) no Aeroporto Internacional Augusto Severo, em Parnamirim (RN), um empresário de 37 anos suspeito de ter fumado no banheiro durante um voo da TAM que fazia a rota Brasília-Fortaleza, com escala em Natal.

Segundo a PF, os agentes do aeroporto foram avisados por volta das 23h pela empresa aérea que uma aeronave, proveniente de Brasília, pousaria em breve no aeroporto.

O comandante havia feito contato com a tripulação da companhia em terra para avisar que um dos passageiros havia desrespeitado normas de segurança e a proibição de não-fumar a bordo, o que gerou uma discussão entre os passageiros.
 
O voo da TAM JJ 3426 havia partido de Brasília com destino a Fortaleza (CE) e tinha como escala o aeroporto de Parnamirim, na região metropolitana de Natal. 
 
A PF informou que o passageiro foi detido em flagrante logo após o pouso. O comandante e duas comissárias afirmaram que, durante o trajeto, o passageiro apresentou comportamento “agitado” e, ao sair do banheiro, apresentava odor de fumaça no ambiente. No banheiro do avião foram encontradas bitucas de cigarro.

O empresário, que reside no Distrito Federal e atua no ramo de alimentos, prestou depoimento e negou a acusação. Ele permanece preso em Natal e responde ao crime previsto no Artigo 261 do Código Penal, que prevê exposição de risco em aeronave.

Na segunda-feira (11), outro avião da TAM, que fazia a rota Rio de Janeiro-Belém, teve um princípio de incêndio nos banheiros devido à presença de fumaça e foi obrigado a fazer um pouso de emergência em Brasília.

fonte/G1

EX-MINISTRO, PETISTA CULPA ANAC POR 'DUOPÓLIO RIDÍCULO DA TAM E DA GOL

Ex-presidente do PT e ex-ministro de Lula, o deputado federal Ricardo Berzoini criticou a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) devido ao cancelamento de decolagens e pousos no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. 

Ele e seu colega de partido José Eduardo Dutra --atual diretor da Petrobras-- também chamaram de "duopólio privado" a situação da aviação brasileira, em referência à Gol e à TAM. 

As declarações foram feitas pelo microblog Twitter. Os comentários começaram com Dutra, após saber que o voo onde estava a mulher dele havia sido desviado pela impossibilidade de pouso em Congonhas. 

"É duopólio privado da aviação brasileira. E ainda há quem bote a culpa no governo", disse Dutra.
Berzoini reforçou as críticas. "A culpa é da Anac que dá cobertura pro duopólio ridículo TAM/Gol", afirmou na rede social. 

Segundo Dutra, sua mulher partiu do aeroporto de Brasília rumo a São Paulo às 19h58, mas precisou pousar no aeroporto de Ribeirão Preto (313 km de São Paulo). 

De acordo com Dutra, ela ficou mais de quatro horas à espera de definição da TAM sobre o destino dos passageiros. 

"Mais um desrespeito total da TAM com seus clientes . E ainda fica fazendo propaganda enaltecendo o respeito às pessoas", afirmou Dutra. 

À Folha, na manhã de hoje, ele confirmou as declarações e disse que o caso da mulher teve desfecho por volta da 1h, quando ela e os demais passageiros foram deslocados para um hotel em Ribeirão, onde aguardariam novo voo na manhã desta quarta-feira. 

Procurada, a assessoria de Berzoini confirmou que o perfil no Twitter é do deputado, mas informou que o parlamentar não falaria com a reportagem na manhã desta quarta. 

OUTRO LADO
Por meio de sua assessoria, a TAM disse que está prestando assistência aos passageiros dos voos afetados por nevoeiros que provocaram o fechamento de aeroportos na região sudeste nesta terça-feira.
Procuradas, Gol e Anac não falaram sobre o caso até as 12h desta quarta. 

fonte/Folha SP
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MANHÃ COMPLICADA PARA OS PASSAGEIROS EM CONGONHAS ESTA QUARTA-FEIRA


São Paulo, 13 - O Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, registra, nesta manhã de quarta-feira, 13, pelo menos 10 voos cancelados e dois atrasados. O saguão do aeroporto começa a ficar cheio. O motivo são as quatro horas em que o aeroporto ficou fechado na noite de terça-feira, 12, em razão do nevoeiro. Muitos passageiros que não puderam embarcar em seus voos por causa do fechamento reclamam da falta de assistência e das desinformações por parte das empresas áreas.

Em nota, a TAM afirma: "A empresa está prestando assistência aos passageiros dos voos afetados por nevoeiros que provocaram o fechamento de aeroportos na Região Sudeste na terça-feira. Esses clientes estão sendo reacomodados em voos da companhia durante esta quarta-feira (13) e a empresa ofereceu assistência aos passageiros, incluindo acomodação, de acordo com a disponibilidade da rede hoteleira em São Paulo." 


fonte/Estadao

segunda-feira, 11 de junho de 2012

AÇÕES DA TAM NA BOLSA CHEGAM A CAIR MAIS DE 10% NESTA SEGUNDA


As ações da TAM (TAMM4) operavam em forte queda nesta segunda-feira, em meio aos preparativos da empresa para troca de papeis com a LAN no processo de fusão das duas empresas. As ações chegaram a cair mais de 10% na manhã de hoje.

Às 14h47, as ações da companhia brasileira exibiam queda de 8%, cotadas a R$ 39,01.

A oferta pública de permuta envolve cerca de 75 milhões de ações preferenciais, além de 8 milhões de papéis ordinários da TAM. A proposta dos ofertantes é que cada ação da TAM seja trocada por um recibo que equivale a 0,9 ação da LAN. Para que a oferta de permuta para fechamento de capital da TAM tenha êxito, é necessária a aceitação equivalente a pelo menos dois terços das ações da companhia brasileira. 

Segundo operadores, até o início da tarde, tinham sido registradas para o leilão cerca de 14,6 milhões de ações preferenciais e 6 milhões de ordinárias. 

O prazo para habilitação dos interessados na oferta terminou às 12 horas, e o registro de ofertas se encerra às 18 horas desta segunda-feira. O leilão está marcado para terça-feira, às 10 horas, segundo dados do edital da oferta. 

Latam já é vice-líder em lista global

A Latam, fusão entre a chilena LAN Airlines e a brasileira TAM Linhas Aéreas, já é o segundo maior grupo do setor do mundo em valor de mercado, atrás apenas da Air China, segundo levantamento da Bain & Company destacado pelo jornal "Valor". 

De acordo com a análise, feita em janeiro deste ano, a Latam valia € 8,4 bilhões (cerca de 21,4 bilhões) R$ e a Air China € 9,1 bilhões (cerca de R$ 23,2 bilhões). 
 
O estudo mostra a evolução do ranking dos 20 maiores grupos aéreos do mundo, de janeiro de 1999 a janeiro de 2012. Segundo o jornal, em apenas 12 anos, a aviação mundial deixou de ser liderada por empresas americanas e europeias para ser domindada por companhias de países emergentes. 
 
Em 1999, entre as 20 maiores, estavam oito empresas americanas e seis europeias. Em 2005, três empresas entraram em concordata (United, US Airways e Swiss).
 
fonte/Reuter/FolhaSP

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VÍDEO = VOO EM FORMAÇÃP DE 5 A400M


FOGO EM BANHEIROS FAZ AVIÃO DA TAM INTERROMPER VOO E POUSAR EM BRASÍLIA



Um avião da TAM que seguia do Rio de Janeiro para Belém na manhã desta segunda-feira (11) teve de pousar no aeroporto de Brasília após a tripulação encontrar material queimado em dois banheiros da aeronave. O avião foi esvaziado. Ninguém ficou ferido.

Funcionários do aeroporto do Brasília com extintores sob asa de avião que pousou na manhã desta segunda-feira (11) após material queimado ser encontrado em dois banheiros da aeronave  (Foto: Rodrigo Viellas/Vc no G1) 
Funcionários do aeroporto do Brasília com extintores sob asa de avião que pousou na manhã desta segunda-feira (11) após material queimado ser encontrado em dois banheiros da aeronave (Foto: Rodrigo Viellas/Vc no G1)
 
A TAM informou ao G1 que o voo JJ 3420, que partiu do Galeão às 9h32, "alternou o pouso para Brasília devido a uma suspeita de fogo na lixeira de um dos banheiros". De acordo com a empresa, "A aterrissagem aconteceu em segurança, e a Polícia Federal foi acionada para apurar a ocorrência". A companhia aérea não informou quantosd passageiros havia a bordo.

Não é confortável viajar cerca de 40 minutos sabendo que algo pegou fogo, mesmo não tendo visto nenhum tipo de fumaça"
 
Rodrigo Viellas, produtor cultural que seguia do Rio para Belém em voo interrompido por fogo em banheiros da aeronave.
 
O agente da Polícia Federal Clélio Rebouças informou que foi constatada fumaça na lixeira de um dos banheiros traseiro e em outro dianteiro da aeronave foi encontrado restos de papéis queimados, mas que todo o incidente foi controlado ainda durante o voo.

"Há possibilidade de ter sido intencional, até porque alguns comissários informaram que sentiram cheiro de álcool dentro do banheiro. Agora, está sendo realizada a perícia no avião. Todas as bagagens e passageiros serão vistoriados. A polícia quer identificar o passageiro que pode ter causado esse foco de incêndio", disse Rebouças.

Após o pouso, a Polícia Federal iniciou a inspeção da bagagem dos passageiros. Segundo a PF, no momento do incidente, 126 passageiros estavam dentro do Airbus A320 da TAM.

O produtor cultural Rodrigo Viellas disse que percebeu que havia algo após cerca de uma hora do início do voo, porque as entradas do banheiros haviam sido bloqueadas. Segundo ele, o avião ainda levou cerca de 40 minutos para pousar após o aviso do piloto de que havia sido encontrado material queimado nos banheiros.

Viellas disse que não sentiu cheiro de queimado, nem viu fumaça no avião. “Não é confortável viajar cerca de 40 minutos sabendo que algo pegou fogo, mesmo não tendo visto nenhum tipo de fumaça”, disse.

O produtor cultural afirmou que não houve pânico entre os passageiros, apesar de o piloto aparentemente ter esquecido o rádio aberto ao falar com a tripulação sobre o problema. O comandante teria dito que só comunicaria sobre o incidente após pousar em Brasília, mas menos de cinco minutos depois ele relatou aos passageiros o problema.

Às 12h50, ele disse que ainda não havia previsão para embarque a Belém. Se não fosse interrompido, o voo deveria chegar às 13h à capital do Pará.

fonte/G1
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quinta-feira, 7 de junho de 2012

PORTA DE AERONAVE NÃO FECHA E VOO ATRASA 4 HORAS



 
 
Os passageiros de um voo da Trip Linhas Aéreas, que seguiria de Maringá, no norte do Paraná, para Curitiba, por volta das 7h30 desta quinta-feira (7), precisaram descer do avião após a porta da aeronave apresentar problemas no aeroporto. Segundo o relato de alguns passageiros, os funcionários tentaram várias vezes, e utilizaram várias ferramentas, mas a porta não fechou. Após quatro horas, a aeronave decolou com apenas 15, dos 50 ocupantes.

"Mesmo com a aeromoça reclamando, eu gravei tudo. Eles ficaram uns 20 minutos tentando fechar a porta e não deu certo. Depois que todos desceram, veio um dos funcionários e disse que apenas 15 pessoas poderiam embarcar porque a porta havia sido consertada parcialmente", contou o passageiro Keneddy da Silva Sobrinho.

O voo decolou por volta das 11h30. Os outros 35 passageiros foram alocados em voos de outras companhias. "Todo mundo ficou revoltado. Teve gente que ficou com medo de embarcar no mesmo voo. Eu estou há mais de seis horas aqui. Perdi todos os meus compromissos. Isso é um absurdo", reclama Keneddy.

A empresa Trip foi procurada pela reportagem do G1 durante a manhã desta quinta para comentar o assunto, mas não foi encontrada.

fonte/G1 /video/YouTube
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VÍDEO - TURBINAS DE AIRBUS A380 DA KOREAN SOFRE PEQUENOS DANOS DURANTE POUSO EM NARITA


HELICÓPTERO DESAPARECE COM TURISTAS ESTRANGEIROS EM REGIÃO PERUANA

"Temos informações de que desapareceu na selva de Cusco e as buscas foram iniciadas", disse à AFP o suboficial de sobrenome Córdova da delegacia de Cusco.

Na aeronave viajavam turistas de nacionalidade coreana, informaram a emissora Radioprogramas do Peru e a rede de televisão Canal N, enquanto a estação estatal TV Perú disse que também havia cidadãos austríacos.

O helicóptero Sikorsky S-56T, matrícula OB-1840-P, da empresa Heli Cusco, desapareceu na região de Hualla Hualla com 12 turistas. Uma patrulha se dirige para o local para verificar se houve uma aterrissagem forçada ou um acidente, disse a fonte policial.

Um helicóptero da polícia também participa das buscas, acrescentou.

A aeronave saiu na tarde de quarta-feira da cidade de Mazuco, no departamento de Madre de Dios, para a cidade de Cusco, e foi declarada desaparecida ao não chegar ao seu destino.

fonte/G1/foto/Divulgação
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FONIA (COMUNICAÇÃO) DO ACIDENTE COM AVIÃO FAIRCHILD 227 METRO III DA AIR CLASS NO URUGUAI


FOTÓGRAFOS FLAGRAM BURACO EM AVIÃO, WEBJET ALEGA FALHA NA PINTURA


O hobbie de um grupo de fotógrafos de Porto Alegre acabou ganhando contornos mais sérios após o registro de uma aeronave da Webjet, que teria realizado um voo entre Foz do Iguaçu (PR) e a capital gaúcha com o que seria um buraco em sua lataria. Conhecidos como spotters (detetives particulares em tradução livre), eles costumam ficar horas em aeroportos registrando, em fotos e vídeos, o pouso e decolagens de aviões. De acordo com Raul Pereira, um dos integrantes, a aeronave com a falha na lataria pousou no aeroporto Salgado Filho às 12h32 de segunda-feira. 

Ele confessa que o suposto rombo pode não oferecer nenhum perigo imediato ao voo, no entanto, ressalta que a foto, feita pelo colega Eduardo Teodoro, não foi o primeiro registro de avaria na lataria de aeronaves. "É algo que nós, spotters de Porto Alegre, já estamos há um tempão vendo acontecer. Repetidamente os aviões da Webjet chegam com problemas". Ele sugere ainda que, ao olhar outras imagens do grupo, poderá se ver dezenas de pontos, que, segundo ele, são rebites usados para fixar os remendos na fuselagem. "Tem um avião que, só de um lado, tem 14 remendos", afirmou ele. 

Pereira disse que o spotting aeronáutico é um hobbie que une pessoas das mais diversas profissões. "O que gostamos é de fotografar aviões com pinturas diferentes ou raros em Porto Alegre. Mas como os aviões da Web Jet sempre chegam com algo diferente, acabou por se tornar uma brincadeira meio de humor negro." 

Em nota, a Webjet garante que o registrado pelo fotógrafo é "um desgaste na pintura em uma pequena área no acabamento da asa". A empresa disse que providenciou a "imediata correção" da falha. "A companhia ressalta que, em momento algum, a segurança dos passageiros, tripulantes e do voo foi comprometida. A Webjet mantém um rigoroso programa de manutenção diário em todas as suas aeronaves, sendo que o mesmo foi devidamente aprovado pelas autoridades aéreas competentes." 

Nesta quarta-feira, o avião da companhia foi fotografado com o suposto buraco na lataria coberto por uma fita adesiva. 

fonte/Terra/foto/EduardoTeodoro, RaulPereira
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ATUALIZADO -01:40 - AVIÃO DESAPARECE APÓS DECOLAR DE MONTEVIDEO

Um avião de bandeira uruguaia, da empresa Air Class, desapareceu após decolar do Aeroporto de Carrasco às 19h45 com dois tripulantes a bordo.

Quinze minutos depois, o Controle de Tráfego Aéreo acionou as equipes de Resgate alertando o Centro de Coordenação da Força Aérea, que ordenou uma busca intensa com uma aeronave C-212 "Aviocar" e um helicóptero AS-365 "Dauphin".

O avião desaparecido ia para o aeroporto de Ezeiza, Buenos Aires. Este é um avião bimotor civil, modelo Fairchild 227 MetroIII, matrícula CX-LAs, propriedade de uma transportadora de correio internacional DHL.

Os esforços de resgate estão sendo coordenadas pelo Centro de Coordenação de Salvamento da Marinhainformou em um comunicado da Força Aérea.

Além disso, uma navio da Sociedade Honorífica de Salvamento Marítimo Fluviais (Ades16) zarpou do Porto de Buceo com uma tripulação voluntária para ajudar nas buscas.

Um porta voz da Força Aérea, Alvaro Loureiro,  declarou ao jornal El Pais Digital , que "a última posição conhecida da aeronave era de cerca de duas milhas a sudoeste da Ilha das Flores". Agora as aeronaves estão em busca padrão (expansiva) na área, disse Loureiro.

Agora 01.14 horas de quinta-feira e as buscas continuam sem sucesso.

fonte/ElPais

ATUALIZADO 01:07 - HELICÓPTERO CAI DURANTE VOO DE TESTE EM MACAÉ

Um helicóptero modelo EC 225 tombou na noite desta quarta-feira no aeroporto de Macaé durante a decolagem. De acordo com informações do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro/NF), a aeronave, que taxiava no aeroporto, estava com dois tripulantes, o copiloto teve ferimentos leves e o piloto, que saiu ileso. Não há informações sobre as causas do acidente. Em agosto do ano passado, quatro pessoas morreram na queda de um helicóptero na Bacia de Campos.

Segundo a assessoria de imprensa do Sindipetro/NF, a aeronave pertencia a empresa Omni e estava decolando para fazer testes para passar por homologação para operar na Petrobras. Minutos após o ocorrido, diretores do Sindipetro/NF estiveram no local do acidente. A assessoria ainda disse que as informações iniciais são de que a aeronave era nova.

No dia 19 de agosto do ano passado um helicóptero modelo Augusta AW139, da empresa Sênior Táxi Aéreo, caiu na bacia de Campos. A aeronave pediu autorização para pouso de emergência no aeroporto de Macaé, mas desapareceu. Após quase dez dias de buscas, os destroços do helicóptero foram retirados do mar, em Macaé. Os dois tripulantes e os dois passageiros morrem, o auxiliar técnico de planejamento Ricardo Leal de Oliveira, o técnico de inspeção, João Carlos Pereira da Silva, o piloto Rommel Oliveira Garcia e copiloto Lauro Pinto Haytzann.

fonte/FManha/foto/Divulgação/Eurocpter/ThieryRostang
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HELICÓPTERO CAI NO AEROPORTO DE MACAÉ, NO NORTE FLUMINENSE

Um helicóptero caiu, na noite desta quarta-feira (6), na pista de pouso do Aeroporto de Macaé, no Norte do Rio de Janeiro. De acordo com o Corpo de Bombeiros, apenas o piloto e o co-piloto estavam na aeronave no momento da queda. Eles tiveram ferimentos leves e foram encaminhados ao Hospital de Macaé.

Segundo funcionários do aeroporto, o helicóptero caiu de uma pequena altitude, e já estava prestes a pousar na pista. Ainda não há informações do que provocou a queda.

O acidente aconteceu por volta das 19h.

 fonte/G1

AVIÃO DESAPARECE NO RIO DA PRATA E HÁ SUSPEITA DE CONGELAMENTO


Um avião uruguaio que decolou do Aeroporto Internacional de Carrasco às 19h45m esta desaparecido. Houve perda de comunicação e do contato com o radar do aeroporto. Quinze minutos depois o controle de tráfego aéreo acionou o resgate da Força Aérea Uruguaia que iniciou buscas imediatas e urgentes com um avião C-212 e um helicóptero.

O avião desaparecido tinha como destino o Aeroporto Internacional de Ezeiza em Buenos Aires. É uma aeronave comercial bimotor Fairchild Swearingen 227 Metro III matríclula CX-LAs, da empresa Air Class, e levava dois tripulantes, informou a Força Aérea Uruguaia.

As causas para o desaparecimento são desconhecidas, mas há vários relatos por pilotos que fazem rota pela região do Rio da Prata e até pela aeronave que participa do resgate de congelamento entre 4000 e 5000 pés de altitude.

fonte/ElPaís/MetSUL/foto/Divulgação
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quarta-feira, 6 de junho de 2012

NO DIA 19 DE JANEIRO DE 2010 UM A318 SOFREU UM ACIDENTE SEMELHANTE AO AIRBUS DA TAM EM NATAL

























Pesquisando incidentes envolvendo perda da carenagem de turbina encontrei um incidente de um Airbus A318-100 da Mexicana, registro XA-UBQ, que faria o voo MX-368 de Cancun para Mexico City (Mexico) com 45 passageiros e que durante a decolagem o capo da turbia se desprendeu e a aeronave retornou para pouso com segurança. Não houve feridos mas a aeronave sofreu danos substanciais.

Na inspeção  pós voo foram identificados que o impacto das peças que se soltaram entortou o  engine pylon, danificou o slat/bordo de ataque  e a parte da fuselagem traseira.

Resumindo, o incidente da TAM em Natal revelou que o prejuízo foi mínimo comparando com esse da Mexicana.

fonte/AvHerald/foto/Yahoo/grops/FSA

MÍSTERIO REVELADO - ANTOINE SAINT-EXUPÉRY...

Foi um segredo guardado durante 64 anos. Horst Rippert, piloto alemão da Luftwaffe, admitiu, aos 88 anos, ter abatido Antoine de St Exu...